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Considering the situation described select the alternative that shows the correct match between the assessment practices and their respective functions.
In relation to the scenario presented and the principles of English for Specific Purposes (ESP), it is correct to state that:
( ) Homographs are words that are spelled the same but may have different meanings and, in some cases, different pronunciations.
( ) Homophones are words that sound the same but may differ in spelling and meaning.
( ) The word “can” is an example of a homograph.
( ) “Peace” and “piece” are examples of homophones.
( ) The word “bark” is an example of a homophone.
Text VI

TUDO SALA DE AULA. Portal educacional com recursos didáticos para professores da Educação Básica. Available at: https://www.tudosaladeaula.com. Accessed on: Mar. 21, 2025.
I. In the utterance “I don’t understand women”, the word “women” is the plural form of woman, and is classified as an irregular noun whose plural is formed by mutation, in other words, a change in the vowel of the singular form. Other examples of plural nouns formed by mutation include “man/men”, “tooth/teeth”, and “mouse/mice”.
II. In the clause “that’s always worked”, replacing the verb “worked” with the phrasal verb “given up” would preserve the original meaning of the sentence, as both expressions convey the idea of successful effort or effectiveness over time.
III. The term "yeah" is a conjunction that expresses surprise or disbelief, commonly used in formal written English to indicate hesitation or irony.
IV. In “I’ll pretend I do”, the term “do” refers to “understand women” and is used to avoid unnecessary repetition.
V. In the clause “Yeah, that’s always worked”, the apostrophe+s (´s) is a contraction of the verb “to be” in the present tense (that is), forming a structure that indicates an action that began in the past and continues into the present.
Mark the alternative in which the statements are correct.
Text VI

TUDO SALA DE AULA. Portal educacional com recursos didáticos para professores da Educação Básica. Available at: https://www.tudosaladeaula.com. Accessed on: Mar. 21, 2025.
“An emphasis on the development of literacy as a fluid concept (Knobel and Lankshear (2014) is one of the most recent advances in twenty-first-century education. To conceptualize literacy, the ability of the learner to make use of language takes precedence in typical Western educational systems. However, as Kern highlights, “literacy is more than a set of academic skills” (2000, 23). It varies depending on the social context and is embedded in cultural practice (Paesani et al. 2016).”
I. Usa-se o hífen nas formações prefixais em que o prefixo termina com a mesma vogal com que se inicia o segundo elemento, como em: “anti-ibérico”, “auto-observação”, “micro-onda”, “semi-interno”.
II. O prefixo “co-” aglutina-se, em geral, ao segundo elemento, mesmo quando este se inicia com a vogal “o”, como em: “coobrigação”, “coocupante”, entre outros.
III. Deve-se usar acento circunflexo em “pôde”, forma da terceira pessoa do singular do pretérito perfeito do modo indicativo do verbo “poder”, para distingui-la de “pode”, que é a forma da terceira pessoa do singular do presente do modo indicativo.
IV. Emprega-se o hífen nas palavras compostas que designam espécies botânicas e zoológicas, estejam ou não ligadas por preposição ou qualquer outro elemento, como em: “abóbora-menina”, “couve-flor”, “erva-doce”.
V. Palavras como “eletrótica” e “suprauricular” perderam o hífen por serem compostas por prefixos técnicos.
I. O hipertexto é o texto construído eletronicamente, produto linguístico das novas tecnologias de escritura, que materializam elementos próprios da oralidade e/ou da escrita.
II. O ponto fundamental de uma boa organização hipertextual está nos chamados links ou nexos, que devem ser suficientemente significativos e organizados para promover liberdade ao leitor, sem gerar desorientação.
III. O hipertexto tem como característica principal a linearidade, visando novas formas de expressão para as quais são necessários leitores especialmente passivos.
IV. No hipertexto, há uma justaposição de três sistemas: o alfabético da escrita une-se ao pictórico e ao auditivo, criando a possibilidade de conversão para um mesmo espaço, o ciberespaço.
V. Uma característica importante do hipertexto é a iteratividade, que diz respeito à polifonia e à intertextualidade, isto é, às várias formas de recursividade a notas, citações e consultas a outros textos.
Leia o Texto IV, a seguir, para responder à questão
Texto IV

LETRAS, Português e Cia. O gênero textual meme. Letras, Português e Cia, 28 set. 2018. Disponível em: https://letrasportuguesaecia.blogspot.com/2018/09/o-genero-textual-meme.html. Acesso em: 25 mar. 2025.
Embora o status do meme como gênero textual ainda seja debatido entre estudiosos, é inegável que esse tipo de construção verbo-visual circula amplamente em espaços digitais e possui intencionalidade comunicativa clara, sendo capaz de mobilizar inferência e referências culturais. Com base no meme apresentado, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta a(s) correta(s).
I. O meme em questão ativa o processo inferencial ao associar o desgaste físico típico de fim de semestre ao filme “À Espera de um Milagre”, atribuindo novo sentido à expressão.
II. A ausência de marcas linguísticas formais no meme apresentado compromete sua função comunicativa, tornando-o um texto de difícil apreensão em contextos educacionais.
III. O meme em questão é estruturado de forma verbo-visual, o que caracteriza sua multimodalidade, ativando no leitor múltiplas habilidades para a construção do sentido.
IV. A compreensão do meme apresentado depende, necessariamente, do reconhecimento do filme referenciado, sem o qual não há possibilidade de construção de sentido.
V. Por se tratar de um produto do humor digital, o meme não pode ser considerado uma prática discursiva relevante para a análise textual em ambientes formais de ensino.
I. A intertextualidade ocorre quando, em um texto, está inserido outro texto (intertexto) anteriormente produzido, que faz parte da memória social de uma coletividade ou da memória discursiva.
II. A intertextualidade explícita ocorre, por exemplo, por meio de citações, referências, menções, resumos, resenhas e traduções.
III. O plágio é um tipo particular de intertextualidade explícita, com valor de captação, no qual o produtor do texto espera (ou deseja) que o interlocutor não tenha na memória o intertexto e sua fonte.
IV. Nos casos de intertextualidade implícita, o produtor do texto espera que o leitor/ouvinte seja capaz de reconhecer a presença do intertexto, pela ativação do texto-fonte em sua memória discursiva, visto que, se tal não ocorrer, estará prejudicada a construção do sentido, particularmente no caso da subversão.
V. A canção Sabiá, de Chico Buarque e Tom Jobim, estabelece uma intertextualidade explícita com o poema Canção do Exílio, de Gonçalves Dias, ao evocar, em novo contexto histórico e poético, o desejo de retorno e pertencimento à terra natal.
“Sei que o amor existe Eu não sou mais triste E que a nova vida Já vai chegar”