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No enxame. Byung Chul-Han.
Na sequência do pensamento exposto pelo filósofo germano-coreano, “a era do digital não é uma era do ócio”, mas se caracterizaria como uma era
“Se um índio caiapó vai a Brasília para discutir com o governo brasileiro a extensão da reserva caiapó, ou se vai a Paris para mobilizar as pessoas contra a construção de barragens que vão inundar suas terras, ele não vai contar que sonhou com um caititu. Não faria o menor sentido. Ele vai dizer que os índios são os guardiões da floresta sagrada porque todo mundo entende esse tipo de discurso. Isso não tem muita relação com o que os caiapós pensam, tem mais a ver com o que os ambientalistas pensam.”
Outras naturezas, outras culturas. Philippe Descola.
Com base no texto, pode-se afirmar que povos
Futuro Ancestral. Ailton Krenak.
O texto faz referência a uma economia
I. pois as circunstâncias físico-químicas da erupção alteraram as fibras originais do material.
II. na medida em que os produtos usados nos últimos 300 anos acabaram inviabilizando o acesso a seu interior.
III. mas as técnicas atualmente existentes permitem acessar seu interior de modo não invasivo e reproduzir seu conteúdo.
Estão corretas as afirmativas
The Gazette interviewed Todd Rogers, a behavioural scientist, about his book, “Writing for Busy Readers: Communicate More Effectively in the Real World”.
Gazette: You make a distinction between “effective writing” and “beautiful writing.” What do you mean by effective writing?
Rogers: Effective writing is practical writing with the goal of getting the reader to understand and potentially respond. The guiding insight for the book is that our readers are not reading what we write carefully.
Gazette: You discuss experiments that support strategies for simplifying writing. Could you summarize a few of those tips?
Rogers: First: Less is more: fewer words, fewer ideas, fewer requests. Omit needless words, so that’s not radical, and it’s costless. Eliminating somewhat-useful-but-not-necessary ideas is harder. It’s a balance between getting the point across and adding too much. Finally, the more actions a message asks of readers, the less likely readers are to do any one of them. Second: Add structure. Most people aren’t reading linearly; they’re jumping around.
Third: Use enough formatting, but no more. We found that people interpret underline, bold, and highlight as the writer saying to the reader, “this is the most important content.” When writers highlight or bold a section in a document or an email, it dramatically increases the likelihood that people read that portion, but it decreases the likelihood that they read the rest of the message.
https://news.harvard.edu/gazette/story/2023/10/tips-on-how-to-connect- with-people-who-dont-have-time-to-read. Acesso em: 23/02/2024. Adaptado
Segundo o texto, uma dificuldade apontada por Todd Rogers, no que diz respeito à simplificação da escrita, refere-se a
Across the country, medical centers are hiring executive chefs, working closely with nutritionists and dietitians, and striving to ensure that patients with a wide range of dietary needs and restrictions are getting not only the nourishment they need while in the hospital, but the information they need to keep from coming back.
Hospital malnutrition affects 30-50% of patients worldwide, according to a September 2019 study published in the Journal of Parenteral and Enteral Nutrition.
How to prioritize healthy food is a question that chef Christopher Dickens at Southeast Health in Alabama is also asking as the hospital and the food facilities go through a ground-up renovation that’s putting healthier options at the forefront.
“Our patients can’t choose where they are, how they feel. They just don’t have a lot of choice,” Dickens said. “If we don’t do everything in our power to make sure that’s a great experience, then shame on us.”
He explained that the hospital is trying to move away from processed foods, refined sugars, and excess oil “so that we can produce a product that truly helps our patient, and our community and our staff, with overall health.” Dickens continued. “People have their preconceived notions of what hospital food is, and we want to break those. We know that food is medicine,” said Dickens, “and we need to be ahead of the curve.”
https://www.huffpost.com/entry/bad-hospital-food- healthy_n_5e5d3de2c5b63aaf8f5b0390.Mar 16, 2020. Adaptado.
No texto, o excerto que explicita a mudança de atitude de alguns hospitais, em relação à comida servida aos pacientes, é
São vários os significados da palavra crônica. Todos, porém, implicam a noção de tempo, presente no próprio termo, que procede do grego chronos. Um leitor atual pode não se dar conta desse vínculo de origem que faz dela uma forma do tempo e da memória, um meio de representação temporal dos eventos passados, um registro da vida escoada. Mas a crônica sempre tece a continuidade do gesto humano na tela do tempo.
Lembrar e escrever: trata-se de um relato em permanente relação com o tempo, de onde tira, como memória escrita, sua matéria principal, o que fica do vivido – uma definição que se poderia aplicar igualmente ao discurso da história, a que um dia ela deu lugar. Assim, a princípio ela foi crônica histórica, como a medieval: uma narração de fatos históricos segundo uma ordem cronológica, conforme dizem os dicionários, e por essa via se tornou uma precursora da historiografia moderna. Enquanto gênero, a crônica supõe uma sociedade para a qual importa experiência progressiva do tempo, um passado que se possa concatenar significativamente, a história, enfim, e não apenas um tempo cíclico e repetitivo, implicado noutra forma de narrativa – o mito. Presa ao calendário dos feitos humanos e não às façanhas dos deuses, a crônica pode constituir o testemunho de uma vida, o documento de toda uma época ou um meio de se inscrever a história no texto.
https://cronicabrasileira.org.br/artes-da-cronica. Fragmentossobre a crônica Davi Arrigucci. Acesso em 03/03/2024. Adaptado.
Considere o trecho retirado do texto: “Enquanto gênero, a crônica supõe uma sociedade para a qual importa experiência progressiva do tempo, um passado que se possa concatenar significativamente, a história, enfim, e não apenas um tempo cíclico e repetitivo, implicado noutra forma de narrativa – o mito.” (3º parágrafo)
Mantendo-se, em linhas gerais, o sentido original, o trecho selecionado está reescrito de forma resumida em:
O argumento usado para justificar essa afirmativa é o mesmo de Sócrates em relação à escrita: o esquecimento. À medida que cada vez mais salas de aula trocam os livros impressos por obras e outros materiais digitais, pesquisadores analisam o impacto dessa mudança sobre o aprendizado das crianças.
O campo é novo e ainda não há consenso científico sobre o que é melhor para o aprendizado das crianças, se são os livros ou os dispositivos digitais.
https://www1.folha.uol.com.br/educacao/2024/02/livro-x-computador-oque-e-melhor-para-aprendizagem.shtml. Acesso em: 16/02/2024. Adaptado.
Conforme o texto, no debate sobre o uso dos livros físicos versus ferramentas digitais, na aprendizagem das crianças, a referência ao pensamento de Sócrates tem por função
1. Objetivo: é a razão de o sistema existir;
2. Elementos: são as partes que compõem o sistema;
3. Estrutura: é a forma como os elementos se relacionam entre si;
4. Comportamento: são reações do sistema no ambiente onde ele está inserido;
5. Ciclo de vida: envolve as fases de criação, desenvolvimento e decadência do sistema.
Portanto, os Sistemas de Informação Organizacionais (SIO) também possuem as características acima. Assinale a alternativa correta que se refere à característica estrutura de um Sistema de Informação Organizacional.