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Coluna I – Domínios
1. Amazônico 2. Cerrado 3. Caatinga 4. Mares de Morros
Coluna II – Interferências antrópicas
( ) Irrigação inadequada que provoca salinização, desmatamento sem manejo adequado e casos de desertificação antrópica.
( ) Avanço da fronteira agrícola e pecuária, instalação de hidrelétricas e conflitos ligados ao extrativismo, mineração e demarcação de terras.
( ) Pecuária e agricultura intensivas (soja, café, algodão) e erosão associada ao manejo inadequado do solo, impulsionadas pela interiorização populacional.
( ) Exploração histórica do pau-brasil, cana-de-açúcar e café, seguida de forte urbanização, industrialização e alta vulnerabilidade a erosões e movimentos de massa.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta da Coluna II, de cima para baixo:
I. As rochas metamórficas resultam da transformação de rochas pré-existentes em profundidades superiores a 3 km, sob condições de alta pressão e temperatura que podem variar entre 100 °C e 600 °C, mantendo-se no estado sólido ao longo do processo de metamorfismo.
II. As rochas sedimentares originam-se exclusivamente da compactação de fragmentos derivados da erosão, não envolvendo, em sua formação, processos químicos.
III. As rochas ígneas ou magmáticas formam-se a partir do resfriamento e solidificação de material rochoso liquefeito, composto majoritariamente por silicatos em fusão.
IV. O intemperismo físico altera a composição química da rocha a partir de reações com a água, sendo a hidratação um exemplo de transformação mineral que modifica quimicamente a estrutura original.
Baseando-se nas informações apresentadas e nos conceitos geológicos envolvidos, infere-se que:
Ao longo da consolidação da Geografia como ciência, os clássicos europeus — de Kant a Hartshorne — propuseram diferentes formas de compreender a relação entre o homem e o espaço, resultando em distintos paradigmas epistemológicos que influenciaram o pensamento geográfico brasileiro. Considerando as transformações que marcam a transição da Geografia Clássica para a Moderna e suas repercussões no pensamento geográfico nacional, analise as proposições a seguir:
I. A Geografia Moderna, impulsionada por Ritter e Humboldt, representa a passagem do conhecimento meramente descritivo e taxonômico para uma ciência pautada em método, conceito e explicação, articulando o empírico e o racional.
II. Na Geografia Clássica, autores como Vidal de La Blache e Sorre mantêm a concepção de paisagem como categoria central, mas diferem quanto à ênfase: Vidal privilegia a permanência e o gênero de vida, enquanto Sorre introduz a técnica e a complexidade como fundamentos da análise espacial.
III. O pensamento de Reclus e George aproximou-se por atribuírem à técnica papel secundário na organização espacial, defendendo que o espaço geográfico é determinado primordialmente por fatores naturais.
IV.A fragmentação entre Geografia Física e Geografia Humana, herdada do positivismo e do cientificismo do século XIX, gerou um distanciamento entre o homem e a natureza, situação que o pensamento geográfico contemporâneo busca superar ao retomar o caráter totalizante presente nos clássicos.
Está correto o que se afirma em:
Relacione corretamente cada símbolo religioso com sua respectiva tradição:
(1) Estrela de Davi
(2) Lua crescente com estrela
(3) Dharmacakra (Roda do Dharma)
(4) Om
( ) Hinduísmo
( ) Budismo
( ) Judaísmo
( ) Islamismo
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
O trecho destaca um fenômeno cultural que surge a partir da incorporação de práticas religiosas diversas, promovendo a convergência entre tradições católicas e africanas. Essa celebração, originalmente ligada à limpeza da igreja para os festejos cristãos, foi ressignificada e associada a rituais de devoção a Oxalá, tornando-se expressão pública de fé e identidade. Esse processo caracteriza-se como um exemplo de:
I. Entre os séculos XV e XIX, o Ensino Religioso foi instrumento de cristianização e controle ideológico, conduzido principalmente pelos jesuítas, sob a influência da Igreja Católica e com o aval da Coroa Portuguesa.
II. Durante o período imperial, a religião católica manteve-se como oficial do Estado, e o Ensino Religioso continuou a ser utilizado como ferramenta de catequese e doutrinação, conforme os acordos firmados entre o Papa e o Monarca.
III. A Constituição de 1891, influenciada pelo positivismo, estabeleceu a laicidade do Estado brasileiro, separando Igreja e Estado e proibindo o Ensino Religioso nas escolas públicas.
IV. O Decreto nº 19.941/1931, promulgado durante o governo de Getúlio Vargas, determinou o retorno facultativo do Ensino Religioso às escolas públicas, marcando a reaproximação entre Igreja e Estado.
Pode-se afirmar que: