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Q3425166 Educação Física
O atletismo é um dos esportes mais tradicionais das práticas corporais na sociedade, participando de todas as edições dos jogos olímpicos da era moderna. Assinale a alternativa que apresenta somente provas de campo do atletismo. 
Alternativas
Q3425165 Educação Física
Assinale a alternativa incorreta sobre como a Educação Física foi tratada historicamente, de acordo com o livro Raízes Europeias e Brasil (SOARES, 1994).
Alternativas
Q3425164 Sociologia
Sobre a Luta Marajoara, analise as afirmativas seguintes, julgue como Verdadeiras (V) ou Falsas (F) e assinale a alternativa que apresenta a ordem correta.

( ) A luta marajoara é marcada pela criação e recriação de elementos socioculturais em um entrecruzamento de saberes e experiências de marajoaras, de vaqueiros indígenas e de negros, que constituíram práticas difundidas de geração em geração, ao longo da história.
( ) É uma luta materializada e expressivamente típica da região marajoara, sendo atrativo turístico-cultural, a exemplo da Festividade de São Sebastião e de eventos tradicionais de municípios da região, sendo uma opção de entretenimento aos indivíduos visitantes da Ilha do Marajó.
( ) A luta marajoara é culturalmente relacionada com um dos símbolos marcantes da Ilha do Marajó: o búfalo. Esta relação refere-se ás ações de ataque e resistência presentes nos confrontos entre búfalos na região, refletindo nos movimentos característicos no embate corpo a corpo da luta. 
( ) A luta marajoara expressa técnicas culturais específicas enraizadas na cultura marajoara, especialmente na representação de símbolos caracterizadores dos costumes e heranças históricas da região.  
Alternativas
Q3425163 Pedagogia
Assinale a alternativa correta sobre as contribuições dos jogos e brincadeiras na escola. 
Alternativas
Q3425162 Educação Física
Um corredor de 10KM, resolveu comer hambúrguer com refrigerante, alguns minutos antes da prova. Assinale a alternativa correta sobre qual hormônio estava aumentado na circulação sanguínea.  
Alternativas
Q3425161 Educação Física
Assinale a alternativa que apresenta corretamente os três principais eixos do corpo humano. 
Alternativas
Q3425160 Legislação dos Municípios do Estado do Pará
A respeito da "diária" prevista no art. 143 da Lei Municipal n. 003, de 04 de fevereiro de 1999, analise os itens a seguir e marque a alternativa correta:

I- A diária será concedida ao servidor que se deslocar temporariamente da respectiva sede, a interesse de serviço, em missão ou em estudo, relacionado com cargo exercido, além do transporte, diárias, a título de indenização das despesas de alimentação e pousada.
lI- O servidor que indevidamente receber diárias será obrigado a restitui-las de uma só vez, ficando ainda, se for o caso, sujeito a punição disciplinar.
IlI- É permitida a concessão de diárias que objetivem outros cargos ou serviços.

Somente estão corretos os itens: 
Alternativas
Q3425152 Português
"Brasil lança campanha de combate à desertificação com secretário da ONU." (Fonte: Dol.com / Data: 12.06.2024). Analise as alternativas seguintes sobre a reportagem e marque a única incorreta. 
Alternativas
Q3425135 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


As receitas


Quando eu era menino, na escola, as professoras me ensinaram que o Brasil estava destinado a um futuro grandioso porque as suas terras estavam cheias de riquezas: ferro, ouro, diamantes, florestas e coisas semelhantes. Ensinaram errado. O que me disseram equivale a predizer que um homem será um grande pintor por ser dono de uma loja de tintas. Mas o que faz um quadro não é a tinta: são as ideias que moram na cabeça do pintor. São as ideias dançantes na cabeça que fazem as tintas dançar sobre a tela.


Por isso, sendo um país tão rico, somos um povo tão pobre. Somos pobres em idéias. Não sabemos pensar. Nisto nos parecemos com os dinossauros, que tinham excesso de massa muscular e cérebros de galinha. Hoje, nas relações de troca entre os países, o bem mais caro, o bem mais cuidadosamente guardado, o bem que não se vende, são as ideias. É com as ideias que o mundo é feito. Prova disso são os tigres asiáticos, Japão, Coreia, Formosa que, pobres de recursos naturais, se enriqueceram por ter se especializado na arte de pensar.


Minha filha me fez uma pergunta: "O que é pensar?" Disse-me que 'esta era uma pergunta que o professor de filosofia havia proposto à classe. Pelo que lhe dou os parabéns. Primeiro por ter ido diretamente à questão essencial. Segundo, por ter tido a sabedoria de fazer a pergunta, sem dar a resposta. Porque, se tivesse dado a resposta, teria com ela cortado as asas do pensamento. O pensamento é como a águia que só alça vôo nos espaços vazios do desconhecido. Pensar é voar sobre o que não se sabe. Não existe nada mais fatal para o pensamento que o ensino das respostas certas. Para isso existem as escolas: não para ensinar as respostas, mas para ensinar as perguntas. As respostas nos permitem andar sobre a terra firme. Mas somente as perguntas nos permitem entrar pelo mar desconhecido.


E, no entanto, não podemos viver sem as respostas. As asas, para o impulso inicial do vôo, dependem de pés apoiados na terra firme. Os pássaros, antes de saber voar, aprendem a se apoiar sobre os seus pés. Também as crianças, antes de aprender a voar, têm que aprender a caminhar sobre a terra firme. Terra firme: as milhares de perguntas para as quais as gerações passadas já descobriram as respostas. O primeiro momento da educação é a transmissão deste saber. Nas palavras de Roland Barthes: "Há um momento em que se ensina o que se sabe ... " E o curioso é que este aprendizado é justamente para nos poupar da necessidade de pensar.


As gerações mais velhas ensinam às mais novas as receitas que funcionam. Sei amarrar os meus sapatos automaticamente, sei dar o nó na minha gravata automaticamente: as mãos fazem o seu trabalho com destreza enquanto as ideias andam por outros lugares. Aquilo que um dia eu não sabia me foi ensinado; eu aprendi com o corpo e esqueci com a cabeça. E a condição para que minhas mãos saibam bem é que a cabeça não pense sobre o que elas estão fazendo. Um pianista que, na hora da execução, pensa sobre os caminhos que seus dedos deverão seguir, tropeçará fatalmente. Há a estória de uma centopeia que andava feliz pelo jardim, quando foi interpelada por um grilo: "Dona Centopeia, sempre tive curiosidade sobre uma coisa: quando a senhora anda, qual, dentre as suas cem pernas, é aquela que a senhora movimenta primeiro?" "Curioso", ela respondeu. "Sempre andei, mas nunca me propus esta questão. Da próxima vez, prestarei atenção." Termina a estória dizendo que a centopéia nunca mais conseguiu andar. 


Todo mundo fala, e fala bem. Ninguém sabe como a linguagem foi ensinada e nem como ela foi aprendida. A despeito disto, o ensino foi tão eficiente que não preciso pensar para falar. Ao falar não sei se estou usando um substantivo, um verbo ou um adjetivo, e nem me lembro das regras da gramática. Quem, para falar, tem de se lembrar destas coisas, não sabe falar. Há um nível de aprendizado em que o pensamento é um estorvo. Só se sabe bem com o corpo aquilo que a cabeça esqueceu. E assim escrevemos, lemos, andamos de bicicleta, nadamos, pregamos pregos, guiamos carros: sem saber com a cabeça, porque o corpo sabe melhor. É um conhecimento que se tornou parte inconsciente de mim mesmo. E isso me poupa do trabalho de pensar o já sabido. Ensinar aqui, é inconscientizar.


O sabido é o não-pensado, que fica guardado, pronto para ser usado como receita, na memória desse computador que se chama cérebro. Basta aper tar a tecla adequada para que a receita apareça no vídeo da consciência. Aperto a tecla moqueca. A receita aparece no meu vídeo cerebral: panela de barro, azeite, peixe, tomate, cebola, coentro, cheiro verde, urucum, sal, pimenta, seguidos de uma se série de instruções sobre o que fazer. Não é coisa que eu tenha inventado. Me foi ensinado. Não precisei pensar. Gostei. Foi para a memória. Esta é a regra fundamental desse computador que vive no corpo humano: só vai para a memória aquilo que e objeto do desejo.


A tarefa primordial do professor: seduzir o aluno para que ele deseje e, desejando, aprenda. E o saber fica memorizado de cor - etimologicamente, no coração -, à espera de que a tecla do desejo de novo o chame do seu lugar de esquecimento. Memória: um saber que 0 passado sedimentou. Indispensável para se repetir as receitas que os mortos nos legaram. E elas são boas. Tão boas que elas nos fazem esquecer que é preciso voar. Permitem que andemos pelas trilhas batidas. Mas nada têm a dizer sobre mares desconhecidos. Muitas pessoas, de tanto repetir as receitas,  metamorfosearam-se de águias em tartarugas. E não são poucas as tartarugas que possuem diplomas universitários. Aqui se encontra o perigo das escolas: de tanto ensinar o que o passado legou - e ensinar bem - fazem os alunos se esquecer de que o seu destino não é o passado cristalizado em saber, mas um futuro que se abre como vazio, um não saber que somente pode ser explorado com as asas do pensamento. Compreende-se então que 8arthes tenha dito que, seguindo-se ao tempo em que se ensina o que se sabe, deve chegar o tempo quando se ensina o que não se sabe. 


(Rubem Alves, no livro "A alegria de ensinar". São Paulo: Ars Poetica Editora Lida, 1994.) 
A classificação do encontro vocálico ou consonantal não está correta em: 
Alternativas
Q3425134 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


As receitas


Quando eu era menino, na escola, as professoras me ensinaram que o Brasil estava destinado a um futuro grandioso porque as suas terras estavam cheias de riquezas: ferro, ouro, diamantes, florestas e coisas semelhantes. Ensinaram errado. O que me disseram equivale a predizer que um homem será um grande pintor por ser dono de uma loja de tintas. Mas o que faz um quadro não é a tinta: são as ideias que moram na cabeça do pintor. São as ideias dançantes na cabeça que fazem as tintas dançar sobre a tela.


Por isso, sendo um país tão rico, somos um povo tão pobre. Somos pobres em idéias. Não sabemos pensar. Nisto nos parecemos com os dinossauros, que tinham excesso de massa muscular e cérebros de galinha. Hoje, nas relações de troca entre os países, o bem mais caro, o bem mais cuidadosamente guardado, o bem que não se vende, são as ideias. É com as ideias que o mundo é feito. Prova disso são os tigres asiáticos, Japão, Coreia, Formosa que, pobres de recursos naturais, se enriqueceram por ter se especializado na arte de pensar.


Minha filha me fez uma pergunta: "O que é pensar?" Disse-me que 'esta era uma pergunta que o professor de filosofia havia proposto à classe. Pelo que lhe dou os parabéns. Primeiro por ter ido diretamente à questão essencial. Segundo, por ter tido a sabedoria de fazer a pergunta, sem dar a resposta. Porque, se tivesse dado a resposta, teria com ela cortado as asas do pensamento. O pensamento é como a águia que só alça vôo nos espaços vazios do desconhecido. Pensar é voar sobre o que não se sabe. Não existe nada mais fatal para o pensamento que o ensino das respostas certas. Para isso existem as escolas: não para ensinar as respostas, mas para ensinar as perguntas. As respostas nos permitem andar sobre a terra firme. Mas somente as perguntas nos permitem entrar pelo mar desconhecido.


E, no entanto, não podemos viver sem as respostas. As asas, para o impulso inicial do vôo, dependem de pés apoiados na terra firme. Os pássaros, antes de saber voar, aprendem a se apoiar sobre os seus pés. Também as crianças, antes de aprender a voar, têm que aprender a caminhar sobre a terra firme. Terra firme: as milhares de perguntas para as quais as gerações passadas já descobriram as respostas. O primeiro momento da educação é a transmissão deste saber. Nas palavras de Roland Barthes: "Há um momento em que se ensina o que se sabe ... " E o curioso é que este aprendizado é justamente para nos poupar da necessidade de pensar.


As gerações mais velhas ensinam às mais novas as receitas que funcionam. Sei amarrar os meus sapatos automaticamente, sei dar o nó na minha gravata automaticamente: as mãos fazem o seu trabalho com destreza enquanto as ideias andam por outros lugares. Aquilo que um dia eu não sabia me foi ensinado; eu aprendi com o corpo e esqueci com a cabeça. E a condição para que minhas mãos saibam bem é que a cabeça não pense sobre o que elas estão fazendo. Um pianista que, na hora da execução, pensa sobre os caminhos que seus dedos deverão seguir, tropeçará fatalmente. Há a estória de uma centopeia que andava feliz pelo jardim, quando foi interpelada por um grilo: "Dona Centopeia, sempre tive curiosidade sobre uma coisa: quando a senhora anda, qual, dentre as suas cem pernas, é aquela que a senhora movimenta primeiro?" "Curioso", ela respondeu. "Sempre andei, mas nunca me propus esta questão. Da próxima vez, prestarei atenção." Termina a estória dizendo que a centopéia nunca mais conseguiu andar. 


Todo mundo fala, e fala bem. Ninguém sabe como a linguagem foi ensinada e nem como ela foi aprendida. A despeito disto, o ensino foi tão eficiente que não preciso pensar para falar. Ao falar não sei se estou usando um substantivo, um verbo ou um adjetivo, e nem me lembro das regras da gramática. Quem, para falar, tem de se lembrar destas coisas, não sabe falar. Há um nível de aprendizado em que o pensamento é um estorvo. Só se sabe bem com o corpo aquilo que a cabeça esqueceu. E assim escrevemos, lemos, andamos de bicicleta, nadamos, pregamos pregos, guiamos carros: sem saber com a cabeça, porque o corpo sabe melhor. É um conhecimento que se tornou parte inconsciente de mim mesmo. E isso me poupa do trabalho de pensar o já sabido. Ensinar aqui, é inconscientizar.


O sabido é o não-pensado, que fica guardado, pronto para ser usado como receita, na memória desse computador que se chama cérebro. Basta aper tar a tecla adequada para que a receita apareça no vídeo da consciência. Aperto a tecla moqueca. A receita aparece no meu vídeo cerebral: panela de barro, azeite, peixe, tomate, cebola, coentro, cheiro verde, urucum, sal, pimenta, seguidos de uma se série de instruções sobre o que fazer. Não é coisa que eu tenha inventado. Me foi ensinado. Não precisei pensar. Gostei. Foi para a memória. Esta é a regra fundamental desse computador que vive no corpo humano: só vai para a memória aquilo que e objeto do desejo.


A tarefa primordial do professor: seduzir o aluno para que ele deseje e, desejando, aprenda. E o saber fica memorizado de cor - etimologicamente, no coração -, à espera de que a tecla do desejo de novo o chame do seu lugar de esquecimento. Memória: um saber que 0 passado sedimentou. Indispensável para se repetir as receitas que os mortos nos legaram. E elas são boas. Tão boas que elas nos fazem esquecer que é preciso voar. Permitem que andemos pelas trilhas batidas. Mas nada têm a dizer sobre mares desconhecidos. Muitas pessoas, de tanto repetir as receitas,  metamorfosearam-se de águias em tartarugas. E não são poucas as tartarugas que possuem diplomas universitários. Aqui se encontra o perigo das escolas: de tanto ensinar o que o passado legou - e ensinar bem - fazem os alunos se esquecer de que o seu destino não é o passado cristalizado em saber, mas um futuro que se abre como vazio, um não saber que somente pode ser explorado com as asas do pensamento. Compreende-se então que 8arthes tenha dito que, seguindo-se ao tempo em que se ensina o que se sabe, deve chegar o tempo quando se ensina o que não se sabe. 


(Rubem Alves, no livro "A alegria de ensinar". São Paulo: Ars Poetica Editora Lida, 1994.) 
"( ... ) estava destinado ( ... )", no parágrafo 1°, não apresenta análise correta em: 
Alternativas
Q3422441 Terapia Ocupacional
Sobre dispositivo de Tecnologia Assistiva para pessoas com deficiência física, apenas não se pode assinar:
Alternativas
Q3422440 Terapia Ocupacional
Apenas não consiste em um dispositivo de Tecnologia Assistiva para pessoas cegas ou com baixa visão:
Alternativas
Q3422439 Terapia Ocupacional
Marque a alternativa que não contenha um exemplo de dispositivo de Tecnologia Assistiva para pessoas com Transtorno do Espectro Autista ou com deficiência intelectual.
Alternativas
Q3422438 Terapia Ocupacional
Apenas não se pode afirmar sobre os princípios do Tratamento Neuro-Desenvolvimental, também conhecido como Abordagem de Bobath, utilizados na prática de Terapia Ocupacional:
Alternativas
Q3422437 Terapia Ocupacional
Sobre o uso de técnicas de Facilitação do movimento do Tratamento Neuro-Desenvolvimental utilizados na prática de Terapia Ocupacional, é errado afirmar: 
Alternativas
Q3422436 Terapia Ocupacional
Quanto ao uso de técnicas de Inibição do movimento do Tratamento Neuro-Desenvolvimental utilizadas na prática de Terapia Ocupacional, não é correto afirmar:
Alternativas
Q3422435 Terapia Ocupacional
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Carr e Shepherd desenvolveram junto a um grupo de profissionais que utilizam o movimento como parte essencial de sua prática laboral (terapeutas ocupacionais, fisioterapeutas e cientistas do movimento) um modelo de intervenção terapêutica que faz uso de princípios de controle e aprendizado motores para o desenvolvimento de intervenções práticas de reabilitação para pessoas com dificuldades motoras devido disfunção do Sistema Nervoso Central.


(Autor)
Em relação à Abordagem de Carr e Shepherd e sua aplicação à Terapia Ocupacional, analise as afirmativas seguintes e marque a alternativa correta.

I- A Abordagem de Carr e Shepherd não discute diretrizes para maior participação dos indivíduos em ocupações ou papéis sociais.
II- A Abordagem de Carr e Shepherd oferece a terapeutas ocupacionais diretrizes práticas para avaliação da função motora durante o desempenho de uma atividade.
III- A Abordagem de Carr e Shepherd oferece a terapeutas ocupacionais diretrizes práticas para adaptação do ambiente físico a fim de promover funcionalidade máxima para cada indivíduo.
Alternativas
Q3422434 Terapia Ocupacional
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Carr e Shepherd desenvolveram junto a um grupo de profissionais que utilizam o movimento como parte essencial de sua prática laboral (terapeutas ocupacionais, fisioterapeutas e cientistas do movimento) um modelo de intervenção terapêutica que faz uso de princípios de controle e aprendizado motores para o desenvolvimento de intervenções práticas de reabilitação para pessoas com dificuldades motoras devido disfunção do Sistema Nervoso Central.


(Autor)
Analise as afirmativas seguintes e marque a alternativa correta em relação aos fundamentos da Abordagem de Carr e Shepherd:

I- Carr e Shepherd apresentam uma abordagem estruturada para avaliar e melhorar quatro categorias gerais de controle motor: adoção da postura ortostática e de sedestação; deambulação; equilíbrio corporal; e alcance e manuseio de objetos.
II- Uma das diretrizes da Abordagem de Carr e Shepherd consiste em estruturar atividades que auxiliarão pacientes a desenvolver análise da tarefa motora e habilidades de resolução de problemas.
III- Uma outra diretriz da Abordagem de Carr e Shepherd consiste em estruturar atividades que ofertem desafios graduados para ajustes posturais antecipatórios e contínuos.
Alternativas
Q3422433 Terapia Ocupacional
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

A equipe de saúde do hospital onde você, terapeuta ocupacional, trabalha encaminhou solicitação de avaliação para o Serviço de Terapia Ocupacional do Sr. João, um paciente que apresenta lesão completa de coluna vertebral a nível de C6.


(Autor)
À respeito da uilização de cadeira de rodas pelo Sr. João, apenas não se pode afirmar:
Alternativas
Q3422432 Terapia Ocupacional
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

A equipe de saúde do hospital onde você, terapeuta ocupacional, trabalha encaminhou solicitação de avaliação para o Serviço de Terapia Ocupacional do Sr. João, um paciente que apresenta lesão completa de coluna vertebral a nível de C6.


(Autor)
Quanto ao que se espera do desempenho ocupacional deste paciente na atividade de vida diária (AVD) indicada, apenas não se pode afirmar:
Alternativas
Respostas
401: A
402: B
403: A
404: D
405: A
406: D
407: A
408: D
409: B
410: D
411: B
412: D
413: A
414: B
415: B
416: A
417: A
418: C
419: A
420: D