Questões de Concurso Comentadas para cetap

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Q3418929 Inglês
Leia o trecho do conto "The Black Cat" escrito por Edgar Allan Poe e publicado em 1845.

To those who have cherished an affection for a faithful and sagacious dog, 1 need hardly be at the trouble of explaining the nature or the intensity of the gratification thus derivable. There is something in the unselfish and self-sacrificing love of a brute, which goes directly to the heart of him who has had frequent occasion to test the paltry friendship and gossamer fidelity of mere Man.
Edgar Allan Poe, The Black Cat, 1845, p.1

A palavra "gossamer", na última linha do trecho, pode ser substituída, sem alterar o significado da frase, por:
Alternativas
Q3418928 Inglês
De acordo com a Base Nacional Comum Curricular BNCC, no que diz respeito às competências específicas de língua inglesa para o ensino fundamental, analise as afirmativas seguintes e marque a alternativa correta.

I Identificar o lugar de si como falante de língua estrangeira pertencente a um país monolingue, refletindo, criticamente, sobre como a aprendizagem da língua inglesa contribui para a inserção desse país no mundo globalizado, inclusive no que concerne ao mundo do trabalho.
lI- Comunicar-se na língua inglesa, por meio do uso variado de linguagens em mídias impressas ou digitais, reconhecendo-a como ferramenta de acesso ao conhecimento, de ampliação das perspectivas e de possibilidades para a compreensão dos valores e interesses de outras culturas e para o exercício do protagonismo social.
IlI- Elaborar repertórios linguístico-discursivos da língua inglesa, usados em diferentes países e por grupos sociais distintos dentro de um mesmo país, de modo a reconhecer a diversidade linguística como direito e valorizar os usos heterogêneos, híbridos e multimodais emergentes nas sociedades contemporâneas.
IV- Conhecer diferentes patrimônios culturais, materiais e imateriais, difundidos na língua inglesa, com vistas ao exercício da fruição e da ampliação de perspectivas no contato com diferentes manifestações artístico-culturais. 
Alternativas
Q3418927 Inglês
Na sentença "You should listen to your teacher, or you ____ understand the lesson.", o verbo modal que a completa corretamente a frase é: 
Alternativas
Q3418914 Noções de Informática
O Microsoft Word 2010 oferece suporte a uma variedade de formatos de arquivos que podem ser usados como fonte de dados para gerar mala direta. Qual das alternativas a seguir contém um tipo de arquivo que não pode ser usado diretamente pela ferramenta de mala direta do Word 2010? 
Alternativas
Q3418913 Noções de Informática
Qual alternativa seguinte contém somente navegadores web listados? 
Alternativas
Q3418903 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


As receitas


Quando eu era menino, na escola, as professoras me ensinaram que o Brasil estava destinado a um futuro grandioso porque as suas terras estavam cheias de riquezas: ferro, ouro, diamantes, florestas e coisas semelhantes. Ensinaram errado. O que me disseram equivale a predizer que um homem será um grande pintor por ser dono de uma loja de tintas. Mas o que faz um quadro não é a tinta: são as ideias que moram na cabeça do pintor. São as ideias dançantes na cabeça que fazem as tintas dançar sobre a tela.


Por isso, sendo um país tão rico, somos um povo tão pobre. Somos pobres em idéias. Não sabemos pensar. Nisto nos parecemos com os dinossauros, que tinham excesso de massa muscular e cérebros de galinha. Hoje, nas relações de troca entre os países, o bem mais caro, o bem mais cuidadosamente guardado, o bem que não se vende, são as ideias. É com as ideias que o mundo é feito. Prova disso são os tigres asiáticos, Japão, Coreia, Formosa que, pobres de recursos naturais, se enriqueceram por ter se especializado na arte de pensar.


Minha filha me fez uma pergunta: "O que é pensar?" Disse-me que 'esta era uma pergunta que o professor de filosofia havia proposto à classe. Pelo que lhe dou os parabéns. Primeiro por ter ido diretamente à questão essencial. Segundo, por ter tido a sabedoria de fazer a pergunta, sem dar a resposta. Porque, se tivesse dado a resposta, teria com ela cortado as asas do pensamento. O pensamento é como a águia que só alça vôo nos espaços vazios do desconhecido. Pensar é voar sobre o que não se sabe. Não existe nada mais fatal para o pensamento que o ensino das respostas certas. Para isso existem as escolas: não para ensinar as respostas, mas para ensinar as perguntas. As respostas nos permitem andar sobre a terra firme. Mas somente as perguntas nos permitem entrar pelo mar desconhecido.


E, no entanto, não podemos viver sem as respostas. As asas, para o impulso inicial do vôo, dependem de pés apoiados na terra firme. Os pássaros, antes de saber voar, aprendem a se apoiar sobre os seus pés. Também as crianças, antes de aprender a voar, têm que aprender a caminhar sobre a terra firme. Terra firme: as milhares de perguntas para as quais as gerações passadas já descobriram as respostas. O primeiro momento da educação é a transmissão deste saber. Nas palavras de Roland Barthes: "Há um momento em que se ensina o que se sabe ... " E o curioso é que este aprendizado é justamente para nos poupar da necessidade de pensar.


As gerações mais velhas ensinam às mais novas as receitas que funcionam. Sei amarrar os meus sapatos automaticamente, sei dar o nó na minha gravata automaticamente: as mãos fazem o seu trabalho com destreza enquanto as ideias andam por outros lugares. Aquilo que um dia eu não sabia me foi ensinado; eu aprendi com o corpo e esqueci com a cabeça. E a condição para que minhas mãos saibam bem é que a cabeça não pense sobre o que elas estão fazendo. Um pianista que, na hora da execução, pensa sobre os caminhos que seus dedos deverão seguir, tropeçará fatalmente. Há a estória de uma centopeia que andava feliz pelo jardim, quando foi interpelada por um grilo: "Dona Centopeia, sempre tive curiosidade sobre uma coisa: quando a senhora anda, qual, dentre as suas cem pernas, é aquela que a senhora movimenta primeiro?" "Curioso", ela respondeu. "Sempre andei, mas nunca me propus esta questão. Da próxima vez, prestarei atenção." Termina a estória dizendo que a centopéia nunca mais conseguiu andar. 


Todo mundo fala, e fala bem. Ninguém sabe como a linguagem foi ensinada e nem como ela foi aprendida. A despeito disto, o ensino foi tão eficiente que não preciso pensar para falar. Ao falar não sei se estou usando um substantivo, um verbo ou um adjetivo, e nem me lembro das regras da gramática. Quem, para falar, tem de se lembrar destas coisas, não sabe falar. Há um nível de aprendizado em que o pensamento é um estorvo. Só se sabe bem com o corpo aquilo que a cabeça esqueceu. E assim escrevemos, lemos, andamos de bicicleta, nadamos, pregamos pregos, guiamos carros: sem saber com a cabeça, porque o corpo sabe melhor. É um conhecimento que se tornou parte inconsciente de mim mesmo. E isso me poupa do trabalho de pensar o já sabido. Ensinar aqui, é inconscientizar.


O sabido é o não-pensado, que fica guardado, pronto para ser usado como receita, na memória desse computador que se chama cérebro. Basta aper tar a tecla adequada para que a receita apareça no vídeo da consciência. Aperto a tecla moqueca. A receita aparece no meu vídeo cerebral: panela de barro, azeite, peixe, tomate, cebola, coentro, cheiro verde, urucum, sal, pimenta, seguidos de uma se série de instruções sobre o que fazer. Não é coisa que eu tenha inventado. Me foi ensinado. Não precisei pensar. Gostei. Foi para a memória. Esta é a regra fundamental desse computador que vive no corpo humano: só vai para a memória aquilo que e objeto do desejo.


A tarefa primordial do professor: seduzir o aluno para que ele deseje e, desejando, aprenda. E o saber fica memorizado de cor - etimologicamente, no coração -, à espera de que a tecla do desejo de novo o chame do seu lugar de esquecimento. Memória: um saber que 0 passado sedimentou. Indispensável para se repetir as receitas que os mortos nos legaram. E elas são boas. Tão boas que elas nos fazem esquecer que é preciso voar. Permitem que andemos pelas trilhas batidas. Mas nada têm a dizer sobre mares desconhecidos. Muitas pessoas, de tanto repetir as receitas,  metamorfosearam-se de águias em tartarugas. E não são poucas as tartarugas que possuem diplomas universitários. Aqui se encontra o perigo das escolas: de tanto ensinar o que o passado legou - e ensinar bem - fazem os alunos se esquecer de que o seu destino não é o passado cristalizado em saber, mas um futuro que se abre como vazio, um não saber que somente pode ser explorado com as asas do pensamento. Compreende-se então que 8arthes tenha dito que, seguindo-se ao tempo em que se ensina o que se sabe, deve chegar o tempo quando se ensina o que não se sabe. 


(Rubem Alves, no livro "A alegria de ensinar". São Paulo: Ars Poetica Editora Lida, 1994.) 
"Nisto nos parecemos com os dinossauros (...)". Em relação à tipologia pronominal, é correto afirmar: 
Alternativas
Q3418899 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


As receitas


Quando eu era menino, na escola, as professoras me ensinaram que o Brasil estava destinado a um futuro grandioso porque as suas terras estavam cheias de riquezas: ferro, ouro, diamantes, florestas e coisas semelhantes. Ensinaram errado. O que me disseram equivale a predizer que um homem será um grande pintor por ser dono de uma loja de tintas. Mas o que faz um quadro não é a tinta: são as ideias que moram na cabeça do pintor. São as ideias dançantes na cabeça que fazem as tintas dançar sobre a tela.


Por isso, sendo um país tão rico, somos um povo tão pobre. Somos pobres em idéias. Não sabemos pensar. Nisto nos parecemos com os dinossauros, que tinham excesso de massa muscular e cérebros de galinha. Hoje, nas relações de troca entre os países, o bem mais caro, o bem mais cuidadosamente guardado, o bem que não se vende, são as ideias. É com as ideias que o mundo é feito. Prova disso são os tigres asiáticos, Japão, Coreia, Formosa que, pobres de recursos naturais, se enriqueceram por ter se especializado na arte de pensar.


Minha filha me fez uma pergunta: "O que é pensar?" Disse-me que 'esta era uma pergunta que o professor de filosofia havia proposto à classe. Pelo que lhe dou os parabéns. Primeiro por ter ido diretamente à questão essencial. Segundo, por ter tido a sabedoria de fazer a pergunta, sem dar a resposta. Porque, se tivesse dado a resposta, teria com ela cortado as asas do pensamento. O pensamento é como a águia que só alça vôo nos espaços vazios do desconhecido. Pensar é voar sobre o que não se sabe. Não existe nada mais fatal para o pensamento que o ensino das respostas certas. Para isso existem as escolas: não para ensinar as respostas, mas para ensinar as perguntas. As respostas nos permitem andar sobre a terra firme. Mas somente as perguntas nos permitem entrar pelo mar desconhecido.


E, no entanto, não podemos viver sem as respostas. As asas, para o impulso inicial do vôo, dependem de pés apoiados na terra firme. Os pássaros, antes de saber voar, aprendem a se apoiar sobre os seus pés. Também as crianças, antes de aprender a voar, têm que aprender a caminhar sobre a terra firme. Terra firme: as milhares de perguntas para as quais as gerações passadas já descobriram as respostas. O primeiro momento da educação é a transmissão deste saber. Nas palavras de Roland Barthes: "Há um momento em que se ensina o que se sabe ... " E o curioso é que este aprendizado é justamente para nos poupar da necessidade de pensar.


As gerações mais velhas ensinam às mais novas as receitas que funcionam. Sei amarrar os meus sapatos automaticamente, sei dar o nó na minha gravata automaticamente: as mãos fazem o seu trabalho com destreza enquanto as ideias andam por outros lugares. Aquilo que um dia eu não sabia me foi ensinado; eu aprendi com o corpo e esqueci com a cabeça. E a condição para que minhas mãos saibam bem é que a cabeça não pense sobre o que elas estão fazendo. Um pianista que, na hora da execução, pensa sobre os caminhos que seus dedos deverão seguir, tropeçará fatalmente. Há a estória de uma centopeia que andava feliz pelo jardim, quando foi interpelada por um grilo: "Dona Centopeia, sempre tive curiosidade sobre uma coisa: quando a senhora anda, qual, dentre as suas cem pernas, é aquela que a senhora movimenta primeiro?" "Curioso", ela respondeu. "Sempre andei, mas nunca me propus esta questão. Da próxima vez, prestarei atenção." Termina a estória dizendo que a centopéia nunca mais conseguiu andar. 


Todo mundo fala, e fala bem. Ninguém sabe como a linguagem foi ensinada e nem como ela foi aprendida. A despeito disto, o ensino foi tão eficiente que não preciso pensar para falar. Ao falar não sei se estou usando um substantivo, um verbo ou um adjetivo, e nem me lembro das regras da gramática. Quem, para falar, tem de se lembrar destas coisas, não sabe falar. Há um nível de aprendizado em que o pensamento é um estorvo. Só se sabe bem com o corpo aquilo que a cabeça esqueceu. E assim escrevemos, lemos, andamos de bicicleta, nadamos, pregamos pregos, guiamos carros: sem saber com a cabeça, porque o corpo sabe melhor. É um conhecimento que se tornou parte inconsciente de mim mesmo. E isso me poupa do trabalho de pensar o já sabido. Ensinar aqui, é inconscientizar.


O sabido é o não-pensado, que fica guardado, pronto para ser usado como receita, na memória desse computador que se chama cérebro. Basta aper tar a tecla adequada para que a receita apareça no vídeo da consciência. Aperto a tecla moqueca. A receita aparece no meu vídeo cerebral: panela de barro, azeite, peixe, tomate, cebola, coentro, cheiro verde, urucum, sal, pimenta, seguidos de uma se série de instruções sobre o que fazer. Não é coisa que eu tenha inventado. Me foi ensinado. Não precisei pensar. Gostei. Foi para a memória. Esta é a regra fundamental desse computador que vive no corpo humano: só vai para a memória aquilo que e objeto do desejo.


A tarefa primordial do professor: seduzir o aluno para que ele deseje e, desejando, aprenda. E o saber fica memorizado de cor - etimologicamente, no coração -, à espera de que a tecla do desejo de novo o chame do seu lugar de esquecimento. Memória: um saber que 0 passado sedimentou. Indispensável para se repetir as receitas que os mortos nos legaram. E elas são boas. Tão boas que elas nos fazem esquecer que é preciso voar. Permitem que andemos pelas trilhas batidas. Mas nada têm a dizer sobre mares desconhecidos. Muitas pessoas, de tanto repetir as receitas,  metamorfosearam-se de águias em tartarugas. E não são poucas as tartarugas que possuem diplomas universitários. Aqui se encontra o perigo das escolas: de tanto ensinar o que o passado legou - e ensinar bem - fazem os alunos se esquecer de que o seu destino não é o passado cristalizado em saber, mas um futuro que se abre como vazio, um não saber que somente pode ser explorado com as asas do pensamento. Compreende-se então que 8arthes tenha dito que, seguindo-se ao tempo em que se ensina o que se sabe, deve chegar o tempo quando se ensina o que não se sabe. 


(Rubem Alves, no livro "A alegria de ensinar". São Paulo: Ars Poetica Editora Lida, 1994.) 
No 1º parágrafo, o vocábulo que é hiperônimo de: "( ... ) ferro, ouro, diamante, florestas e coisas semelhantes." é:
Alternativas
Q3418846 Artes Plásticas
Em um estudo de cores, na famosa obra "Abaporu", não é correto afirmar que: 
Alternativas
Q3418845 Pedagogia
A Lei n.º 13.005, de 25 de junho de 2014, aprova o Plano Nacional de Educação e dá outras providências. Nos termos do artigo 5° desta lei, a execução do PNE e o cumprimento de suas metas serão objeto de monitoramento contínuo e de avaliações periódicas, realizados pelas seguintes instâncias, exceto:
Alternativas
Q3418844 Artes Plásticas
"A manifestação desse movimento se deu por meio do uso de cacos de azulejos coloridos em fachadas, na maioria das vezes nas platibandas, compondo formas geométricas como raios, setas, formas de animais, elementos da natureza, símbolos religiosos, entre outros. Estudos apontam que, devido ao estado precário de conservação da estrada Belém-Brasília na época, muitos azulejos acabavam sendo quebrados durante o transporte. Seus cacos eram vendidos a um custo menor, sendo adquiridos por famílias no intuito de compor uma 'decoração moderna'. Dessa forma, basta andar pelas ruas da cidade de Belém e de diversos municípios do Pará para se deparar com os cacos e cores do movimento".

O texto se refere a um movimento arquitetônico originado no estado do Pará chamado: 
Alternativas
Q3418842 Pedagogia
De acordo com o documento do MEC que contém os Parâmetros Curriculares Nacionais para a área de artes, assinale a alternativa incorreta quanto às orientações para a avaliação em artes: 
Alternativas
Q3418841 Pedagogia
Sobre correntes pedagógicas, a declaração indevida de conceito ou prática é: 
Alternativas
Q3418839 Educação Artística
A avaliação de um projeto interdisciplinar teve como ápice uma mostra de produções artísticas das culturas africana e indígena no Brasil. Os alunos - em equipe deveriam apresentar pelo menos 3 exemplos de produções, podendo optar por 1 ou 2 culturas. Na avaliação, constatou-se que apenas uma equipe não atingiu plenamente a proposta. Assinale a alternativa em que isso acontece: 
Alternativas
Q3418838 Educação Artística
"É a técnica de projeção de vídeos com profundidade em 30 em objetos ou superfícies irregulares, como fachadas de edifícios, salões de festas e estátuas. O método surgiu no início do século XXI e se tornou muito popular por causa da sua utilização em campanhas publicitárias e entre os adeptos da música eletrônica. Apesar de a técnica ter ganhado força no Brasil apenas nos últimos anos, suas origens remontam ao século XVII. Um dos pioneiros no uso foi o belga Étienne-Gaspard Robert, que projetava imagens em fumaça, semelhante ao filme "O Mágico de Oz", por exemplo. A técnica fez sucesso na época e foi o ponto de partida do movimento Fantasmagoria, que se tornou uma forma de teatro muito popular na época, porém perdeu espaço devido ao advento da arte cinematográfica no século XX."

O trecho refere-se a uma manifestação que converge arte, tecnologia e arquitetura a qual dá-se o nome de: 
Alternativas
Q3418837 Pedagogia
Na proposta geral dos Parâmetros Curriculares Nacionais para a área de artes, a Arte tem uma função tão importante quanto a dos outros conhecimentos no processo de ensino e aprendizagem. A área de Arte está relacionada com as demais áreas e tem suas especificidades. A educação em arte propicia o desenvolvimento do pensamento artístico e da percepção estética, que caracterizam um modo próprio de ordenar e dar sentido à experiência humana: o aluno desenvolve sua sensibilidade, percepção e imaginação, tanto ao realizar formas artísticas quanto na ação de apreciar e conhecer as formas produzidas por ele e pelos colegas, pela natureza e nas diferentes culturas. De acordo com o documento do Ministério da Educação, são critérios de avaliação em arte para teatro:

I- Compreender e estar habilitado para se expressar na linguagem dramática: Com este critério, pretende-se avaliar se o aluno desenvolve capacidades de atenção, concentração, observação e se enfrenta as situações que emergem nos jogos dramatizados. Se o aluno articula devidamente o discurso falado e o escrito, a expressão do corpo (gesto e movimento}, as expressões plástica, visual e sonora na elaboração da obra teatral. Se compreende e sabe obedecer às regras de jogo, se tem empenho para expressar-se com adequação e de forma pessoal ao contexto dramático estabelecido.
lI- Compreender o teatro como ação: Com este critério, pretende-se avaliar se o aluno sabe organizar-se em grupo, ampliando as capacidades de ver e ouvir na interação com seus colegas, colaborando com respeito e solidariedade, permitindo a execução de uma obra de natureza individual. Se há empenho em se destacar individualmente e conquistar posições de destaque em todos os campos (cenário, figurino, maquiagem, iluminação}, assim como na ação dramática. Se sabe expressar-se com adequação, tendo o teatro como um processo de comunicação entre os participantes e na relação com os observadores. Se apresenta um processo de evolução individual da aquisição e do domínio dramático.
IlI- Compreender e apreciar as diversas formas de teatro produzidas nas culturas: Com este critério, pretende-se avaliar se o aluno é capaz de observar e apreciar as diversas formas de teatro em espaços cênicos distintos {bonecos, sombras, circo, manifestação regional dramatizada etc.). Se identifica as informações recebidas, assimilando-as como fonte de conhecimento e cultura; se compreende e aprecia as diversas formas de teatro presentes em sua região e em outras culturas e épocas, ampliando as capacidades de ver, relacionar, analisar e argumentar.

Apenas: 
Alternativas
Q3418836 Pedagogia
A Lei n.º 8.069, de 13 de julho de 1990 e alterações posteriores, dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e dá outras providências. Nos termos do art. 54, é dever do Estado assegurar à criança e ao adolescente: 
Alternativas
Q3418835 Artes Plásticas
Analise as afirmativas e assinale a alternativa correta.

I- Estética é a disciplina que se preocupa em definir beleza.
lI- Os valores estéticos são imutáveis e transcendem à época da produção
IlI- O ideal de beleza grega fundamenta-se na ordem simetria, regularidade e correspondência entre as partes 
IV- Na Idade Média, o sereno, o elaborado e o universal são os cânones artísticos.
Alternativas
Q3418834 Educação Artística
Lamento de um rio ...

Me perdoem por toda esta

"bagunça" ... Eu só queria passar.

Eu não fui feito pra Destruir ... Eu só

queria passar.

Já fui Esperança para os

Navegantes ...

Rede cheia para Pescadores ...

Refresco para os banhistas em dias

de intenso calor.

Hoje sou sinônimo de Medo e Dor ...

Mas, eu só queria passar ...

Me perdoem por suas casas

Por seus móveis e imóveis

Por seus animais.

Por suas plantações ... Eu só queria

passar.

Não sou seu inimigo

Não sou um vilão

Não nasci para destruição

Eu só queria passar.

Era o meu curso natural

Só estava seguindo meu destino

Mas me violentaram

Sufocaram minhas nascentes

Desmataram meu leito ... Quando eu

só queria passar

Encontrei tanta coisa estranha pelo

caminho ... Que me fizeram

Transbordar ...

Muros

Casas

Entulhos

Garrafas

Lixos

Pontes

Paus ...

Tentei desviar ... porque eu só queria

passar.

Me perdoem por inundar sua história.

Me perdoem por manchar esta história

Eu só estava passando ...

Seguindo o meu trajeto

Cumprindo meu destino:

Passar.


Scheilla Lobato 
A arte se manifesta em todas as horas e, sua motivação vem, às vezes, de tragédia, como a acontecida no Rio Grande do Sul, em maio de 2024. Leia o poema, analise as afirmativas e marque a alternativa correta.

l- O rio foi antropomorfizado para justificar o efeito provocado no seu curso.
ll- A vingança do rio é mostrada como resposta aos impactos naturais e ambientais.
Ill- O rio recorda ao homem os benefícios que trouxe como elemento atenuante ao que provocou.
IV- O refrão da composição mostra o rio como um réu que provoca o dolo sem intenção.  
Alternativas
Q3418833 Pedagogia
De acordo com a LDB - Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional n.0 9.394/96, assinale a alternativa incorreta quanto aos deveres dos Municípios, listados no Art.11: 
Alternativas
Q3418832 Artes Visuais
Leia o texto seguinte: "Arte Urbana, Arte de Rua ou Street Art é um movimento artístico cultural que acontece nas ruas das cidades, criando uma fusão entre arte, discurso, cotidiano social e paisagem urbana. Sua expressão tem como pilar a liberdade artística pois não precisa de tempo, espaço, reconhecimento ou vernissages para acontecer. As superfícies ou os suportes das obras podem ser muros, viadutos, prédios, hidrantes, lixeiras ou ruínas. Diferente da arte contemplada em museus e galerias, a Arte de rua enfrentou - e ainda enfrenta - muitas barreiras para conquistar respeito na sociedade. É uma forma de protesto nascida nas periferias, fruto da cultura underground e jovem, que surge com a necessidade de dar voz à parcela reprimida e menos favorecida da cidade por meio de uma linguagem poética, efêmera, subversiva e democrática. Atualmente, é parte da arte contemporânea e seu objetivo de ressignificar espaços conquistou patamares pouco imaginados 50 anos atrás."
Além do grafite, são exemplos de arte urbana ou arte de rua:

l- Stencil: a prática é milenar, observada desde as pinturas rupestres. Enquanto técnica, o stencil começou no século ll, na China, e no século VII passou a ser usado na produção têxtil. É uma máscara de papel, plástico ou metal com desenhos recortados em matriz negativa e pode ser reutilizada várias vezes.

ll- Lambe-lambe: são cartazes com mensagens rápidas transmitidas por meio de desenhos, textos ou ambos. Produzidos manualmente ou impressos em papel comum, aplicados com cola diluída em muros e postes. A aplicação repetida dos cartazes numa superfície grande cria um efeito visual peculiar e, é claro, amplia a mensagem.

Ill- Instalação ou intervenção: é uma exposição com tempo limitado, muitas vezes feita como ação de marketing. É o caso da Cow Parade, o maior evento de arte a céu aberto do mundo, que seleciona artistas para darem personalidade a uma escultura de vaca em tamanho real, feita de fibra de vidro.

IV- Batalhas de Mc's ou Batalhas de rimas: o principal das batalhas é ter pensamento rápido e sagaz para conseguir rimar de forma improvisada algo que "ataque" o adversário. Um dos fundamentos da disputa é a manutenção do "flow" (o ritmo dos versos), ideia e respeitar as regras estabelecidas. Assim, a partir do momento que a batida é lançada pelos organizadores, o duelo entre MCs (mestres de cerimônia) começa. No final, basta apenas a plateia escolher por meio do "barulho" quem é o vencedor. 
Alternativas
Respostas
701: C
702: A
703: D
704: A
705: C
706: B
707: B
708: D
709: A
710: D
711: B
712: A
713: B
714: B
715: D
716: C
717: D
718: C
719: B
720: D