Foram encontradas 6.673 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Dentre os músculos responsáveis pela mastigação, um dos músculos que elevam a mandíbula e fecha os maxilares é o músculo:
Sobre a mandíbula, analise as afirmativas abaixo:
I - A mandíbula forma a parte superior dos maxilares e é o osso imóvel do crânio.
II - O processo alveolar da mandíbula suporta os dentes do arco superior.
III - A forma em U da mandíbula, que é o osso mais forte e longo da face, desenvolve-se no período pré-natal em duas partes; na primeira infância, entretanto, ossifica-se (endurece) em um único osso.
IV - Sua sínfise localiza-se na linha média e forma a protuberância mentoniana, comumente chamada de queixo. Um forame mentoniano está localizado na superfície facial nos lados esquerdo e direito, entre os ápices dos primeiros e segundos prémolares.
É correto o que se afirma em:
São ossos da face:
São ossos do crânio:
Sobre a anatomia, a porção dos ossos maxilares que formam o suporte para o dente nos arcos maxilares é denominado de:
Em relação as estruturas anatômicas da cabeça e pescoço, o disco articular é definido por:
Qual o gentílico de quem nasce em Barbosa Ferraz-PR?
TEXTO PARA AS QUESTÕES DE 01 A 05.
Até quando vamos ignorar o alerta da natureza?
Roberto Fonseca | 10/05/2024
Tragédias não devem ser comparadas. São únicas na memória de uma nação. As imagens de cidades interior do Rio Grande do Sul, no entanto, nos fazem recordar de catástrofes que entraram para a história do mundo moderno, como a passagem do furacão Katrina pelos Estados Unidos e os tsunamis da Indonésia e do Japão, e até mesmo cenas de cidades bombardeadas, como ocorreu recentemente na Faixa de Gaza, na Ucrânia e na Síria.
Como as águas do Guaíba ainda não baixaram na Grande Porto Alegre, onde está concentrada a maior parte da população do estado, é impossível se ter a exata dimensão dos danos. E nem é momento de se fazer contas. Agora, a prioridade é salvar vidas, ajudar no resgate de pessoas ilhadas e fazer chegar comida e água potável à população.
É prematuro também se apontarem culpados. O volume que caiu de água na região nunca havia sido medido pelo homem — modelos meteorológicos indicam que a probabilidade é de um caso a cada 10 mil anos. A referência que existia, até então, era a enchente de 1941, que acabou superada com folga. Em Canoas, por exemplo, o sistema de proteção foi feito com base nos números de 83 anos atrás e mais de dois terços da cidade acabaram inundados.
Mas erros nitidamente ocorreram, principalmente, por omissão. Em Porto Alegre, o professor Gean Paulo Michel, do Instituto de Pesquisas Hidráulicas (IPH), aponta que a falta de manutenção e a negligência dos entes públicos contribuíram para o colapso no sistema de contenção de água, independentemente dos valores gastos nos últimos anos.
Outro ponto que precisa entrar no radar de toda a sociedade são os alertas dados pela ciência para a mudança climática em andamento. É preciso deixar teorias conspiratórias de lado [...]. As autoridades devem, sim, implementar medidas para prever os extremos ambientais. Eles estão cada vez mais recorrentes.
A tragédia do Rio Grande do Sul nos serve como um lembrete cruel da fúria da natureza e da necessidade de estarmos preparados para o futuro. É fundamental investir em infraestrutura resiliente, aprimorar os sistemas de alerta precoce e implementar políticas públicas que levem a sério as mudanças climáticas. Acima de tudo, é preciso agir com urgência e responsabilidade para evitar que desastres dessa magnitude se repitam.
O caminho para a reconstrução será longo e árduo, deve durar anos, mas a união e a solidariedade do povo gaúcho serão essenciais para superar essa fase difícil.
FONSECA, Roberto. Até quando vamos ignorar o alerta
da natureza? Correio Braziliense, 10 de maio de 2024.
Disponível em:
https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/05/6
854195-alerta-para-o-futuro.html. Acesso em: 11 mai.
2024. Adaptado.
Quantas orações constituem o período que representa o último parágrafo do texto?
TEXTO PARA AS QUESTÕES DE 01 A 05.
Até quando vamos ignorar o alerta da natureza?
Roberto Fonseca | 10/05/2024
Tragédias não devem ser comparadas. São únicas na memória de uma nação. As imagens de cidades interior do Rio Grande do Sul, no entanto, nos fazem recordar de catástrofes que entraram para a história do mundo moderno, como a passagem do furacão Katrina pelos Estados Unidos e os tsunamis da Indonésia e do Japão, e até mesmo cenas de cidades bombardeadas, como ocorreu recentemente na Faixa de Gaza, na Ucrânia e na Síria.
Como as águas do Guaíba ainda não baixaram na Grande Porto Alegre, onde está concentrada a maior parte da população do estado, é impossível se ter a exata dimensão dos danos. E nem é momento de se fazer contas. Agora, a prioridade é salvar vidas, ajudar no resgate de pessoas ilhadas e fazer chegar comida e água potável à população.
É prematuro também se apontarem culpados. O volume que caiu de água na região nunca havia sido medido pelo homem — modelos meteorológicos indicam que a probabilidade é de um caso a cada 10 mil anos. A referência que existia, até então, era a enchente de 1941, que acabou superada com folga. Em Canoas, por exemplo, o sistema de proteção foi feito com base nos números de 83 anos atrás e mais de dois terços da cidade acabaram inundados.
Mas erros nitidamente ocorreram, principalmente, por omissão. Em Porto Alegre, o professor Gean Paulo Michel, do Instituto de Pesquisas Hidráulicas (IPH), aponta que a falta de manutenção e a negligência dos entes públicos contribuíram para o colapso no sistema de contenção de água, independentemente dos valores gastos nos últimos anos.
Outro ponto que precisa entrar no radar de toda a sociedade são os alertas dados pela ciência para a mudança climática em andamento. É preciso deixar teorias conspiratórias de lado [...]. As autoridades devem, sim, implementar medidas para prever os extremos ambientais. Eles estão cada vez mais recorrentes.
A tragédia do Rio Grande do Sul nos serve como um lembrete cruel da fúria da natureza e da necessidade de estarmos preparados para o futuro. É fundamental investir em infraestrutura resiliente, aprimorar os sistemas de alerta precoce e implementar políticas públicas que levem a sério as mudanças climáticas. Acima de tudo, é preciso agir com urgência e responsabilidade para evitar que desastres dessa magnitude se repitam.
O caminho para a reconstrução será longo e árduo, deve durar anos, mas a união e a solidariedade do povo gaúcho serão essenciais para superar essa fase difícil.
FONSECA, Roberto. Até quando vamos ignorar o alerta
da natureza? Correio Braziliense, 10 de maio de 2024.
Disponível em:
https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/05/6
854195-alerta-para-o-futuro.html. Acesso em: 11 mai.
2024. Adaptado.
Em qual dos parágrafos listados a seguir é possível identificar a utilização de um discurso indireto?
A avaliação deve ser feita de forma transparente, com o professor escutando os alunos, uma vez que estes têm o direito de opinar sobre o seu processo de avaliação. Leia as afirmações sobre a avaliação no ensino fundamental e complete-as com V, se verdadeiras e F, se Falsas:
( ) Enfatiza a importância de critérios, pois não pode ser praticada a partir de dados inventados pelo professor.
( ) É um momento sério e delicado, onde o professor e consequentemente a escola recolhem elementos básicos para a percepção do processo de ensino/aprendizagem.
( ) Desenvolve-se de acordo com objetivos distintos.
( ) Serve de base para tomadas de decisões no sentido de construir com e nos educandos conhecimentos, habilidades e hábitos que possibilitem o seu efetivo desenvolvimento, por meio da assimilação ativa do legado cultural da sociedade.
A alternativa que completa corretamente as afirmações e apresenta a sequência correta de cima para baixo é:
TEXTO PARA AS QUESTÕES DE 01 A 05.
Até quando vamos ignorar o alerta da natureza?
Roberto Fonseca | 10/05/2024
Tragédias não devem ser comparadas. São únicas na memória de uma nação. As imagens de cidades interior do Rio Grande do Sul, no entanto, nos fazem recordar de catástrofes que entraram para a história do mundo moderno, como a passagem do furacão Katrina pelos Estados Unidos e os tsunamis da Indonésia e do Japão, e até mesmo cenas de cidades bombardeadas, como ocorreu recentemente na Faixa de Gaza, na Ucrânia e na Síria.
Como as águas do Guaíba ainda não baixaram na Grande Porto Alegre, onde está concentrada a maior parte da população do estado, é impossível se ter a exata dimensão dos danos. E nem é momento de se fazer contas. Agora, a prioridade é salvar vidas, ajudar no resgate de pessoas ilhadas e fazer chegar comida e água potável à população.
É prematuro também se apontarem culpados. O volume que caiu de água na região nunca havia sido medido pelo homem — modelos meteorológicos indicam que a probabilidade é de um caso a cada 10 mil anos. A referência que existia, até então, era a enchente de 1941, que acabou superada com folga. Em Canoas, por exemplo, o sistema de proteção foi feito com base nos números de 83 anos atrás e mais de dois terços da cidade acabaram inundados.
Mas erros nitidamente ocorreram, principalmente, por omissão. Em Porto Alegre, o professor Gean Paulo Michel, do Instituto de Pesquisas Hidráulicas (IPH), aponta que a falta de manutenção e a negligência dos entes públicos contribuíram para o colapso no sistema de contenção de água, independentemente dos valores gastos nos últimos anos.
Outro ponto que precisa entrar no radar de toda a sociedade são os alertas dados pela ciência para a mudança climática em andamento. É preciso deixar teorias conspiratórias de lado [...]. As autoridades devem, sim, implementar medidas para prever os extremos ambientais. Eles estão cada vez mais recorrentes.
A tragédia do Rio Grande do Sul nos serve como um lembrete cruel da fúria da natureza e da necessidade de estarmos preparados para o futuro. É fundamental investir em infraestrutura resiliente, aprimorar os sistemas de alerta precoce e implementar políticas públicas que levem a sério as mudanças climáticas. Acima de tudo, é preciso agir com urgência e responsabilidade para evitar que desastres dessa magnitude se repitam.
O caminho para a reconstrução será longo e árduo, deve durar anos, mas a união e a solidariedade do povo gaúcho serão essenciais para superar essa fase difícil.
FONSECA, Roberto. Até quando vamos ignorar o alerta
da natureza? Correio Braziliense, 10 de maio de 2024.
Disponível em:
https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/05/6
854195-alerta-para-o-futuro.html. Acesso em: 11 mai.
2024. Adaptado.
Analisando-se o contexto em que se encontra, a expressão figurativa “entrar no radar de”, empregada no quinto parágrafo do texto, significa:
TEXTO PARA AS QUESTÕES DE 01 A 05.
Até quando vamos ignorar o alerta da natureza?
Roberto Fonseca | 10/05/2024
Tragédias não devem ser comparadas. São únicas na memória de uma nação. As imagens de cidades interior do Rio Grande do Sul, no entanto, nos fazem recordar de catástrofes que entraram para a história do mundo moderno, como a passagem do furacão Katrina pelos Estados Unidos e os tsunamis da Indonésia e do Japão, e até mesmo cenas de cidades bombardeadas, como ocorreu recentemente na Faixa de Gaza, na Ucrânia e na Síria.
Como as águas do Guaíba ainda não baixaram na Grande Porto Alegre, onde está concentrada a maior parte da população do estado, é impossível se ter a exata dimensão dos danos. E nem é momento de se fazer contas. Agora, a prioridade é salvar vidas, ajudar no resgate de pessoas ilhadas e fazer chegar comida e água potável à população.
É prematuro também se apontarem culpados. O volume que caiu de água na região nunca havia sido medido pelo homem — modelos meteorológicos indicam que a probabilidade é de um caso a cada 10 mil anos. A referência que existia, até então, era a enchente de 1941, que acabou superada com folga. Em Canoas, por exemplo, o sistema de proteção foi feito com base nos números de 83 anos atrás e mais de dois terços da cidade acabaram inundados.
Mas erros nitidamente ocorreram, principalmente, por omissão. Em Porto Alegre, o professor Gean Paulo Michel, do Instituto de Pesquisas Hidráulicas (IPH), aponta que a falta de manutenção e a negligência dos entes públicos contribuíram para o colapso no sistema de contenção de água, independentemente dos valores gastos nos últimos anos.
Outro ponto que precisa entrar no radar de toda a sociedade são os alertas dados pela ciência para a mudança climática em andamento. É preciso deixar teorias conspiratórias de lado [...]. As autoridades devem, sim, implementar medidas para prever os extremos ambientais. Eles estão cada vez mais recorrentes.
A tragédia do Rio Grande do Sul nos serve como um lembrete cruel da fúria da natureza e da necessidade de estarmos preparados para o futuro. É fundamental investir em infraestrutura resiliente, aprimorar os sistemas de alerta precoce e implementar políticas públicas que levem a sério as mudanças climáticas. Acima de tudo, é preciso agir com urgência e responsabilidade para evitar que desastres dessa magnitude se repitam.
O caminho para a reconstrução será longo e árduo, deve durar anos, mas a união e a solidariedade do povo gaúcho serão essenciais para superar essa fase difícil.
FONSECA, Roberto. Até quando vamos ignorar o alerta
da natureza? Correio Braziliense, 10 de maio de 2024.
Disponível em:
https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/05/6
854195-alerta-para-o-futuro.html. Acesso em: 11 mai.
2024. Adaptado.
A organização das informações apresentadas no texto colabora para a construção de um texto representativo de qual das tipologias abaixo?
A Lei nº 11.738, de 16 de julho de 2008, regulamenta atos constitucionais e institui o piso salarial profissional nacional para os profissionais do magistério público da educação básica. Sobre ela, é correto afirmar:
Um dos mais recentes deveres do Estado para com educação escolar pública, foi instituído pela Lei nº 14.533, de 11 de janeiro de 2023, alterando a Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996 e, será efetivado mediante a garantia de:
Segundo o Estatuto da Criança e do Adolescente, o zelo pela frequência dos educandos à escola, no ensino fundamental, é competência:
Um dos deveres constitucionais do Estado para com a educação será efetivado mediante a garantia de atendimento ao educando, em todas as etapas da educação básica, por meio de programas suplementares de:
É o documento que normatiza o funcionamento pedagógico e administrativo das instituições de ensino, orientando o desenvolvimento do trabalho a ser realizado no ambiente escolar. Ele é a “lei da escola”, pois regula o funcionamento da instituição de ensino. Isso porque é por meio dele que toda a legislação educacional, chega até o âmbito escolar, onde os preceitos são institucionalizados. Desta forma, disciplina toda a organização e funcionamento da escola, definindo-a enquanto instituição educativa. Trata-se do(a):
Quando se fala em conhecimento do professor, há acordo quanto ao ser indispensável saber os conteúdos matemáticos que tem de ensinar. Professor João Vitor, ao ensinar polígonos, usou uma definição errônea trazida pelo livro didático: Uma forma bidimensional fechada cujos lados são segmentos de reta. Ao aceitar esta definição, trabalhou todas as figuras representadas abaixo, como polígonos.
https://www.reveduc.ufscar.br/index.php/re veduc/article/view/355/162
Um dos aspectos que se espera do professor que ensina conhecimentos matemáticos é que:
Leia o excerto, abaixo:
“O Conselho de Classe, de um lado, ele se reduz em grande parte, em um mecanismo de reforço das tensões e conflitos, com vistas à manutenção da estrutura vigente, tornando-se peça-chave para o fortalecimento da fragmentação e da burocratização do processo de trabalho pedagógico. Por outro lado, o Conselho de Classe pode ser concebido como uma instância colegiada que, ao buscar a superação da organização prescritiva e burocrática, se preocupa com 25 processos avaliativos capazes de reconfigurar o conhecimento, de rever as relações pedagógicas alternativa e contribuir para alterar a própria organização do trabalho pedagógico.” (VEIGA, 2004, apud GALINA e CARBELLO, s.d, p.17, ADAPTADO).
Dessa forma, segundo esse pensamento, o Conselho de Classe pode ser considerado:
O conselho escolar é uma instância colegiada cujas especificidades são de planejamento, consulta, deliberação, fiscalização e avaliação, referentes às questões escolares, como, assuntos administrativos, pedagógicos e financeiros (VEIGA, 2007). É nesse órgão colegiado que acontecem as discussões, bem como, todos têm a oportunidade de expressar suas ideias e sugestões, evidenciando assim seus interesses em prol da escola. Dessa forma, a participação no conselho escolar deve acontecer: