Frente às tendências que Behring & Boschetti (2007, p. 164)
apontam a respeito da política social e a difícil coexistência
entre universalidade e hegemonia neoliberal, destaca-se o
processo de privatização passiva que a proposta de saúde
pública e universal passa a sofrer, assim como na política de
assistência social, com a tímida inserção do SUAS em todos os
municípios, como por exemplo “os Centros de Referência de
Assistência Social (CRAS) atingem, atualmente, 27,5% dos
municípios brasileiros”. Um dos agravantes e determinantes
para manutenção desse quadro é a