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Q3828296 Saúde Pública
Os indicadores epidemiológicos orientam as ações de vigilância. Analise as afirmativas a seguir sobre a diferença entre Prevalência e Incidência:

I. A Prevalência refere-se ao número total de casos (novos e antigos) de uma doença em uma população em determinado momento, sendo útil para planejar a demanda por serviços de saúde e recursos para doenças crônicas.

II. A Incidência contabiliza apenas os casos novos de uma doença que surgiram em um período específico, sendo o indicador fundamental para investigar surtos e avaliar a velocidade de propagação de uma epidemia ou intoxicação alimentar.

III. Em doenças de curta duração e alta letalidade, como o Ebola, a prevalência tende a ser muito maior que a incidência, pois os doentes acumulam-se ao longo dos anos.


Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3828295 Direito Sanitário
As medidas administrativas têm caráter preventivo ou cautelar. Sobre a Interdição Cautelar de estabelecimentos ou produtos, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:

(__) A interdição cautelar é uma medida provisória que visa impedir o funcionamento do estabelecimento ou o consumo do produto quando houver prova de risco iminente à saúde, durando pelo tempo necessário à realização de testes ou correções, geralmente limitado a 90 dias.

(__) A interdição cautelar tem caráter punitivo definitivo, sendo aplicada apenas ao final do processo administrativo sanitário como penalidade máxima, após o trânsito em julgado da decisão condenatória.

(__) A apreensão e inutilização de produtos podem ocorrer sumariamente quando a alteração ou deterioração for manifesta (visível e inquestionável), dispensando-se a coleta de amostras para análise laboratorial.

(__) A interdição de um estabelecimento exige, obrigatoriamente, a presença de força policial e a autorização assinada pelo Prefeito Municipal, não podendo ser realizada pelo fiscal de vigilância sanitária sozinho.


Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q3828294 Saúde Pública
A notificação compulsória é obrigatória para certas doenças e agravos. Assinale a alternativa correta sobre o prazo e a autoridade a ser notificada em caso de suspeita de Botulismo, uma doença grave transmitida por alimentos. 
Alternativas
Q3828293 Direito Sanitário
Considerando as infrações à legislação sanitária federal e o respectivo rito processual administrativo, assinale a alternativa correta acerca do procedimento legal de coleta de amostras para fins de análise fiscal de produtos suspeitos de alteração, adulteração ou fraude.
Alternativas
Q3828292 Saúde Pública
A descentralização das ações de vigilância sanitária atribui competências específicas a cada ente federado conforme a complexidade. Sobre as competências municipais e a gestão do risco, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:

(__) Compete aos municípios a execução das ações de vigilância sanitária de baixa e média complexidade, podendo assumir a alta complexidade se houver pactuação na Comissão Intergestores Bipartite (CIB) e estruturação técnica adequada do serviço local.

(__) A fiscalização de portos, aeroportos e fronteiras é de competência exclusiva e indelegável dos municípios onde essas estruturas estão localizadas, devido à necessidade de agilidade na inspeção local de cargas e passageiros.

(__) O cadastro sanitário e a concessão de licença de funcionamento para estabelecimentos de interesse à saúde localizados no território municipal são atribuições da gestão municipal, respeitadas as normas estaduais e federais.

(__) A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) é hierarquicamente superior às vigilâncias municipais, podendo demitir fiscais municipais concursados que não cumpram as metas de produtividade estabelecidas em Brasília.


Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q3828291 Engenharia Ambiental e Sanitária
Considerando a regulamentação que define os procedimentos de controle e vigilância da qualidade da água para consumo humano. Analise as afirmativas a seguir sobre os padrões de potabilidade:

I. É obrigatória a manutenção de, no mínimo, 0,2 mg/L de Cloro Residual Livre em qualquer ponto da rede de distribuição, para garantir a desinfecção e prevenir a recontaminação da água.

II. O valor máximo permitido para turbidez na saída do tratamento (filtração rápida) é de 0,5 uT (unidades de turbidez) em 95% das amostras mensais, garantindo a eficiência da remoção de particulados e patógenos como protozoários.

III. A água potável pode conter Escherichia coli em até 10% das amostras mensais, desde que não haja surto de diarreia na população, pois essa bactéria é natural da flora intestinal.


Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3828284 Português
A surpreendente rotina de sono que era a regra na Idade Média (e por que a abandonamos)


Por volta das onze horas da noite de treze de abril de 1699, em uma aldeia do norte da Inglaterra, Jane Rowth, de nove anos, despertou ao lado da mãe. A mulher levantou-se, foi até a lareira e começou a fumar o cachimbo, quando dois homens surgiram à janela e a chamaram para acompanhá-los. Jane relataria depois que a mãe parecia esperá-los. Antes de sair, sussurrou à filha que ficasse deitada e que voltaria pela manhã. Não voltou: foi assassinada naquela noite, e o crime jamais foi esclarecido.

No início dos anos 1990, o historiador Roger Ekirch encontrou o depoimento de Jane no Escritório de Registros Públicos de Londres, ao pesquisar a história das horas noturnas. Ele via nos registros judiciais fontes privilegiadas para compreender hábitos cotidianos. Até então, acreditava que o sono fosse uma constante biológica, sem grandes variações históricas. O testemunho de Jane o fez rever essa ideia: ela mencionava ter acordado do primeiro sono como algo absolutamente normal, o que sugeria uma noite dividida em duas partes.

A partir daí, Ekirch encontrou inúmeras referências ao chamado sono bifásico. Não era exclusivo da Inglaterra: na França e na Itália também. Há indícios do hábito na África, na Ásia, na Austrália, no Oriente Médio e no Brasil. Um registro do Rio de Janeiro, de 1555, relata que os tupinambás comiam após o primeiro sono; no século 19, textos de Mascate, em Omã, descrevem o recolhimento antes das vinte e duas horas. Para Ekirch, o sono em dois períodos foi dominante por milênios, com referências desde A Odisseia, do século 8 a.C., até o início do século 20.

No século 17, a rotina noturna começava cedo. Entre vinte e uma e vinte e três horas, quem podia, deitava-se em colchões simples; os mais pobres dormiam sobre plantas ou no chão. Dormir em conjunto era comum, exigindo regras de conduta e posições definidas na cama. Após cerca de duas horas, muitos despertavam naturalmente para a vigília, que se estendia da noite até por volta de uma hora da manhã. Esse intervalo era usado para diversas tarefas: alimentar o fogo, cuidar de animais, remendar roupas, preparar materiais domésticos. Também havia espaço para práticas religiosas, reflexões, conversas e intimidade entre casais, quando a exaustão do trabalho já havia diminuído.

Depois desse período acordado, retornava-se à cama para o segundo sono, considerado o sono da manhã, que durava até o amanhecer. Ekirch aponta referências ao sistema desde a Antiguidade, em autores como Plutarco, Pausânias, Lívio e Virgílio. Entre cristãos, a vigília ganhou importância: no século 6, São Bento  determinava que monges se levantassem à meia-noite para orações, prática que se difundiu para além dos mosteiros.

A divisão do sono também ocorre no mundo animal. Muitas espécies repousam em períodos separados, adaptando-se às condições ambientais. O lêmure-de-cauda-anelada, por exemplo, apresenta padrões semelhantes aos humanos pré-industriais. Para o pesquisador David Samson, da Universidade de Toronto, essa diversidade entre primatas levanta a hipótese de que humanos também tenham evoluído para um sono segmentado.

Ekirch encontrou respaldo científico ao conhecer, em 1995, um experimento conduzido por Thomas Wehr, nos Estados Unidos. Quinze homens, submetidos a redução da exposição à luz, passaram a dormir em dois períodos separados por vigília após algumas semanas. A melatonina indicou ajuste biológico do ritmo circadiano. Mais tarde, Samson observou padrão semelhante em uma comunidade sem eletricidade em Madagascar, sugerindo que o sono bifásico persiste em regiões remotas.

Para Ekirch, o abandono desse modelo a partir do século 19 se relaciona à Revolução Industrial. A expansão da iluminação artificial permitiu ficar acordado até mais tarde, sem alterar a exigência de acordar cedo, comprimindo o descanso. O primeiro sono se prolongou, o segundo se reduziu, até desaparecer. Embora experimentos indiquem que a luz artificial, isoladamente, talvez não explique tudo, no fim do século 20 o sono segmentado havia sido esquecido.

Essa mudança também alterou comportamentos e expectativas. Acordar cedo passou a ser sinônimo de produtividade, e despertares noturnos se tornaram fonte de ansiedade. Ekirch observa que saber que acordar no meio da noite já foi normal pode aliviar parte desse pânico, sem minimizar os distúrbios do sono atuais. Ele ressalta que o abandono do sono bifásico não implica, necessariamente, pior qualidade de descanso. Em muitos aspectos, o século 21 oferece condições mais seguras e confortáveis: menos riscos, mais conforto, menos ameaças físicas. Assim, embora possamos ter perdido conversas noturnas e reflexões da vigília, ganhamos noites mais protegidas e previsíveis.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgjnpv845dxo.adaptado.

Há "indícios do hábito" na África, na Ásia, na Austrália, no Oriente Médio e no Brasil.


Sintaticamente, o termo destacado nesta frase trata-se de:

Alternativas
Q3828281 Português
A surpreendente rotina de sono que era a regra na Idade Média (e por que a abandonamos)


Por volta das onze horas da noite de treze de abril de 1699, em uma aldeia do norte da Inglaterra, Jane Rowth, de nove anos, despertou ao lado da mãe. A mulher levantou-se, foi até a lareira e começou a fumar o cachimbo, quando dois homens surgiram à janela e a chamaram para acompanhá-los. Jane relataria depois que a mãe parecia esperá-los. Antes de sair, sussurrou à filha que ficasse deitada e que voltaria pela manhã. Não voltou: foi assassinada naquela noite, e o crime jamais foi esclarecido.

No início dos anos 1990, o historiador Roger Ekirch encontrou o depoimento de Jane no Escritório de Registros Públicos de Londres, ao pesquisar a história das horas noturnas. Ele via nos registros judiciais fontes privilegiadas para compreender hábitos cotidianos. Até então, acreditava que o sono fosse uma constante biológica, sem grandes variações históricas. O testemunho de Jane o fez rever essa ideia: ela mencionava ter acordado do primeiro sono como algo absolutamente normal, o que sugeria uma noite dividida em duas partes.

A partir daí, Ekirch encontrou inúmeras referências ao chamado sono bifásico. Não era exclusivo da Inglaterra: na França e na Itália também. Há indícios do hábito na África, na Ásia, na Austrália, no Oriente Médio e no Brasil. Um registro do Rio de Janeiro, de 1555, relata que os tupinambás comiam após o primeiro sono; no século 19, textos de Mascate, em Omã, descrevem o recolhimento antes das vinte e duas horas. Para Ekirch, o sono em dois períodos foi dominante por milênios, com referências desde A Odisseia, do século 8 a.C., até o início do século 20.

No século 17, a rotina noturna começava cedo. Entre vinte e uma e vinte e três horas, quem podia, deitava-se em colchões simples; os mais pobres dormiam sobre plantas ou no chão. Dormir em conjunto era comum, exigindo regras de conduta e posições definidas na cama. Após cerca de duas horas, muitos despertavam naturalmente para a vigília, que se estendia da noite até por volta de uma hora da manhã. Esse intervalo era usado para diversas tarefas: alimentar o fogo, cuidar de animais, remendar roupas, preparar materiais domésticos. Também havia espaço para práticas religiosas, reflexões, conversas e intimidade entre casais, quando a exaustão do trabalho já havia diminuído.

Depois desse período acordado, retornava-se à cama para o segundo sono, considerado o sono da manhã, que durava até o amanhecer. Ekirch aponta referências ao sistema desde a Antiguidade, em autores como Plutarco, Pausânias, Lívio e Virgílio. Entre cristãos, a vigília ganhou importância: no século 6, São Bento  determinava que monges se levantassem à meia-noite para orações, prática que se difundiu para além dos mosteiros.

A divisão do sono também ocorre no mundo animal. Muitas espécies repousam em períodos separados, adaptando-se às condições ambientais. O lêmure-de-cauda-anelada, por exemplo, apresenta padrões semelhantes aos humanos pré-industriais. Para o pesquisador David Samson, da Universidade de Toronto, essa diversidade entre primatas levanta a hipótese de que humanos também tenham evoluído para um sono segmentado.

Ekirch encontrou respaldo científico ao conhecer, em 1995, um experimento conduzido por Thomas Wehr, nos Estados Unidos. Quinze homens, submetidos a redução da exposição à luz, passaram a dormir em dois períodos separados por vigília após algumas semanas. A melatonina indicou ajuste biológico do ritmo circadiano. Mais tarde, Samson observou padrão semelhante em uma comunidade sem eletricidade em Madagascar, sugerindo que o sono bifásico persiste em regiões remotas.

Para Ekirch, o abandono desse modelo a partir do século 19 se relaciona à Revolução Industrial. A expansão da iluminação artificial permitiu ficar acordado até mais tarde, sem alterar a exigência de acordar cedo, comprimindo o descanso. O primeiro sono se prolongou, o segundo se reduziu, até desaparecer. Embora experimentos indiquem que a luz artificial, isoladamente, talvez não explique tudo, no fim do século 20 o sono segmentado havia sido esquecido.

Essa mudança também alterou comportamentos e expectativas. Acordar cedo passou a ser sinônimo de produtividade, e despertares noturnos se tornaram fonte de ansiedade. Ekirch observa que saber que acordar no meio da noite já foi normal pode aliviar parte desse pânico, sem minimizar os distúrbios do sono atuais. Ele ressalta que o abandono do sono bifásico não implica, necessariamente, pior qualidade de descanso. Em muitos aspectos, o século 21 oferece condições mais seguras e confortáveis: menos riscos, mais conforto, menos ameaças físicas. Assim, embora possamos ter perdido conversas noturnas e reflexões da vigília, ganhamos noites mais protegidas e previsíveis.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgjnpv845dxo.adaptado.
Depois desse período acordado, retornava-se "à" cama para o segundo sono, considerado o sono da manhã, que durava até o amanhecer.
Em relação ao emprego do sinal indicativo de crase, a ocorrência destacada justifica-se porque há:
Alternativas
Q3828278 Português
A surpreendente rotina de sono que era a regra na Idade Média (e por que a abandonamos)


Por volta das onze horas da noite de treze de abril de 1699, em uma aldeia do norte da Inglaterra, Jane Rowth, de nove anos, despertou ao lado da mãe. A mulher levantou-se, foi até a lareira e começou a fumar o cachimbo, quando dois homens surgiram à janela e a chamaram para acompanhá-los. Jane relataria depois que a mãe parecia esperá-los. Antes de sair, sussurrou à filha que ficasse deitada e que voltaria pela manhã. Não voltou: foi assassinada naquela noite, e o crime jamais foi esclarecido.

No início dos anos 1990, o historiador Roger Ekirch encontrou o depoimento de Jane no Escritório de Registros Públicos de Londres, ao pesquisar a história das horas noturnas. Ele via nos registros judiciais fontes privilegiadas para compreender hábitos cotidianos. Até então, acreditava que o sono fosse uma constante biológica, sem grandes variações históricas. O testemunho de Jane o fez rever essa ideia: ela mencionava ter acordado do primeiro sono como algo absolutamente normal, o que sugeria uma noite dividida em duas partes.

A partir daí, Ekirch encontrou inúmeras referências ao chamado sono bifásico. Não era exclusivo da Inglaterra: na França e na Itália também. Há indícios do hábito na África, na Ásia, na Austrália, no Oriente Médio e no Brasil. Um registro do Rio de Janeiro, de 1555, relata que os tupinambás comiam após o primeiro sono; no século 19, textos de Mascate, em Omã, descrevem o recolhimento antes das vinte e duas horas. Para Ekirch, o sono em dois períodos foi dominante por milênios, com referências desde A Odisseia, do século 8 a.C., até o início do século 20.

No século 17, a rotina noturna começava cedo. Entre vinte e uma e vinte e três horas, quem podia, deitava-se em colchões simples; os mais pobres dormiam sobre plantas ou no chão. Dormir em conjunto era comum, exigindo regras de conduta e posições definidas na cama. Após cerca de duas horas, muitos despertavam naturalmente para a vigília, que se estendia da noite até por volta de uma hora da manhã. Esse intervalo era usado para diversas tarefas: alimentar o fogo, cuidar de animais, remendar roupas, preparar materiais domésticos. Também havia espaço para práticas religiosas, reflexões, conversas e intimidade entre casais, quando a exaustão do trabalho já havia diminuído.

Depois desse período acordado, retornava-se à cama para o segundo sono, considerado o sono da manhã, que durava até o amanhecer. Ekirch aponta referências ao sistema desde a Antiguidade, em autores como Plutarco, Pausânias, Lívio e Virgílio. Entre cristãos, a vigília ganhou importância: no século 6, São Bento  determinava que monges se levantassem à meia-noite para orações, prática que se difundiu para além dos mosteiros.

A divisão do sono também ocorre no mundo animal. Muitas espécies repousam em períodos separados, adaptando-se às condições ambientais. O lêmure-de-cauda-anelada, por exemplo, apresenta padrões semelhantes aos humanos pré-industriais. Para o pesquisador David Samson, da Universidade de Toronto, essa diversidade entre primatas levanta a hipótese de que humanos também tenham evoluído para um sono segmentado.

Ekirch encontrou respaldo científico ao conhecer, em 1995, um experimento conduzido por Thomas Wehr, nos Estados Unidos. Quinze homens, submetidos a redução da exposição à luz, passaram a dormir em dois períodos separados por vigília após algumas semanas. A melatonina indicou ajuste biológico do ritmo circadiano. Mais tarde, Samson observou padrão semelhante em uma comunidade sem eletricidade em Madagascar, sugerindo que o sono bifásico persiste em regiões remotas.

Para Ekirch, o abandono desse modelo a partir do século 19 se relaciona à Revolução Industrial. A expansão da iluminação artificial permitiu ficar acordado até mais tarde, sem alterar a exigência de acordar cedo, comprimindo o descanso. O primeiro sono se prolongou, o segundo se reduziu, até desaparecer. Embora experimentos indiquem que a luz artificial, isoladamente, talvez não explique tudo, no fim do século 20 o sono segmentado havia sido esquecido.

Essa mudança também alterou comportamentos e expectativas. Acordar cedo passou a ser sinônimo de produtividade, e despertares noturnos se tornaram fonte de ansiedade. Ekirch observa que saber que acordar no meio da noite já foi normal pode aliviar parte desse pânico, sem minimizar os distúrbios do sono atuais. Ele ressalta que o abandono do sono bifásico não implica, necessariamente, pior qualidade de descanso. Em muitos aspectos, o século 21 oferece condições mais seguras e confortáveis: menos riscos, mais conforto, menos ameaças físicas. Assim, embora possamos ter perdido conversas noturnas e reflexões da vigília, ganhamos noites mais protegidas e previsíveis.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgjnpv845dxo.adaptado.

Mais tarde, Samson observou padrão semelhante "em uma comunidade sem eletricidade em Madagascar".

Em relação à sintaxe da oração, assinale a alternativa CORRETA.

Alternativas
Q3828274 Legislação de Trânsito
No âmbito do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), a constatação de uma infração de trânsito dá início a um procedimento administrativo específico, que envolve atos sucessivos da autoridade de trânsito e garantias ao administrado. Considerando apenas o que dispõe o CTB, analise as etapas abaixo, relacionadas ao processamento de uma infração de trânsito:

1. Aplicação da penalidade pela autoridade competente.
2. Lavratura do auto de infração.
3. Possibilidade de apresentação de defesa pelo interessado.
4. Constatação da infração pela autoridade ou agente de trânsito.
5. Imposição de medidas administrativas, quando previstas em lei.

Assinale a alternativa que apresenta a ordem CORRETA desses atos, conforme a sistemática estabelecida pelo Código de Trânsito Brasileiro.
Alternativas
Q3828273 Legislação de Trânsito
O Código de Trânsito Brasileiro (CTB) estabelece diferentes classificações de infrações, cada uma associada a consequências administrativas específicas. Considerando apenas o que dispõe o CTB, relacione os tipos de infração, conforme sua gravidade, às características gerais correspondentes.

Coluna I − Classificação da infração

1. Infração leve.
2. Infração média.
3. Infração grave.
4. Infração gravíssima.

Coluna II − Características gerais

(__) Conduta com elevado potencial de risco à segurança viária, definida expressamente em lei.
(__) Violação administrativa de menor potencial ofensivo, conforme previsão legal.
(__) Conduta que representa risco significativo à segurança do trânsito, com sanções mais severas.
(__) Descumprimento normativo de gravidade intermediária, conforme critérios legais.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo. 
Alternativas
Q3828272 Legislação de Trânsito
Um condutor trafega por rodovia de pista simples, à noite, sob chuva moderada. Observa um caminhão à frente em velocidade inferior à regulamentada, veículos no sentido contrário com faróis altos e reflexo intenso no asfalto molhado. Ao mesmo tempo, percebe um veículo se aproximando rapidamente pela traseira. Considerando os princípios da direção defensiva, a conduta CORRETA é:
Alternativas
Q3828271 Legislação de Trânsito
No sistema instituído pelo Código de Trânsito Brasileiro (CTB), a infração de trânsito é conceituada a partir de determinados elementos normativos. Considerando esse sistema legal, assinale a alternativa que corretamente caracteriza, em sua essência, a infração de trânsito. 
Alternativas
Q3828269 Legislação de Trânsito
Sobre fatores humanos e percepção de risco no trânsito, analise as afirmativas abaixo:

I. A direção defensiva considera que o erro humano é inevitável e, por isso, busca compensá-lo por meio de atitudes preventivas.
II. O excesso de confiança decorrente da experiência do condutor pode aumentar a exposição ao risco.
III. A atenção seletiva é desejável, pois permite ao condutor ignorar estímulos irrelevantes no trânsito.
IV. A fadiga compromete o tempo de reação, mesmo que o condutor se perceba alerta.
V. O domínio técnico do veículo é suficiente para neutralizar condições adversas da via.

Está CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3828268 Legislação de Trânsito
Durante fiscalização de rotina, um agente de trânsito constata que um condutor dirige veículo automotor sem portar o documento de habilitação. Diante da situação, é lavrado o auto de infração, o veículo é retido até a apresentação de condutor habilitado e, posteriormente, é aplicada multa ao responsável.

Considerando a sistemática jurídica estabelecida pelo Código de Trânsito Brasileiro e a distinção entre infração, penalidade e medida administrativa, assinale a alternativa que classifica CORRETAMENTE os atos descritos.
Alternativas
Q3828267 Segurança e Transporte
Ao trafegar em via urbana, um condutor observa um ciclista transitando de forma instável próximo ao meio-fio e um pedestre distraído utilizando o celular próximo à faixa. O semáforo indica sinal verde para os veículos.

Segundo a direção defensiva, a conduta CORRETA é:
Alternativas
Q3828266 Segurança e Transporte
O transporte de passageiros é uma atividade que envolve múltiplos fatores de risco, incluindo falhas humanas, problemas mecânicos, condições ambientais e fatores de comportamento dos usuários. A segurança nesse contexto não se limita à fiscalização do condutor ou à manutenção do veículo, mas também envolve planejamento operacional, treinamento adequado da equipe, fiscalização do cumprimento da legislação, sinalização eficiente e protocolos de embarque e desembarque. Considerando a complexidade da operação e os diferentes tipos de transporte — coletivo urbano, intermunicipal e rodoviário de longa distância —, analise as situações abaixo:

I. A capacitação contínua dos condutores, aliada à implementação de sistemas de monitoramento eletrônico e à adoção de protocolos de condução defensiva, contribui diretamente para a redução de acidentes e da gravidade das lesões em caso de colisão.
II. O transporte de passageiros deve considerar apenas a quantidade máxima de passageiros permitida por lei, pois fatores externos, como condições climáticas ou qualidade das vias, não podem ser previstos e, portanto, não influenciam a segurança.
III. A sinalização adequada, o cumprimento das normas de trânsito, o uso de dispositivos de segurança nos veículos e a conscientização dos passageiros sobre comportamento seguro constituem medidas preventivas essenciais para reduzir riscos durante o transporte.

Com base nas informações acima, assinale a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q3828265 Legislação de Trânsito
Durante fiscalização em via urbana devidamente sinalizada, um agente de trânsito constata que um condutor dirige veículo automotor utilizando o telefone celular, sem o uso de sistema de viva-voz. Ao perceber a presença da autoridade, o condutor estaciona o veículo em local permitido e alega que não pode ser autuado, pois não houve abordagem imediata no momento exato da condução, nem qualquer acidente ou dano decorrente da conduta.

Considerando exclusivamente as disposições do Código de Trânsito Brasileiro sobre infrações de trânsito, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3828264 Legislação de Trânsito
A sinalização de trânsito é um conjunto de dispositivos, sinais e marcas que orientam, informam e disciplinam o tráfego de veículos e pedestres. Considerando as normas de trânsito, assinale a alternativa CORRETA sobre os tipos de sinalização:
Alternativas
Q3828263 Legislação de Trânsito
O transporte de passageiros, seja urbano, intermunicipal ou interestadual, envolve diversos fatores que impactam diretamente a segurança dos usuários. Além das condições técnicas do veículo, manutenção adequada e treinamento do condutor, a segurança depende também da sinalização, do comportamento dos passageiros e da aplicação das normas de trânsito e de transporte. Considerando os aspectos de prevenção de acidentes, proteção dos passageiros e cumprimento da legislação vigente, analise as situações abaixo:

I. O condutor de um ônibus que realiza manutenção periódica, respeita os limites de velocidade e utiliza sistemas de alerta eletrônico contribui significativamente para a redução de acidentes.
II. A adoção de medidas como cinto de segurança em veículos de transporte coletivo, sistema de monitoramento por câmeras e presença de protocolos de embarque e desembarque é essencial para garantir a segurança dos passageiros.
III. O transporte de passageiros deve levar em consideração apenas a capacidade do veículo e o número de passageiros, sendo dispensável a análise de fatores externos, como condições climáticas ou estado das vias, pois esses fatores não são previsíveis.

Com base nas informações apresentadas e nas normas de segurança no transporte de passageiros, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Respostas
3961: C
3962: B
3963: B
3964: B
3965: C
3966: A
3967: D
3968: D
3969: B
3970: C
3971: D
3972: D
3973: B
3974: D
3975: A
3976: A
3977: B
3978: D
3979: C
3980: D