Questões de Concurso Comentadas para cetrede

Foram encontradas 7.636 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q1089105 Português
Na frase “Suponho que nunca teria visto um elefante”, a subordinada é substantiva
Alternativas
Q1089104 Português
A frase “Os deputados teriam analisado a proposta.” Na voz passiva ficaria
Alternativas
Q1089103 Português
Na oração “Faz-me falta o teu carinho”, temos
Alternativas
Q1089102 Português
Triplo e tríplice são numerais, respectivamente,
Alternativas
Q1089101 Português
Analise as afirmativas.
I. A criança é um ser sublime. II. O cônjuge se aproximou. III. O servente veio atender-nos. IV. O gerente chegou cedo.
Não está claro se é homem ou mulher no(em)
Alternativas
Q1089100 Português
Indique a opção em que não há pronome indefinido.
Alternativas
Q1089099 Português
Analise o período a seguir.
“Se tudo _____ de acordo com o que ele _____, o livro já ______.”
Marque a opção que indica os vocábulos que preenchem CORRETA e respectivamente as lacunas.
Alternativas
Q1089098 Português
Marque a opção cuja regra justifica a acentuação da palavra sandália. A palavra é acentuada
Alternativas
Q1089097 Português
Leia o Texto para responder à questão.

VÍRUS ZIKA E O GRANDE SURTO DE MICROCEFALIA

    Uma doença recém-chegada no Brasil está deixando todos em alerta, em especial as grávidas: a Febre por vírus Zika. Essa doença, causada pelo vírus Zika, apesar de, até então, não estar relacionada com danos graves à saúde, foi relacionada recentemente com um grave surto de microcefalia no Brasil.
    O vírus Zika é um arbovírus da família Flaviviridae, que assim como a dengue e a chikungunya, é transmitido pelos mosquitos do gênero Aedes, como o Aedes aegypti. Além dessa forma de contaminação, estudos indicam que a transmissão pode ocorrer de forma perinatal, sexual e até mesmo transfusional.
    O vírus foi descoberto em 1947 em um macaco que vivia na Floresta de Zika, em Uganda (daí a origem do nome). No Brasil, o vírus foi introduzido em 2014, e as hipóteses mais aceitas é que ele tenha chegado ao território brasileiro durante a Copa do Mundo desse mesmo ano.
    Ao se contaminar com o vírus Zika, o paciente pode apresentar febre, vômitos, tosse, dores no corpo, de cabeça, musculares e nas articulações, mal-estar, irritação nos olhos e manchas no corpo. A doença normalmente tem duração de três a sete dias e pode ser assintomática em alguns casos.
    De uma maneira geral, considera-se que a febre por vírus Zika não causa grandes complicações, mas, recentemente, observou-se o comprometimento do sistema nervoso central em alguns casos. Além disso, a infecção pelo vírus Zika foi associada ao desenvolvimento de microcefalia, uma malformação em que recém-nascidos possuem perímetro cefálico menor que o normal (menor que 33 cm). Essa malformação está relacionada com retardo mental em 90% dos casos, além de desencadear comprometimento da fala, audição e visão, baixo peso e episódios de convulsão.
    Apesar de a microcefalia também ser causada por infecções, problemas genéticos, contato com produtos radioativos e utilização de substâncias químicas, observou-se uma relação direta entre o vírus Zika e o grande surto em 2015. A suspeita foi levantada após mães de bebês com microcefalia relatarem que, durante a gestação, apresentaram sintomas da contaminação por vírus Zika. Em razão do grande número de casos, a Organização Mundial da Saúde (OMS) emitiu um alerta em 1º de dezembro de 2015 para que todos os países ficassem atentos aos casos de febre por vírus Zika em seu território.
    Assim como a dengue, a febre por vírus Zika não possui tratamento específico, sendo recomendado apenas o tratamento de sintomas. O uso de paracetamol ou dipirona pode ajudar o paciente a diminuir a dor e, em casos de coceiras, pode ser recomendado o uso de anti-histamínicos. Não se recomenda o uso de ácido acetilsalicílico, uma vez que aumenta os riscos de hemorragias.
    Por não ter tratamento nem vacina, a melhor maneira de evitar complicações é protegendo-se do mosquito que transmite o vírus. As medidas de prevenção da febre por vírus Zika são as mesmas utilizadas na prevenção contra a dengue e a chikungunya, isto é, voltam-se para a eliminação de criadouros do mosquito. Além do combate ao mosquito, as pessoas podem desenvolver algumas proteções individuais, como usar roupas de manga comprida, telas nas janelas e portas e mosquiteiros. O uso de repelente também é indicado, mas grávidas podem utilizar apenas repelentes com DEET na concentração de 10% a 30%.
Por Ma. Vanessa dos Santos
(Disponível em http://vestibular.brasilescola.uol.com.br/)
“...mães de bebês com microcefalia relatarem que, durante a gestação, apresentaram sintomas da contaminação por vírus Zika.” Nesse período, temos uma oração
Alternativas
Q1089096 Português
Leia o Texto para responder à questão.

VÍRUS ZIKA E O GRANDE SURTO DE MICROCEFALIA

    Uma doença recém-chegada no Brasil está deixando todos em alerta, em especial as grávidas: a Febre por vírus Zika. Essa doença, causada pelo vírus Zika, apesar de, até então, não estar relacionada com danos graves à saúde, foi relacionada recentemente com um grave surto de microcefalia no Brasil.
    O vírus Zika é um arbovírus da família Flaviviridae, que assim como a dengue e a chikungunya, é transmitido pelos mosquitos do gênero Aedes, como o Aedes aegypti. Além dessa forma de contaminação, estudos indicam que a transmissão pode ocorrer de forma perinatal, sexual e até mesmo transfusional.
    O vírus foi descoberto em 1947 em um macaco que vivia na Floresta de Zika, em Uganda (daí a origem do nome). No Brasil, o vírus foi introduzido em 2014, e as hipóteses mais aceitas é que ele tenha chegado ao território brasileiro durante a Copa do Mundo desse mesmo ano.
    Ao se contaminar com o vírus Zika, o paciente pode apresentar febre, vômitos, tosse, dores no corpo, de cabeça, musculares e nas articulações, mal-estar, irritação nos olhos e manchas no corpo. A doença normalmente tem duração de três a sete dias e pode ser assintomática em alguns casos.
    De uma maneira geral, considera-se que a febre por vírus Zika não causa grandes complicações, mas, recentemente, observou-se o comprometimento do sistema nervoso central em alguns casos. Além disso, a infecção pelo vírus Zika foi associada ao desenvolvimento de microcefalia, uma malformação em que recém-nascidos possuem perímetro cefálico menor que o normal (menor que 33 cm). Essa malformação está relacionada com retardo mental em 90% dos casos, além de desencadear comprometimento da fala, audição e visão, baixo peso e episódios de convulsão.
    Apesar de a microcefalia também ser causada por infecções, problemas genéticos, contato com produtos radioativos e utilização de substâncias químicas, observou-se uma relação direta entre o vírus Zika e o grande surto em 2015. A suspeita foi levantada após mães de bebês com microcefalia relatarem que, durante a gestação, apresentaram sintomas da contaminação por vírus Zika. Em razão do grande número de casos, a Organização Mundial da Saúde (OMS) emitiu um alerta em 1º de dezembro de 2015 para que todos os países ficassem atentos aos casos de febre por vírus Zika em seu território.
    Assim como a dengue, a febre por vírus Zika não possui tratamento específico, sendo recomendado apenas o tratamento de sintomas. O uso de paracetamol ou dipirona pode ajudar o paciente a diminuir a dor e, em casos de coceiras, pode ser recomendado o uso de anti-histamínicos. Não se recomenda o uso de ácido acetilsalicílico, uma vez que aumenta os riscos de hemorragias.
    Por não ter tratamento nem vacina, a melhor maneira de evitar complicações é protegendo-se do mosquito que transmite o vírus. As medidas de prevenção da febre por vírus Zika são as mesmas utilizadas na prevenção contra a dengue e a chikungunya, isto é, voltam-se para a eliminação de criadouros do mosquito. Além do combate ao mosquito, as pessoas podem desenvolver algumas proteções individuais, como usar roupas de manga comprida, telas nas janelas e portas e mosquiteiros. O uso de repelente também é indicado, mas grávidas podem utilizar apenas repelentes com DEET na concentração de 10% a 30%.
Por Ma. Vanessa dos Santos
(Disponível em http://vestibular.brasilescola.uol.com.br/)
“Vírus Zika e o grande surto de microcefalia” Sobre o título do texto, pode-se afirmar que
Alternativas
Q1089093 Português
Leia o Texto para responder à questão.

VÍRUS ZIKA E O GRANDE SURTO DE MICROCEFALIA

    Uma doença recém-chegada no Brasil está deixando todos em alerta, em especial as grávidas: a Febre por vírus Zika. Essa doença, causada pelo vírus Zika, apesar de, até então, não estar relacionada com danos graves à saúde, foi relacionada recentemente com um grave surto de microcefalia no Brasil.
    O vírus Zika é um arbovírus da família Flaviviridae, que assim como a dengue e a chikungunya, é transmitido pelos mosquitos do gênero Aedes, como o Aedes aegypti. Além dessa forma de contaminação, estudos indicam que a transmissão pode ocorrer de forma perinatal, sexual e até mesmo transfusional.
    O vírus foi descoberto em 1947 em um macaco que vivia na Floresta de Zika, em Uganda (daí a origem do nome). No Brasil, o vírus foi introduzido em 2014, e as hipóteses mais aceitas é que ele tenha chegado ao território brasileiro durante a Copa do Mundo desse mesmo ano.
    Ao se contaminar com o vírus Zika, o paciente pode apresentar febre, vômitos, tosse, dores no corpo, de cabeça, musculares e nas articulações, mal-estar, irritação nos olhos e manchas no corpo. A doença normalmente tem duração de três a sete dias e pode ser assintomática em alguns casos.
    De uma maneira geral, considera-se que a febre por vírus Zika não causa grandes complicações, mas, recentemente, observou-se o comprometimento do sistema nervoso central em alguns casos. Além disso, a infecção pelo vírus Zika foi associada ao desenvolvimento de microcefalia, uma malformação em que recém-nascidos possuem perímetro cefálico menor que o normal (menor que 33 cm). Essa malformação está relacionada com retardo mental em 90% dos casos, além de desencadear comprometimento da fala, audição e visão, baixo peso e episódios de convulsão.
    Apesar de a microcefalia também ser causada por infecções, problemas genéticos, contato com produtos radioativos e utilização de substâncias químicas, observou-se uma relação direta entre o vírus Zika e o grande surto em 2015. A suspeita foi levantada após mães de bebês com microcefalia relatarem que, durante a gestação, apresentaram sintomas da contaminação por vírus Zika. Em razão do grande número de casos, a Organização Mundial da Saúde (OMS) emitiu um alerta em 1º de dezembro de 2015 para que todos os países ficassem atentos aos casos de febre por vírus Zika em seu território.
    Assim como a dengue, a febre por vírus Zika não possui tratamento específico, sendo recomendado apenas o tratamento de sintomas. O uso de paracetamol ou dipirona pode ajudar o paciente a diminuir a dor e, em casos de coceiras, pode ser recomendado o uso de anti-histamínicos. Não se recomenda o uso de ácido acetilsalicílico, uma vez que aumenta os riscos de hemorragias.
    Por não ter tratamento nem vacina, a melhor maneira de evitar complicações é protegendo-se do mosquito que transmite o vírus. As medidas de prevenção da febre por vírus Zika são as mesmas utilizadas na prevenção contra a dengue e a chikungunya, isto é, voltam-se para a eliminação de criadouros do mosquito. Além do combate ao mosquito, as pessoas podem desenvolver algumas proteções individuais, como usar roupas de manga comprida, telas nas janelas e portas e mosquiteiros. O uso de repelente também é indicado, mas grávidas podem utilizar apenas repelentes com DEET na concentração de 10% a 30%.
Por Ma. Vanessa dos Santos
(Disponível em http://vestibular.brasilescola.uol.com.br/)
Indique a opção que melhor define o objetivo do texto.
Alternativas
Q1089092 Português
Leia o Texto para responder à questão.

VÍRUS ZIKA E O GRANDE SURTO DE MICROCEFALIA

    Uma doença recém-chegada no Brasil está deixando todos em alerta, em especial as grávidas: a Febre por vírus Zika. Essa doença, causada pelo vírus Zika, apesar de, até então, não estar relacionada com danos graves à saúde, foi relacionada recentemente com um grave surto de microcefalia no Brasil.
    O vírus Zika é um arbovírus da família Flaviviridae, que assim como a dengue e a chikungunya, é transmitido pelos mosquitos do gênero Aedes, como o Aedes aegypti. Além dessa forma de contaminação, estudos indicam que a transmissão pode ocorrer de forma perinatal, sexual e até mesmo transfusional.
    O vírus foi descoberto em 1947 em um macaco que vivia na Floresta de Zika, em Uganda (daí a origem do nome). No Brasil, o vírus foi introduzido em 2014, e as hipóteses mais aceitas é que ele tenha chegado ao território brasileiro durante a Copa do Mundo desse mesmo ano.
    Ao se contaminar com o vírus Zika, o paciente pode apresentar febre, vômitos, tosse, dores no corpo, de cabeça, musculares e nas articulações, mal-estar, irritação nos olhos e manchas no corpo. A doença normalmente tem duração de três a sete dias e pode ser assintomática em alguns casos.
    De uma maneira geral, considera-se que a febre por vírus Zika não causa grandes complicações, mas, recentemente, observou-se o comprometimento do sistema nervoso central em alguns casos. Além disso, a infecção pelo vírus Zika foi associada ao desenvolvimento de microcefalia, uma malformação em que recém-nascidos possuem perímetro cefálico menor que o normal (menor que 33 cm). Essa malformação está relacionada com retardo mental em 90% dos casos, além de desencadear comprometimento da fala, audição e visão, baixo peso e episódios de convulsão.
    Apesar de a microcefalia também ser causada por infecções, problemas genéticos, contato com produtos radioativos e utilização de substâncias químicas, observou-se uma relação direta entre o vírus Zika e o grande surto em 2015. A suspeita foi levantada após mães de bebês com microcefalia relatarem que, durante a gestação, apresentaram sintomas da contaminação por vírus Zika. Em razão do grande número de casos, a Organização Mundial da Saúde (OMS) emitiu um alerta em 1º de dezembro de 2015 para que todos os países ficassem atentos aos casos de febre por vírus Zika em seu território.
    Assim como a dengue, a febre por vírus Zika não possui tratamento específico, sendo recomendado apenas o tratamento de sintomas. O uso de paracetamol ou dipirona pode ajudar o paciente a diminuir a dor e, em casos de coceiras, pode ser recomendado o uso de anti-histamínicos. Não se recomenda o uso de ácido acetilsalicílico, uma vez que aumenta os riscos de hemorragias.
    Por não ter tratamento nem vacina, a melhor maneira de evitar complicações é protegendo-se do mosquito que transmite o vírus. As medidas de prevenção da febre por vírus Zika são as mesmas utilizadas na prevenção contra a dengue e a chikungunya, isto é, voltam-se para a eliminação de criadouros do mosquito. Além do combate ao mosquito, as pessoas podem desenvolver algumas proteções individuais, como usar roupas de manga comprida, telas nas janelas e portas e mosquiteiros. O uso de repelente também é indicado, mas grávidas podem utilizar apenas repelentes com DEET na concentração de 10% a 30%.
Por Ma. Vanessa dos Santos
(Disponível em http://vestibular.brasilescola.uol.com.br/)
Sobre o texto, marque a opção INCORRETA.
Alternativas
Q1089091 Português
Leia o Texto para responder à questão.

VÍRUS ZIKA E O GRANDE SURTO DE MICROCEFALIA

    Uma doença recém-chegada no Brasil está deixando todos em alerta, em especial as grávidas: a Febre por vírus Zika. Essa doença, causada pelo vírus Zika, apesar de, até então, não estar relacionada com danos graves à saúde, foi relacionada recentemente com um grave surto de microcefalia no Brasil.
    O vírus Zika é um arbovírus da família Flaviviridae, que assim como a dengue e a chikungunya, é transmitido pelos mosquitos do gênero Aedes, como o Aedes aegypti. Além dessa forma de contaminação, estudos indicam que a transmissão pode ocorrer de forma perinatal, sexual e até mesmo transfusional.
    O vírus foi descoberto em 1947 em um macaco que vivia na Floresta de Zika, em Uganda (daí a origem do nome). No Brasil, o vírus foi introduzido em 2014, e as hipóteses mais aceitas é que ele tenha chegado ao território brasileiro durante a Copa do Mundo desse mesmo ano.
    Ao se contaminar com o vírus Zika, o paciente pode apresentar febre, vômitos, tosse, dores no corpo, de cabeça, musculares e nas articulações, mal-estar, irritação nos olhos e manchas no corpo. A doença normalmente tem duração de três a sete dias e pode ser assintomática em alguns casos.
    De uma maneira geral, considera-se que a febre por vírus Zika não causa grandes complicações, mas, recentemente, observou-se o comprometimento do sistema nervoso central em alguns casos. Além disso, a infecção pelo vírus Zika foi associada ao desenvolvimento de microcefalia, uma malformação em que recém-nascidos possuem perímetro cefálico menor que o normal (menor que 33 cm). Essa malformação está relacionada com retardo mental em 90% dos casos, além de desencadear comprometimento da fala, audição e visão, baixo peso e episódios de convulsão.
    Apesar de a microcefalia também ser causada por infecções, problemas genéticos, contato com produtos radioativos e utilização de substâncias químicas, observou-se uma relação direta entre o vírus Zika e o grande surto em 2015. A suspeita foi levantada após mães de bebês com microcefalia relatarem que, durante a gestação, apresentaram sintomas da contaminação por vírus Zika. Em razão do grande número de casos, a Organização Mundial da Saúde (OMS) emitiu um alerta em 1º de dezembro de 2015 para que todos os países ficassem atentos aos casos de febre por vírus Zika em seu território.
    Assim como a dengue, a febre por vírus Zika não possui tratamento específico, sendo recomendado apenas o tratamento de sintomas. O uso de paracetamol ou dipirona pode ajudar o paciente a diminuir a dor e, em casos de coceiras, pode ser recomendado o uso de anti-histamínicos. Não se recomenda o uso de ácido acetilsalicílico, uma vez que aumenta os riscos de hemorragias.
    Por não ter tratamento nem vacina, a melhor maneira de evitar complicações é protegendo-se do mosquito que transmite o vírus. As medidas de prevenção da febre por vírus Zika são as mesmas utilizadas na prevenção contra a dengue e a chikungunya, isto é, voltam-se para a eliminação de criadouros do mosquito. Além do combate ao mosquito, as pessoas podem desenvolver algumas proteções individuais, como usar roupas de manga comprida, telas nas janelas e portas e mosquiteiros. O uso de repelente também é indicado, mas grávidas podem utilizar apenas repelentes com DEET na concentração de 10% a 30%.
Por Ma. Vanessa dos Santos
(Disponível em http://vestibular.brasilescola.uol.com.br/)
De acordo com o texto, marque a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q981535 Pedagogia
Com relação à brincadeira, é CORRETO afirmar que o(a)
Alternativas
Q981534 Pedagogia
O lúdico permite um desenvolvimento global e uma visão de mundo mais real. Por meio das descobertas e da criatividade, a criança pode se expressar, analisar, criticar e transformar a realidade. Sobre esta consideração, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q981533 Pedagogia
Para que as aprendizagens infantis ocorram com sucesso, é preciso que o professor considere, na organização do trabalho educativo, o(a)
Alternativas
Q981532 Pedagogia
É o pressuposto que deve orientar o trabalho com a linguagem oral.
Alternativas
Q981531 Pedagogia
Os alunos surdos devem ter o ensino da(de)
Alternativas
Q981530 Pedagogia

Analise a afirmação a seguir.

Os sistemas de ensino devem organizar as condições de acesso aos espaços, aos recursos pedagógicos e à comunicação que favoreçam a promoção da aprendizagem e a valorização das diferenças, de forma a atender às necessidades educacionais de todos os alunos. Deve ser assegurada a eliminação de barreiras arquitetônicas, urbanísticas, na edificação – incluindo instalações, equipamentos e mobiliários – e nos transportes escolares, bem como as barreiras nas comunicações e informações. Tudo isso para garantir a ________ dos alunos com deficiências.

Marque a opção que preenche corretamente a lacuna.

Alternativas
Q981529 Pedagogia

A Constituição Federal, em seu art. 227, determina:

É dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança e ao adolescente, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária, além de colocá-los a salvo de toda forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão”.

Nesse sentido, compete ao Estado formular políticas, implementar programas e viabilizar recursos que garantam:

I. incentivo à elaboração, implementação e avaliação de propostas pedagógicas e curriculares que considerem a criança como um ser dependente e incapaz de desenvolver autonomia.

II. promoção da formação e da valorização dos profissionais que atuam nas creches e nas pré-escolas.

III. incentivo aos sistemas de ensino municipais para assumirem sua responsabilidade com a educação infantil, tendo em vista que esta etapa da educação básica não é da competência do Estado.

IV. atendimento às especificidades do desenvolvimento das crianças contribuindo para a construção e o exercício de sua cidadania.

Marque a opção que apresenta as afirmativas CORRETAS.

Alternativas
Respostas
7281: E
7282: B
7283: A
7284: E
7285: A
7286: D
7287: B
7288: A
7289: E
7290: D
7291: B
7292: E
7293: A
7294: B
7295: C
7296: C
7297: C
7298: B
7299: C
7300: C