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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
As três palavras que ajudam a impor limites no trabalho
Dizer não ao chefe pode parecer impossível. Em qualquer ambiente profissional, muitos preferem causar boa impressão a correr o risco de decepcionar. No entanto, a ambição pode se tornar um terreno escorregadio: quando menos se percebe, o trabalho já ultrapassou as fronteiras do expediente, invadiu a casa, ocupou fins de semana e reduziu o tempo dedicado à família e aos amigos. Especialistas apontam que aprender a impor limites é a forma mais eficaz de conter essa invasão.
Uma mudança simples no uso da linguagem pode reforçar esses limites, afirma Helen Tupper, consultora de carreira. Ela recomenda substituir 'eu não posso' por 'eu não quero'. Para Tupper, a primeira expressão abre espaço para negociação — as pessoas tentam convencer o interlocutor de que ele, na verdade, consegue realizar a tarefa. Já eu não quero produz um efeito mais definitivo e difícil de contestar. Em situações práticas, sugerem-se afirmações como não participo de reuniões após as dezessete horas de quarta-feira, porque busco meus filhos nesse horário.
A modelo e chef de TV Lorraine Pascale relata que a dificuldade de impor limites contribuiu para seu esgotamento. Além da carreira televisiva, abriu uma confeitaria, publicou livros de receitas e conciliou tudo isso com a criação de sua filha. Afirma que não era boa em dizer não e que o perfeccionismo — como a necessidade de aprovar pessoalmente cada receita — agravava o problema. O burnout manifestou-se física e mentalmente, com reações como evitar o contato com bolos, sensação de aperto no peito, autocrítica intensa, culpa e exaustão. Sua experiência evidencia que o esgotamento pode atingir qualquer pessoa, em qualquer nível, ainda que estatísticas indiquem maior incidência entre mulheres, em parte devido às responsabilidades familiares adicionais.
A autora Claire Ashley, após vivenciar o problema, observa que manter um horário rígido para encerrar o expediente ajuda o cérebro a completar o ciclo do estresse e aproveitar o descanso. Contudo, a solução real envolve ajustar metas à capacidade atual, avaliando se os objetivos são razoáveis diante dos recursos emocionais e mentais do momento. No caso de Pascale, isso significou afastar-se da cozinha, iniciar terapia e compreender que elementos tóxicos de sua necessidade de impressionar tinham raízes na infância em lares adotivos. Depois disso, passou a estudar psicologia e afirma ter retornado à cozinha de forma mais intencional.
Embora estresse e longas jornadas façam parte da vida profissional, estatísticas apontam aumento no número de trabalhadores à beira do limite. Pesquisas indicam que nove em cada dez profissionais experimentaram níveis altos ou extremos de pressão no último ano. Em 2023, mais de quatrocentas pessoas foram afastadas por burnout no Brasil, maior número da década, segundo dados do INSS. O salto — de mais de cento e setenta casos em 2019 para mais de quatrocentos em 2023 — reflete, em parte, os impactos da pandemia. Sentir-se estressado ou esgotado não equivale ao diagnóstico clínico da síndrome, que exige a presença simultânea de exaustão, distanciamento e queda de desempenho, embora sintomas isolados possam sinalizar risco.
Tupper destaca a importância de reconhecer sucessos e evitar comparações, atitude que ajuda cada um a correr a própria corrida. No entanto, nem todos conseguem impor limites facilmente, especialmente em ambientes corporativos hierarquizados. O psiquiatra Richard Duggins afirma que muitos pacientes sentem não ter margem para se posicionar. Ele os incentiva a conversar com seus superiores, pois a maioria dos empregadores, mesmo os mais rígidos, tende a escutar e a fazer ajustes ao entender que prevenir o burnout beneficia a todos. Segundo Duggins, solicitar apoio, negociar carga de trabalho ou buscar maior flexibilidade pode ajudar; caso o ambiente não ofereça mudanças, o trabalhador precisa, então, tomar medidas para se proteger.
Valorizar as diferentes fases da vida também é essencial. É legítimo reconhecer que alguém que trabalha meio período ou possui responsabilidades familiares talvez não consiga acompanhar o ritmo de um colega mais jovem. Como resume Pascale: ser ambicioso é positivo e até bonito, mas é preciso aprender a dizer não com mais frequência.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cz94gpqvxg2o.adaptado.
A discussão sobre esgotamento profissional no texto-base evidencia que enfrentar o burnout depende tanto de atitudes individuais quanto de condições institucionais que permitam ajustes e acolhimento.
De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
As três palavras que ajudam a impor limites no trabalho
Dizer não ao chefe pode parecer impossível. Em qualquer ambiente profissional, muitos preferem causar boa impressão a correr o risco de decepcionar. No entanto, a ambição pode se tornar um terreno escorregadio: quando menos se percebe, o trabalho já ultrapassou as fronteiras do expediente, invadiu a casa, ocupou fins de semana e reduziu o tempo dedicado à família e aos amigos. Especialistas apontam que aprender a impor limites é a forma mais eficaz de conter essa invasão.
Uma mudança simples no uso da linguagem pode reforçar esses limites, afirma Helen Tupper, consultora de carreira. Ela recomenda substituir 'eu não posso' por 'eu não quero'. Para Tupper, a primeira expressão abre espaço para negociação — as pessoas tentam convencer o interlocutor de que ele, na verdade, consegue realizar a tarefa. Já eu não quero produz um efeito mais definitivo e difícil de contestar. Em situações práticas, sugerem-se afirmações como não participo de reuniões após as dezessete horas de quarta-feira, porque busco meus filhos nesse horário.
A modelo e chef de TV Lorraine Pascale relata que a dificuldade de impor limites contribuiu para seu esgotamento. Além da carreira televisiva, abriu uma confeitaria, publicou livros de receitas e conciliou tudo isso com a criação de sua filha. Afirma que não era boa em dizer não e que o perfeccionismo — como a necessidade de aprovar pessoalmente cada receita — agravava o problema. O burnout manifestou-se física e mentalmente, com reações como evitar o contato com bolos, sensação de aperto no peito, autocrítica intensa, culpa e exaustão. Sua experiência evidencia que o esgotamento pode atingir qualquer pessoa, em qualquer nível, ainda que estatísticas indiquem maior incidência entre mulheres, em parte devido às responsabilidades familiares adicionais.
A autora Claire Ashley, após vivenciar o problema, observa que manter um horário rígido para encerrar o expediente ajuda o cérebro a completar o ciclo do estresse e aproveitar o descanso. Contudo, a solução real envolve ajustar metas à capacidade atual, avaliando se os objetivos são razoáveis diante dos recursos emocionais e mentais do momento. No caso de Pascale, isso significou afastar-se da cozinha, iniciar terapia e compreender que elementos tóxicos de sua necessidade de impressionar tinham raízes na infância em lares adotivos. Depois disso, passou a estudar psicologia e afirma ter retornado à cozinha de forma mais intencional.
Embora estresse e longas jornadas façam parte da vida profissional, estatísticas apontam aumento no número de trabalhadores à beira do limite. Pesquisas indicam que nove em cada dez profissionais experimentaram níveis altos ou extremos de pressão no último ano. Em 2023, mais de quatrocentas pessoas foram afastadas por burnout no Brasil, maior número da década, segundo dados do INSS. O salto — de mais de cento e setenta casos em 2019 para mais de quatrocentos em 2023 — reflete, em parte, os impactos da pandemia. Sentir-se estressado ou esgotado não equivale ao diagnóstico clínico da síndrome, que exige a presença simultânea de exaustão, distanciamento e queda de desempenho, embora sintomas isolados possam sinalizar risco.
Tupper destaca a importância de reconhecer sucessos e evitar comparações, atitude que ajuda cada um a correr a própria corrida. No entanto, nem todos conseguem impor limites facilmente, especialmente em ambientes corporativos hierarquizados. O psiquiatra Richard Duggins afirma que muitos pacientes sentem não ter margem para se posicionar. Ele os incentiva a conversar com seus superiores, pois a maioria dos empregadores, mesmo os mais rígidos, tende a escutar e a fazer ajustes ao entender que prevenir o burnout beneficia a todos. Segundo Duggins, solicitar apoio, negociar carga de trabalho ou buscar maior flexibilidade pode ajudar; caso o ambiente não ofereça mudanças, o trabalhador precisa, então, tomar medidas para se proteger.
Valorizar as diferentes fases da vida também é essencial. É legítimo reconhecer que alguém que trabalha meio período ou possui responsabilidades familiares talvez não consiga acompanhar o ritmo de um colega mais jovem. Como resume Pascale: ser ambicioso é positivo e até bonito, mas é preciso aprender a dizer não com mais frequência.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cz94gpqvxg2o.adaptado.
A forma como as pessoas escolhem as palavras ao se comunicar pode influenciar a maneira como elas se posicionam no trabalho e conseguem proteger seu tempo pessoal.
De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
As três palavras que ajudam a impor limites no trabalho
Dizer não ao chefe pode parecer impossível. Em qualquer ambiente profissional, muitos preferem causar boa impressão a correr o risco de decepcionar. No entanto, a ambição pode se tornar um terreno escorregadio: quando menos se percebe, o trabalho já ultrapassou as fronteiras do expediente, invadiu a casa, ocupou fins de semana e reduziu o tempo dedicado à família e aos amigos. Especialistas apontam que aprender a impor limites é a forma mais eficaz de conter essa invasão.
Uma mudança simples no uso da linguagem pode reforçar esses limites, afirma Helen Tupper, consultora de carreira. Ela recomenda substituir 'eu não posso' por 'eu não quero'. Para Tupper, a primeira expressão abre espaço para negociação — as pessoas tentam convencer o interlocutor de que ele, na verdade, consegue realizar a tarefa. Já eu não quero produz um efeito mais definitivo e difícil de contestar. Em situações práticas, sugerem-se afirmações como não participo de reuniões após as dezessete horas de quarta-feira, porque busco meus filhos nesse horário.
A modelo e chef de TV Lorraine Pascale relata que a dificuldade de impor limites contribuiu para seu esgotamento. Além da carreira televisiva, abriu uma confeitaria, publicou livros de receitas e conciliou tudo isso com a criação de sua filha. Afirma que não era boa em dizer não e que o perfeccionismo — como a necessidade de aprovar pessoalmente cada receita — agravava o problema. O burnout manifestou-se física e mentalmente, com reações como evitar o contato com bolos, sensação de aperto no peito, autocrítica intensa, culpa e exaustão. Sua experiência evidencia que o esgotamento pode atingir qualquer pessoa, em qualquer nível, ainda que estatísticas indiquem maior incidência entre mulheres, em parte devido às responsabilidades familiares adicionais.
A autora Claire Ashley, após vivenciar o problema, observa que manter um horário rígido para encerrar o expediente ajuda o cérebro a completar o ciclo do estresse e aproveitar o descanso. Contudo, a solução real envolve ajustar metas à capacidade atual, avaliando se os objetivos são razoáveis diante dos recursos emocionais e mentais do momento. No caso de Pascale, isso significou afastar-se da cozinha, iniciar terapia e compreender que elementos tóxicos de sua necessidade de impressionar tinham raízes na infância em lares adotivos. Depois disso, passou a estudar psicologia e afirma ter retornado à cozinha de forma mais intencional.
Embora estresse e longas jornadas façam parte da vida profissional, estatísticas apontam aumento no número de trabalhadores à beira do limite. Pesquisas indicam que nove em cada dez profissionais experimentaram níveis altos ou extremos de pressão no último ano. Em 2023, mais de quatrocentas pessoas foram afastadas por burnout no Brasil, maior número da década, segundo dados do INSS. O salto — de mais de cento e setenta casos em 2019 para mais de quatrocentos em 2023 — reflete, em parte, os impactos da pandemia. Sentir-se estressado ou esgotado não equivale ao diagnóstico clínico da síndrome, que exige a presença simultânea de exaustão, distanciamento e queda de desempenho, embora sintomas isolados possam sinalizar risco.
Tupper destaca a importância de reconhecer sucessos e evitar comparações, atitude que ajuda cada um a correr a própria corrida. No entanto, nem todos conseguem impor limites facilmente, especialmente em ambientes corporativos hierarquizados. O psiquiatra Richard Duggins afirma que muitos pacientes sentem não ter margem para se posicionar. Ele os incentiva a conversar com seus superiores, pois a maioria dos empregadores, mesmo os mais rígidos, tende a escutar e a fazer ajustes ao entender que prevenir o burnout beneficia a todos. Segundo Duggins, solicitar apoio, negociar carga de trabalho ou buscar maior flexibilidade pode ajudar; caso o ambiente não ofereça mudanças, o trabalhador precisa, então, tomar medidas para se proteger.
Valorizar as diferentes fases da vida também é essencial. É legítimo reconhecer que alguém que trabalha meio período ou possui responsabilidades familiares talvez não consiga acompanhar o ritmo de um colega mais jovem. Como resume Pascale: ser ambicioso é positivo e até bonito, mas é preciso aprender a dizer não com mais frequência.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cz94gpqvxg2o.adaptado.
De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
À luz dessas considerações, assinale a alternativa correta:
A respeito das concepções e tendências pedagógicas contemporâneas, assinale a alternativa CORRETA:
Considerando os saberes docentes, os processos metodológicos e a avaliação da aprendizagem, assinale a alternativa correta:
À luz das contribuições contemporâneas sobre didática e organização do ensino, assinale a alternativa CORRETA:
Com base nessa perspectiva, analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas:
I. A efetividade da gestão democrática na escola pressupõe a construção de condições político-formativas que qualifiquem a participação como processo de mediação crítica entre os interesses institucionais e os projetos societários mais amplos.
PORQUE
II. A mera previsão legal de colegiados escolares, quando desvinculada de práticas formativas e de relações de poder mais horizontalizadas, tende a produzir simulacros de participação e a reforçar dinâmicas de centralização decisória.
A respeito dessas asserções, assinale a opção correta:
I. O PPP expressa um projeto educativo intencional que articula concepções de sociedade, de sujeito e de conhecimento, configurando-se como mediação entre políticas educacionais e práticas escolares concretas.
II. O compromisso com a qualidade social do ensino implica compreender o PPP como instrumento de responsabilização institucional, orientado prioritariamente por indicadores externos de desempenho, capazes de aferir a efetividade pedagógica da escola.
III. A construção coletiva do PPP, ao envolver diferentes segmentos da comunidade escolar, possibilita que a escola problematize desigualdades educacionais e redefina suas práticas à luz de princípios de equidade e justiça social.
É correto o que se afirma em:
À luz dos debates contemporâneos sobre inclusão educacional e função social da escola, assinale a alternativa CORRETA:
A respeito das concepções pedagógicas desses dois autores, assinale a alternativa correta:
(__) An academic abstract typically follows the IMRaD structure (Introduction, Methods, Results, and Discussion) in a condensed form to provide a comprehensive overview of the study.
(__) The primary communicative purpose of an abstract is to persuade the reader to buy the product described in the text, using informal language and slang.
(__) Linguistic features of abstracts often include the use of the present perfect tense to refer to past research (Gap) and the simple past to describe the specific methods used in the current study.
(__) Abstracts are characterized by a high lexical density and nominalization, allowing for the packing of complex information into a limited word count.
After analysis, select the alternative that presents the correct sequence of the items above, from top to bottom:
I. "This" is an example of reference, specifically referring back to the entire preceding clause ("John arrived late").
II. "He" is an example of anaphora, referring back to the antecedent "John".
III. The connection between the sentences relies on lexical repetition rather than pronominal reference.
It is correct what is stated
I. The prefix "un-" in "undo" indicates reversal of an action, whereas in "unhappy" it indicates simple negation.
II. The suffix "-en" in words like "widen" and "shorten" functions to convert adjectives into verbs (causative meaning).
III. The prefix "mis-" in "misunderstand" adds a pejorative meaning or indicates an action done incorrectly.
It is correct what is stated
I. "Seldom have I seen such a remarkable display of talent" is a grammatically correct example of inversion triggered by a negative adverb.
II. "Hardly had he arrived when the phone rang" demonstrates the correct use of inversion with a time-relationship adverbial.
III. "Little she knows about the surprise" is the correct emphatic form of the sentence "She knows little about the surprise".
It is correct what is stated