Questões de Concurso Para fuvest

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Q3301896 Museologia
“No século XIX, o desenvolvimento dos museus históricos esteve associado ao surgimento das nacionalidades[...], ao mesmo tempo em que, sem contradição, à História universal, na qual a História Nacional representaria a culminação no desenvolvimento da civilização. Daí a importância dos museus de arqueologia das civilizações clássicas da Grécia e de Roma, bem como do Egito e da mesopotâmia[...] No Brasil, o modelo oitocentista é, também, o do Museu de história Natural, no qual se insere organicamente a Antropologia, como um enclave evocativo, a História.”

FIGUEIREDO, Betânia; VIDAL, Diana Gonçalves. Museus: dos gabinetes de curiosidades ao museu moderno. Belo Horizonte: Argumentum, 2005, p.22-23. Texto adaptado.

Considerando o museu histórico como uma tipologia de museu e sabendo-se da existência de museus de antropologia, de arqueologia e de História Natural, é correto afirmar:
Alternativas
Q3301895 Administração Geral
Para a organização do trabalho interno dos museus, o Plano museológico é considerado uma ferramenta básica de gestão. Nesse sentido, é correto afirmar:
Alternativas
Q3301894 Engenharia Civil
Para a prevenção de incêndios, a equipe responsável pela instituição museológica deverá adotar cuidados específicos, excluindo-se:
Alternativas
Q3301893 Administração Geral
Entendendo ser o museu espaço de guarda, preservação e divulgação, a equipe das instituições museais deve prever estratégias de segurança, excluindo-se:
Alternativas
Q3301892 Museologia
Muitos acervos universitários se formam [...] a partir de operações próprias da metodologia de produção do conhecimento. Espécie de artifício de aproximação, as coleções reúnem e conferem universalidade ao que está disperso, ao que é singular no mundo, funcionando como dispositivos que reduzem ou amplificam realidades, permitindo, dessa maneira, procedimentos próprios da pesquisa como a observação, a comparação, a mensuração, classificação e interpretação. Algumas coleções são constituídas com propósito exclusivo de ensino, e se prestam para ilustrar conteúdos; outras transitam dos laboratórios de pesquisa para as salas de aulas. Como apoio didático, são portadoras de informações que nutrem o conhecimento científico e emprestam materialidade a ideias abstratas ou a processos experimentais no exercício da docência.
JULIÃO, Letícia. O desafio da comunicação nos museus universitários. Museologia & Interdisciplinaridade, v. 9, p. 13-23, 2020.

Há muitos exemplos de museus universitários no Brasil, enquanto tipo de museu que direciona as dinâmicas institucionais às pesquisas realizadas pelos diferentes cursos e estudos desenvolvidos por instituições de ensino superior, aspecto que impacta na forma como as exposições são pensadas nessas instituições. Assim sendo, é correto afirmar que não seria um exemplo de museu universitário:
Alternativas
Q3301891 Português
Conforme apresentado no Seminário Regional da Unesco, de 1958, na exposição ecológica [...] os objetos podem ser apresentados no Museu exatamente como estavam em seu meio natural ou cultural de origem. Isto é o que acontece em um parque zoológico, em um grupo de casas, em um interior doméstico, em uma tumba, reconstituídos no museu. Podem ser apresentados em seu meio ambiente próprio: com ou sem vida. É o caso de um “parque natural”, de uma casa histórica conservada em sua integridade. Tudo isso constitui a exposição ecológica.
Assim, a exposição ecológica, no âmbito do Seminário regional da Unesco DE 1958, é a mais atrativa e espetacular e, por consequência, a mais facilmente assimilável, do ponto de vista:
Alternativas
Q3301890 Sociologia
Para o autor Brulon (2020), “o processo de redemocratização dos museus, iniciado nos anos 1980, impulsionado pelo movimento internacional da Nova Museologia”, serviu para dar visibilidade a práticas museais:

Alternativas
Q3301889 Conhecimentos Gerais
A relação entre o espaço museal, o acervo e os públicos remete a estudos sobre o Fato museológico, proposto por Waldisa Russo, baseado na relação 
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Q3301888 Museologia
O Público dos museus, conforme a definição do dicionário (Holanda, 1975, p.1165), é um “conjunto de pessoas que leem, veem, escutam as obras”. Desse modo, o público dos museus não é constituído por:
Alternativas
Q3301887 Museologia
Texto para a questão


A conservação das peças do acervo de um museu pressupõe sua guarda, transporte e exposição em condições adequadas.

Só assim estará garantida a integridade desses objetos. Para tanto, é necessário considerar: qualidade da atmosfera, presença de insetos, microrganismos, umidade relativa, temperatura do ambiente e iluminação.

O ar contém impurezas em quantidades variáveis, de acordo com o local (cidade ou campo) e estação do ano. Acham-se em suspensão na atmosfera, poeira, areia, fuligem, gases e outros elementos, que se depositam sobre os objetos, atacando-os.

A poeira representa três ordens de perigos:

- acúmulo de impurezas;

- ativação da deterioração mecânica;

- ação de agentes bacteriológicos.

Para evitar os danos causados às peças expostas, é necessário:

- limpeza constante, evitando assim o depósito de poeira, fuligem e outras impurezas;

- manter os vidros das janelas fechados. Em período de calor muito intenso, quando for necessário abri-las, é aconselhável colocar uma tela protetora de arame para evitar a entrada de insetos, ou tela em tecido cru, que, além de funcionar na filtragem do ar, evitará também a incidência direta de raios solares sobre os objetos.

- as vitrinas devem ser bem vedadas, salvo quando abrigarem objetos de madeira, objetos orgânicos ou inorgânicos porosos, como cerâmicas (madeira, tecido, papel).


Costa, Evanise Páscoa Princípios básicos da museologia / Evanise Páscoa Costa. - Curitiba, PR : Coordenação do Sistema Estadual de Museus : Secretaria de Estado da Cultura, 2006. 104 p.
Quanto ao transporte de objetos musealizados, algumas precauções devem ser adotadas, sendo correto afirmar:
Alternativas
Q3301886 Museologia
Texto para a questão


A conservação das peças do acervo de um museu pressupõe sua guarda, transporte e exposição em condições adequadas.

Só assim estará garantida a integridade desses objetos. Para tanto, é necessário considerar: qualidade da atmosfera, presença de insetos, microrganismos, umidade relativa, temperatura do ambiente e iluminação.

O ar contém impurezas em quantidades variáveis, de acordo com o local (cidade ou campo) e estação do ano. Acham-se em suspensão na atmosfera, poeira, areia, fuligem, gases e outros elementos, que se depositam sobre os objetos, atacando-os.

A poeira representa três ordens de perigos:

- acúmulo de impurezas;

- ativação da deterioração mecânica;

- ação de agentes bacteriológicos.

Para evitar os danos causados às peças expostas, é necessário:

- limpeza constante, evitando assim o depósito de poeira, fuligem e outras impurezas;

- manter os vidros das janelas fechados. Em período de calor muito intenso, quando for necessário abri-las, é aconselhável colocar uma tela protetora de arame para evitar a entrada de insetos, ou tela em tecido cru, que, além de funcionar na filtragem do ar, evitará também a incidência direta de raios solares sobre os objetos.

- as vitrinas devem ser bem vedadas, salvo quando abrigarem objetos de madeira, objetos orgânicos ou inorgânicos porosos, como cerâmicas (madeira, tecido, papel).


Costa, Evanise Páscoa Princípios básicos da museologia / Evanise Páscoa Costa. - Curitiba, PR : Coordenação do Sistema Estadual de Museus : Secretaria de Estado da Cultura, 2006. 104 p.
No que se refere aos espaços especializados para a realização de atividades técnicas no museu, não é correto afirmar:
Alternativas
Q3301885 Conhecimentos Gerais
Texto para a questão


A conservação das peças do acervo de um museu pressupõe sua guarda, transporte e exposição em condições adequadas.

Só assim estará garantida a integridade desses objetos. Para tanto, é necessário considerar: qualidade da atmosfera, presença de insetos, microrganismos, umidade relativa, temperatura do ambiente e iluminação.

O ar contém impurezas em quantidades variáveis, de acordo com o local (cidade ou campo) e estação do ano. Acham-se em suspensão na atmosfera, poeira, areia, fuligem, gases e outros elementos, que se depositam sobre os objetos, atacando-os.

A poeira representa três ordens de perigos:

- acúmulo de impurezas;

- ativação da deterioração mecânica;

- ação de agentes bacteriológicos.

Para evitar os danos causados às peças expostas, é necessário:

- limpeza constante, evitando assim o depósito de poeira, fuligem e outras impurezas;

- manter os vidros das janelas fechados. Em período de calor muito intenso, quando for necessário abri-las, é aconselhável colocar uma tela protetora de arame para evitar a entrada de insetos, ou tela em tecido cru, que, além de funcionar na filtragem do ar, evitará também a incidência direta de raios solares sobre os objetos.

- as vitrinas devem ser bem vedadas, salvo quando abrigarem objetos de madeira, objetos orgânicos ou inorgânicos porosos, como cerâmicas (madeira, tecido, papel).


Costa, Evanise Páscoa Princípios básicos da museologia / Evanise Páscoa Costa. - Curitiba, PR : Coordenação do Sistema Estadual de Museus : Secretaria de Estado da Cultura, 2006. 104 p.
Nos museus históricos, quanto aos fatores-chave para a conservação de relógios em funcionamento, não é correto realizar a seguinte atividade: 
Alternativas
Q3301884 Museologia
Texto para a questão


A conservação das peças do acervo de um museu pressupõe sua guarda, transporte e exposição em condições adequadas.

Só assim estará garantida a integridade desses objetos. Para tanto, é necessário considerar: qualidade da atmosfera, presença de insetos, microrganismos, umidade relativa, temperatura do ambiente e iluminação.

O ar contém impurezas em quantidades variáveis, de acordo com o local (cidade ou campo) e estação do ano. Acham-se em suspensão na atmosfera, poeira, areia, fuligem, gases e outros elementos, que se depositam sobre os objetos, atacando-os.

A poeira representa três ordens de perigos:

- acúmulo de impurezas;

- ativação da deterioração mecânica;

- ação de agentes bacteriológicos.

Para evitar os danos causados às peças expostas, é necessário:

- limpeza constante, evitando assim o depósito de poeira, fuligem e outras impurezas;

- manter os vidros das janelas fechados. Em período de calor muito intenso, quando for necessário abri-las, é aconselhável colocar uma tela protetora de arame para evitar a entrada de insetos, ou tela em tecido cru, que, além de funcionar na filtragem do ar, evitará também a incidência direta de raios solares sobre os objetos.

- as vitrinas devem ser bem vedadas, salvo quando abrigarem objetos de madeira, objetos orgânicos ou inorgânicos porosos, como cerâmicas (madeira, tecido, papel).


Costa, Evanise Páscoa Princípios básicos da museologia / Evanise Páscoa Costa. - Curitiba, PR : Coordenação do Sistema Estadual de Museus : Secretaria de Estado da Cultura, 2006. 104 p.
Segundo o roteiro Museums, Libraries and Archives Council, em relação à conservação, no espaço museal, é correto afirmar:
Alternativas
Q3301883 Museologia
Texto para a questão


A conservação das peças do acervo de um museu pressupõe sua guarda, transporte e exposição em condições adequadas.

Só assim estará garantida a integridade desses objetos. Para tanto, é necessário considerar: qualidade da atmosfera, presença de insetos, microrganismos, umidade relativa, temperatura do ambiente e iluminação.

O ar contém impurezas em quantidades variáveis, de acordo com o local (cidade ou campo) e estação do ano. Acham-se em suspensão na atmosfera, poeira, areia, fuligem, gases e outros elementos, que se depositam sobre os objetos, atacando-os.

A poeira representa três ordens de perigos:

- acúmulo de impurezas;

- ativação da deterioração mecânica;

- ação de agentes bacteriológicos.

Para evitar os danos causados às peças expostas, é necessário:

- limpeza constante, evitando assim o depósito de poeira, fuligem e outras impurezas;

- manter os vidros das janelas fechados. Em período de calor muito intenso, quando for necessário abri-las, é aconselhável colocar uma tela protetora de arame para evitar a entrada de insetos, ou tela em tecido cru, que, além de funcionar na filtragem do ar, evitará também a incidência direta de raios solares sobre os objetos.

- as vitrinas devem ser bem vedadas, salvo quando abrigarem objetos de madeira, objetos orgânicos ou inorgânicos porosos, como cerâmicas (madeira, tecido, papel).


Costa, Evanise Páscoa Princípios básicos da museologia / Evanise Páscoa Costa. - Curitiba, PR : Coordenação do Sistema Estadual de Museus : Secretaria de Estado da Cultura, 2006. 104 p.
Segundo o roteiro de conservação 'Museums, Libraries and Archives Council', no que diz respeito às indumentárias ou vestimentas musealizadas, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3301882 Museologia
Texto para a questão


A conservação das peças do acervo de um museu pressupõe sua guarda, transporte e exposição em condições adequadas.

Só assim estará garantida a integridade desses objetos. Para tanto, é necessário considerar: qualidade da atmosfera, presença de insetos, microrganismos, umidade relativa, temperatura do ambiente e iluminação.

O ar contém impurezas em quantidades variáveis, de acordo com o local (cidade ou campo) e estação do ano. Acham-se em suspensão na atmosfera, poeira, areia, fuligem, gases e outros elementos, que se depositam sobre os objetos, atacando-os.

A poeira representa três ordens de perigos:

- acúmulo de impurezas;

- ativação da deterioração mecânica;

- ação de agentes bacteriológicos.

Para evitar os danos causados às peças expostas, é necessário:

- limpeza constante, evitando assim o depósito de poeira, fuligem e outras impurezas;

- manter os vidros das janelas fechados. Em período de calor muito intenso, quando for necessário abri-las, é aconselhável colocar uma tela protetora de arame para evitar a entrada de insetos, ou tela em tecido cru, que, além de funcionar na filtragem do ar, evitará também a incidência direta de raios solares sobre os objetos.

- as vitrinas devem ser bem vedadas, salvo quando abrigarem objetos de madeira, objetos orgânicos ou inorgânicos porosos, como cerâmicas (madeira, tecido, papel).


Costa, Evanise Páscoa Princípios básicos da museologia / Evanise Páscoa Costa. - Curitiba, PR : Coordenação do Sistema Estadual de Museus : Secretaria de Estado da Cultura, 2006. 104 p.
Para a proteção dos objetos, nas salas de exposição, deve-se realizar procedimentos que limitem a incidência de luz nos itens expostos em paredes e vitrines, podendo ser uma importante forma de proteção o uso de 
Alternativas
Q3301881 Química
Texto para a questão


A conservação das peças do acervo de um museu pressupõe sua guarda, transporte e exposição em condições adequadas.

Só assim estará garantida a integridade desses objetos. Para tanto, é necessário considerar: qualidade da atmosfera, presença de insetos, microrganismos, umidade relativa, temperatura do ambiente e iluminação.

O ar contém impurezas em quantidades variáveis, de acordo com o local (cidade ou campo) e estação do ano. Acham-se em suspensão na atmosfera, poeira, areia, fuligem, gases e outros elementos, que se depositam sobre os objetos, atacando-os.

A poeira representa três ordens de perigos:

- acúmulo de impurezas;

- ativação da deterioração mecânica;

- ação de agentes bacteriológicos.

Para evitar os danos causados às peças expostas, é necessário:

- limpeza constante, evitando assim o depósito de poeira, fuligem e outras impurezas;

- manter os vidros das janelas fechados. Em período de calor muito intenso, quando for necessário abri-las, é aconselhável colocar uma tela protetora de arame para evitar a entrada de insetos, ou tela em tecido cru, que, além de funcionar na filtragem do ar, evitará também a incidência direta de raios solares sobre os objetos.

- as vitrinas devem ser bem vedadas, salvo quando abrigarem objetos de madeira, objetos orgânicos ou inorgânicos porosos, como cerâmicas (madeira, tecido, papel).


Costa, Evanise Páscoa Princípios básicos da museologia / Evanise Páscoa Costa. - Curitiba, PR : Coordenação do Sistema Estadual de Museus : Secretaria de Estado da Cultura, 2006. 104 p.
Para o acondicionamento de objetos do acervo em prata, incluindo o uso em vitrines, deve-se evitar (em revestimentos de estojos, enchimentos ou molduras) o uso de produtos à base de proteína (como lã, seda e couro), pois as alterações que ocorrem em sua composição podem deteriorar o objeto ao gerar substâncias sulfúreas. Tais substâncias 
Alternativas
Q3301880 Museologia
Texto para a questão


A conservação das peças do acervo de um museu pressupõe sua guarda, transporte e exposição em condições adequadas.

Só assim estará garantida a integridade desses objetos. Para tanto, é necessário considerar: qualidade da atmosfera, presença de insetos, microrganismos, umidade relativa, temperatura do ambiente e iluminação.

O ar contém impurezas em quantidades variáveis, de acordo com o local (cidade ou campo) e estação do ano. Acham-se em suspensão na atmosfera, poeira, areia, fuligem, gases e outros elementos, que se depositam sobre os objetos, atacando-os.

A poeira representa três ordens de perigos:

- acúmulo de impurezas;

- ativação da deterioração mecânica;

- ação de agentes bacteriológicos.

Para evitar os danos causados às peças expostas, é necessário:

- limpeza constante, evitando assim o depósito de poeira, fuligem e outras impurezas;

- manter os vidros das janelas fechados. Em período de calor muito intenso, quando for necessário abri-las, é aconselhável colocar uma tela protetora de arame para evitar a entrada de insetos, ou tela em tecido cru, que, além de funcionar na filtragem do ar, evitará também a incidência direta de raios solares sobre os objetos.

- as vitrinas devem ser bem vedadas, salvo quando abrigarem objetos de madeira, objetos orgânicos ou inorgânicos porosos, como cerâmicas (madeira, tecido, papel).


Costa, Evanise Páscoa Princípios básicos da museologia / Evanise Páscoa Costa. - Curitiba, PR : Coordenação do Sistema Estadual de Museus : Secretaria de Estado da Cultura, 2006. 104 p.
Os princípios de conservação no espaço expositivo museal apontam para a necessidade de evitar o excesso de umidade no espaço expositivo, situação que pode ser controlada com produtos para desumidificação em vitrines, como: 
Alternativas
Q3301879 História
Texto para a questão


um cego visita o museu

passo a passo,

de sala em sala

supõe a voz sábia de um guia

a orientação de aluguel

o leva a palácios, a alas

de especiarias, tesouros

eis que o cego pensa a pintura:

nuances, matizes, detalhes

o leque da luz, todo o espectro

a leitura táctil nenhuma

lhe esconde o relevo da tela

seu desejo solto, sem réplica

um cego visita as estéticas

fantasia tais diferenças

(os traços, rabiscos, desenhos)

se vê frente a frente com épocas

reunidas na galeria

com a mesma inércia do tempo

no museu igualam-se as datas

a hora da obra ocorre

durante a leitura dos quadros

mas o cego quer tudo às claras

o obscuro sentido que à vista

de todos é causa de impacto


Marcus Vinicius, “Um cego visita o museu”.
Para POULOT (2013, p.141), na Europa, o “Museu moderno estava vinculado à emergência de um espaço público [...] e, portanto, estruturado pela discussão em torno de um interesse comum, modelado por programa pedagógico racional, sem ser caracterizado unicamente pela abertura de um lugar a visitantes”.
O Museu moderno, citado pelo autor, foi criado no 
Alternativas
Q3301878 Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei nº 13.146 de 2015
Texto para a questão


um cego visita o museu

passo a passo,

de sala em sala

supõe a voz sábia de um guia

a orientação de aluguel

o leva a palácios, a alas

de especiarias, tesouros

eis que o cego pensa a pintura:

nuances, matizes, detalhes

o leque da luz, todo o espectro

a leitura táctil nenhuma

lhe esconde o relevo da tela

seu desejo solto, sem réplica

um cego visita as estéticas

fantasia tais diferenças

(os traços, rabiscos, desenhos)

se vê frente a frente com épocas

reunidas na galeria

com a mesma inércia do tempo

no museu igualam-se as datas

a hora da obra ocorre

durante a leitura dos quadros

mas o cego quer tudo às claras

o obscuro sentido que à vista

de todos é causa de impacto


Marcus Vinicius, “Um cego visita o museu”.
No âmbito das exposições, a acessibilidade é entendida como sendo de fundamental importância. Ainda sobre o tema, no que diz respeito à terminologia, atualmente, o termo considerado adequado é:
Alternativas
Q3301877 Legislação Federal
Texto para a questão


um cego visita o museu

passo a passo,

de sala em sala

supõe a voz sábia de um guia

a orientação de aluguel

o leva a palácios, a alas

de especiarias, tesouros

eis que o cego pensa a pintura:

nuances, matizes, detalhes

o leque da luz, todo o espectro

a leitura táctil nenhuma

lhe esconde o relevo da tela

seu desejo solto, sem réplica

um cego visita as estéticas

fantasia tais diferenças

(os traços, rabiscos, desenhos)

se vê frente a frente com épocas

reunidas na galeria

com a mesma inércia do tempo

no museu igualam-se as datas

a hora da obra ocorre

durante a leitura dos quadros

mas o cego quer tudo às claras

o obscuro sentido que à vista

de todos é causa de impacto


Marcus Vinicius, “Um cego visita o museu”.
Segundo a Lei nº 11.904, de 14 de janeiro de 2009, conhecida como Estatuto de Museus, um dos princípios fundamentais dos museus é “a universalidade do acesso, o respeito e a valorização à diversidade cultural” (inciso V do artigo 2º). Assim sendo, é correto afirmar:
Alternativas
Respostas
1881: A
1882: E
1883: D
1884: E
1885: E
1886: A
1887: A
1888: A
1889: E
1890: E
1891: E
1892: C
1893: B
1894: E
1895: E
1896: B
1897: D
1898: D
1899: B
1900: C