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Ano: 2024 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2024 - USP - Bibliotecário |
Q3496678 Biblioteconomia
A normalização bibliográfica é prática corrente nas atividades das Bibliotecas Universitárias. Em relação ao tema, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2024 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2024 - USP - Bibliotecário |
Q3496674 Regimento Interno
TEXTO PARA A QUESTÃO


   A USP é uma Universidade de Ensino, Pesquisa e Extensão, organizada em Escolas, Institutos e Faculdades. Além destas divisões organizacionais, Museus, Órgãos de Integração, que incluem Institutos especializados e Núcleos de Apoio, e Órgãos Complementares são previstos no Estatuto da USP para o cumprimento de funções específicas.
Com relação aos Órgãos de Integração, pode-se afirmar:
Alternativas
Ano: 2024 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2024 - USP - Bibliotecário |
Q3496671 Legislação Estadual
O Título V do Estatuto cuida das Unidades e menciona, em seus capítulos, diversos órgãos, cargos e funções. Destes, o único que pode não existir, a critério da Unidade, é o(a)
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Ano: 2024 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2024 - USP - Bibliotecário |
Q3496670 Regimento Interno
O parágrafo 2 do artigo 75 do Regimento Geral da USP descreve o cancelamento de matrícula na graduação por ato administrativo. Em 2022, esse parágrafo sofreu alteração para incluir um novo motivo de cancelamento, em sintonia com as mudanças na universidade nos últimos anos. Esse motivo se relaciona
Alternativas
Ano: 2024 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2024 - USP - Bibliotecário |
Q3496669 Conhecimentos Gerais
  “Vilém Flusser profetiza: o ser humano, com os seus aparatos digitais, vive já hoje a ‘vida intangível’ de amanhã. É característica a essa nova vida a ‘atrofia das mãos’. Os aparatos digitais fazem com que as mãos murchem. Eles significam, porém, uma libertação do fardo da matéria. O ser humano do futuro não precisará mais de mãos. Ele não precisará mais lidar com alguma coisa e trabalhá-la, pois ele não tem mais de lidar com coisas materiais, mas sim apenas com informações intangíveis. No lugar das mãos, entram os dedos. O novo ser humano passa os dedos, em vez de agir.”

No enxame. Byung Chul-Han.

Na sequência do pensamento exposto pelo filósofo germano-coreano, “a era do digital não é uma era do ócio”, mas se caracterizaria como uma era
Alternativas
Ano: 2024 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2024 - USP - Bibliotecário |
Q3496667 Conhecimentos Gerais
Leia o fragmento a seguir:

   “Se um índio caiapó vai a Brasília para discutir com o governo brasileiro a extensão da reserva caiapó, ou se vai a Paris para mobilizar as pessoas contra a construção de barragens que vão inundar suas terras, ele não vai contar que sonhou com um caititu. Não faria o menor sentido. Ele vai dizer que os índios são os guardiões da floresta sagrada porque todo mundo entende esse tipo de discurso. Isso não tem muita relação com o que os caiapós pensam, tem mais a ver com o que os ambientalistas pensam.”

Outras naturezas, outras culturas. Philippe Descola.

Com base no texto, pode-se afirmar que povos
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Ano: 2024 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2024 - USP - Bibliotecário |
Q3496666 Conhecimentos Gerais
    “Eu vi um número que a World Wide Fund for Nature (WWF) publicou em um relatório dizendo que 1,4 bilhão de pessoas no mundo dependem da floresta, no sentido de ter uma economia ligada a ela. Não é a turma das madeireiras, não, é uma economia que supõe que os humanos que vivem ali precisam de floresta para viver.”

Futuro Ancestral. Ailton Krenak.

O texto faz referência a uma economia
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Ano: 2024 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2024 - USP - Bibliotecário |
Q3496665 Conhecimentos Gerais
TEXTO PARA A QUESTÃO


  “Como os rolos de papiro petrificados em razão da erupção do Vesúvio em 79 d.C. não podem ser desenrolados sem serem destruídos, uma nova técnica de tomografias computadorizadas de alta resolução escaneou camada por camada. Mesmo assim, a olho nu não é possível reconhecer letras nas imagens das folhas queimadas a milhares de anos. O desafio consistia, então, em treinar uma inteligência artificial capaz de identificar pequenos padrões de rachaduras que indicassem onde haveria tinta. O diferencial da equipe brasileira foi introduzir no programa uma equação usada na biologia para prever a evolução de uma epidemia, o que tornou o reconhecimento mais rápido.

  ‘Há 30 ou 40 anos atrás, esse era um material dado como perdido’, enfatiza Odemir Bruno, professor do Departamento de Física e Ciência dos Materiais do Instituto de Física de São Carlos, da USP. Como foram carbonizados pelo calor da erupção, os rolos de papiro são extremamente frágeis. Desde a descoberta, há quase três séculos, diversas máquinas e produtos químicos foram testados para abrir fisicamente os rolos, o que destruiu parte do material. Mesmo assim, cerca de 800 papéis conhecidos estão preservados, aguardando o dia de serem desvendados.”


https://jornal.usp.br/ciencias/decifrando-os-papiros-carbonizados-pelovulcao-vesuvio-com-inteligencia-artificial/ (adaptado)
A frase ‘Há 30 ou 40 anos atrás, esse era um material dado como perdido’ torna explícita a ideia de que a ciência
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Ano: 2024 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2024 - USP - Bibliotecário |
Q3496664 Conhecimentos Gerais
TEXTO PARA A QUESTÃO


  “Como os rolos de papiro petrificados em razão da erupção do Vesúvio em 79 d.C. não podem ser desenrolados sem serem destruídos, uma nova técnica de tomografias computadorizadas de alta resolução escaneou camada por camada. Mesmo assim, a olho nu não é possível reconhecer letras nas imagens das folhas queimadas a milhares de anos. O desafio consistia, então, em treinar uma inteligência artificial capaz de identificar pequenos padrões de rachaduras que indicassem onde haveria tinta. O diferencial da equipe brasileira foi introduzir no programa uma equação usada na biologia para prever a evolução de uma epidemia, o que tornou o reconhecimento mais rápido.

  ‘Há 30 ou 40 anos atrás, esse era um material dado como perdido’, enfatiza Odemir Bruno, professor do Departamento de Física e Ciência dos Materiais do Instituto de Física de São Carlos, da USP. Como foram carbonizados pelo calor da erupção, os rolos de papiro são extremamente frágeis. Desde a descoberta, há quase três séculos, diversas máquinas e produtos químicos foram testados para abrir fisicamente os rolos, o que destruiu parte do material. Mesmo assim, cerca de 800 papéis conhecidos estão preservados, aguardando o dia de serem desvendados.”


https://jornal.usp.br/ciencias/decifrando-os-papiros-carbonizados-pelovulcao-vesuvio-com-inteligencia-artificial/ (adaptado)
Sobre os rolos de papiro, pode-se afirmar que eles não podem ser fisicamente abertos,

I. pois as circunstâncias físico-químicas da erupção alteraram as fibras originais do material.
II. na medida em que os produtos usados nos últimos 300 anos acabaram inviabilizando o acesso a seu interior.
III. mas as técnicas atualmente existentes permitem acessar seu interior de modo não invasivo e reproduzir seu conteúdo. 

Estão corretas as afirmativas
Alternativas
Ano: 2024 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2024 - USP - Bibliotecário |
Q3496663 Conhecimentos Gerais
TEXTO PARA A QUESTÃO


  “Como os rolos de papiro petrificados em razão da erupção do Vesúvio em 79 d.C. não podem ser desenrolados sem serem destruídos, uma nova técnica de tomografias computadorizadas de alta resolução escaneou camada por camada. Mesmo assim, a olho nu não é possível reconhecer letras nas imagens das folhas queimadas a milhares de anos. O desafio consistia, então, em treinar uma inteligência artificial capaz de identificar pequenos padrões de rachaduras que indicassem onde haveria tinta. O diferencial da equipe brasileira foi introduzir no programa uma equação usada na biologia para prever a evolução de uma epidemia, o que tornou o reconhecimento mais rápido.

  ‘Há 30 ou 40 anos atrás, esse era um material dado como perdido’, enfatiza Odemir Bruno, professor do Departamento de Física e Ciência dos Materiais do Instituto de Física de São Carlos, da USP. Como foram carbonizados pelo calor da erupção, os rolos de papiro são extremamente frágeis. Desde a descoberta, há quase três séculos, diversas máquinas e produtos químicos foram testados para abrir fisicamente os rolos, o que destruiu parte do material. Mesmo assim, cerca de 800 papéis conhecidos estão preservados, aguardando o dia de serem desvendados.”


https://jornal.usp.br/ciencias/decifrando-os-papiros-carbonizados-pelovulcao-vesuvio-com-inteligencia-artificial/ (adaptado)
O texto reforça a importância da interdisciplinaridade na medida em que
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Ano: 2024 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2024 - USP - Bibliotecário |
Q3496661 Inglês
   Have you ever taken the time to craft a detailed email to a colleague, or perhaps a text message to a friend, only to have them shoot back a one-line response that makes it clear they didn’t read past the first sentence?
  The Gazette interviewed Todd Rogers, a behavioural scientist, about his book, “Writing for Busy Readers: Communicate More Effectively in the Real World”.
Gazette: You make a distinction between “effective writing” and “beautiful writing.” What do you mean by effective writing?
Rogers: Effective writing is practical writing with the goal of getting the reader to understand and potentially respond. The guiding insight for the book is that our readers are not reading what we write carefully.
Gazette: You discuss experiments that support strategies for simplifying writing. Could you summarize a few of those tips?
Rogers: First: Less is more: fewer words, fewer ideas, fewer requests. Omit needless words, so that’s not radical, and it’s costless. Eliminating somewhat-useful-but-not-necessary ideas is harder. It’s a balance between getting the point across and adding too much. Finally, the more actions a message asks of readers, the less likely readers are to do any one of them. Second: Add structure. Most people aren’t reading linearly; they’re jumping around.
Third: Use enough formatting, but no more. We found that people interpret underline, bold, and highlight as the writer saying to the reader, “this is the most important content.” When writers highlight or bold a section in a document or an email, it dramatically increases the likelihood that people read that portion, but it decreases the likelihood that they read the rest of the message.

https://news.harvard.edu/gazette/story/2023/10/tips-on-how-to-connect- with-people-who-dont-have-time-to-read. Acesso em: 23/02/2024. Adaptado

Segundo o texto, uma dificuldade apontada por Todd Rogers, no que diz respeito à simplificação da escrita, refere-se a
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Ano: 2024 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2024 - USP - Bibliotecário |
Q3496659 Inglês
TEXTO PARA A QUESTÃO


   Ethical codes evolve in response to changing conditions, values, and ideas. A professional code of ethics must, therefore, be periodically updated, and also rest upon widely shared values.

   Although the operating environment of museums grows more complex each year, the root value for museums, the tie that connects all of us together despite our diversity, is the commitment to serving people, both present and future generations.

   Historically, museums have owned and used natural objects, living and non-living, and all manner of human artifacts to advance knowledge and nourish the human spirit. Today, the range of their special interests reflects the scope of human vision. Their missions include collecting and preserving, as well as exhibiting and educating with materials not only owned but also borrowed and fabricated for these ends. Their numbers include both governmental and private museums.

  The museum universe in the United States includes both collecting and noncollecting institutions. Although diverse in their missions, they have in common their nonprofit form of organization and a commitment of service to the public. Their collections and/or the objects they borrow or fabricate are the basis for research, exhibits, and programs that invite public participation.

   Taken as a whole, museum collections and exhibition materials represent the world's natural and cultural common wealth. As stewards of that wealth, museums are compelled to advance an understanding of all natural forms and of the human experience. It is incumbent on museums to be resources for humankind and in all their activities to foster an informed appreciation of the rich and diverse world we have inherited. It is also incumbent upon them to preserve that inheritance for posterity.


www.aam-us.org/museumresources/ethics/coe.cfm. Acessado em
22/02/2024. Adaptado.
Conforme o texto, constitui elemento comum entre os vários museus nos EUA, apesar de suas missões diversas,
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Ano: 2024 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2024 - USP - Bibliotecário |
Q3496657 Inglês
     The terrible food in hospitals has long been one of the greatest contradictions in health care. Over the past few years, several doctors have spoken out about the lack of healthy food options and how frustrating it can be to tell their patients to make dietary changes, only to have that guidance undermined by the very hospital treating their patients. But now, some hospitals are taking note.
    Across the country, medical centers are hiring executive chefs, working closely with nutritionists and dietitians, and striving to ensure that patients with a wide range of dietary needs and restrictions are getting not only the nourishment they need while in the hospital, but the information they need to keep from coming back.
   Hospital malnutrition affects 30-50% of patients worldwide, according to a September 2019 study published in the Journal of Parenteral and Enteral Nutrition.
   How to prioritize healthy food is a question that chef Christopher Dickens at Southeast Health in Alabama is also asking as the hospital and the food facilities go through a ground-up renovation that’s putting healthier options at the forefront.
   “Our patients can’t choose where they are, how they feel. They just don’t have a lot of choice,” Dickens said. “If we don’t do everything in our power to make sure that’s a great experience, then shame on us.”
    He explained that the hospital is trying to move away from processed foods, refined sugars, and excess oil “so that we can produce a product that truly helps our patient, and our community and our staff, with overall health.” Dickens continued. “People have their preconceived notions of what hospital food is, and we want to break those. We know that food is medicine,” said Dickens, “and we need to be ahead of the curve.”

https://www.huffpost.com/entry/bad-hospital-food- healthy_n_5e5d3de2c5b63aaf8f5b0390.Mar 16, 2020. Adaptado.

No texto, o excerto que explicita a mudança de atitude de alguns hospitais, em relação à comida servida aos pacientes, é
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Ano: 2024 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2024 - USP - Bibliotecário |
Q3496656 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO


   Among my fellow punctuation nerds, I have a reputation as someone who does not see any use for semicolons. Cecelia Watson, who teaches at Bard College, has written a whole book about them: “Semicolon: The Past, Present, and Future of a Misunderstood Mark.”

   Watson, a historian and philosopher of science and a teacher of writing and the humanities—in other words, a Renaissance woman—gives us a deceptively playful-looking book that turns out to be a scholarly treatise on a sophisticated device that has contributed eloquence and mystery to Western civilization.

  The semicolon itself was a Renaissance invention. It first appeared in 1494, in a book published in Venice by Aldus Manutius. “De Aetna,” Watson explains, was “an essay, written in dialogue form,” about climbing Mt. Etna. The mark was a hybrid between a comma and a colon, and its purpose was to prolong a pause or create a more distinct separation between parts of a sentence.

   The problem with the semicolon is not how it looks but what it does and how that has changed over time. In the old days, punctuation simply indicated a pause. Comma, colon: semicolon; period. Eventually, grammarians and copy editors came along and made themselves indispensable by punctuating (“pointing”) a writer’s prose “to delineate clauses properly, such that punctuation served syntax.” That is, commas, semicolons, and colons were included in a sentence in order to highlight, subordinate, or otherwise conduct its elements, connecting them syntactically. One of the rules is that, unless you are composing a list, a semicolon is supposed to be followed by a complete clause, capable of standing on its own. The semicolon can take the place of a conjunction, like “and” or “but,” but it should not be used in addition to it.


https://www.newyorker.com/culture/comma-queen/sympathy-for-the-
semicolon. July 15, 2019. Adaptado. 
O texto afirma que, com o passar do tempo, o ponto e vírgula, entre outros aspectos,
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Ano: 2024 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2024 - USP - Bibliotecário |
Q3496653 Português
    O que será a crônica? Esse gênero de literatura ligado ao jornal está entre nós há mais de um século e se aclimatou com tanta naturalidade, que parece nosso. Despretensiosa, próxima da conversa e da vida de todo dia, a crônica tem sido, salvo alguma infidelidade mútua, companheira quase que diária do leitor brasileiro.
   São vários os significados da palavra crônica. Todos, porém, implicam a noção de tempo, presente no próprio termo, que procede do grego chronos. Um leitor atual pode não se dar conta desse vínculo de origem que faz dela uma forma do tempo e da memória, um meio de representação temporal dos eventos passados, um registro da vida escoada. Mas a crônica sempre tece a continuidade do gesto humano na tela do tempo.
   Lembrar e escrever: trata-se de um relato em permanente relação com o tempo, de onde tira, como memória escrita, sua matéria principal, o que fica do vivido – uma definição que se poderia aplicar igualmente ao discurso da história, a que um dia ela deu lugar. Assim, a princípio ela foi crônica histórica, como a medieval: uma narração de fatos históricos segundo uma ordem cronológica, conforme dizem os dicionários, e por essa via se tornou uma precursora da historiografia moderna. Enquanto gênero, a crônica supõe uma sociedade para a qual importa experiência progressiva do tempo, um passado que se possa concatenar significativamente, a história, enfim, e não apenas um tempo cíclico e repetitivo, implicado noutra forma de narrativa – o mito. Presa ao calendário dos feitos humanos e não às façanhas dos deuses, a crônica pode constituir o testemunho de uma vida, o documento de toda uma época ou um meio de se inscrever a história no texto.

https://cronicabrasileira.org.br/artes-da-cronica. Fragmentossobre a crônica Davi Arrigucci. Acesso em 03/03/2024. Adaptado.

Considere o trecho retirado do texto: “Enquanto gênero, a crônica supõe uma sociedade para a qual importa experiência progressiva do tempo, um passado que se possa concatenar significativamente, a história, enfim, e não apenas um tempo cíclico e repetitivo, implicado noutra forma de narrativa – o mito.” (3º parágrafo)
Mantendo-se, em linhas gerais, o sentido original, o trecho selecionado está reescrito de forma resumida em:
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Ano: 2024 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2024 - USP - Bibliotecário |
Q3496652 Português
   O filósofo grego Sócrates acreditava que as ideias escritas caíam no esquecimento. Agora, milhares de anos depois, estamos na posição privilegiada de poder discutir o pensamento de Sócrates, porque ele foi justamente escrito. Hoje em dia, comentaristas dizem com frequência que a palavra escrita, ou seja, os livros, é melhor do que computadores para o ensino.
  O argumento usado para justificar essa afirmativa é o mesmo de Sócrates em relação à escrita: o esquecimento. À medida que cada vez mais salas de aula trocam os livros impressos por obras e outros materiais digitais, pesquisadores analisam o impacto dessa mudança sobre o aprendizado das crianças.
  O campo é novo e ainda não há consenso científico sobre o que é melhor para o aprendizado das crianças, se são os livros ou os dispositivos digitais.

https://www1.folha.uol.com.br/educacao/2024/02/livro-x-computador-oque-e-melhor-para-aprendizagem.shtml. Acesso em: 16/02/2024. Adaptado.

Conforme o texto, no debate sobre o uso dos livros físicos versus ferramentas digitais, na aprendizagem das crianças, a referência ao pensamento de Sócrates tem por função
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Ano: 2024 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2024 - USP - Bibliotecário |
Q3496651 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO


      Manter a ética profissional nas relações de trabalho é importante para promover um ambiente justo, motivador e com base na honestidade para todos, desde colaboradores até a alta gestão.

    A ética profissional representa um conjunto de ações, princípios, valores e comportamentos no trabalho. Eles são, geralmente, transformados em “normas” que devem ser seguidas pelos colaboradores para cultivar um ambiente seguro e íntegro.

     A importância da ética profissional pode ser vista tanto do lado da companhia quanto dos colaboradores. É uma via de mão dupla — com ela é possível construir relações valiosas e com base na confiança, formando uma cultura organizacional forte, capaz de inspirar os colaboradores e trazer mais propósito para o grupo.

    A ética profissional serve para melhorar diversos indicadores da empresa, sejam eles tangíveis ou subjetivos, percebidos pelo público e comunidade.

    O processo de construção de um ambiente de trabalho ético requer esforço e dedicação por parte de todos. Uma das maneiras de promover a ética de forma prática e executável nos mais diferentes nichos de negócio inclui, por exemplo, contratar novos talentos alinhados com os pilares éticos da companhia, desde o início da jornada dos colaboradores.

   Assim, reduzem-se os riscos de descobrir que algum profissional reproduz comportamentos não adequados após meses — ou até anos — de atuação. O efeito de colaboradores desalinhados com a cultura pode ser bem negativo, gerando uma “contaminação” de grupos e aumento nos níveis de desmotivação.

   Outra maneira de promover a ética de forma prática é treinando líderes. Já é bem conhecida a crença de que “o exemplo vem de cima”. No mundo corporativo, esse ensinamento tem muito valor. Líderes com comportamentos duvidosos, que fujam das práticas éticas da empresa, tendem a desencorajar os colaboradores ou influenciá-los negativamente, levando-os a fazerem o mesmo.


https://exame.com/carreira/guia-de-carreira/como-promover-a-eticaprofissional-no-trabalho-veja-exemplos. Acesso em 05/03/2024. Adaptado.
No texto, o emprego do gerúndio no trecho “Outra maneira de promover a ética de forma prática é treinando líderes. ” (7º parágrafo) indica
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Ano: 2024 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2024 - USP - Bibliotecário |
Q3496647 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

   Cultura refere-se ao significado que um grupo social dá à sua experiência, incluindo aqui ideias, crenças, costumes, artes, linguagem, moral, direito, culinária etc. A cultura é dinâmica, se recicla incessantemente incorporando novos elementos, abandonando antigos, mesclando os dois, transformando-os num terceiro com novo sentido. Tratamos, portanto, do mundo das representações, incorporadas simbolicamente na complexidade das manifestações culturais. Cultura não é acessório da condição humana, é sim seu substrato. O ser humano é humano porque produz cultura, dando sentido à experiência objetiva, sensorial. Daí a importância da interação social do “outro”, na construção dos espaços simbólicos, onde expressamos nossa existência humana, em termos de múltiplas identidades.

    Quando se diz que alguém “não tem cultura”, a referência é à sofisticação, sabedoria, de educação no sentido restrito do termo. Ou seja, pressupõe-se que o volume de leituras, controle de informações e títulos universitários equivalham à “inteligência”. A cultura em seu sentido antropológico, por outro lado, transcende a noção de refinamento intelectual (cujo adjetivo é “culto”, e não “cultural”). A cultura permite traduzir melhor a diferença entre nós e os outros e, assim fazendo, resgatar a nossa humanidade no outro e a do outro em nós mesmos.

  Dar sentido à experiência, ao estar-no-mundo, representá-la através de símbolos e orientar os indivíduos, uns em relação aos outros, dotando-os de identidades, também é característica daquilo que entendemos por arte. É uma área de conhecimento que opera com a organização imaginativa do sujeito a partir da experiência universal da humanidade e das experiências particulares de cada um, resguardados os princípios da unidade na diversidade, da harmonia na heterogeneidade e do equilíbrio nas diferenças, consolidando-se como fator de humanização, de socialização e de fortalecimento da identidade cultural.

   A arte é um meio de representação da realidade, uma construção social, percepção de nós mesmos no mundo possibilitando-nos assumir modelos de identidade e comportamento. Tais representações do mundo podem nos inspirar para a compreensão do presente e criação de alternativas para o futuro.


Gruman, M. Caminhos da cidadania cultural: o ensino de artes no Brasil. Educar em Revista, Curitiba, Brasil, n. 45, p. 199-211, jul/set. 2012. Editora UFPR. Adaptado.
No texto, as expressões “unidade na diversidade”, “harmonia na heterogeneidade” e “equilíbrio nas diferenças”, em relação à arte e à cultura,
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Ano: 2024 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2024 - USP - Bibliotecário |
Q3496645 Sistemas de Informação
Sabe-se que todos os Sistemas possuem cinco características:

1. Objetivo: é a razão de o sistema existir;
2. Elementos: são as partes que compõem o sistema;
3. Estrutura: é a forma como os elementos se relacionam entre si;
4. Comportamento: são reações do sistema no ambiente onde ele está inserido;
5. Ciclo de vida: envolve as fases de criação, desenvolvimento e decadência do sistema.

Portanto, os Sistemas de Informação Organizacionais (SIO) também possuem as características acima. Assinale a alternativa correta que se refere à característica estrutura de um Sistema de Informação Organizacional.
Alternativas
Ano: 2024 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2024 - USP - Bibliotecário |
Q3496644 Sistemas de Informação
Sistema é um conjunto de elementos, que interagem logicamente entre si, para atingir um objetivo em comum. Dentre os diversos tipos de sistemas, tem-se os Sistemas de Informação que é um conjunto de elementos, que interagem entre si com o objetivo de gerar informações para a tomada de decisões. Diante deste conceito de Sistema de Informação, assinale a alternativa que indica todos os elementos necessários para formar um Sistema de Informação.
Alternativas
Respostas
2001: A
2002: A
2003: E
2004: D
2005: C
2006: A
2007: B
2008: C
2009: E
2010: A
2011: C
2012: E
2013: A
2014: B
2015: B
2016: D
2017: A
2018: E
2019: D
2020: D