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Q2719212 Nutrição

Os processos de conservação dos alimentos possuem a finalidade de evitar alterações de origens microrgânica, enzimática, física e química. Segundo o seu modo de agir, os processos de conservação se caracterizam por ação direta sobre o microrganismo e por ação indireta sobre o microrganismo, modificando o substrato. Dentro deste contexto, indique qual dos processos de conservação dos alimentos abaixo é realizado por ação direta sobre o microrganismo através do calor:

Alternativas
Q2719206 Noções de Informática

A figura a seguir apresenta o fragmento de uma planilha desenvolvida no LibreOffice Calc e sobre seus dados, podem ser aplicadas diversas fórmulas e funções.



A

B

1

8

5

2

6


3

4

2


Utilizando os dados da planilha anterior, analise as afirmativas a seguir e marque a CORRETA.

Alternativas
Q2719199 Matemática

Foi feito um levantamento das idades de todos os alunos da classe de João Pedro. A distribuição das idades está representada no gráfico abaixo.


Imagem associada para resolução da questão


A taxa percentual de alunos que tem mais 18 anos é:

Alternativas
Q2719196 Português

Texto para as questões 9 e 10


PARA QUE NINGUÉM A QUISESSE


Porque os homens olhavam demais para a sua mulher, mandou que descesse

a bainha dos vestidos e parasse de se pintar. Apesar disso, sua beleza chamava a

atenção, e ele foi obrigado a exigir que eliminasse os decotes, jogasse fora os sapatos

de saltos altos. Dos armários tirou as roupas de seda, da gaveta tirou todas as joias. E

5 vendo que, ainda assim, um ou outro olhar viril se acendia à passagem dela, pegou a

tesoura e tosquiou-lhe os longos cabelos.

Agora podia viver descansado. Ninguém a olhava duas vezes, homem nenhum

se interessava por ela. Esquiva como um gato, não mais atravessava praças. E evitava

sair.

10 Tão esquiva se fez, que ele foi deixando de ocupar-se dela, permitindo que

fluísse em silêncio pelos cômodos, mimetizada com os móveis e as sombras.

Uma fina saudade, porém, começou a alinhavar-se em seus dias. Não saudade

da mulher. Mas do desejo inflamado que tivera por ela.

Então lhe trouxe um batom. No outro dia um corte de seda. À noite tirou do

15 bolso uma rosa de cetim para enfeitar-lhe o que restava dos cabelos.

Mas ela tinha desaprendido a gostar dessas coisas, nem pensava mais em lhe

agradar. Largou o tecido numa gaveta, esqueceu o batom. E continuou andando pela

casa de vestido de chita, enquanto a rosa desbotava sobre a cômoda.


Marina Colasanti

As palavras dispostas em uma oração assumem funções, a que denominamos de sintaxe. Abaixo se apresentam termos destacados, cuja função sintática está apresentada na sequência, porém em uma delas essa relação está INCORRETA, como se verifica em

Alternativas
Q2719195 Português

Texto para as questões 9 e 10


PARA QUE NINGUÉM A QUISESSE


Porque os homens olhavam demais para a sua mulher, mandou que descesse

a bainha dos vestidos e parasse de se pintar. Apesar disso, sua beleza chamava a

atenção, e ele foi obrigado a exigir que eliminasse os decotes, jogasse fora os sapatos

de saltos altos. Dos armários tirou as roupas de seda, da gaveta tirou todas as joias. E

5 vendo que, ainda assim, um ou outro olhar viril se acendia à passagem dela, pegou a

tesoura e tosquiou-lhe os longos cabelos.

Agora podia viver descansado. Ninguém a olhava duas vezes, homem nenhum

se interessava por ela. Esquiva como um gato, não mais atravessava praças. E evitava

sair.

10 Tão esquiva se fez, que ele foi deixando de ocupar-se dela, permitindo que

fluísse em silêncio pelos cômodos, mimetizada com os móveis e as sombras.

Uma fina saudade, porém, começou a alinhavar-se em seus dias. Não saudade

da mulher. Mas do desejo inflamado que tivera por ela.

Então lhe trouxe um batom. No outro dia um corte de seda. À noite tirou do

15 bolso uma rosa de cetim para enfeitar-lhe o que restava dos cabelos.

Mas ela tinha desaprendido a gostar dessas coisas, nem pensava mais em lhe

agradar. Largou o tecido numa gaveta, esqueceu o batom. E continuou andando pela

casa de vestido de chita, enquanto a rosa desbotava sobre a cômoda.


Marina Colasanti

Das considerações acerca do texto, uma está em DESACORDO. É o que se pode confirmar na opção:

Alternativas
Q2719194 Português

Texto para as questões 5 a 8


DEFENSORES DA “LÍNGUA CERTA”


Não é preciso ensinar nenhum brasileiro a dizer “isso é para mim tomar?”, porque

essa regra gramatical (sim, caros leigos, é uma regra gramatical) já faz parte da língua

materna de 99% dos nossos compatriotas. O que é preciso ensinar é a forma “isso

é para eu tomar?”, porque ela não faz parte da gramática da maioria dos falantes de

5 português brasileiro, mas por ainda servir de arame farpado entre os que falam “certo”

e os que falam “errado”, é dever da escola apresentar essa outra regra aos alunos, de

modo que eles – se julgarem pertinente, adequado e necessário – possam vir a usá-

la TAMBÉM. O problema da ideologia purista é esse também. Seus defensores não

conseguem admitir que tanto faz dizer assisti o filme quanto assisti ao filme, que

10 a palavra óculos pode ser usada tanto no singular (o óculos, como dizem 101% dos

brasileiros) quanto no plural (os óculos, como dizem dois ou três gatos pingados).

O mais divertido (para mim, pelo menos, talvez por um pouco de masoquismo)

é ver os mesmos defensores da suposta “língua certa”, no exato momento em que a

defendem, empregar regras linguísticas que a tradição normativa que eles acham que

15 defendem rejeitaria imediatamente. Pois ontem, vendo o Jornal das Dez, da GloboNews,

ouvi da boca do sr. Carlos Monforte essa deliciosa pergunta: “Como é que fica então

as concordâncias?”. Ora, sr. Monforte, eu lhe devolvo a pergunta: “E as concordâncias,

como é que ficam então?”.


BAGNO, Marcos. (UnB)


Disponível em: < http://portal.mec.gov.br/component/content/article?id=16649>.

Acesso em 28/11/2016 (fragmento).

Sobre a pergunta que Bagno devolve ao sr. Carlos Monforte, exposta no encerramento do texto apresentado, é CORRETO afirmar que

Alternativas
Q2719193 Português

Texto para as questões 5 a 8


DEFENSORES DA “LÍNGUA CERTA”


Não é preciso ensinar nenhum brasileiro a dizer “isso é para mim tomar?”, porque

essa regra gramatical (sim, caros leigos, é uma regra gramatical) já faz parte da língua

materna de 99% dos nossos compatriotas. O que é preciso ensinar é a forma “isso

é para eu tomar?”, porque ela não faz parte da gramática da maioria dos falantes de

5 português brasileiro, mas por ainda servir de arame farpado entre os que falam “certo”

e os que falam “errado”, é dever da escola apresentar essa outra regra aos alunos, de

modo que eles – se julgarem pertinente, adequado e necessário – possam vir a usá-

la TAMBÉM. O problema da ideologia purista é esse também. Seus defensores não

conseguem admitir que tanto faz dizer assisti o filme quanto assisti ao filme, que

10 a palavra óculos pode ser usada tanto no singular (o óculos, como dizem 101% dos

brasileiros) quanto no plural (os óculos, como dizem dois ou três gatos pingados).

O mais divertido (para mim, pelo menos, talvez por um pouco de masoquismo)

é ver os mesmos defensores da suposta “língua certa”, no exato momento em que a

defendem, empregar regras linguísticas que a tradição normativa que eles acham que

15 defendem rejeitaria imediatamente. Pois ontem, vendo o Jornal das Dez, da GloboNews,

ouvi da boca do sr. Carlos Monforte essa deliciosa pergunta: “Como é que fica então

as concordâncias?”. Ora, sr. Monforte, eu lhe devolvo a pergunta: “E as concordâncias,

como é que ficam então?”.


BAGNO, Marcos. (UnB)


Disponível em: < http://portal.mec.gov.br/component/content/article?id=16649>.

Acesso em 28/11/2016 (fragmento).

Sobre alguns aspectos gramaticais do texto, leia estas considerações:


I) Em “O problema da ideologia purista é esse também.”, temos uma oração construída em ordem direta, uma vez que o sujeito se apresenta inicialmente, para na sequência vir o predicado.

II) O pronome possessivo “seus” (l. 8) retoma de forma coesiva o termo antecedente “ideologia purista”.

III) Em “assisti o filme” ou “assisti ao filme”, expõe-se um caso de regência verbal, que consiste no uso ou não da preposição. Nesse caso, seguindo a norma padrão, a primeira opção é a mais correta.

IV) O pronome pessoal oblíquo “lhe” (l. 17) está em posição proclítica em relação ao verbo que o sucede, porém de uso facultativo, podendo, nesse caso, reescrever o trecho colocando-o em posição enclítica.

V) Em “falam ‘certo’” (l. 5) e “língua certa” (l. 13), a palavra destacada sofreu flexão de gênero, sendo usada ora no masculino ora no feminino, por se tratar de adjetivos que concordam com as respectivas palavras que os antecedem.


Estão CORRETAS as considerações apresentadas nas opções

Alternativas
Q2719192 Português

Texto para as questões 5 a 8


DEFENSORES DA “LÍNGUA CERTA”


Não é preciso ensinar nenhum brasileiro a dizer “isso é para mim tomar?”, porque

essa regra gramatical (sim, caros leigos, é uma regra gramatical) já faz parte da língua

materna de 99% dos nossos compatriotas. O que é preciso ensinar é a forma “isso

é para eu tomar?”, porque ela não faz parte da gramática da maioria dos falantes de

5 português brasileiro, mas por ainda servir de arame farpado entre os que falam “certo”

e os que falam “errado”, é dever da escola apresentar essa outra regra aos alunos, de

modo que eles – se julgarem pertinente, adequado e necessário – possam vir a usá-

la TAMBÉM. O problema da ideologia purista é esse também. Seus defensores não

conseguem admitir que tanto faz dizer assisti o filme quanto assisti ao filme, que

10 a palavra óculos pode ser usada tanto no singular (o óculos, como dizem 101% dos

brasileiros) quanto no plural (os óculos, como dizem dois ou três gatos pingados).

O mais divertido (para mim, pelo menos, talvez por um pouco de masoquismo)

é ver os mesmos defensores da suposta “língua certa”, no exato momento em que a

defendem, empregar regras linguísticas que a tradição normativa que eles acham que

15 defendem rejeitaria imediatamente. Pois ontem, vendo o Jornal das Dez, da GloboNews,

ouvi da boca do sr. Carlos Monforte essa deliciosa pergunta: “Como é que fica então

as concordâncias?”. Ora, sr. Monforte, eu lhe devolvo a pergunta: “E as concordâncias,

como é que ficam então?”.


BAGNO, Marcos. (UnB)


Disponível em: < http://portal.mec.gov.br/component/content/article?id=16649>.

Acesso em 28/11/2016 (fragmento).

Pelo texto, percebe-se que o autor

Alternativas
Q2719191 Português

Texto para as questões 5 a 8


DEFENSORES DA “LÍNGUA CERTA”


Não é preciso ensinar nenhum brasileiro a dizer “isso é para mim tomar?”, porque

essa regra gramatical (sim, caros leigos, é uma regra gramatical) já faz parte da língua

materna de 99% dos nossos compatriotas. O que é preciso ensinar é a forma “isso

é para eu tomar?”, porque ela não faz parte da gramática da maioria dos falantes de

5 português brasileiro, mas por ainda servir de arame farpado entre os que falam “certo”

e os que falam “errado”, é dever da escola apresentar essa outra regra aos alunos, de

modo que eles – se julgarem pertinente, adequado e necessário – possam vir a usá-

la TAMBÉM. O problema da ideologia purista é esse também. Seus defensores não

conseguem admitir que tanto faz dizer assisti o filme quanto assisti ao filme, que

10 a palavra óculos pode ser usada tanto no singular (o óculos, como dizem 101% dos

brasileiros) quanto no plural (os óculos, como dizem dois ou três gatos pingados).

O mais divertido (para mim, pelo menos, talvez por um pouco de masoquismo)

é ver os mesmos defensores da suposta “língua certa”, no exato momento em que a

defendem, empregar regras linguísticas que a tradição normativa que eles acham que

15 defendem rejeitaria imediatamente. Pois ontem, vendo o Jornal das Dez, da GloboNews,

ouvi da boca do sr. Carlos Monforte essa deliciosa pergunta: “Como é que fica então

as concordâncias?”. Ora, sr. Monforte, eu lhe devolvo a pergunta: “E as concordâncias,

como é que ficam então?”.


BAGNO, Marcos. (UnB)


Disponível em: < http://portal.mec.gov.br/component/content/article?id=16649>.

Acesso em 28/11/2016 (fragmento).

Das considerações acerca do texto, uma está em DESACORDO. Trata-se da declaração exposta na opção

Alternativas
Q2719190 Português

Texto para as questões 1 a 4


Desde a chegada da esquadra de Cabral à costa brasileira até quase duzentos anos

depois não há a menção do nome de nenhuma mulher em nossa História oficial. Há

referências a paixões de europeus por índias, aos contatos voluptuosos com a mulher

exótica; há a menção de que os jesuítas solicitaram ao rei que mandasse para cá

5 mulheres aptas ao casamento e vieram as órfãs, para constituírem a família de “pai

soturno, mulher submissa e filhos aterrados”. Vieram as prostitutas, as feiticeiras, as

criminosas, as adúlteras, vieram as negras para a escravidão e para o ranger dos

catres.

Vemos a mulher fazendo pudim, a mulher parindo, a mulher servindo ao homem,

10 o comportamento da mulher controlado nos seus atos mais recônditos pelas normas

aterrorizantes do Santo Ofício ou pelo receituário escolástico que interditava

a posição mulier super virum por ser oposta à superioridade ativa dos machos. A

Inquisição formou algumas de nossas características de introversão, doçura e em

nós marcou a noção do pecado. Revela alguns dos costumes secretos das mulheres de

15 antigamente, as que fomos outrora, das quais temos quase sempre apenas um nome vago,

uma data de nascimento, casamento e morte. Padre Vieira achava que as mulheres

deviam sair de casa em apenas três ocasiões: para o batismo, para o casamento e o

próprio enterro. E, macilentas, esverdinhadas, foi o que fizemos durante séculos. É

o que parece dizer a História.


MIRANDA, Ana. Ser mulher.


Disponível em: <http://xoomer.virgilio.it/leonildoc/mulher.htm>. Acesso em 28/11/2016 (fragmento).

“É o que parece dizer a História.”


A autora, ao finalizar o texto com essa declaração, tem como intenção

Alternativas
Q2719189 Português

Texto para as questões 1 a 4


Desde a chegada da esquadra de Cabral à costa brasileira até quase duzentos anos

depois não há a menção do nome de nenhuma mulher em nossa História oficial. Há

referências a paixões de europeus por índias, aos contatos voluptuosos com a mulher

exótica; há a menção de que os jesuítas solicitaram ao rei que mandasse para cá

5 mulheres aptas ao casamento e vieram as órfãs, para constituírem a família de “pai

soturno, mulher submissa e filhos aterrados”. Vieram as prostitutas, as feiticeiras, as

criminosas, as adúlteras, vieram as negras para a escravidão e para o ranger dos

catres.

Vemos a mulher fazendo pudim, a mulher parindo, a mulher servindo ao homem,

10 o comportamento da mulher controlado nos seus atos mais recônditos pelas normas

aterrorizantes do Santo Ofício ou pelo receituário escolástico que interditava

a posição mulier super virum por ser oposta à superioridade ativa dos machos. A

Inquisição formou algumas de nossas características de introversão, doçura e em

nós marcou a noção do pecado. Revela alguns dos costumes secretos das mulheres de

15 antigamente, as que fomos outrora, das quais temos quase sempre apenas um nome vago,

uma data de nascimento, casamento e morte. Padre Vieira achava que as mulheres

deviam sair de casa em apenas três ocasiões: para o batismo, para o casamento e o

próprio enterro. E, macilentas, esverdinhadas, foi o que fizemos durante séculos. É

o que parece dizer a História.


MIRANDA, Ana. Ser mulher.


Disponível em: <http://xoomer.virgilio.it/leonildoc/mulher.htm>. Acesso em 28/11/2016 (fragmento).

Cada oração que compõe um período composto, na sua relação com as demais, desempenha uma função específica.


Abaixo se apresentam orações que compõem, no texto de origem, períodos compostos, cuja função é apresentada na sequência. Todas as indicações estão corretas, à EXCEÇÃO de uma, que se apresenta na opção

Alternativas
Q2719188 Português

Texto para as questões 1 a 4


Desde a chegada da esquadra de Cabral à costa brasileira até quase duzentos anos

depois não há a menção do nome de nenhuma mulher em nossa História oficial. Há

referências a paixões de europeus por índias, aos contatos voluptuosos com a mulher

exótica; há a menção de que os jesuítas solicitaram ao rei que mandasse para cá

5 mulheres aptas ao casamento e vieram as órfãs, para constituírem a família de “pai

soturno, mulher submissa e filhos aterrados”. Vieram as prostitutas, as feiticeiras, as

criminosas, as adúlteras, vieram as negras para a escravidão e para o ranger dos

catres.

Vemos a mulher fazendo pudim, a mulher parindo, a mulher servindo ao homem,

10 o comportamento da mulher controlado nos seus atos mais recônditos pelas normas

aterrorizantes do Santo Ofício ou pelo receituário escolástico que interditava

a posição mulier super virum por ser oposta à superioridade ativa dos machos. A

Inquisição formou algumas de nossas características de introversão, doçura e em

nós marcou a noção do pecado. Revela alguns dos costumes secretos das mulheres de

15 antigamente, as que fomos outrora, das quais temos quase sempre apenas um nome vago,

uma data de nascimento, casamento e morte. Padre Vieira achava que as mulheres

deviam sair de casa em apenas três ocasiões: para o batismo, para o casamento e o

próprio enterro. E, macilentas, esverdinhadas, foi o que fizemos durante séculos. É

o que parece dizer a História.


MIRANDA, Ana. Ser mulher.


Disponível em: <http://xoomer.virgilio.it/leonildoc/mulher.htm>. Acesso em 28/11/2016 (fragmento).

Atente às considerações acerca do texto:


I) O pronome “nós” (l. 14) recebe acento gráfico por ser uma caso de acento diferencial, que distingue de seu homônimo átono “nos”, regra essa contemplada no Novo Acordo Ortográfico em vigor no Brasil.

II) No trecho “Há referências a paixões de europeus por índias [...]”, tem-se um caso de verbo impessoal, o que justifica sua flexão no singular.

III) Em “à superioridade ativa dos machos”, o acento grave foi utilizado por se tratar de uma exigência da regência verbal.

IV) A conjunção coordenativa empregada no trecho “[...] e vieram as órfãs [...]” tem o mesmo valor semântico da empregada neste outro: “[...] e para o ranger dos catres [...]”.

V) No trecho “[...] das quais temos quase sempre apenas um nome vago [...]”, tem-se um pronome relativo aglutinado a uma preposição, exercendo função coesiva na retomada do termo “mulheres de antigamente”.


Estão CORRETAS as declarações feitas em

Alternativas
Q2719099 Português

Texto para as questões 1 a 4


Desde a chegada da esquadra de Cabral à costa brasileira até quase duzentos anos

depois não há a menção do nome de nenhuma mulher em nossa História oficial. Há

referências a paixões de europeus por índias, aos contatos voluptuosos com a mulher

exótica; há a menção de que os jesuítas solicitaram ao rei que mandasse para cá

5 mulheres aptas ao casamento e vieram as órfãs, para constituírem a família de “pai

soturno, mulher submissa e filhos aterrados”. Vieram as prostitutas, as feiticeiras, as

criminosas, as adúlteras, vieram as negras para a escravidão e para o ranger dos

catres.

Vemos a mulher fazendo pudim, a mulher parindo, a mulher servindo ao homem,

10 o comportamento da mulher controlado nos seus atos mais recônditos pelas normas

aterrorizantes do Santo Ofício ou pelo receituário escolástico que interditava

a posição mulier super virum por ser oposta à superioridade ativa dos machos. A

Inquisição formou algumas de nossas características de introversão, doçura e em

nós marcou a noção do pecado. Revela alguns dos costumes secretos das mulheres de

15 antigamente, as que fomos outrora, das quais temos quase sempre apenas um nome vago,

uma data de nascimento, casamento e morte. Padre Vieira achava que as mulheres

deviam sair de casa em apenas três ocasiões: para o batismo, para o casamento e o

próprio enterro. E, macilentas, esverdinhadas, foi o que fizemos durante séculos. É

o que parece dizer a História.


MIRANDA, Ana. Ser mulher.


Disponível em: <http://xoomer.virgilio.it/leonildoc/mulher.htm>. Acesso em 28/11/2016 (fragmento).

Em todo texto está implícita uma intencionalidade discursiva, levando o seu autor a optar por determinados elementos, enfatizando uns ou outros. Isso resulta no que se denomina função da linguagem. No texto acima, pode-se afirmar que há a predominância da função

Alternativas
Q765046 Química

Analise as afirmativas abaixo sobre a classificação e propriedades dos óxidos, julgue se são VERDADEIRAS (V) ou FALSAS (F) e marque a alternativa que contém a sequência CORRETA.

( ) Os óxidos ácidos formam ácido quando reagem com água, e quando reagem com base formam sal e água.

( ) Óxidos neutros não reagem nem com água, ácido ou base. Podemos citar como exemplos de óxidos neutros o CO e o CO2.

( ) O óxido de cálcio, CaO, também chamado de cal viva, é um exemplo de óxido básico. Quando o CaO reage com a água, é formado o hidróxido de cálcio, Ca(OH)2, também chamado de cal hidratada ou cal extinta.

( ) O dióxido de enxofre é um óxido ácido e é um dos óxidos contribuintes para a chamada chuva ácida.

Alternativas
Q765044 Química
Assinale a alternativa INCORRETA a respeito de como devem ser tratados os acidentes com substâncias, produtos ou materiais.
Alternativas
Q765043 Química
NÃO é considerado um equipamento ou dispositivo de proteção coletiva:
Alternativas
Q765042 Técnicas em Laboratório
Define-se no meio acadêmico, científico e tecnológico como um conjunto de medidas para a segurança, minimização e controle de riscos nas atividades de trabalho biotecnológico das diversas áreas das ciências da saúde e biológicas. Este conceito refere-se à:
Alternativas
Q765041 Química
Em relação aos procedimentos de segurança, é INCOERENTE a seguinte alternativa:
Alternativas
Q765040 Química
A concentração de sulfato em uma amostra de água mineral é de 40,0 ppm em massa/ volume. Assinale a alternativa que contém a massa em gramas (g) de sulfato em uma garrafa de 5,0 L de água mineral.
Alternativas
Q765039 Química
Sobre o uso da balança analítica, é INCOERENTE o que se afirma em:
Alternativas
Respostas
1861: B
1862: C
1863: B
1864: D
1865: E
1866: C
1867: B
1868: D
1869: B
1870: D
1871: A
1872: D
1873: C
1874: B
1875: A
1876: D
1877: A
1878: C
1879: A
1880: B