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Questões de Concurso Comentadas para inep

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Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: INEP Prova: INEP - 2025 - INEP - Pedagogia |
Q4148106 Pedagogia
Círio de Nazaré é declarado Patrimônio Cultural da Humanidade


O Círio de Nazaré foi incluído na lista de Patrimônio Cultural da Humanidade da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). A inclusão foi aprovada durante a Oitava Reunião Anual do Comitê Intergovernamental para a Salvaguarda do Patrimônio Imaterial, realizada na cidade de Baku, no Azerbaijão. Segundo a Unesco, com a inclusão do Círio, o Brasil passa a ter quatro bens imateriais inscritos: o Samba de Roda do Recôncavo Baiano, a Arte Kusiwa — pintura corporal e arte gráfica Wajãpi — e o Frevo. Durante a reunião, também será feito um balanço dos dez anos da Convenção para a Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial, que desempenha papel crucial na promoção da diversidade cultural em todo o mundo. O Círio de Nazaré é uma das maiores manifestações religiosas do mundo. A grande procissão da festividade é realizada sempre no segundo domingo do mês de outubro. Em 2013, a principal romaria reuniu 2 milhões e 100 mil devotos da Virgem Maria. Segundo a Secretaria de Estado de Turismo (Setur), o Círio de Nazaré é o principal evento turístico do Pará e atrai o maior quantitativo de visitantes. Em 2013, Belém recebeu 78 mil visitantes de outros estados, principalmente do Rio de Janeiro (RJ), de São Paulo (SP) e do Maranhão (MA). Desse total, 4 mil turistas são de outros países.

Disponível em: http://g1.globo.com. Acesso em: 18 maio 2025 (adaptado).
O Círio de Nazaré, celebrado anualmente em Belém do Pará e reconhecido como Patrimônio Cultural da Humanidade pela Unesco, constitui um exemplo de fenômeno geográfico complexo enraizado no local, mas com relevância em múltiplas escalas. Considerando os fundamentos teórico-metodológicos para o ensino de Geografia nos Anos Iniciais, as estratégias pedagógicas coerentes para trabalhar esse tema com os estudantes são
Alternativas
Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: INEP Prova: INEP - 2025 - INEP - Pedagogia |
Q4148105 Pedagogia
Literatura de cordel agora é Patrimônio Cultural Brasileiro


A decisão é do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), que coloca novamente no radar do povo brasileiro uma forma de arte milenar

A cultura brasileira teve esta semana uma notícia digna de comemoração. O Iphan reconheceu a literatura de cordel como Patrimônio Cultural Imaterial Brasileiro. A escolha foi anunciada pelo Conselho Consultivo da instituição, que se reuniu no Forte de Copacabana, no Rio de Janeiro. O encontro contou com a presença do Ministro da Cultura, da presidente do Iphan e do representante da Academia Brasileira de Literatura de Cordel (ABLC).

“Poetas, declamadores, editores, ilustradores, desenhistas, artistas plásticos, xilogravadores e folheteiros, como são conhecidos os vendedores de livros, já podem comemorar, pois agora a Literatura de Cordel é Patrimônio Cultural Imaterial Brasileiro”, anuncia o Iphan. Para repercutir o tema e estimular uma reflexão sobre o que essa decisão significa, convidamos duas artistas que trabalham diretamente com cordel: a escritora cearense Jarid Arraes, autora do livro Heroínas negras em 15 cordéis e de mais de 60 histórias em cordel; e a poeta e contadora de histórias recifense Mariane Bigio, do canal Cordel Animado. Mariane também é autora de uma série de livros sobre o tema, como O baú de surpresas, Quebra-nozes em cordel e Um cordel para muitos chapéus.

“O cordel tem um enorme potencial educativo que muitas vezes é subestimado”, diz Mariane.


Disponível em: https://lunetas.com.br. Acesso em: 25 maio 2025 (adaptado).
Considerando a importância do cordel como recurso didático, uma professora de Anos Iniciais usou em seu planejamento, com o objetivo de consolidar a alfabetização e o letramento e de dar sequência à unidade temática O sujeito e seu lugar no mundo, a partir da qual as crianças deverão se apropriar de algumas habilidades específicas em Geografia. Com o desenvolvimento dessa unidade temática, espera-se que os estudantes
Alternativas
Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: INEP Prova: INEP - 2025 - INEP - Pedagogia |
Q4148104 Educação Artística
Literatura de cordel agora é Patrimônio Cultural Brasileiro


A decisão é do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), que coloca novamente no radar do povo brasileiro uma forma de arte milenar

A cultura brasileira teve esta semana uma notícia digna de comemoração. O Iphan reconheceu a literatura de cordel como Patrimônio Cultural Imaterial Brasileiro. A escolha foi anunciada pelo Conselho Consultivo da instituição, que se reuniu no Forte de Copacabana, no Rio de Janeiro. O encontro contou com a presença do Ministro da Cultura, da presidente do Iphan e do representante da Academia Brasileira de Literatura de Cordel (ABLC).

“Poetas, declamadores, editores, ilustradores, desenhistas, artistas plásticos, xilogravadores e folheteiros, como são conhecidos os vendedores de livros, já podem comemorar, pois agora a Literatura de Cordel é Patrimônio Cultural Imaterial Brasileiro”, anuncia o Iphan. Para repercutir o tema e estimular uma reflexão sobre o que essa decisão significa, convidamos duas artistas que trabalham diretamente com cordel: a escritora cearense Jarid Arraes, autora do livro Heroínas negras em 15 cordéis e de mais de 60 histórias em cordel; e a poeta e contadora de histórias recifense Mariane Bigio, do canal Cordel Animado. Mariane também é autora de uma série de livros sobre o tema, como O baú de surpresas, Quebra-nozes em cordel e Um cordel para muitos chapéus.

“O cordel tem um enorme potencial educativo que muitas vezes é subestimado”, diz Mariane.


Disponível em: https://lunetas.com.br. Acesso em: 25 maio 2025 (adaptado).
Em seu planejamento, uma professora de Anos Iniciais utilizou o cordel como recurso para explorar conhecimentos específicos de Artes. Ela realizou uma sequência didática com o objetivo de desenvolver as diferentes unidades temáticas previstas na Base Nacional Comum Curricular (BNCC) para a área: música, teatro, artes visuais e dança. O conjunto de atividades que contempla as quatro unidades temáticas é
Alternativas
Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: INEP Prova: INEP - 2025 - INEP - Pedagogia |
Q4148103 Pedagogia
Literatura de cordel agora é Patrimônio Cultural Brasileiro


A decisão é do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), que coloca novamente no radar do povo brasileiro uma forma de arte milenar

A cultura brasileira teve esta semana uma notícia digna de comemoração. O Iphan reconheceu a literatura de cordel como Patrimônio Cultural Imaterial Brasileiro. A escolha foi anunciada pelo Conselho Consultivo da instituição, que se reuniu no Forte de Copacabana, no Rio de Janeiro. O encontro contou com a presença do Ministro da Cultura, da presidente do Iphan e do representante da Academia Brasileira de Literatura de Cordel (ABLC).

“Poetas, declamadores, editores, ilustradores, desenhistas, artistas plásticos, xilogravadores e folheteiros, como são conhecidos os vendedores de livros, já podem comemorar, pois agora a Literatura de Cordel é Patrimônio Cultural Imaterial Brasileiro”, anuncia o Iphan. Para repercutir o tema e estimular uma reflexão sobre o que essa decisão significa, convidamos duas artistas que trabalham diretamente com cordel: a escritora cearense Jarid Arraes, autora do livro Heroínas negras em 15 cordéis e de mais de 60 histórias em cordel; e a poeta e contadora de histórias recifense Mariane Bigio, do canal Cordel Animado. Mariane também é autora de uma série de livros sobre o tema, como O baú de surpresas, Quebra-nozes em cordel e Um cordel para muitos chapéus.

“O cordel tem um enorme potencial educativo que muitas vezes é subestimado”, diz Mariane.


Disponível em: https://lunetas.com.br. Acesso em: 25 maio 2025 (adaptado).
Considerando o potencial educativo do cordel, uma professora pretende inseri-lo como recurso pedagógico em seu planejamento de ensino de História nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental. Nesse contexto, as atividades que desenvolvem os fundamentos teórico-metodológicos do ensino de História são
Alternativas
Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: INEP Prova: INEP - 2025 - INEP - Pedagogia |
Q4148102 Pedagogia
Literatura de cordel agora é Patrimônio Cultural Brasileiro


A decisão é do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), que coloca novamente no radar do povo brasileiro uma forma de arte milenar

A cultura brasileira teve esta semana uma notícia digna de comemoração. O Iphan reconheceu a literatura de cordel como Patrimônio Cultural Imaterial Brasileiro. A escolha foi anunciada pelo Conselho Consultivo da instituição, que se reuniu no Forte de Copacabana, no Rio de Janeiro. O encontro contou com a presença do Ministro da Cultura, da presidente do Iphan e do representante da Academia Brasileira de Literatura de Cordel (ABLC).

“Poetas, declamadores, editores, ilustradores, desenhistas, artistas plásticos, xilogravadores e folheteiros, como são conhecidos os vendedores de livros, já podem comemorar, pois agora a Literatura de Cordel é Patrimônio Cultural Imaterial Brasileiro”, anuncia o Iphan. Para repercutir o tema e estimular uma reflexão sobre o que essa decisão significa, convidamos duas artistas que trabalham diretamente com cordel: a escritora cearense Jarid Arraes, autora do livro Heroínas negras em 15 cordéis e de mais de 60 histórias em cordel; e a poeta e contadora de histórias recifense Mariane Bigio, do canal Cordel Animado. Mariane também é autora de uma série de livros sobre o tema, como O baú de surpresas, Quebra-nozes em cordel e Um cordel para muitos chapéus.

“O cordel tem um enorme potencial educativo que muitas vezes é subestimado”, diz Mariane.


Disponível em: https://lunetas.com.br. Acesso em: 25 maio 2025 (adaptado).
A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) identifica o campo artístico-literário como um dos eixos a serem contemplados em Língua Portuguesa e menciona os cordéis como um dos recursos a serem utilizados pelos professores, com vistas ao desenvolvimento de habilidades relacionadas ao letramento e à alfabetização. Nessa perspectiva, uma prática de ensino e de aprendizagem que incide sobre o letramento com base nos cordéis envolve a
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Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: INEP Prova: INEP - 2025 - INEP - Química |
Q4148082 Pedagogia
O professor de Química preocupado com o aprendizado dos estudantes planeja avaliações a partir de distintos enfoques. Segundo Carlos Cipriano Luckesi, a avaliação pode ser diagnóstica, formativa e somativa.
Qual alternativa corresponde a uma avaliação formativa que aborde o conteúdo de ligações químicas?
Alternativas
Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: INEP Prova: INEP - 2025 - INEP - Química |
Q4148072 Pedagogia
Uma professora quer abordar as Macromoléculas, por meio do uso de Tecnologias Digitais da Informação e Comunicação (TDICs), com os estudantes da Educação de Jovens e Adultos (EJA). O objetivo é que eles possam conhecer a estrutura dos carboidratos e compreender a relação destes com os processos bioquímicos, com base nos hábitos alimentares da turma.
A proposta de intervenção pedagógica que atende a esse objetivo é
Alternativas
Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: INEP Prova: INEP - 2025 - INEP - Química |
Q4148070 Pedagogia
Uma licencianda do curso de Química inscrita no Estágio Supervisionado Curricular está elaborando um plano de aula com objetivo de abordar o conteúdo de soluções e favorecer a autonomia discente. Em seu planejamento, ela utiliza a plataforma PhET colorado, que contém simulações para o estudo da concentração de soluções.
Visando atender a esse objetivo no uso da plataforma, a licencianda deve
Alternativas
Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: INEP Prova: INEP - 2025 - INEP - Química |
Q4148063 Química
Para a inclusão de um estudante com deficiência visual completa, o professor introduziu o conteúdo de estequiometria, com ênfase nas proporções molares entre reagentes e produtos em reações químicas. Diante disso, ele passou a buscar alternativas pedagógicas, conforme a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva, que assegura o direito à aprendizagem por meio da adoção de estratégias diferenciadas e de recursos de acessibilidade.
Considerando esse cenário e o marco legal citado, qual proposta representa uma intervenção pedagógica compatível com o nível de abstração do Ensino Médio e possibilita o acesso equitativo ao ensino de estequiometria para estudantes com deficiência visual?
Alternativas
Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: INEP Prova: INEP - 2025 - INEP - Química |
Q4148061 Pedagogia
No estado de Roraima, o povo indígena Macuxi utiliza fornos de barro para preparar alimentos e produzir cerâmicas, práticas transmitidas por gerações, baseadas em profundo conhecimento sobre o uso controlado do fogo, a escolha de materiais e a percepção sensorial da temperatura. Esses conhecimentos tradicionais envolvem uma compreensão empírica sofisticada de processos, como combustão e dissipação de calor.
Considerando a promoção de uma educação científica intercultural para o público da educação escolar indígena Macuxi, qual alternativa representa uma intervenção que articula o diálogo entre os conhecimentos ancestrais e os conceitos da termodinâmica dos gases de forma contextualizada?
Alternativas
Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: INEP Prova: INEP - 2025 - INEP - Química |
Q4148058 Química
Durante a atividade de Estágio Supervisionado, uma licencianda em Química deve preparar uma sequência didática sobre os modelos atômicos para a 1ª série do Ensino Médio. Ao analisar o material didático disponível, ela percebe que o livro-texto apresenta os modelos atômicos em sequência (Dalton, Thomson, Rutherford, Bohr e Schrödinger), com ilustrações e analogias simplistas (como a bola de bilhar e o pudim de passas) e sem articulação com os contextos históricos ou epistemológicos que os originaram.
Com o objetivo de contemplar a História da Ciência na elaboração da sequência didática, a licencianda deve considerar que o(a)
Alternativas
Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: INEP Prova: INEP - 2025 - INEP - Química |
Q4148057 Pedagogia
Em uma sequência didática, na primeira aula, o professor inicia uma conversa com os estudantes sobre o que são reações químicas, buscando identificar os conhecimentos prévios. A partir desse levantamento, propõe a pergunta-problema que orientará toda a sequência: “Por que algumas reações acontecem mais rapidamente?”. Na segunda aula, a turma é organizada em pequenos grupos para realizar um experimento com comprimidos efervescentes em água, visando estudar os fatores que influenciam a rapidez da reação. Os estudantes, em grupo, formulam hipóteses, planejam como poderiam realizar a investigação, desenvolvem os experimentos, sistematizam os resultados e, ao final, apresentam as próprias conclusões. Na terceira aula, os resultados do experimento são discutidos pela turma com a orientação do professor, relacionando esses fatores a situações do cotidiano e retomando a pergunta-problema. A avaliação é desenvolvida de forma contínua, considerando a participação, os registros escritos e as explicações nas produções finais.
Pelo contexto apresentado, assinale a alternativa que demonstra a articulação entre uma abordagem por Aprendizagem Baseada em Problema (ABP) e a construção de conhecimentos científicos.
Alternativas
Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: INEP Prova: INEP - 2025 - INEP - Química |
Q4148054 Química
As pesquisas na área de Educação Química apresentam diferentes denominações para as atividades experimentais, tais como: demonstrativa, ilustrativa, verificativa, investigativa. A partir dessas compreensões, o professor de Química planeja uma atividade experimental para o estudo do conceito de pH, utilizando o extrato de repolho roxo como indicador natural.
O professor contempla a experimentação investigativa quando 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: INEP Prova: INEP - 2025 - INEP - Química |
Q4148053 Pedagogia
Durante a aplicação de um jogo abordando os conceitos de oxirredução, os grupos deveriam confrontar cartas de diferentes elementos químicos e argumentar corretamente sobre a relação entre os potenciais de redução para estabelecer quem avança primeiramente para a próxima etapa. O grupo A pegou a carta do elemento zinco (Zn); e o grupo B, a carta do elemento cobre (Cu). No decorrer da proposta, surgiu o seguinte diálogo:
Grupo A: “O zinco perde elétrons porque tem maior potencial de redução”.
Grupo B: “Não, eu acho que o zinco perde elétrons porque seu potencial de redução é menor que o do cobre”.
Professora: “Interessante o que vocês disseram. Como a diferença entre os potenciais padrão de redução influencia quem perde e quem ganha elétrons em uma reação?
Os estudantes se entreolharam e começaram a discutir entre si. Um deles comentou: “Se o potencial de redução é menor, ele oxida. Então, ele perde elétrons”.
Outro completou: “Isso! E o que tem maior potencial de redução atua como agente oxidante”.
Após a aplicação do jogo, a professora, juntamente com os estudantes, promoveu uma discussão sobre as principais questões observadas, relacionando-as à teoria.
Essa atividade pode ser caracterizada como um jogo pedagógico cujo foco principal é
Alternativas
Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: INEP Prova: INEP - 2025 - INEP - Letras Português - Inglês |
Q4147524 Português
TEXTO 1

A linguística recomenda que a norma culta seja ensinada nas escolas, mas que, paralelamente, se preservem os saberes sociolinguísticos e os valores culturais que o aluno já tenha aprendido antes, no seu ambiente social. Resguarda-se, assim, o direito que o educando possui à preservação de sua identidade cultural específica, seja ela rural ou urbana, popular ou elitista. A aprendizagem da norma culta deve significar uma ampliação da competência linguística e comunicativa do aluno, que deverá aprender a empregar uma variedade ou outra, de acordo com as circunstâncias da situação de fala.


BORTONI-RICARDO, S. M. Nós cheguemu na escola, e agora? – sociolinguística na sala de aula. São Paulo: Parábola, 2005.


TEXTO 2


No Brasil, a variação está ligada à estratificação social e à dicotomia rural-urbano. Pode-se dizer que o principal fator de variação linguística no Brasil é a secular má distribuição de bens materiais e o consequente acesso restrito da população pobre aos bens da cultura dominante. Diferentemente de outros países, como os Estados Unidos, por exemplo, a variação linguística não é um índice sociossimbólico de etnicidade, exceto nas comunidades bilíngues, sejam as de colonização europeia ou asiática, sejam as das nações indígenas.


BORTONI-RICARDO, S. M. Nós cheguemu na escola, e agora? – sociolinguística na sala de aula. São Paulo: Parábola, 2005.
Quanto à abordagem adotada nos textos 1 e 2, a autora defende que as variedades linguísticas do Brasil 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: INEP Prova: INEP - 2025 - INEP - Letras Português - Inglês |
Q4147491 Pedagogia
In a high school EFL 50-minute lesson, the teacher selects a short authentic news article on climate change to introduce some reading strategies. The teacher begins by activating students’ background knowledge through a quick discussion in English about environmental issues. Then, she explains two key reading strategies — skimming and scanning — using visual aids and simple English definitions.

Students are first asked to skim the text in pairs to get the main idea, take some notes, and discuss the overall topic. Then, they scan the article to answer questions such as “What year was the article published?” or “Which countries are mentioned?”. The teacher monitors the group work, encouraging students to interact in English and supporting them when needed. Afterwards, the class discusses the purpose of each strategy and how they help understand texts more efficiently.
The teacher’s approach reveals a concept of language as 
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Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: INEP Prova: INEP - 2025 - INEP - Letras - Inglês |
Q4147182 Linguística
A teacher uses excerpts from George Bernard Shaw’s play Pygmalion (1913) as a starting point to reflect on language use and its social implications. Before reading, she facilitates a group discussion where students share expressions from their heritage languages or regional dialects, drawing parallels with the Cockney dialect of the protagonist Eliza and sharing personal experiences of linguistic discrimination. Next, the students engage in guided reading of selected excerpts from the play and discuss Eliza’s transformation — a working-class woman who, after intensive phonetic training, is introduced into high society. The activity continues with the screening of scenes from the musical My Fair Lady (1964), based on the play, followed by a comparison between the two texts using film stills, focusing on syntactic and lexical differences. Finally, students are invited to research contemporary productions that relate to these works, drawing on their linguistic repertoires, such as memes, fanfics, videobooks, and video reviews.
Considering the teacher’s practice, identify the linguistic phenomena addressed as well as the pedagogical approach employed.
Alternativas
Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: INEP Prova: INEP - 2025 - INEP - Letras - Inglês |
Q4147145 Pedagogia
In a high school EFL 50-minute lesson, the teacher selects a short authentic news article on climate change to introduce some reading strategies. The teacher begins by activating students’ background knowledge through a quick discussion in English about environmental issues. Then, she explains two key reading strategies — skimming and scanning — using visual aids and simple English definitions.

Students are first asked to skim the text in pairs to get the main idea, take some notes, and discuss the overall topic. Then, they scan the article to answer questions such as “What year was the article published?” or “Which countries are mentioned?”. The teacher monitors the group work, encouraging students to interact in English and supporting them when needed. Afterwards, the class discusses the purpose of each strategy and how they help understand texts more efficiently.
The teacher’s approach reveals a concept of language as
Alternativas
Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: INEP Prova: INEP - 2025 - INEP - História |
Q4146777 História
Não surpreendentemente, os velhos sistemas coloniais ruíram primeiro na Ásia. A Síria e Líbano (antes franceses) se tornaram independentes em 1945; a Índia e o Paquistão em 1947; Birmânia, Ceilão (Sri Lanka), Palestina (Israel) e as Índias Orientais holandesas (Indonésia) em 1948. Em 1946, os EUA concederam status formal de independência às Filipinas, que haviam ocupado desde 1898. O império japonês, claro, desaparecera em 1945. O Norte da África islâmico já estava abalado, mas ainda se segurava. A maior parte da África Central e Setentrional, e as ilhas do Caribe e Pacífico permaneciam relativamente calmas. Só em partes do Sudeste Asiático essa descolonização política sofreu séria resistência, notadamente na Indochina francesa (atuais Vietnã, Camboja e Laos), onde a resistência comunista declarara independência após a libertação, sob a liderança do nobre Ho Chi Minh. Os franceses, apoiados pelos britânicos e depois pelos EUA, realizaram uma desesperada ação para reconquistar e manter o país contra a revolução vitoriosa. Foram derrotados e obrigados a se retirar em 1954, mas os EUA impediram a unificação do país e mantiveram um regime satélite na parte Sul do Vietnã dividido. Depois que este, por sua vez, pareceu à beira do colapso, os EUA travaram dez anos de uma grande guerra, até serem por fim derrotados e obrigados a retirar-se em 1975, depois de lançar sobre o infeliz país um volume de explosivos maior do que o empregado em toda a Segunda Guerra Mundial.

HOBSBAWN, E. Era dos extremos: o breve século XX: 1914-1991. São Paulo: Cia. das Letras, 1995.
Um professor de História, do Ensino Médio, apresentou esse texto para discutir com os estudantes os desdobramentos globais após a Segunda Guerra Mundial, como o acirramento das lutas anticoloniais, que resultaram em independências de países da África e da Ásia, a exemplo da Guerra do Vietnã, que
Alternativas
Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: INEP Prova: INEP - 2025 - INEP - História |
Q4146774 Pedagogia
As produções audiovisuais Ms. Marvel (2022) e Star Wars (1977-1983) exemplificam como as mídias estadunidenses e ocidentais interpretam processos históricos asiáticos, destacando a resistência de povos com recursos limitados diante de grandes impérios. Em Ms. Marvel, a partição da Índia é apresentada como uma tragédia derivada do imperialismo britânico, revelando as lutas de populações deslocadas e fragmentadas que resistiram com aquilo que tinham: identidade, memória e redes comunitárias. Já Star Wars adapta, em chave ficcional, a experiência de povos como os vietnamitas que, com armas mais simples, enfrentaram uma potência imperial altamente tecnologizada. A Aliança Rebelde pode ser interpretada como uma metáfora dos vietcongues: grupos organizados que, apesar da precariedade material, utilizaram estratégias de guerrilha e resistência popular contra um império opressor. A cultura midiática ocidental frequentemente projeta esses conflitos em narrativas que reforçam certos valores e perspectivas hegemônicas, transformando resistências históricas reais em metáforas adaptadas aos imaginários do público ocidental.
Um professor de História, do Ensino Médio, planejou uma aula sobre o imperialismo inglês na Índia, com base nas produções audiovisuais citadas no texto. Para estimular uma postura investigativa e científica, valorizando o protagonismo do estudante, a atividade deve
Alternativas
Respostas
41: D
42: D
43: D
44: D
45: C
46: B
47: A
48: B
49: D
50: D
51: B
52: C
53: B
54: C
55: C
56: A
57: D
58: A
59: A
60: B