Literatura de cordel agora é Patrimônio Cultural Brasileiro
A decisão é do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan),
que coloca novamente no radar do povo brasileiro uma forma de arte milenar
A cultura brasileira teve esta semana uma notícia digna de comemoração. O Iphan reconheceu a literatura de cordel como
Patrimônio Cultural Imaterial Brasileiro. A escolha foi anunciada pelo Conselho Consultivo da instituição, que se reuniu no Forte
de Copacabana, no Rio de Janeiro. O encontro contou com a presença do Ministro da Cultura, da presidente do Iphan e do
representante da Academia Brasileira de Literatura de Cordel (ABLC).
“Poetas, declamadores, editores, ilustradores, desenhistas, artistas plásticos, xilogravadores e folheteiros, como são conhecidos
os vendedores de livros, já podem comemorar, pois agora a Literatura de Cordel é Patrimônio Cultural Imaterial Brasileiro”,
anuncia o Iphan. Para repercutir o tema e estimular uma reflexão sobre o que essa decisão significa, convidamos duas artistas
que trabalham diretamente com cordel: a escritora cearense Jarid Arraes, autora do livro Heroínas negras em 15 cordéis e de
mais de 60 histórias em cordel; e a poeta e contadora de histórias recifense Mariane Bigio, do canal Cordel Animado. Mariane
também é autora de uma série de livros sobre o tema, como O baú de surpresas, Quebra-nozes em cordel e Um cordel para
muitos chapéus.
“O cordel tem um enorme potencial educativo que muitas vezes é subestimado”, diz Mariane.
Disponível em: https://lunetas.com.br. Acesso em: 25 maio 2025 (adaptado).
Considerando o potencial educativo do cordel, uma professora pretende inseri-lo como recurso pedagógico em seu planejamento
de ensino de História nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental. Nesse contexto, as atividades que desenvolvem os fundamentos
teórico-metodológicos do ensino de História são
Incorreta. Gabarito oficial da banca:
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