Iamamoto (2005, p.198-9) afirma que “na sociedade
brasileira, marcada por suas heranças do passado – uma
sociedade que se construiu ao revés do imaginário igualitário
da modernidade, como o já salientado –, a descoberta dos
direitos convive com a sua recusa, com a violência cotidiana
perpassando as relações sociais, repondo privilégios e novas
discriminações, conformando hoje, o que alguns qualificam
de ‘apartação social’”. Nesse sentido, a autora reflete que é
justamente na dinâmica desses conflitos que se encontram as
fontes de possibilidades e esperanças de uma prática voltada
à/ao