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Questões Discursivas

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Q4159138 Direito Sanitário
Consoante a Lei nº 9.782/1999, que define o Sistema Nacional de Vigilância Sanitária, cria a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, e dá outras providências, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4159137 Direito Sanitário
De acordo com a Lei nº 6.437/1977, quanto às infrações sanitárias, o descumprimento de normas legais e regulamentares, medidas, formalidades e outras exigências sanitárias relacionadas à importação ou exportação, por pessoas física ou jurídica, de matérias-primas ou produtos sob vigilância sanitária implica a seguinte pena: 
Alternativas
Q4159134 Legislação dos Municípios do Estado de São Paulo
Conforme a Lei Orgânica do Município de Suzano, cabe a Câmara, com a sanção do Prefeito, dispor sobre todas as matérias de competência do Município e, especialmente,
Alternativas
Q4159133 História e Geografia de Estados e Municípios
O município de Suzano está localizado na região do Alto Tietê, entre a zona leste da Grande São Paulo e o Vale do Paraíba, fazendo divisa com:
Alternativas
Q4159132 Legislação dos Municípios do Estado de São Paulo
Consoante o Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Suzano, o exercício é o efetivo desempenho das atribuições do cargo público. Sobre o assunto, analise as proposições abaixo.

I. É de 30 (trinta) dias úteis o prazo improrrogável para o servidor empossado em cargo público entrar em exercício, contados da data da posse. O servidor será exonerado do cargo se não entrar em exercício nesse prazo.
II. O início, a suspensão, a interrupção e o reinício do exercício serão registrados no assentamento individual do servidor. Ao entrar em exercício o servidor apresentará ao setor de recursos humanos a documentação necessária ao assentamento individual.
III. Os servidores cumprirão jornada de trabalho fixada em razão das atribuições pertinentes aos respectivos cargos, respeitada a duração máxima do trabalho semanal de 44 (quarenta e quatro) horas.

Está correto o que se apresenta em: 
Alternativas
Q4159131 Saúde Pública
Com base na Lei Complementar nº 141/2012, assinale a alternativa que apresenta uma despesa com ações e serviços públicos de saúde.
Alternativas
Q4159130 Direito Sanitário
No que se refere ao planejamento da saúde, de acordo com o Decreto Presidencial nº 7.508/2011, analise as proposições abaixo.

I. O processo de planejamento da saúde será ascendente e integrado, do nível local até o federal, ouvidos os respectivos Conselhos de Saúde, compatibilizando-se as necessidades das políticas de saúde com a disponibilidade de recursos financeiros.
II. O Conselho Nacional de Saúde estabelecerá as diretrizes a serem observadas na elaboração dos planos de saúde, de acordo com as características epidemiológicas e da organização de serviços nos entes federativos e nas Regiões de Saúde.
III. No planejamento devem ser considerados os serviços e as ações prestados pela iniciativa privada, desde que de forma a complementar o Sistema Único de Saúde (SUS), os quais deverão compor os Mapas da Saúde regional, estadual e nacional.
IV. O planejamento da saúde é facultativo aos entes públicos e será indutor de políticas para a iniciativa privada. Em âmbito estadual, o planejamento da saúde deve ser realizado de maneira centralizada, isto é, independentemente das necessidades dos Municípios, sempre considerando o estabelecimento de metas de saúde.

Está correto o que se apresenta em:
Alternativas
Q4159129 Saúde Pública
Sobre o Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), é correto afirmar que 
Alternativas
Q4159126 Segurança e Saúde no Trabalho
De acordo com a NR 32 — Segurança e Saúde no Trabalho em Serviços de Saúde, no que se refere aos gases medicinais, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4159125 Direito Sanitário
A respeito dos princípios que regem a Política Nacional de Vigilância em Saúde (PNVS), correlacione as colunas da tabela abaixo e, em seguida, assinale a alternativa que apresenta a correta sequência.

Coluna 1

1. Universalidade
2. Integralidade
3. Conhecimento do território
4. Regionalização

Coluna 2

( ) As ações de vigilância estão inteiradas ao atendimento em saúde, desde a prevenção até o tratamento.
( ) Todos têm direito aos serviços de vigilância em saúde, sem discriminação.
( ) A vigilância deve estar integrada às redes de saúde regionais, respeitando as peculiaridades de cada área.
( ) A saúde começa entendendo as necessidades locais, utilizando a epidemiologia e a avaliação de risco para definir prioridades e alocar recursos de maneira eficiente. 
Alternativas
Q4159124 Direito Sanitário
Conforme disposto na Lei nº 8.080/1990, assinale a alternativa que apresenta uma competência da direção municipal do Sistema Único de Saúde (SUS).
Alternativas
Q4159115 Português
Assinale a alternativa correta quanto à acentuação das palavras, conforme a norma-padrão da Língua Portuguesa e o acordo ortográfico vigente.
Alternativas
Q4159114 Português
De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e com a gramática normativa, quanto à concordância nominal, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4159113 Português
Assinale a alternativa que NÃO apresenta um exemplo de metonímia.
Alternativas
Q4159112 Português
Assinale a alternativa que apresenta um exemplo de colocação pronominal em mesóclise.
Alternativas
Q4159111 Português
Considerando o contexto em que estão inseridas, assinale a alternativa correta quanto à grafia das palavras, conforme a norma-padrão da Língua Portuguesa.
Alternativas
Q4159110 Português
Leia o texto abaixo para responder à questão.


17 de julho


    Domingo. Um dia maravilhoso. O céu azul sem nuvem. O Sol está tepido. Deixei o leito as 6,30. Fui buscar agua. Fiz café. Tendo só um pedaço de pão e 3 cruzeiros. Dei um pedaço a cada um, puis feijão no fogo que ganhei ontem do Centro Espirita da Rua Vergueiro 103. Fui lavar minhas roupas. Quando retornei do rio o feijão estava cosido. Os filhos pediram pão. Dei os 3 cruzeiros ao João José para ir comprar pão. Hoje é a Nair Mathias quem começou impricar com os meus filhos. A Silvia e o esposo já iniciaram o espetaculo ao ar livre. Ele está lhe espancando. E eu estou revoltada com o que as crianças presenciam. Ouvem palavras de baixo calão. Oh! se eu pudesse mudar daqui para um nucleo mais decente.

    Fui na D. Florela pedir um dente de alho. E fui na D. Analia. E recebi o que esperava:

    — Não tenho!

    Fui torcer as minhas roupas. A D. Aparecida perguntou-me:

    — A senhora está gravida?

    — Não senhora — respondi gentilmente.

    E lhe chinguei interiormente. Se estou gravida não é de sua conta. Tenho pavor destas mulheres da favela. Tudo quer saber! A lingua delas é como os pés de galinha. Tudo espalha. Está circulando rumor que eu estou gravida! E eu, não sabia!

   Saí a noite, e fui catar papel. Quando eu passava perto do campo do São Paulo, varias pessoas saiam do campo. Todas brancas, só um preto. E o preto começou insultar-me:

    — Vai catar papel, minha tia? Olha o buraco, minha tia.

   Eu estava indisposta. Com vontade de deitar. Mas, prossegui. Encontrei varias pessoas amigas e parava para falar. Quando eu subia a Avenida Tiradentes encontrei umas senhoras. Uma perguntou-me:

    — Sarou as pernas?

    Depois que operei, fiquei boa, graças a Deus. E até pude dançar no Carnaval, com minha fantasia de penas. Quem operou-me foi o Dr. José Torres Netto. Bom médico. E falamos de politicos. Quando uma senhora perguntou-me o que acho do Carlos Lacerda, respondi concientemente:

   — Muito inteligente. Mas não tem iducação. É um politico de cortiço. Que gosta de intriga. Um agitador.

    Uma senhora disse que foi pena! A bala que pegou o major podia acertar no Carlos Lacerda.

    — Mas o seu dia… chegará — comentou outra.

   Varias pessoas afluiram-se. Eu, era o alvo das atenções. Fiquei apreensiva, porque eu estava catando papel, andrajosa (…) Depois, não mais quiz falar com ninguem, porque precisava catar papel. Precisava de dinheiro. Eu não tinha dinheiro em casa para comprar pão. Trabalhei até as 11,30. Quando cheguei em casa era 24 horas. Esquentei comida, dei para a Vera Eunice, jantei e deitei-me. Quando despertei, os raios solares penetrava pelas frestas do barracão.


Jesus, Carolina Maria de. Quarto de despejo: diário de uma favelada. São Paulo, 1960. Adaptado. 
A obra “Quarto de despejo: diário de uma favelada”, de Carolina Maria de Jesus, foi escrita em formato de diário. Assinale a alternativa que apresenta as características desse gênero textual.
Alternativas
Q4159109 Português
Leia o texto abaixo para responder à questão.


17 de julho


    Domingo. Um dia maravilhoso. O céu azul sem nuvem. O Sol está tepido. Deixei o leito as 6,30. Fui buscar agua. Fiz café. Tendo só um pedaço de pão e 3 cruzeiros. Dei um pedaço a cada um, puis feijão no fogo que ganhei ontem do Centro Espirita da Rua Vergueiro 103. Fui lavar minhas roupas. Quando retornei do rio o feijão estava cosido. Os filhos pediram pão. Dei os 3 cruzeiros ao João José para ir comprar pão. Hoje é a Nair Mathias quem começou impricar com os meus filhos. A Silvia e o esposo já iniciaram o espetaculo ao ar livre. Ele está lhe espancando. E eu estou revoltada com o que as crianças presenciam. Ouvem palavras de baixo calão. Oh! se eu pudesse mudar daqui para um nucleo mais decente.

    Fui na D. Florela pedir um dente de alho. E fui na D. Analia. E recebi o que esperava:

    — Não tenho!

    Fui torcer as minhas roupas. A D. Aparecida perguntou-me:

    — A senhora está gravida?

    — Não senhora — respondi gentilmente.

    E lhe chinguei interiormente. Se estou gravida não é de sua conta. Tenho pavor destas mulheres da favela. Tudo quer saber! A lingua delas é como os pés de galinha. Tudo espalha. Está circulando rumor que eu estou gravida! E eu, não sabia!

   Saí a noite, e fui catar papel. Quando eu passava perto do campo do São Paulo, varias pessoas saiam do campo. Todas brancas, só um preto. E o preto começou insultar-me:

    — Vai catar papel, minha tia? Olha o buraco, minha tia.

   Eu estava indisposta. Com vontade de deitar. Mas, prossegui. Encontrei varias pessoas amigas e parava para falar. Quando eu subia a Avenida Tiradentes encontrei umas senhoras. Uma perguntou-me:

    — Sarou as pernas?

    Depois que operei, fiquei boa, graças a Deus. E até pude dançar no Carnaval, com minha fantasia de penas. Quem operou-me foi o Dr. José Torres Netto. Bom médico. E falamos de politicos. Quando uma senhora perguntou-me o que acho do Carlos Lacerda, respondi concientemente:

   — Muito inteligente. Mas não tem iducação. É um politico de cortiço. Que gosta de intriga. Um agitador.

    Uma senhora disse que foi pena! A bala que pegou o major podia acertar no Carlos Lacerda.

    — Mas o seu dia… chegará — comentou outra.

   Varias pessoas afluiram-se. Eu, era o alvo das atenções. Fiquei apreensiva, porque eu estava catando papel, andrajosa (…) Depois, não mais quiz falar com ninguem, porque precisava catar papel. Precisava de dinheiro. Eu não tinha dinheiro em casa para comprar pão. Trabalhei até as 11,30. Quando cheguei em casa era 24 horas. Esquentei comida, dei para a Vera Eunice, jantei e deitei-me. Quando despertei, os raios solares penetrava pelas frestas do barracão.


Jesus, Carolina Maria de. Quarto de despejo: diário de uma favelada. São Paulo, 1960. Adaptado. 
Considere o trecho abaixo, retirado do texto.

    “Varias pessoas afluiram-se. Eu, era o alvo das atenções. Fiquei apreensiva, porque eu estava catando papel, andrajosa (…) Depois, não mais quiz falar com ninguem, porque precisava catar papel.”

Assinale a alternativa que apresenta um sinônimo da palavra em destaque.
Alternativas
Q4159108 Português
Leia o texto abaixo para responder à questão.


17 de julho


    Domingo. Um dia maravilhoso. O céu azul sem nuvem. O Sol está tepido. Deixei o leito as 6,30. Fui buscar agua. Fiz café. Tendo só um pedaço de pão e 3 cruzeiros. Dei um pedaço a cada um, puis feijão no fogo que ganhei ontem do Centro Espirita da Rua Vergueiro 103. Fui lavar minhas roupas. Quando retornei do rio o feijão estava cosido. Os filhos pediram pão. Dei os 3 cruzeiros ao João José para ir comprar pão. Hoje é a Nair Mathias quem começou impricar com os meus filhos. A Silvia e o esposo já iniciaram o espetaculo ao ar livre. Ele está lhe espancando. E eu estou revoltada com o que as crianças presenciam. Ouvem palavras de baixo calão. Oh! se eu pudesse mudar daqui para um nucleo mais decente.

    Fui na D. Florela pedir um dente de alho. E fui na D. Analia. E recebi o que esperava:

    — Não tenho!

    Fui torcer as minhas roupas. A D. Aparecida perguntou-me:

    — A senhora está gravida?

    — Não senhora — respondi gentilmente.

    E lhe chinguei interiormente. Se estou gravida não é de sua conta. Tenho pavor destas mulheres da favela. Tudo quer saber! A lingua delas é como os pés de galinha. Tudo espalha. Está circulando rumor que eu estou gravida! E eu, não sabia!

   Saí a noite, e fui catar papel. Quando eu passava perto do campo do São Paulo, varias pessoas saiam do campo. Todas brancas, só um preto. E o preto começou insultar-me:

    — Vai catar papel, minha tia? Olha o buraco, minha tia.

   Eu estava indisposta. Com vontade de deitar. Mas, prossegui. Encontrei varias pessoas amigas e parava para falar. Quando eu subia a Avenida Tiradentes encontrei umas senhoras. Uma perguntou-me:

    — Sarou as pernas?

    Depois que operei, fiquei boa, graças a Deus. E até pude dançar no Carnaval, com minha fantasia de penas. Quem operou-me foi o Dr. José Torres Netto. Bom médico. E falamos de politicos. Quando uma senhora perguntou-me o que acho do Carlos Lacerda, respondi concientemente:

   — Muito inteligente. Mas não tem iducação. É um politico de cortiço. Que gosta de intriga. Um agitador.

    Uma senhora disse que foi pena! A bala que pegou o major podia acertar no Carlos Lacerda.

    — Mas o seu dia… chegará — comentou outra.

   Varias pessoas afluiram-se. Eu, era o alvo das atenções. Fiquei apreensiva, porque eu estava catando papel, andrajosa (…) Depois, não mais quiz falar com ninguem, porque precisava catar papel. Precisava de dinheiro. Eu não tinha dinheiro em casa para comprar pão. Trabalhei até as 11,30. Quando cheguei em casa era 24 horas. Esquentei comida, dei para a Vera Eunice, jantei e deitei-me. Quando despertei, os raios solares penetrava pelas frestas do barracão.


Jesus, Carolina Maria de. Quarto de despejo: diário de uma favelada. São Paulo, 1960. Adaptado. 
Com base no trecho retirado da obra “Quarto de despejo: diário de uma favelada”, de Carolina Maria de Jesus, analise as proposições abaixo.

I. A autora utiliza gírias e expressões regionais para ambientar melhor o contexto em que se passa a história.
II. A autora narra sua luta contra a fome, as dificuldades enfrentadas diariamente e a marginalização social sob uma perspectiva intensa, profunda e autobiográfica.
III. A obra preserva a escrita original da autora, com erros ortográficos e marcas de oralidade, conferindo autenticidade à narrativa.

Está correto o que se apresenta em:
Alternativas
Q4127679 Direito Tributário
Durante uma auditoria interna na Secretaria de Fazenda, o contador municipal identifica que diversas Certidões de Dívida Ativa (CDA) foram emitidas com erro na indicação do fundamento legal (origem e natureza do crédito). O setor jurídico da prefeitura questiona o departamento de contabilidade sobre as implicações desses erros e a possibilidade de correção antes que os processos de execução fiscal avancem no Poder Judiciário. Com base nas normas do Código Tributário Nacional (CTN), assinale a alternativa que descreve corretamente o tratamento jurídico e contábil a ser aplicado.
Alternativas
Respostas
1: D
2: B
3: A
4: D
5: B
6: C
7: A
8: E
9: D
10: B
11: C
12: E
13: A
14: B
15: B
16: E
17: D
18: D
19: C
20: E