Foram encontradas 10.488 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q1379857 Português

O texto abaixo servirá de base para a questão desta prova.


Astrônomos desconfiam que topamos com civilização alienígena superavançada

Por Fábio Marton

    Há algo estranho no céu da Via Láctea. Astrônomos em colaboração com o Instituto SETI da Universidade de Berkley (EUA) anunciaram que pretendem apontar radiotelescópios para uma estrela na qual, suspeitam, pode existir uma civilização superavançada.
    A estrela atende pelo indigesto nome de KIC 8462852 e vem sendo observada pelo telescópio espacial Kepler desde 2009, em busca de planetas. Um grupo de colaboradores pela internet – o Kepler traz tanta informação que os cientistas precisam de uma mãozinha de amadores – descobriu algo muito esquisito ali.
  Caçar planetas não é exatamente como as pessoas imaginam. Como a tecnologia ainda não permite observá-los diretamente, isso é feito por pequenas oscilações na luz das estrelas, que acontecem quando um planeta passa em frente a elas. Os colaboradores observaram duas pequenas oscilações em 2009, seguidas por uma grande em 2011, que durou quase uma semana, e uma série de várias que diminuíram a luz da estrela de forma significativa em 2013.
   Planetas não funcionam assim. Eles geralmente alteram a luz por um período de poucas horas. E essas oscilações se repetem, com as mesmas características – porque, afinal, eles estão em órbita, indo e voltando o tempo todo. O que pode ser então? 
Explicações mundanas

   Vamos deixar um grande negrito no "desconfiam" do título. A astrônoma Tabetha Boyajian, da Universidade de Yale, publicou um estudo anteontem, oferecendo várias explicações mundanas para o que aconteceu. A mais provável, segundo ela, é que um grupo de cometas passou pela estrela e foi desintegrado por sua gravidade, levando aos diversos pontos de 2013.

   Mas há a teoria divertida: nos anos 60, o matemático Freeman Dyson escreveu que uma civilização alienígena suficientemente avançada precisaria de tanta energia que desenvolveria a tecnologia para cercar uma estrela inteira com coletores solares. Essa megaconstrução hipotética passou a ser chamada de Esfera de Dyson.

    E essa é a pulga atrás da orelha dos astrônomos. "Aliens deviam ser sempre a última hipótese que você considera, mas isso pareceu algo que você esperaria que uma civilização alienígena construísse", afirmou Jason Wright, da Penn State University, que está capitaneando o projeto para observar mais de perto a estrela. Assim como Boyajian – ela não arriscou sua carreira mencionando essa possibilidade em seu estudo, mas está dentro nessa de procurar alienígenas. A proposta deles é apontar o Green Bank Telescope – o maior radiotelescópio do mundo – para a estrela. Se os resultados parecerem promissores, então seria a vez de usar o Very Large Array, um complexo com 27 radiotelescópios. Se o projeto for adiante, as observações devem começar em janeiro. 

A relatividade é uma estraga-prazeres

   Tá certo, a proposta parece, com o perdão do trocadilho, de outro mundo (e já prevejo o inevitável "por que não gastam esse dinheiro com câncer?" nos comentários). Mas vamos  viajar um pouco com ela. KIC 8462852 fica a 1480 anos-luz de distância. O que quer dizer, pela Teoria da Relatividade, que a luz levou 1480 anos para chegar aqui. Assim, estamos vendo como eram as coisas lá há (o que mais?) 1480 anos. Se realmente são alienígenas, o que observamos é seu passado distante. Nada garante que não tenham se aniquilado numa incrível guerra galáctica ou invasão zumbi desde então.

   Do lado deles, se olhassem para nós, nos veriam na baixa Idade Média, logo após o fim do Império Romano. Não pegaria rádio nenhum. Se, mesmo assim, conseguissem nos detectar, não quer dizer que seria viável voar até aqui – porque a viagem levaria, novamente pela relatividade, mais de 1480 anos, tirando por wormholes e outras possibilidades altamente especulativas.

  Então não, não é hora de sair pesquisando por "Conspiração em Roswell" no Google.

Disponível em: <http://super.abril.com.br/ciencia/astronomos-desconfiam-que-topamos-com-civilizacao-alienigenasuperavancada>. Acessado em 7 de jan. de 2016. [Adaptado]

GLOSSÁRIO

Wormholes: atalhos [em tradução livre].

As questão refere-se ao trecho a seguir.

Mas há a teoria divertida: nos anos 60, o matemático Freeman Dyson escreveu que uma civilização alienígena suficientemente avançada precisaria de tanta energia que desenvolveria a tecnologia para cercar uma estrela inteira com coletores solares. Essa megaconstrução hipotética passou a ser chamada de Esfera de Dyson.


A primeira palavra destacada no trecho funciona como

Alternativas
Q1379851 Português

O texto abaixo servirá de base para a questão desta prova.


Astrônomos desconfiam que topamos com civilização alienígena superavançada

Por Fábio Marton

    Há algo estranho no céu da Via Láctea. Astrônomos em colaboração com o Instituto SETI da Universidade de Berkley (EUA) anunciaram que pretendem apontar radiotelescópios para uma estrela na qual, suspeitam, pode existir uma civilização superavançada.
    A estrela atende pelo indigesto nome de KIC 8462852 e vem sendo observada pelo telescópio espacial Kepler desde 2009, em busca de planetas. Um grupo de colaboradores pela internet – o Kepler traz tanta informação que os cientistas precisam de uma mãozinha de amadores – descobriu algo muito esquisito ali.
  Caçar planetas não é exatamente como as pessoas imaginam. Como a tecnologia ainda não permite observá-los diretamente, isso é feito por pequenas oscilações na luz das estrelas, que acontecem quando um planeta passa em frente a elas. Os colaboradores observaram duas pequenas oscilações em 2009, seguidas por uma grande em 2011, que durou quase uma semana, e uma série de várias que diminuíram a luz da estrela de forma significativa em 2013.
   Planetas não funcionam assim. Eles geralmente alteram a luz por um período de poucas horas. E essas oscilações se repetem, com as mesmas características – porque, afinal, eles estão em órbita, indo e voltando o tempo todo. O que pode ser então? 
Explicações mundanas

   Vamos deixar um grande negrito no "desconfiam" do título. A astrônoma Tabetha Boyajian, da Universidade de Yale, publicou um estudo anteontem, oferecendo várias explicações mundanas para o que aconteceu. A mais provável, segundo ela, é que um grupo de cometas passou pela estrela e foi desintegrado por sua gravidade, levando aos diversos pontos de 2013.

   Mas há a teoria divertida: nos anos 60, o matemático Freeman Dyson escreveu que uma civilização alienígena suficientemente avançada precisaria de tanta energia que desenvolveria a tecnologia para cercar uma estrela inteira com coletores solares. Essa megaconstrução hipotética passou a ser chamada de Esfera de Dyson.

    E essa é a pulga atrás da orelha dos astrônomos. "Aliens deviam ser sempre a última hipótese que você considera, mas isso pareceu algo que você esperaria que uma civilização alienígena construísse", afirmou Jason Wright, da Penn State University, que está capitaneando o projeto para observar mais de perto a estrela. Assim como Boyajian – ela não arriscou sua carreira mencionando essa possibilidade em seu estudo, mas está dentro nessa de procurar alienígenas. A proposta deles é apontar o Green Bank Telescope – o maior radiotelescópio do mundo – para a estrela. Se os resultados parecerem promissores, então seria a vez de usar o Very Large Array, um complexo com 27 radiotelescópios. Se o projeto for adiante, as observações devem começar em janeiro. 

A relatividade é uma estraga-prazeres

   Tá certo, a proposta parece, com o perdão do trocadilho, de outro mundo (e já prevejo o inevitável "por que não gastam esse dinheiro com câncer?" nos comentários). Mas vamos  viajar um pouco com ela. KIC 8462852 fica a 1480 anos-luz de distância. O que quer dizer, pela Teoria da Relatividade, que a luz levou 1480 anos para chegar aqui. Assim, estamos vendo como eram as coisas lá há (o que mais?) 1480 anos. Se realmente são alienígenas, o que observamos é seu passado distante. Nada garante que não tenham se aniquilado numa incrível guerra galáctica ou invasão zumbi desde então.

   Do lado deles, se olhassem para nós, nos veriam na baixa Idade Média, logo após o fim do Império Romano. Não pegaria rádio nenhum. Se, mesmo assim, conseguissem nos detectar, não quer dizer que seria viável voar até aqui – porque a viagem levaria, novamente pela relatividade, mais de 1480 anos, tirando por wormholes e outras possibilidades altamente especulativas.

  Então não, não é hora de sair pesquisando por "Conspiração em Roswell" no Google.

Disponível em: <http://super.abril.com.br/ciencia/astronomos-desconfiam-que-topamos-com-civilizacao-alienigenasuperavancada>. Acessado em 7 de jan. de 2016. [Adaptado]

GLOSSÁRIO

Wormholes: atalhos [em tradução livre].

Considere as seguintes afirmativas acerca da paragrafação e da progressão temática do texto:


I O 1º parágrafo introduz o tema sem sinalizar a ideia central a ser desenvolvida no texto.

II A ideia central do terceiro parágrafo é apresentada já em seu primeiro período.

III A presença de subtítulos entre os parágrafos prejudica a progressão temática do texto.

IV O 4º parágrafo é determinante para a progressão das ideias discutidas no texto.


Das afirmativas, estão corretas

Alternativas
Q1378630 Medicina
Mulher de 35 anos trabalha como vendedora em loja de roupas e refere que tem sentido tontura quase sempre que olha para cima, para alcançar os armários mais altos da loja, relatando “como se a cabeça girasse e voltasse para o lugar” em um tempo inferior a 1 minuto. Diante desse relato e da ausência de comorbidades da paciente, a conduta mai s adequada é
Alternativas
Q1378629 Medicina
Homem de 28 anos comparece preocupado à UBS, com queixa de cefaleia iniciada desde que assumiu o novo emprego como vendedor em loja de carros . O quadro piora com estresse emocional e melhora com analgésicos comuns e repouso. Deseja fazer exames, pois, além de precisar fazer exames admissionais, tem um amigo também jovem que descobriu estar com um aneurisma cerebral visualizado em TC de crânio, em exames de rotina anual. Refere que essa dor acontece mais frequentemente em região occipital, às vezes, irradiando para a região temporal bilateral. Nega sintomas neurológicos focais ou traumas recentes. Diante do quadro, o diagnóstico mais provável é
Alternativas
Q1378628 Medicina

O caso clínico abaixo serve de referência para responder à questão.


Mulher, 42 anos, portadora de hipertensão descompensada, tabagista, comparece à consulta com desejo de parar de fumar. Durante a entrevista clínica, refere que já tentou parar de fumar e não conseguiu. Fuma, a partir de 5 minutos após acordar, 20 cigarros por dia, inclusive em locais proibidos e mesmo quando doente. O cigarro do dia que lhe traz maior satisfação é o que fuma após o almoço, e é à tarde que fuma a maior quantidade de cigarros. Apresenta um eletrocardiograma com evidência de alteração de repolarização ventricular. 

De acordo com as características da paciente, a terapêutica mais indicada é
Alternativas
Q1378627 Medicina

O caso clínico abaixo serve de referência para responder à questão.


Mulher, 42 anos, portadora de hipertensão descompensada, tabagista, comparece à consulta com desejo de parar de fumar. Durante a entrevista clínica, refere que já tentou parar de fumar e não conseguiu. Fuma, a partir de 5 minutos após acordar, 20 cigarros por dia, inclusive em locais proibidos e mesmo quando doente. O cigarro do dia que lhe traz maior satisfação é o que fuma após o almoço, e é à tarde que fuma a maior quantidade de cigarros. Apresenta um eletrocardiograma com evidência de alteração de repolarização ventricular. 

De acordo com as informações fornecidas, a pontuação no teste de Fagerstrom é
Alternativas
Q1378626 Psiquiatria
Para o tratamento de transtornos ansiosos, os Inibidores Seletivos da Recaptação de Serotonina (ISRS) são considerados como terapêutica de primeira linha. Para um paciente que deseja, por meio de uma única medicação, tratar a ansiedade, aumentar o apetite e melhorar o sono, a droga de escolha é
Alternativas
Q1378625 Medicina

Para responder à questão, considere a assertiva abaixo. 


A maioria das pessoas com diabetes melitos (DM) permanece assintomática por um longo período e, com certa frequência, a suspeita surge pela presença de uma complicação tardia da doença. Estima-se que 50% dos casos de diabetes não são diagnosticados. 

Para o acompanhamento de complicações do DM, é necessário realizar, para todos os portadores desse agravo,
Alternativas
Q1378624 Medicina

Para responder à questão, considere a assertiva abaixo. 


A maioria das pessoas com diabetes melitos (DM) permanece assintomática por um longo período e, com certa frequência, a suspeita surge pela presença de uma complicação tardia da doença. Estima-se que 50% dos casos de diabetes não são diagnosticados. 

Diante do subdiagnóstico de DM, a American Diabetes Association recomenda a busca ativa do diagnóstico por meio da solicitação de
Alternativas
Q1378623 Medicina

O caso clínico abaixo servirá de base para responder à questão. 


Emanuel, 65 anos, motorista, procura seu médico de família e comunidade para realizar exames de rotina. Não vai ao médico com frequência, mas estava preocupado, pois um colega de trabalho havia “sofrido um infarto” recentemente. Emanuel foi orientado a procurar UBS pela Agente Comunitária de Saúde (ACS). Em consulta médica, relata que nunca havia verificado seus índices pressóricos; trabalhava como motorista de carreta, tendo horários irregulares; fazia uso excessivo de café, não praticava atividade física, sua alimentação era rica em carne vermelha e frituras. Parou de fumar há 5 anos, faz uso diário de duas latas de cerveja e, nos fins de semana, “tomava umas cachacinhas”. Nega cefaleia, tontura, precordialgia ou outros sintomas. Nega doenças prévias. O pai faleceu aos 60 anos por causa desconhecida; a mãe “teve derrame” com 70 anos de idade e é portadora de hipertensão arterial sistêmica (HAS) e diabetes melitos (DM).

O médico obtém os seguintes dados ao exame físico: peso: 110 kg; estatura: 1,70 m; circunferência abdominal: 103 cm; PA: 150/90. ACV: bulhas normorrítmicas, normofonéticas em 2 tempos, sem sopros. Frequência cardíaca: 98 bpm. Sem outras alterações ao exame físico. Os últimos exames laboratoriais são de 2013, quando foi admitido na empresa em que trabalha hoje, e relata não apresentarem anormalidades.

O médico resolve solicitar medidas de PA durante 2 semanas, exames laboratoriais e eletrocardiograma (ECG) para melhor avaliação do paciente. Emanuel retorna para consulta 2 semanas depois, apresentando controle pressórico (PA média 120/80 mmHg) e com os seguintes resultados de exames: CT 220 mg/dL, HDL 50 mg/dL, triglicérides 150 mg/dL, glicemia de jejum 82 mg/dL, creatinina 0,7, EAS sem alterações, ECG normal.

Nesse caso, considerando a Avaliação Multidimensional do Idoso e a importância da avaliação do humor como fator que pode agravar esse quadro no idoso, pode-se avaliar o humor, inicialmente, questionando o paciente se no último mês
Alternativas
Q1378622 Medicina

O caso clínico abaixo servirá de base para responder à questão. 


Emanuel, 65 anos, motorista, procura seu médico de família e comunidade para realizar exames de rotina. Não vai ao médico com frequência, mas estava preocupado, pois um colega de trabalho havia “sofrido um infarto” recentemente. Emanuel foi orientado a procurar UBS pela Agente Comunitária de Saúde (ACS). Em consulta médica, relata que nunca havia verificado seus índices pressóricos; trabalhava como motorista de carreta, tendo horários irregulares; fazia uso excessivo de café, não praticava atividade física, sua alimentação era rica em carne vermelha e frituras. Parou de fumar há 5 anos, faz uso diário de duas latas de cerveja e, nos fins de semana, “tomava umas cachacinhas”. Nega cefaleia, tontura, precordialgia ou outros sintomas. Nega doenças prévias. O pai faleceu aos 60 anos por causa desconhecida; a mãe “teve derrame” com 70 anos de idade e é portadora de hipertensão arterial sistêmica (HAS) e diabetes melitos (DM).

O médico obtém os seguintes dados ao exame físico: peso: 110 kg; estatura: 1,70 m; circunferência abdominal: 103 cm; PA: 150/90. ACV: bulhas normorrítmicas, normofonéticas em 2 tempos, sem sopros. Frequência cardíaca: 98 bpm. Sem outras alterações ao exame físico. Os últimos exames laboratoriais são de 2013, quando foi admitido na empresa em que trabalha hoje, e relata não apresentarem anormalidades.

O médico resolve solicitar medidas de PA durante 2 semanas, exames laboratoriais e eletrocardiograma (ECG) para melhor avaliação do paciente. Emanuel retorna para consulta 2 semanas depois, apresentando controle pressórico (PA média 120/80 mmHg) e com os seguintes resultados de exames: CT 220 mg/dL, HDL 50 mg/dL, triglicérides 150 mg/dL, glicemia de jejum 82 mg/dL, creatinina 0,7, EAS sem alterações, ECG normal.

Sobre os rastreamentos adequados para esse paciente, a conduta requer:
Alternativas
Q1378621 Medicina

O caso clínico abaixo servirá de base para responder à questão. 


Emanuel, 65 anos, motorista, procura seu médico de família e comunidade para realizar exames de rotina. Não vai ao médico com frequência, mas estava preocupado, pois um colega de trabalho havia “sofrido um infarto” recentemente. Emanuel foi orientado a procurar UBS pela Agente Comunitária de Saúde (ACS). Em consulta médica, relata que nunca havia verificado seus índices pressóricos; trabalhava como motorista de carreta, tendo horários irregulares; fazia uso excessivo de café, não praticava atividade física, sua alimentação era rica em carne vermelha e frituras. Parou de fumar há 5 anos, faz uso diário de duas latas de cerveja e, nos fins de semana, “tomava umas cachacinhas”. Nega cefaleia, tontura, precordialgia ou outros sintomas. Nega doenças prévias. O pai faleceu aos 60 anos por causa desconhecida; a mãe “teve derrame” com 70 anos de idade e é portadora de hipertensão arterial sistêmica (HAS) e diabetes melitos (DM).

O médico obtém os seguintes dados ao exame físico: peso: 110 kg; estatura: 1,70 m; circunferência abdominal: 103 cm; PA: 150/90. ACV: bulhas normorrítmicas, normofonéticas em 2 tempos, sem sopros. Frequência cardíaca: 98 bpm. Sem outras alterações ao exame físico. Os últimos exames laboratoriais são de 2013, quando foi admitido na empresa em que trabalha hoje, e relata não apresentarem anormalidades.

O médico resolve solicitar medidas de PA durante 2 semanas, exames laboratoriais e eletrocardiograma (ECG) para melhor avaliação do paciente. Emanuel retorna para consulta 2 semanas depois, apresentando controle pressórico (PA média 120/80 mmHg) e com os seguintes resultados de exames: CT 220 mg/dL, HDL 50 mg/dL, triglicérides 150 mg/dL, glicemia de jejum 82 mg/dL, creatinina 0,7, EAS sem alterações, ECG normal.

Para o controle da dislipidemia nesse caso, considerando o risco cardiovascular global de Emanuel igual a 12,2% de possibilidade de um evento cardiovascular em 10 anos, é adequado
Alternativas
Q1378620 Medicina

O caso clínico abaixo servirá de base para responder à questão. 


Emanuel, 65 anos, motorista, procura seu médico de família e comunidade para realizar exames de rotina. Não vai ao médico com frequência, mas estava preocupado, pois um colega de trabalho havia “sofrido um infarto” recentemente. Emanuel foi orientado a procurar UBS pela Agente Comunitária de Saúde (ACS). Em consulta médica, relata que nunca havia verificado seus índices pressóricos; trabalhava como motorista de carreta, tendo horários irregulares; fazia uso excessivo de café, não praticava atividade física, sua alimentação era rica em carne vermelha e frituras. Parou de fumar há 5 anos, faz uso diário de duas latas de cerveja e, nos fins de semana, “tomava umas cachacinhas”. Nega cefaleia, tontura, precordialgia ou outros sintomas. Nega doenças prévias. O pai faleceu aos 60 anos por causa desconhecida; a mãe “teve derrame” com 70 anos de idade e é portadora de hipertensão arterial sistêmica (HAS) e diabetes melitos (DM).

O médico obtém os seguintes dados ao exame físico: peso: 110 kg; estatura: 1,70 m; circunferência abdominal: 103 cm; PA: 150/90. ACV: bulhas normorrítmicas, normofonéticas em 2 tempos, sem sopros. Frequência cardíaca: 98 bpm. Sem outras alterações ao exame físico. Os últimos exames laboratoriais são de 2013, quando foi admitido na empresa em que trabalha hoje, e relata não apresentarem anormalidades.

O médico resolve solicitar medidas de PA durante 2 semanas, exames laboratoriais e eletrocardiograma (ECG) para melhor avaliação do paciente. Emanuel retorna para consulta 2 semanas depois, apresentando controle pressórico (PA média 120/80 mmHg) e com os seguintes resultados de exames: CT 220 mg/dL, HDL 50 mg/dL, triglicérides 150 mg/dL, glicemia de jejum 82 mg/dL, creatinina 0,7, EAS sem alterações, ECG normal.

Sobre a suspeita diagnóstica de HAS para Emanuel, pode-se considerar que ele
Alternativas
Q1378619 Medicina

O caso clínico abaixo servirá de base para responder à questão. 


Emanuel, 65 anos, motorista, procura seu médico de família e comunidade para realizar exames de rotina. Não vai ao médico com frequência, mas estava preocupado, pois um colega de trabalho havia “sofrido um infarto” recentemente. Emanuel foi orientado a procurar UBS pela Agente Comunitária de Saúde (ACS). Em consulta médica, relata que nunca havia verificado seus índices pressóricos; trabalhava como motorista de carreta, tendo horários irregulares; fazia uso excessivo de café, não praticava atividade física, sua alimentação era rica em carne vermelha e frituras. Parou de fumar há 5 anos, faz uso diário de duas latas de cerveja e, nos fins de semana, “tomava umas cachacinhas”. Nega cefaleia, tontura, precordialgia ou outros sintomas. Nega doenças prévias. O pai faleceu aos 60 anos por causa desconhecida; a mãe “teve derrame” com 70 anos de idade e é portadora de hipertensão arterial sistêmica (HAS) e diabetes melitos (DM).

O médico obtém os seguintes dados ao exame físico: peso: 110 kg; estatura: 1,70 m; circunferência abdominal: 103 cm; PA: 150/90. ACV: bulhas normorrítmicas, normofonéticas em 2 tempos, sem sopros. Frequência cardíaca: 98 bpm. Sem outras alterações ao exame físico. Os últimos exames laboratoriais são de 2013, quando foi admitido na empresa em que trabalha hoje, e relata não apresentarem anormalidades.

O médico resolve solicitar medidas de PA durante 2 semanas, exames laboratoriais e eletrocardiograma (ECG) para melhor avaliação do paciente. Emanuel retorna para consulta 2 semanas depois, apresentando controle pressórico (PA média 120/80 mmHg) e com os seguintes resultados de exames: CT 220 mg/dL, HDL 50 mg/dL, triglicérides 150 mg/dL, glicemia de jejum 82 mg/dL, creatinina 0,7, EAS sem alterações, ECG normal.

Sendo o resultado do IMC de Emanuel igual a 38,06 kg/m2 , o diagnóstico e a conduta, nesse momento, seriam, respectivamente:
Alternativas
Q1378618 Medicina
Homem, 42 anos, sem comorbidades, comparece à UBS com queixa de mialgia intensa e difusa, cefaleia retrorbital há cerca de 3 dias, com surgimento de febre há 1 dia. Ao exame físico, apresenta bom estado geral, sem alterações em sinais vitais, ausculta cardíaca e pulmonar sem anormalidades, teste do laço negativo. Afirma que existem casos semelhantes na vizinhança. Diante do quadro sugestivo de dengue, a classificação de risco e o manejo adequado, nesse caso, são:
Alternativas
Q1378617 Medicina

O caso clínico abaixo serve de referência para responder à questão.


Homem, 30 anos de idade, solteiro, com quadro de febre vespertina, sudorese noturna e tosse há 2 meses, traz exames de TRM positivo para tuberculose (TB), Teste Elisa e Western Blot positivo para HIV e contagem de LT-CD4+ 250 cels/mm³. 

De acordo com o Manual de Recomendações para o Controle da Tuberculose no Brasil, de 2019, do Ministério da Saúde, o seguimento para o usuário após início do tratamento para tuberculose envolve
Alternativas
Q1378616 Medicina

O caso clínico abaixo serve de referência para responder à questão.


Homem, 30 anos de idade, solteiro, com quadro de febre vespertina, sudorese noturna e tosse há 2 meses, traz exames de TRM positivo para tuberculose (TB), Teste Elisa e Western Blot positivo para HIV e contagem de LT-CD4+ 250 cels/mm³. 

De acordo com o Manual de Recomendações para o Controle da Tuberculose no Brasil, de 2019, do Ministério da Saúde, a conduta para o tratamento desse paciente é
Alternativas
Q1378615 Medicina
Mulher, 26 anos de idade, nulípara, comparece para avaliação médica referindo desejo de engravidar de parceiro soropositivo para HIV. Na consulta, deseja saber a melhor estratégia a ser usada para minimizar o risco de transmissão no período pré-concepcional. Nesse caso, uma das condutas a ser adotada pelo médico é
Alternativas
Q1378614 Medicina
Homem, 32 anos de idade, portador de sífilis latente recente, realizou tratamento com Penicilina benzatina, 2,4 milhões UI, intramuscular, dose única (1,2 milhão UI em cada glúteo). Apresentava VDRL pré-tratamento 1:32. Três meses após término do tratamento, retorna apresentando VDRL 1:8. Nesse caso, a conduta mais adequada é
Alternativas
Q1378613 Medicina
Na prática clínica, existem quatro domínios da prevenção aos quais se associam intervenções médicas. A ação do médico corretamente relacionada ao nível de prevenção é
Alternativas
Respostas
4981: D
4982: C
4983: B
4984: A
4985: C
4986: C
4987: D
4988: C
4989: B
4990: B
4991: C
4992: A
4993: A
4994: D
4995: B
4996: D
4997: D
4998: B
4999: C
5000: C