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Questões Discursivas

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Q3183997 Serviço Social
Sobre o Benefício de Prestação Continuada (BPC), previsto na Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS – Lei nº 8.742/1993), assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3183996 Direito Processual Penal
A Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006) prevê mecanismos para coibir a violência doméstica contra a mulher. Sobre essa legislação, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3183995 Estatuto da Pessoa Idosa - Lei nº 10.741 de 2003
O Estatuto da Pessoa Idosa (Lei nº 10.741/2003) estabelece direitos e garantias para a população idosa no Brasil. Sobre essa legislação, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3183994 Direito Constitucional
De acordo com a Constituição Federal de 1988, a Seguridade Social é composta por três áreas principais. Assinale a alternativa que NÃO corresponde a um dos seus componentes:
Alternativas
Q3183983 Português
Veja o que acontece com seu cérebro quando você faz uma
pausa nas redes sociais


        Você acha que passa muito tempo navegando no seu celular? Você não está sozinho. O adulto norte-americano médio registra mais de duas horas por dia nas redes sociais, enquanto os adolescentes dobram esse tempo em plataformas como TikTok e Instagram.

        Como os especialistas alertam sobre os recursos viciantes das redes sociais, mais pessoas estão procurando maneiras de se libertar – o que é comprovado por um aumento de 60% nas pesquisas do Google por “desintoxicação de mídia social” nos últimos meses.

       Mas será que se afastar do seu feed realmente faz diferença? Os pesquisadores dizem que sim, e os benefícios para seu cérebro e bem-estar podem surpreendê-lo.

      Muitos de nós suspeitamos que passamos muito tempo rolando a tela dos nossos celulares – uma preocupação ressaltada pela Oxford University Press, que escolheu “brain rot” (“apodrecimento do cérebro”, em tradução livre) como a palavra do ano de 2024.

      No entanto, encontrar a força de vontade para reduzir o tempo na Internet não é uma tarefa fácil, graças à forma como as redes sociais se ligam ao sistema de recompensa do nosso cérebro.

      Anna Lembke, especialista em medicina do vício e autora do livro “Dopamine Nation: Finding Balance in the Age of Indulgence”, explica que as pessoas podem ficar viciadas em mídia digital da mesma forma que podem ficar viciadas em drogas.

     Com base no que sabemos sobre como as drogas e o álcool afetam o cérebro, podemos inferir que um processo semelhante ocorre quando verificamos as redes sociais, sendo que cada curtida, comentário ou vídeo de gato fofo desencadeia uma onda de dopamina, a substância química do cérebro que faz o cérebro se sentir bem.

        Entretanto, nosso cérebro foi projetado para manter um equilíbrio geral de dopamina – o que Lembke descreve como um mecanismo de gangorra. A rolagem interminável nas redes acaba perturbando esse equilíbrio, levando o cérebro a compensar produzindo menos dopamina ou diminuindo sua transmissão. Com o tempo, isso pode nos levar a um estado de “déficit de dopamina”, em que precisamos de mais tempo online para voltar a nos sentir “normais”.

        Fazer uma “pausa” nesse ciclo de dopamina induzido pela mídia social pode permitir que o cérebro redefina as vias de recompensa, explica Lembke, permitindo que paremos o tipo de consumo excessivo compulsivo que leva ao “brain rot” (“podridão cerebral”, em português).

       Não existe uma solução única quando se trata de desintoxicação das redes sociais, afirma Paige Coyne, coautora de um estudo sobre os impactos na saúde de uma desintoxicação da mídia social de duas semanas em 31 jovens adultos.

      “O uso excessivo de redes sociais pode significar coisas diferentes para pessoas diferentes”, diz ela, acrescentando que o essencial é estabelecer metas realistas para reduzir nosso consumo habitual das redes. “Algumas pessoas podem querer desistir totalmente, enquanto outras podem querer reduzir pela metade o tempo gasto nas redes sociais.”

       Para ajudar a reconectar as vias de recompensa do cérebro, Lembke recomenda que você se abstenha pelo maior tempo possível – de preferência, pelo menos quatro semanas. Mas até mesmo pequenas pausas se mostraram eficazes para melhorar a saúde mental. Um estudo com 65 meninas de 10 a 19 anos descobriu que fazer uma pausa de três dias nas redes sociais melhorou a autoestima e a autocompaixão, resultando em menos vergonha do corpo.



Fonte: https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2025/01/veja-oque-acontece-com-seu-cerebro-quando-voce-faz-uma-pausa-nas-redessociais(adaptado).
Sobre a oração "A rolagem interminável nas redes acaba perturbando esse equilíbrio", analise as assertivas abaixo:

I. A palavra rolagem pertence à classe gramatical dos substantivos.
II. O sujeito da oração é simples, pois está claramente identificado como "A rolagem interminável nas redes".
III. O termo perturbando está na forma nominal de gerúndio.

Das assertivas, está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3183981 Português
Veja o que acontece com seu cérebro quando você faz uma
pausa nas redes sociais


        Você acha que passa muito tempo navegando no seu celular? Você não está sozinho. O adulto norte-americano médio registra mais de duas horas por dia nas redes sociais, enquanto os adolescentes dobram esse tempo em plataformas como TikTok e Instagram.

        Como os especialistas alertam sobre os recursos viciantes das redes sociais, mais pessoas estão procurando maneiras de se libertar – o que é comprovado por um aumento de 60% nas pesquisas do Google por “desintoxicação de mídia social” nos últimos meses.

       Mas será que se afastar do seu feed realmente faz diferença? Os pesquisadores dizem que sim, e os benefícios para seu cérebro e bem-estar podem surpreendê-lo.

      Muitos de nós suspeitamos que passamos muito tempo rolando a tela dos nossos celulares – uma preocupação ressaltada pela Oxford University Press, que escolheu “brain rot” (“apodrecimento do cérebro”, em tradução livre) como a palavra do ano de 2024.

      No entanto, encontrar a força de vontade para reduzir o tempo na Internet não é uma tarefa fácil, graças à forma como as redes sociais se ligam ao sistema de recompensa do nosso cérebro.

      Anna Lembke, especialista em medicina do vício e autora do livro “Dopamine Nation: Finding Balance in the Age of Indulgence”, explica que as pessoas podem ficar viciadas em mídia digital da mesma forma que podem ficar viciadas em drogas.

     Com base no que sabemos sobre como as drogas e o álcool afetam o cérebro, podemos inferir que um processo semelhante ocorre quando verificamos as redes sociais, sendo que cada curtida, comentário ou vídeo de gato fofo desencadeia uma onda de dopamina, a substância química do cérebro que faz o cérebro se sentir bem.

        Entretanto, nosso cérebro foi projetado para manter um equilíbrio geral de dopamina – o que Lembke descreve como um mecanismo de gangorra. A rolagem interminável nas redes acaba perturbando esse equilíbrio, levando o cérebro a compensar produzindo menos dopamina ou diminuindo sua transmissão. Com o tempo, isso pode nos levar a um estado de “déficit de dopamina”, em que precisamos de mais tempo online para voltar a nos sentir “normais”.

        Fazer uma “pausa” nesse ciclo de dopamina induzido pela mídia social pode permitir que o cérebro redefina as vias de recompensa, explica Lembke, permitindo que paremos o tipo de consumo excessivo compulsivo que leva ao “brain rot” (“podridão cerebral”, em português).

       Não existe uma solução única quando se trata de desintoxicação das redes sociais, afirma Paige Coyne, coautora de um estudo sobre os impactos na saúde de uma desintoxicação da mídia social de duas semanas em 31 jovens adultos.

      “O uso excessivo de redes sociais pode significar coisas diferentes para pessoas diferentes”, diz ela, acrescentando que o essencial é estabelecer metas realistas para reduzir nosso consumo habitual das redes. “Algumas pessoas podem querer desistir totalmente, enquanto outras podem querer reduzir pela metade o tempo gasto nas redes sociais.”

       Para ajudar a reconectar as vias de recompensa do cérebro, Lembke recomenda que você se abstenha pelo maior tempo possível – de preferência, pelo menos quatro semanas. Mas até mesmo pequenas pausas se mostraram eficazes para melhorar a saúde mental. Um estudo com 65 meninas de 10 a 19 anos descobriu que fazer uma pausa de três dias nas redes sociais melhorou a autoestima e a autocompaixão, resultando em menos vergonha do corpo.



Fonte: https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2025/01/veja-oque-acontece-com-seu-cerebro-quando-voce-faz-uma-pausa-nas-redessociais(adaptado).
O texto cita o termo “brain rot” (podridão cerebral) escolhido pela Oxford University Press como a palavra do ano de 2024. Esse termo está diretamente relacionado: 
Alternativas
Q3174587 Pedagogia
A gestão eficaz da sala de aula envolve técnicas para criar um ambiente cooperativo e respeitoso. Qual das estratégias abaixo é uma técnica de manejo eficaz?
Alternativas
Q3174586 Pedagogia
No contexto da avaliação da aprendizagem, pode-se afirmar que, na avaliação formativa, o objetivo principal é:
Alternativas
Q3174585 Pedagogia
As metodologias ativas colocam o estudante no centro do processo de ensino-aprendizagem. Um exemplo de metodologia ativa que utiliza tecnologias educacionais é: 
Alternativas
Q3174584 Pedagogia
A teoria sociointeracionista de Lev Vygotsky destaca o conceito de "zona de desenvolvimento proximal" (ZDP). Sobre esse conceito, é correto afirmar que a ZDP representa: 
Alternativas
Q3174580 Legislação dos Municípios do Estado de Santa Catarina
O Prefeito, o Vice-Prefeito, os Vereadores e os Servidores Municipais, bem como as pessoas ligadas a qualquer um deles, por matrimônio ou parentesco afim ou consanguíneo até o segundo grau ou por adoção, não poderão contratar com o Município, subsistindo a proibição até quantos meses após findas as respectivas funções? 
Alternativas
Q3174477 Educação Física
Durante a prática de exercícios físicos intensos, o organismo sofre diversas alterações fisiológicas. Qual das opções descreve corretamente uma resposta aguda ao exercício? 
Alternativas
Q3174476 Educação Física

Para incluir alunos com deficiência em aulas de Educação Física, é importante adaptar as atividades de maneira inclusiva. Nesse sentido, são estratégias consideradas adequadas: 


I. Criar atividades separadas para os alunos com deficiência, mantendo-os fora do grupo principal.


II. Modificar os materiais, regras e dinâmicas dos jogos para atender às necessidades individuais de todos os alunos.


III. Excluir os alunos com deficiência de atividades que envolvem movimentos complexos, como jogos e esportes.


Está(ão) CORRETA(S):

Alternativas
Q3174475 Educação Física
Entre as tendências pedagógicas da Educação Física Escolar, a abordagem crítico-superadora, proposta por Elenor Kunz, tem como principal objetivo:
Alternativas
Q3174474 Educação Física
A dança, enquanto conteúdo da Educação Física escolar, é uma manifestação cultural que pode ser trabalhada em diferentes contextos. Sobre a abordagem pedagógica da dança, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q3174473 Educação Física
A Filosofia da Educação reflete sobre os fundamentos e objetivos da prática educativa. Segundo Paulo Freire, a educação deve ser um processo de: 
Alternativas
Q3174469 Legislação dos Municípios do Estado de Santa Catarina

A Prefeitura e a Câmara são obrigadas a fornecer a qualquer interessado, no prazo de no mínimo ________, certidão dos atos, contratos e decisões, desde que requeridos para fins de direito determinado, sob pena de responsabilidade da autoridade e servidor que negar ou retardar a sua expedição.


Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, a lacuna? 

Alternativas
Q3174387 Odontologia
Um paciente de 42 anos necessita de exodontia do terceiro molar inferior incluso. Durante a avaliação pré-operatória, o exame radiográfico revelou proximidade do dente com o canal mandibular. Qual seria a abordagem inicial mais adequada para minimizar o risco de parestesia? 
Alternativas
Q3174386 Odontologia
Na interpretação radiográfica, um radiolúcido periapical arredondado associado ao ápice de um dente com necrose pulpar é mais comumente diagnosticado como: 
Alternativas
Respostas
4301: A
4302: A
4303: A
4304: D
4305: D
4306: D
4307: B
4308: C
4309: D
4310: B
4311: B
4312: B
4313: A
4314: D
4315: C
4316: B
4317: C
4318: C
4319: C
4320: D