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Considerando os níveis da linguagem, é correto afirmar que
O enfrentamento da desigualdade pode ser realizado por meio de
João Loes
O vício em redes sociais é uma realidade e tem impactos impossíveis de ignorar. Um dos primeiros estudos a revelar a força dessa nova dependência de forma inconteste foi apresentado em fevereiro de 2012 pela Universidade de Chicago. Depois de acompanhar a rotina de checagem de atualizações em redes sociais de 205 pessoas por sete dias, os pesquisadores concluíram que resistir ao Facebook e ao Twitter é mais difícil do que dizer “não” ao álcool e ao cigarro. Uma consulta aos números do programa de dependência de internet do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (IPq HCUSP) dá contornos brasileiros ao argumento posto pelos americanos de Chicago.
Cerca de 25% dos pacientes que buscam ajuda no programa do IPq o fazem atrás de tratamento para o vício em redes sociais. “E esse percentual deve aumentar”, afirma Dora Góes, psicóloga do programa. O vício em redes sociais é forte como o da dependência química. Como o viciado em drogas, que, com o tempo, precisa de doses cada vez maiores de uma substância para ter o efeito entorpecente parecido com o obtido no primeiro contato, o viciado em Facebook também necessita se expor e ler as confissões de amigos com cada vez mais frequência para saciar sua curiosidade e narcisismo. Sintomas de crise de abstinência, como ansiedade, acessos de raiva, suores e até depressão, quando há afastamento da rede, também são comuns.
Atualmente, a atenção em torno do assunto é tamanha que já há setores defendendo 18 a inclusão da dependência por redes sociais no Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, da Associação Americana de Psiquiatria. O pedido mais incisivo veio de um time formado por quatro psiquiatras da Universidade de Atenas, na Grécia, que publicou um artigo na revista acadêmica “European Psychiatry” com uma descrição assustadora da rotina de uma paciente de 24 anos completamente viciada. Trazida à clínica pelos pais, ela passava cinco horas por dia no Facebook, havia perdido os amigos reais, o emprego, a vida social e, aos poucos, estava perdendo a saúde, pois já não dormia nem se alimentava bem. “A paciente usava a internet havia sete anos e nunca tinha tido problemas”, diz o artigo. “A rede social é que foi o gatilho para o distúrbio do impulso.” Considerando a escala potencialmente planetária desse novo candidato à doença – o Facebook tem 901 milhões de usuários no mundo, sendo 46,3 milhões no Brasil, o segundo país com maior participação da Terra –, o pleito é mais do que razoável.
Entender as razões dessa compulsão em ascensão é um desafio. Por que usamos tanto e, às vezes, até preferimos esses canais para nos comunicar? Carlos Florêncio, coach e consultor em desenvolvimento pessoal há 20 anos, com mais de 60 mil atendimentos no currículo, tem uma teoria: “Nas redes sociais, temos controle absoluto sobre quem somos”, diz ele. Lá, as vidas são editadas para que só os melhores momentos, as mais belas fotos e os detalhes mais interessantes do dia a dia sejam expostos. Até os defeitos, quando compartilhados, são cuidadosamente escolhidos. E isso tem um custo imenso. São poucas as pessoas que conseguem, de fato, viver o ideal que projetam, o que gera grande frustração. E mais: privilegiar as relações mediadas pela internet compromete as nossas habilidades sociais no mundo real. “Desaprendemos a olhar no olho, interpretar os sinais corporais e dar a atenção devida a quem está ali, diante da gente”, diz Dora, do IPq-HCUSP.
Mas nem tudo é ruim nas teias das redes sociais. Pelo contrário. Grande parte do que elas oferecem é bom. O problema é saber dosar o uso para que as vantagens não sejam ofuscadas pelo vício que surge com os excessos. Afinal, cair no canto da sereia virtual é fácil e conveniente. As redes sociais são a cocaína da era digital e estamos todos viciados. Você não está sozinho.
Disponível em <http://www.istoe.com.br/reportagens/204040_VICIADOS+EM+REDES+SOCIAIS>.Acesso em: 20 ago.2014.[Adaptado]
No texto, o propósito comunicativo dominante é
I. Recomenda-se a ingestão de alimentos ricos em cálcio em refeições ricas em lipídios.
II. Os suplementos de cálcio devem consumidos preferencialmente em conjunto com as refeições.
III. A lactose presente no leite intensifica a absorção do cálcio.
IV. Recomenda-se dieta rica em fibras visando aumentar a absorção do cálcio no íleo terminal.
Estão corretas as afirmativas
Quando ouvimos a palavra “trabalho”, coisas distintas podem surgir na mente de cada indivíduo: alegria, realização, paz, horror, palpitação, quem sabe até mal-estar. Mas, dentro do contexto de qualidade de vida, encontra-se o trabalho, com equilíbrio, claro, e diversas outras atividades, como alimentação saudável, exercício físico e lazer.
Nesse sentido, a Organização Mundial da Saúde (OMS) define qualidade de vida como sendo “[...] percepção do indivíduo sobre sua posição na vida, no contexto de sua cultura e sistema de valores em que ele vive e em relação com seus objetivos, expectativas, padrões e conceitos. Trata-se de um conceito amplo, que inclui a saúde física, o estado psicológico, crenças pessoais, relações sociais e suas relações com o ambiente”.
Porém, infelizmente, para muitos, o trabalho sai do contexto da qualidade de vida, pois se torna algo sem equilíbrio. É nesse momento que devemos verificar qual o papel que o trabalho desempenha em nossa vida. Perceba: se você não consegue dormir bem, se se sente cansado e de mau humor diariamente, você precisa rever seus conceitos, pois o estresse é extremamente prejudicial à saúde, tanto física quanto mental.
A relação de prazer com o trabalho é um fator essencial para a qualidade de vida do homem contemporâneo. Passamos a maior parte de nossos dias no trabalho, deixando o lar, a família e os amigos em favor dele. Por isso, se não sentimos prazer com o trabalho, devemos atentar para esse problema, que pode nos trazer graves consequências a médio e longo prazos.
Todo trabalhador, independentemente da profissão, necessita do reconhecimento profissional e do retorno financeiro que ela oferece. Entretanto, o lazer, a distração, o convívio com amigos e família também são essenciais.
Lembre-se de que exageros profissionais podem atrapalhar (e muito) nosso bem-estar. Sendo assim, decida hoje viver com equilíbrio, e os resultados positivos vão aparecer no seu trabalho, na sua família, no seu círculo social e na sua vida financeira. Desse modo, você estará vivendo com qualidade!
Instituto RIC
Disponível em: <http://www.institutoric.org.br/trabalho-x-saude-e-bem-estar/>. Acesso em: 3 ago. 2014. [Adaptado]
De acordo com o 1º parágrafo,
A importância da imagem pessoal no mercado de trabalho atual
Fernanda Miranda*
Todo ser humano tem necessidade de se destacar naquilo que realiza. O maior responsável pelo desenvolvimento pessoal é o próprio indivíduo. A busca da realização é uma característica do comportamento humano. Sentir-se importante é desejo de todos.
Nesse sentido, com a velocidade com que as coisas evoluem e a competição crescente, investir na imagem pessoal é uma estratégia vital para qualquer profissional que queira entrar e permanecer no mercado de trabalho. Muito além da aparência e de uma bela roupa, a imagem pessoal abrange o conhecimento da dimensão humana. Trata-se de um processo de desenvolvimento pessoal que valoriza as capacidades e competências do homem. Em sendo assim, a construção da imagem pessoal deve acontecer no dia a dia. Não deve ser um esforço fingido, mas algo que se constrói espontaneamente. Essa construção, porém, requer algumas exigências.
Exige autoconhecimento: o indivíduo que se conhece tem a possibilidade de fazer opções mais corretas (até mesmo na hora de se vestir) e de reservar sua autenticidade. O autoconhecimento requer paciência, disciplina, perseverança, elevada autoestima, determinação, um conjunto de crenças e de valores que irão nortear as atitudes e os comportamentos de forma a fazer o uso correto das habilidades inatas e das habilidades a serem criadas e aperfeiçoadas. Portanto, o profissional deve ser flexível às mudanças e criar uma imagem positiva de si mesmo.
Exige o bom relacionamento interpessoal: o homem já não pode mais trabalhar sozinho. Onde há mais de uma pessoa, há um relacionamento e, com certeza, conflitos existirão. Afinal, são gostos, costumes, crenças, educação diferentes. A atenção personalizada a quem quer que seja nunca é um investimento sem retorno. Sentimentos positivos e de simpatia provocarão o aumento da interação, favorecendo a produtividade.
Exige qualificação: é preciso aprimorar-se, não só uma vez, mas continuamente. Produtos são planejados, fabricados, testados, comercializados e, muitas vezes, recolhidos do mercado para correções. Assim deve ser todo profissional: viver em constante renovação, num movimento cíclico.
Exige ética: nesse processo, deve ser feita uma análise, principalmente sob o ponto de vista ético que envolve a imagem pessoal. O limite entre a divulgação de reais competências e de características irreais atribuídas a si deve ser observado com muita sinceridade.
Exige coragem: o medo de errar e de não corresponder às próprias expectativas e às expectativas dos outros pode interferir na possibilidade de transformar sonhos em realidades.
Em suma, imagem pessoal é certamente marketing de si. Porém, nessa estratégia de destaque profissional, não há espaço para inverdades. Não existe separação entre ser e parecer. Existe um abismo entre parecer (imagem) e visibilidade (ser visto, ouvido ou sentido). Construir uma imagem é resultado de uma sequência de ações. Ser visto, ouvido e percebido é outra. No mercado de trabalho atual, imagem, visibilidade e, principalmente, credibilidade são determinantes.
Assim, a elaboração de ações estratégicas e a prática de atitudes e comportamentos adequados conduzirão a trajetória pessoal e profissional para o sucesso, por meio de qualidades e habilidades do indivíduo, inatas ou adquiridas, que, aperfeiçoadas, promoverão comportamentos favoráveis, os quais levarão ao aspirado destaque profissional.
* Graduada em Design de Moda e pós Graduada em Marketing e Comunicação.
Considere a expressão em destaque no período reproduzido a seguir.
“O limite entre a divulgação de reais competências e de características irreais atribuídas a si deve ser observado com muita sinceridade.”
Em relação às regras de concordância verbal e nominal aplicadas nessa expressão, é correto afirmar que
I - A Notificação de Receita não será exigida no âmbito hospitalar, porém a dispensação será feita mediante apresentação de receita ou outro documento equivalente.
II - São proibidos a prescrição e o aviamento de fórmulas contendo associação medicamentosa das substâncias anorexígenas constantes das listas da Portaria nº 344/98, quando associadas entre si ou com diuréticos.
III - A quantidade de Talidomida por prescrição, em cada Notificação de Receita, não poderá ser superior à quantidade necessária para o tratamento de 30 dias, e sua Notificação de Receita terá validade de 15 dias, contados a partir da emissão.
IV - A Notificação de Receita “B”, de cor azul, terá validade por um período de 30 dias contados a partir de sua emissão, sendo válida em todo território nacional.
Das afirmativas, estão corretas