Questões de Concurso
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I – Os blocos ou tijolos devem ser assentados com juntas de amarração.
II – A alvenaria deve ser executada a partir dos cantos principais ou das ligações com quaisquer outros componentes ou elementos da edificação.
III – Sobre os vãos de portas e janelas, devem-se colocar vergas (pré-moldadas ou moldadas in loco), que precisam, no mínimo, exceder a largura 20 cm de cada lado e ter altura de 10 cm.
Marque a opção que apresenta todas as sentenças corretas:
Qual das alternativas a seguir expressa o propósito do formato de arquivo IFC:
Fonte: BRASIL, M. do Trabalho. e Emprego. Norma Regulamentadora do Ministério do Trabalho e Emprego no.18 - Segurança e Saúde no Trabalho na Indústria da Construção. 2020. Disponível em: https://www.gov.br/ trabalho-e-emprego/pt-br/acesso-a-informacao/participacaosocial/conselhos-e-orgaos-colegiados/comissao-tripartitepartitaria-permanente/normas-regulamentadora/normasregulamentadoras-vigentes/nr-18-atualizada-2020.pdf. Acesso em: 19 ago. 2024.
Em relação ao tema, leia atentamente os itens a seguir:
1 – as linhas de fornecimento de energia elétrica, água, inflamáveis líquidos e gasosos liquefeitos, substâncias tóxicas, canalizações de esgoto e de escoamento de água e outros;
2 – as construções vizinhas à obra;
3 – a classificação de resíduos sólidos;
4 – a propagação e o controle de poeira.
A partir dos itens citados, assinale a alternativa em que todos os itens apresentados devam ser considerados em um plano de demolição.
Qual alternativa representa as metas do controle de qualidade da etapa de projeto?
Fonte: Disponível em: https://vigaengenharia.com/residencial. Acesso em: 15 ago. 24.
• O objeto;
• As atividades técnicas envolvidas;
• As etapas e os prazos previstos.
Quais documentos expressam as etapas e os prazos previstos?
A respeito da linguagem eclética proposta aos novos edifícios parisienses, podemos afirmar que
Conforme a crítica apresentada por Argan (1993), assinale a alternativa que esteja coerente com o contexto de sua escrita:
I – Parcelamento, edificação ou utilização compulsórios – independente de lei municipal este instrumento deverá ser aplicado em solo urbano não edificado, subutilizado ou não utilizado, ou seja, que não esteja cumprindo sua função social, obrigando o proprietário notificado ao cumprimento da obrigação.
II – Transferência do direito de construir – a lei municipal, baseada no plano diretor, poderá autorizar o proprietário de imóvel urbano, privado ou público, a exercer em outro local, ou alienar o direito de construir quando o imóvel for considerado necessário para implantação de equipamentos urbanos e comunitários, preservação de interesse histórico, ambiental, paisagístico, social ou cultural ou servir programas de regularização fundiária.
III – As Operações Urbanas Consorciadas – a lei municipal, baseada no plano diretor, poderá delimitar áreas para operações consorciadas, onde será realizado um conjunto de intervenções e medidas coordenadas pelo Poder Público municipal, com a participação dos proprietários, moradores, usuários permanentes e investidores privados, com o objetivo de alcançar transformações urbanísticas estruturais, melhorias sociais e valorização ambiental.
IV – Planos de Intervenção Urbana – a lei municipal, baseada no plano diretor, poderá delimitar áreas subutilizadas e com potencial de transformação, onde serão realizados estudos técnicos para promover o ordenamento e a reestruturação urbano elaborados pelo poder público, com finalidade de sistematizar e criar mecanismos urbanísticos que melhorem o aproveitamento da infraestrutura urbana, aumentando as densidades demográficas e construtivas.
São corretas apenas:
Fonte: Andrade, M. L. V. X.; Ruschel, R. C.; Moreira, D. C. O processo e os métodos. Em: Kowaltowski, D. C. C. K (org).; Moreira, D. C. (org); Petreche, J. R. D. (org); Fabricio, M. M. (org). O processo de projeto em arquitetura da teoria à tecnologia. 1. ed. São Paulo: Oficina de Textos, 2011. p. 80–100.
Texto 2
“Assim, por exemplo, diante da solicitação de projetarmos um templo cumpre elaborar a reflexão sobre nossa experiência desses espaços, sobre a imagem, os significados e sentidos que a tradição nos transmite e que se depositou como repertório da cultura (outra analogia com o mundo agrícola) humana e sobre a própria dimensão religiosa, mítica, ancestral ou mística que, mesmo sem sabermos, habitam nos nossos hábitos e nas nossas habitações, quer sejam locais de culto ou não. Aquilo que daí se destila é a semente que forja o __________ e muitas vezes ela já vem se decantando em nossa memória. Transmutar a experiência em __________ é a oportunidade que temos de elaborar a experiência na medida em que nos obrigamos a compreendê-la, ou seja, apropriarmo-nos espiritualmente dela, colhê-la, prender o mundo a nós. Através do __________, a tradição deixa de ser algo externo para ser internalizada e fundar uma nova tradição que se lança no mundo. Por isso, a virtude de um ________ não é propriamente ser original, mas ser, ao mesmo tempo, colheita e semente, capaz de articular o passado e o futuro através do projeto que apresentamos, e palavra através da qual colocamos em órbita pública e objetiva a chave pela qual nós compreendemos o mundo e nos inserimos nele”.
Fonte: Brandão, A. C. L. Linguagem e arquitetura: o problema do conceito. Revista de Teoria e História da Arquitetura e do Urbanismo. Belo Horizonte: UFMG. vol.1, n.1, novembro de 2000.
Os textos apresentados referem-se ao:
Fonte: Andrade, M. L. V. X.; Ruschel, R. C.; Moreira, D. C. O processo e os métodos. Em: Kowaltowski, D. C. C. K (org).; Moreira, D. C. (org); Petreche, J. R. D. (org); Fabricio, M. M. (org). O processo de projeto em arquitetura da teoria à tecnologia. 1. ed. São Paulo: Oficina de Textos, 2011. p. 80–100.
A que fase do projeto os pesquisadores se referem nos trechos apresentados?
“De hoje em diante, que fique combinado que não haverá mais ‘índio’ no Brasil. Fica acertado que os chamaremos indígenas, que é a mesma coisa que nativo, original de um lugar. Certo? Bem, calma lá. Alguém me soprou uma questão: mais índio e indígena não é a mesma coisa? Pois é. Não, não é. Digam o que disserem, mas ser um indígena é pertencer a um povo específico, Munduruku, por exemplo. Ser ‘índio’ é pertencer a quê? É trazer consigo todos os adjetivos não apreciados em qualquer ser humano. Ela é uma palavra preconceituosa, racista, colonialista, etnocêntrica, eurocêntrica. Acho melhor não a usarmos mais, não é?”
Fonte: Secretaria Municipal de Educação. Coordenadoria Pedagógica Currículo da cidade: povos indígenas: orientações pedagógicas. – São Paulo: SME / COPED, 2019, p. 16.
“Ao mesmo tempo, a linguagem como produtora de conhecimento, ao não apresentar de maneira sistemática e elaborada elementos da história e da cultura africanas e afro-brasileiras, elimina não só a possibilidade de as crianças conhecerem tal história e cultura, como também leva à idéia de que não possuem importância, portanto sua ausência se torna normal, natural, a ponto de nem ser denunciada e desejada. Esse fato configura um círculo vicioso de silêncio e silenciamento, que dificulta a reflexão das crianças sobre as relações raciais no cotidiano escolar e, ao mesmo tempo, sobre o próprio pertencimento racial. Por extensão, que essas crianças reflitam e ajam sobre as discriminações experienciadas e percebidas no dia a dia.”
Fonte: Cavalleiro, E. Discriminação racial e pluralismo em escolas públicas da cidade de São Paulo. In: Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (SECAD). Educação anti-racista: caminhos abertos pela lei federal nº 10.639/03. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (MEC-SECAD), 2005. p. 99.
A partir dos excertos apresentados, um caminho eficaz que a escola deve assumir, considerando que o espaço escolar deve romper com práticas racistas e discriminatórias e promover uma educação que reconheça e promova a diversidade étnico-racial, é