Questões de Concurso Para cetap

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Q3419139 Nutrição
Os lactentes apresentam comportamentos de saciedade associados à sua idade (semanas), por exemplo:
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Q3419138 Saúde Pública
A Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Criança (PNAISC), abrange os cuidados com a criança, com especial atenção à primeira infância e às populações de maior vulnerabilidade, visando à redução da morbimortalidade e um ambiente facilitador, com condições dignas de existência e pleno desenvolvimento. De acordo com a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Criança (PNAISC), é correto afirmar que a política:
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Q3419137 Nutrição
As taxas de maturidade sexual ou estágios de Tanner são amplamente utilizadas para avaliar o crescimento e desenvolvimento na adolescência. Meninos no estágio 3, apresentam:
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Q3419136 Nutrição
O IMC é a sigla para "Índice de Massa Corpórea". Ele foi criado no século 19 pelo matemático Lambert Quételet, é considerado um cálculo simples que permite identificar obesidade ou desnutrição em crianças, adolescentes, adultos e idosos. Assinale a alternativa abaixo que apresenta, para um adulto de 20 a 59 anos, um IMC classificado como eutrófico: 
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Q3419135 Nutrição
 O aleitamento materno exclusivo é fundamental para saúde do bebê e apresenta algumas vantagens, dentre elas, pode-se destacar que:
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Q3419134 Nutrição
Os eletrólitos estão distribuídos nos compartimentos intracelular e extracelular e são essenciais para os processos metabólicos fundamentais à vida. Os íons de sódio, cloro e potássio são distribuídos amplamente no organismo.

Assinale, a seguir, a alternativa correta em relação à(s) principal(ais) função(ões) dos três íons.
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Q3419133 Nutrição
O escorbuto é uma hipovitaminose que cursa com a presença de manifestações clínicas, como lassidão, anorexia, tonteiras, fadiga, sinais hemorrágicos - incluindo sangramento gengival, petéquias e equimoses. É uma doença que era muito frequente nos marinheiros que passavam um grande período de tempo no mar, sem uma alimentação adequada. O escorbuto é causado principalmente pela deficiência de:
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Q3419132 Nutrição
A Síndrome Metabólica descreve um conjunto de fatores de risco que faz aumentar as chances de desenvolver doenças cardiovasculares, derrames e diabetes. Em relação aos critérios de classificação da síndrome metabólica, adotados pela Sociedade Brasileira de Pediatria, em crianças e adolescentes entre 10 e 16 anos, assinale a alternativa correta.
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Q3419111 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O DIREITO DE NÃO AMAR


Se o homem destrói aquilo que mais ama como afirmava Oscar Wilde, a vontade de destruição se aguça demais quando aquilo está amando um outro. O egoísmo, sem dúvida o traço mais poderoso de qualquer sexo, transborda então intenso e borbulhante como água em pia entupida, artérias e canos congestionados na explosão aguda: "nem comigo nem com ninguém!" Deste raciocínio para o tiro, veneno ou faca, vai um fio.


A segunda porta foi a que escolheu aquele meu colega de Academia quando descobriu que a pior das vinganças é não matar mas deixar o objeto amado viver, viver à vontade, "pois que ela viva!" − decidiu ele na sua fúria vingativa.


Amou-a perdidamente. Acho que nunca vi ninguém amar tanto assim, talvez com a mesma intensidade com que amava o primo, disse isso mesmo numa hora de impaciência, estou apaixonada por outro, quer ter a bondade de desaparecer da minha frente? Mas o meu colega (vinte anos?) acreditava na luta e como ele lutou, meu Deus, como ele lutou! Tentou conquista-la com presentes, era rico. Depois, com intermináveis poemas de amor, era poeta. Na fase final, no auge da cólera − era violento − começou com as ameaças. Ela guardou os presentes, rasgou os poemas, fez a queixa a um tio que era delegado da seção de homicídios e foi cair nos braços do primo sem o recurso das rimas e dos diamantes mas que conseguia fazê-la palpitar mais branca e perfumada do que a açucena do campo.


Meu colega dava murros nas paredes, nos móveis. Puxava os cabelos, "ela não tem o direito de me fazer isso!". Com a débil voz da razão, tentei dizer-lhe que ela bem que tinha esse direito de amar ou não amar, vê se entende essa coisa tão simples! Mas ele era só ilogicidade e desordem: "Vou lá, dou-lhe um tiro no peito e me mato em seguida!" - jurou. Mas a tantos repetiu esse juramento que fiquei mais tranquilizada, com a presença de que a energia canalizada para o ato acabaria se exaurindo nas palavras.


O que aconteceu. Uma noite me procurou todo penteado, todo contido, com um sorrisinho no canto da boca, sorriso meio sinistro, mas lúcido: "Achei uma solução melhor", foi logo dizendo. "Vou ficar quieto, que se case com esse tipo, ótimo que se casem depressa porque é nesse casamento que está minha vingança. No casamento e no tempo. Se nenhum casamento dá certo, por que o deles vai dar? Vai ser infeliz à beça! Pobre, com um filho debiloide, já andei investigando tudo, ele tem retardados na família, ih! O quando ela vai se arrepender, por que não me casei com o outro? Vai ficar gorda, tem propensão para engordar e eu estarei jovem e lépido porque sou esportista e rico, vou me conservar, mas ela, velha, obesa, ô delícia!".


Há ainda uma terceira porta, saída de emergência para os desiludidos do amor, não, nada de matar o objeto da paixão ou esperar com o pensamento negro de ódio que ela vire uma megera jogando moscas na sopa do marido hemiplégico, mas renunciar. Simplesmente renunciar com o coração limpo de mágoa ou rancor, tão limpo que em meio do maior abandono (difícil, hem!) ainda tenha forças para se voltar na direção da amada como um girassol na despedida do crepúsculo. E desejar que ao menos ela seja feliz.


(Lygia Fagundes Telles)
"Se nenhum casamento dá certo, por que o deles vai dar? Vai ser infeliz à beça!". É inadequado afirmar sobre o fragmento:
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Q3419110 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O DIREITO DE NÃO AMAR


Se o homem destrói aquilo que mais ama como afirmava Oscar Wilde, a vontade de destruição se aguça demais quando aquilo está amando um outro. O egoísmo, sem dúvida o traço mais poderoso de qualquer sexo, transborda então intenso e borbulhante como água em pia entupida, artérias e canos congestionados na explosão aguda: "nem comigo nem com ninguém!" Deste raciocínio para o tiro, veneno ou faca, vai um fio.


A segunda porta foi a que escolheu aquele meu colega de Academia quando descobriu que a pior das vinganças é não matar mas deixar o objeto amado viver, viver à vontade, "pois que ela viva!" − decidiu ele na sua fúria vingativa.


Amou-a perdidamente. Acho que nunca vi ninguém amar tanto assim, talvez com a mesma intensidade com que amava o primo, disse isso mesmo numa hora de impaciência, estou apaixonada por outro, quer ter a bondade de desaparecer da minha frente? Mas o meu colega (vinte anos?) acreditava na luta e como ele lutou, meu Deus, como ele lutou! Tentou conquista-la com presentes, era rico. Depois, com intermináveis poemas de amor, era poeta. Na fase final, no auge da cólera − era violento − começou com as ameaças. Ela guardou os presentes, rasgou os poemas, fez a queixa a um tio que era delegado da seção de homicídios e foi cair nos braços do primo sem o recurso das rimas e dos diamantes mas que conseguia fazê-la palpitar mais branca e perfumada do que a açucena do campo.


Meu colega dava murros nas paredes, nos móveis. Puxava os cabelos, "ela não tem o direito de me fazer isso!". Com a débil voz da razão, tentei dizer-lhe que ela bem que tinha esse direito de amar ou não amar, vê se entende essa coisa tão simples! Mas ele era só ilogicidade e desordem: "Vou lá, dou-lhe um tiro no peito e me mato em seguida!" - jurou. Mas a tantos repetiu esse juramento que fiquei mais tranquilizada, com a presença de que a energia canalizada para o ato acabaria se exaurindo nas palavras.


O que aconteceu. Uma noite me procurou todo penteado, todo contido, com um sorrisinho no canto da boca, sorriso meio sinistro, mas lúcido: "Achei uma solução melhor", foi logo dizendo. "Vou ficar quieto, que se case com esse tipo, ótimo que se casem depressa porque é nesse casamento que está minha vingança. No casamento e no tempo. Se nenhum casamento dá certo, por que o deles vai dar? Vai ser infeliz à beça! Pobre, com um filho debiloide, já andei investigando tudo, ele tem retardados na família, ih! O quando ela vai se arrepender, por que não me casei com o outro? Vai ficar gorda, tem propensão para engordar e eu estarei jovem e lépido porque sou esportista e rico, vou me conservar, mas ela, velha, obesa, ô delícia!".


Há ainda uma terceira porta, saída de emergência para os desiludidos do amor, não, nada de matar o objeto da paixão ou esperar com o pensamento negro de ódio que ela vire uma megera jogando moscas na sopa do marido hemiplégico, mas renunciar. Simplesmente renunciar com o coração limpo de mágoa ou rancor, tão limpo que em meio do maior abandono (difícil, hem!) ainda tenha forças para se voltar na direção da amada como um girassol na despedida do crepúsculo. E desejar que ao menos ela seja feliz.


(Lygia Fagundes Telles)
No 5º parágrafo, o adjetivo "lépido" não tem o mesmo significado de:
Alternativas
Q3419108 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O DIREITO DE NÃO AMAR


Se o homem destrói aquilo que mais ama como afirmava Oscar Wilde, a vontade de destruição se aguça demais quando aquilo está amando um outro. O egoísmo, sem dúvida o traço mais poderoso de qualquer sexo, transborda então intenso e borbulhante como água em pia entupida, artérias e canos congestionados na explosão aguda: "nem comigo nem com ninguém!" Deste raciocínio para o tiro, veneno ou faca, vai um fio.


A segunda porta foi a que escolheu aquele meu colega de Academia quando descobriu que a pior das vinganças é não matar mas deixar o objeto amado viver, viver à vontade, "pois que ela viva!" − decidiu ele na sua fúria vingativa.


Amou-a perdidamente. Acho que nunca vi ninguém amar tanto assim, talvez com a mesma intensidade com que amava o primo, disse isso mesmo numa hora de impaciência, estou apaixonada por outro, quer ter a bondade de desaparecer da minha frente? Mas o meu colega (vinte anos?) acreditava na luta e como ele lutou, meu Deus, como ele lutou! Tentou conquista-la com presentes, era rico. Depois, com intermináveis poemas de amor, era poeta. Na fase final, no auge da cólera − era violento − começou com as ameaças. Ela guardou os presentes, rasgou os poemas, fez a queixa a um tio que era delegado da seção de homicídios e foi cair nos braços do primo sem o recurso das rimas e dos diamantes mas que conseguia fazê-la palpitar mais branca e perfumada do que a açucena do campo.


Meu colega dava murros nas paredes, nos móveis. Puxava os cabelos, "ela não tem o direito de me fazer isso!". Com a débil voz da razão, tentei dizer-lhe que ela bem que tinha esse direito de amar ou não amar, vê se entende essa coisa tão simples! Mas ele era só ilogicidade e desordem: "Vou lá, dou-lhe um tiro no peito e me mato em seguida!" - jurou. Mas a tantos repetiu esse juramento que fiquei mais tranquilizada, com a presença de que a energia canalizada para o ato acabaria se exaurindo nas palavras.


O que aconteceu. Uma noite me procurou todo penteado, todo contido, com um sorrisinho no canto da boca, sorriso meio sinistro, mas lúcido: "Achei uma solução melhor", foi logo dizendo. "Vou ficar quieto, que se case com esse tipo, ótimo que se casem depressa porque é nesse casamento que está minha vingança. No casamento e no tempo. Se nenhum casamento dá certo, por que o deles vai dar? Vai ser infeliz à beça! Pobre, com um filho debiloide, já andei investigando tudo, ele tem retardados na família, ih! O quando ela vai se arrepender, por que não me casei com o outro? Vai ficar gorda, tem propensão para engordar e eu estarei jovem e lépido porque sou esportista e rico, vou me conservar, mas ela, velha, obesa, ô delícia!".


Há ainda uma terceira porta, saída de emergência para os desiludidos do amor, não, nada de matar o objeto da paixão ou esperar com o pensamento negro de ódio que ela vire uma megera jogando moscas na sopa do marido hemiplégico, mas renunciar. Simplesmente renunciar com o coração limpo de mágoa ou rancor, tão limpo que em meio do maior abandono (difícil, hem!) ainda tenha forças para se voltar na direção da amada como um girassol na despedida do crepúsculo. E desejar que ao menos ela seja feliz.


(Lygia Fagundes Telles)
Os conectores assinalados em: "nem comigo nem com ninguém!" / "Deste raciocínio para o tiro, veneno ou faca, vai um fio." são semanticamente:
Alternativas
Q3419046 Fonoaudiologia
As fissuras labiopalatinas são as malformações craniofaciais mais frequentemente identificadas em recém-nascidos vivos. Qual é o papel do fonoaudiólogo, em equipe multidisciplinar, de um centro de reabilitação em anomalias craniofaciais, após 30 dias da palatoplastia?
Alternativas
Q3419045 Fonoaudiologia
É comum na rotina clínica a presença de crianças com atrasos na produção de determinados fonemas, em idade de aquisição fonológica ou posteriores à mesma, o que caracteriza o Desvio Fonológico. Sobre esse tema, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q3419044 Fonoaudiologia
Sobre as manobras voluntárias de deglutição, como é realizada a Manobra de Masako?
Alternativas
Q3419043 Fonoaudiologia
Considerando a função da audiometria tonal liminar, marque a alternativa incorreta.
Alternativas
Q3419042 Fonoaudiologia
Sobre a disfluência na infância, analise as afirmações e assinale a alternativa correta.

I. A observação da interação comunicativa da criança com os pais é um procedimento indicado antes do início da filmagem da fala, para garantir uma amostra da representação cotidiana.
II. Hesitação, repetição de frase e interjeição, são características das disfluências típicas da gagueira.
III. Na avaliação quantitativa da disfluência o avaliador deve contabilizar o número de repetições, o tempo de duração dos bloqueios e prolongamento de pausas.
Alternativas
Q3419041 Fonoaudiologia
Sobre os transtornos de processamento auditivo, quais são as características do déficit de integração auditiva?
Alternativas
Q3419040 Fonoaudiologia
Segundo a literatura os reflexos orais de procura e de deglutição surgem entre a 9ª e a 11ª semanas de vida fetal, quando surge o reflexo de sucção?
Alternativas
Q3419039 Fonoaudiologia
A Estimulação Essencial constitui uma necessidade humana básica para um crescimento e desenvolvimento harmônico, pois através desta prática, a criança desenvolve o seu potencial genético e atinge a maturidade física, mental e social. Para essa prática, assinale a alternativa que não condiz com essa ação.
Alternativas
Q3419037 Fonoaudiologia
As disartrias são distúrbios motores de fala decorrentes de lesão no sistema nervoso central ou periférico. Assinale a alternativa que condiz com as características da disartria hipercinética.
Alternativas
Respostas
781: D
782: D
783: C
784: C
785: B
786: C
787: C
788: C
789: A
790: D
791: A
792: B
793: C
794: C
795: D
796: C
797: D
798: C
799: A
800: B