Questões de Concurso
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BRAGA, R. A casa. 200 crônicas escolhidas. Rio de Janeiro: BestBolso, 2011. p. 359-360. Seleção Saraiva Vira-vira 1.
O período “Um amigo meu quis reformar seu apartamento e chamou um arquiteto novo. "(l. 4) admite, sem alterar a semântica do contexto, ser reestruturado como Meu amigo quis reformar seu apartamento e chamou um novo arquiteto.
BRAGA, R. A casa. 200 crônicas escolhidas. Rio de Janeiro: BestBolso, 2011. p. 359-360. Seleção Saraiva Vira-vira 1.
No penúltimo parágrafo, os recursos de linguagem utilizados pelo enunciador estão adequados ao tom lírico da narrativa.
BRAGA, R. A casa. 200 crônicas escolhidas. Rio de Janeiro: BestBolso, 2011. p. 359-360. Seleção Saraiva Vira-vira 1.
O enunciador do discurso conduz a sua narrativa priorizando uma linguagem referencial e precisa.
BRAGA, R. A casa. 200 crônicas escolhidas. Rio de Janeiro: BestBolso, 2011. p. 359-360. Seleção Saraiva Vira-vira 1.
A crônica em estudo apresenta como ideia central a oposição entre a exposição, fruto da arquitetura moderna, e a privacidade das velhas casas.
No contexto onde se encontram, os termos “de coisas "(l.9) e “em coisas" (l.10) exercem a mesma função sintática.
Em“Navegamos nas diferentes esferas que compõem a vida de forma fragmentária e superficial,e não como totalidade articulada." (l.19-20),o termo em negrito tem valor adversativo.
No período “Estão lá, pulsando, nas veias que correm sob a pele urbana. "(l.11), há a personificação da cidade.
Os termos“na maioria das vezes"(l.7-8) e “isto é" (l.13) equivalem-se semanticamente e antecedem uma retificação.
Os termos “mas também" (l.5)e “mas" (l.7),nos seus respectivos contextos, introduzem ideia de adição, com a elipse da palavra também na linha 7.
A afirmativa “Para o pai da psicanálise, não há civilização sem repressão." (l.22-23) constitui a opinião de uma voz citada no texto e referendada pelo autor.
O fragmento “e de corpos transformados em coisas." (l.9-10) apresenta um processo de depreciação dos seres humanos.
O fragmento “que aboliu o horizonte e apagou as estrelas." (l.2-3) apresenta dois pensamentos cujos conteúdos são contraditórios.
O autor, no último parágrafo, apossa-se do discurso freudiano para conceituara sociedade capitalista contemporânea.
A afirmação inicial do segundo parágrafo constitui um raciocínio do autor que se opõe às ideias de Lukács e Gramsci no quarto parágrafo.
A configuração espacial da cidade é apresentada como objetivo de buscar identificar e dimensionar a diversidade sociocultural e política do espaço urbano.
A cidade aparece, no texto, como um espaço em que organização e desorganização coexistem.
Nos dois últimos versos da canção – “And I swear that I don’t have a gun / No I don’t have a gun”–, o
autor lamenta o fato de não possuir uma arma.

Repórteres profssionais da área criminal, após os relatos dos moradores, começaram a fazer o rastreamentodecrimesatravésdaescutadeconversasderádioentreospoliciais.

O casal de chineses sabe que, no futuro, terá de arcar com a compra de um apartamento para o filho, a fim de que ele possa conseguir uma esposa.
It has been a long time since Liu Jinghu and his wife enjoyed a weekend to themselves. Saturdays and Sundays in smoggy Beijing are dedicated to their only child, 2-year-old son Xiaojing: there are early-childhood exercise classes; singing sessions with other families; Lego‑building sprees in a living room scattered with toys. Then there’s the specter of expensive tutoring to get their
5 – toddlerinto a good school and, furtherinto the future, the pressure to buy their son an apartment so he can persuade a woman to marry him. That property burden could cost Liu, a software‑development manager, and his wife, a human-resources specialist, two decades’ worth of salary. Such are the costs of raising a kid today in middle-class China.Liu Jinghu e sua esposa costumam divertir-se apenas nos fins de semana, quando seu único filho, Xiaojing,fica aos cuidados de amigos.

