Questões de Concurso Comentadas para iades

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Q3552907 Medicina
Caso clínico para responder à questão.
Um paciente de 42 anos de idade, com antecedentes de doença de Crohn diagnosticada há 10 anos, apresentou-se ao pronto-socorro com queixa de dor abdominal muito intensa, sensação de bem-estar classificada como péssima, associada a diarreia sanguinolenta, oito episódios por dia na última semana, mesmo em uso de medicação antidiarreica, e perda de peso progressiva. Ele relatou múltiplas internações prévias por causa de episódios de obstrução intestinal e abscessos intra-abdominais. Ao exame físico, foram verificados PA = 100 mmHg x 70 mmHg, FC = 99 bpm, SatO2 = 98% e FR = 22 irpm. Evidenciou-se palidez cutânea, abdome distendido e sensível à palpação profunda, além de presença de massas palpáveis na região abdominal. Os exames laboratoriais revelaram anemia com hemoglobina = 9,8 g/dL, hematócrito = 29%, leucocitose = 13.500/mm³ e elevação da proteína C reativa (PCR) = 38 mg/L.
Considerando a avaliação clínica geral, o índice de atividade da doença de Crohn e o índice de Harvey Bradshaw, o presente episódio de exacerbação da doença de Crohn deve ser considerado
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Q3552906 Medicina
Caso clínico para responder à questão.
Uma paciente de 38 anos de idade, com histórico de artrite reumatoide diagnosticada há 5 anos, em tratamento com metotrexato, apresenta-se no consultório com queixa de dor articular persistente e rigidez matinal nas mãos e punhos há seis semanas, apesar da terapia em curso. Relata também episódios recentes de febre baixa e fadiga intensa. Ao exame físico, observa-se aumento de volume em articulações interfalangianas proximais e metacarpofalângeas, com sinais de sinovite, além de presença de nódulos reumatoides subcutâneos. Os exames laboratoriais revelam aumento dos marcadores inflamatórios, como PCR e VHS. Radiografias demonstram erosões ósseas características da artrite reumatoide. Diante do quadro clínico e considerando os exames laboratoriais, suspeita-se de atividade inflamatória persistente e conclui-se que a paciente necessita de ajuste terapêutico.
Após falha de outras drogas modificadoras de doença (DMARD) convencionais, discussão com a paciente e existindo disponibilidade, qual seria considerado o imunobiológico de escolha para o tratamento da artrite reumatoide?
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Q3552905 Medicina
Caso clínico para responder à questão.
Uma paciente de 38 anos de idade, com histórico de artrite reumatoide diagnosticada há 5 anos, em tratamento com metotrexato, apresenta-se no consultório com queixa de dor articular persistente e rigidez matinal nas mãos e punhos há seis semanas, apesar da terapia em curso. Relata também episódios recentes de febre baixa e fadiga intensa. Ao exame físico, observa-se aumento de volume em articulações interfalangianas proximais e metacarpofalângeas, com sinais de sinovite, além de presença de nódulos reumatoides subcutâneos. Os exames laboratoriais revelam aumento dos marcadores inflamatórios, como PCR e VHS. Radiografias demonstram erosões ósseas características da artrite reumatoide. Diante do quadro clínico e considerando os exames laboratoriais, suspeita-se de atividade inflamatória persistente e conclui-se que a paciente necessita de ajuste terapêutico.
Além do metotrexato, qual outro fármaco que é considerado uma droga modificadora de doença (DMARD) convencional da artrite reumatoide e que é opção para o tratamento dessa paciente?
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Q3552904 Medicina
Caso clínico para responder à questão.
Uma paciente de 38 anos de idade, com histórico de artrite reumatoide diagnosticada há 5 anos, em tratamento com metotrexato, apresenta-se no consultório com queixa de dor articular persistente e rigidez matinal nas mãos e punhos há seis semanas, apesar da terapia em curso. Relata também episódios recentes de febre baixa e fadiga intensa. Ao exame físico, observa-se aumento de volume em articulações interfalangianas proximais e metacarpofalângeas, com sinais de sinovite, além de presença de nódulos reumatoides subcutâneos. Os exames laboratoriais revelam aumento dos marcadores inflamatórios, como PCR e VHS. Radiografias demonstram erosões ósseas características da artrite reumatoide. Diante do quadro clínico e considerando os exames laboratoriais, suspeita-se de atividade inflamatória persistente e conclui-se que a paciente necessita de ajuste terapêutico.
No que se refere à artrite reumatoide, qual o local mais típico de ser acometido pelas erosões ósseas descritas nas radiografias?
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Q3552903 Medicina
Caso clínico para responder à questão.
Uma paciente de 38 anos de idade, com histórico de artrite reumatoide diagnosticada há 5 anos, em tratamento com metotrexato, apresenta-se no consultório com queixa de dor articular persistente e rigidez matinal nas mãos e punhos há seis semanas, apesar da terapia em curso. Relata também episódios recentes de febre baixa e fadiga intensa. Ao exame físico, observa-se aumento de volume em articulações interfalangianas proximais e metacarpofalângeas, com sinais de sinovite, além de presença de nódulos reumatoides subcutâneos. Os exames laboratoriais revelam aumento dos marcadores inflamatórios, como PCR e VHS. Radiografias demonstram erosões ósseas características da artrite reumatoide. Diante do quadro clínico e considerando os exames laboratoriais, suspeita-se de atividade inflamatória persistente e conclui-se que a paciente necessita de ajuste terapêutico.
Com relação à dosagem do fator reumatoide no diagnóstico e estratificação do prognóstico da artrite reumatoide, a presença de fator reumatoide positivo 
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Q3552902 Medicina
Caso clínico para responder à questão.
Uma paciente de 38 anos de idade, com histórico de artrite reumatoide diagnosticada há 5 anos, em tratamento com metotrexato, apresenta-se no consultório com queixa de dor articular persistente e rigidez matinal nas mãos e punhos há seis semanas, apesar da terapia em curso. Relata também episódios recentes de febre baixa e fadiga intensa. Ao exame físico, observa-se aumento de volume em articulações interfalangianas proximais e metacarpofalângeas, com sinais de sinovite, além de presença de nódulos reumatoides subcutâneos. Os exames laboratoriais revelam aumento dos marcadores inflamatórios, como PCR e VHS. Radiografias demonstram erosões ósseas características da artrite reumatoide. Diante do quadro clínico e considerando os exames laboratoriais, suspeita-se de atividade inflamatória persistente e conclui-se que a paciente necessita de ajuste terapêutico.
Com base nesse caso clínico, assinale a alternativa que indica o sintoma que essa paciente mantém como queixa e também é considerado critério diagnóstico de artrite reumatoide.
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Q3552901 Medicina
Caso clínico para responder à questão.
Um paciente de 60 anos de idade, ex-fumante, com história de 40 anos de tabagismo cerca de dois maços por dia, apresenta-se ao pronto-socorro com queixa de dispneia progressiva e tosse crônica há mais de dois anos. Relata episódios frequentes de exacerbações, com aumento da tosse produtiva e dispneia novamente há três dias, faz uso de broncodilatador de longa duração que não lembra o nome há alguns meses. Ao exame físico, observa-se uso de musculatura acessória, FR = 30 irpm, SatO2 = 89%, FC = 100 bpm, PA = 140 mmHg x 90 mmHg. Ausculta pulmonar revela sibilos difusos com diminuição dos murmúrios vesiculares. Radiografia de tórax evidencia hiperinsuflação pulmonar com achatamento do diafragma. O paciente é encaminhado para internação e acolheu-se gasometria arterial com o seguinte resultado: pH = 7,32, PaO2 = 58 mmHg, PaCO2 = 60 mmHg, HCO3 = 30 mEq/L, SatO2 = 88%.
Qual seria a terapêutica de manutenção mais adequada para esse paciente após a alta hospitalar?
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Q3552900 Medicina
Caso clínico para responder à questão.
Um paciente de 60 anos de idade, ex-fumante, com história de 40 anos de tabagismo cerca de dois maços por dia, apresenta-se ao pronto-socorro com queixa de dispneia progressiva e tosse crônica há mais de dois anos. Relata episódios frequentes de exacerbações, com aumento da tosse produtiva e dispneia novamente há três dias, faz uso de broncodilatador de longa duração que não lembra o nome há alguns meses. Ao exame físico, observa-se uso de musculatura acessória, FR = 30 irpm, SatO2 = 89%, FC = 100 bpm, PA = 140 mmHg x 90 mmHg. Ausculta pulmonar revela sibilos difusos com diminuição dos murmúrios vesiculares. Radiografia de tórax evidencia hiperinsuflação pulmonar com achatamento do diafragma. O paciente é encaminhado para internação e acolheu-se gasometria arterial com o seguinte resultado: pH = 7,32, PaO2 = 58 mmHg, PaCO2 = 60 mmHg, HCO3 = 30 mEq/L, SatO2 = 88%.
Assinale a alternativa que apresenta a abordagem mais adequada para prevenir exacerbações agudas de DPOC em pacientes com história prévia de múltiplas internações.
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Q3552899 Medicina
Caso clínico para responder à questão.
Um paciente de 60 anos de idade, ex-fumante, com história de 40 anos de tabagismo cerca de dois maços por dia, apresenta-se ao pronto-socorro com queixa de dispneia progressiva e tosse crônica há mais de dois anos. Relata episódios frequentes de exacerbações, com aumento da tosse produtiva e dispneia novamente há três dias, faz uso de broncodilatador de longa duração que não lembra o nome há alguns meses. Ao exame físico, observa-se uso de musculatura acessória, FR = 30 irpm, SatO2 = 89%, FC = 100 bpm, PA = 140 mmHg x 90 mmHg. Ausculta pulmonar revela sibilos difusos com diminuição dos murmúrios vesiculares. Radiografia de tórax evidencia hiperinsuflação pulmonar com achatamento do diafragma. O paciente é encaminhado para internação e acolheu-se gasometria arterial com o seguinte resultado: pH = 7,32, PaO2 = 58 mmHg, PaCO2 = 60 mmHg, HCO3 = 30 mEq/L, SatO2 = 88%.
Assinale a alternativa que indica o principal fator desencadeante de exacerbações agudas de doença pulmonar obstrutiva crônica em pacientes que não são mais fumantes ativos.
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Q3552898 Medicina
Caso clínico para responder à questão.
Um paciente de 60 anos de idade, ex-fumante, com história de 40 anos de tabagismo cerca de dois maços por dia, apresenta-se ao pronto-socorro com queixa de dispneia progressiva e tosse crônica há mais de dois anos. Relata episódios frequentes de exacerbações, com aumento da tosse produtiva e dispneia novamente há três dias, faz uso de broncodilatador de longa duração que não lembra o nome há alguns meses. Ao exame físico, observa-se uso de musculatura acessória, FR = 30 irpm, SatO2 = 89%, FC = 100 bpm, PA = 140 mmHg x 90 mmHg. Ausculta pulmonar revela sibilos difusos com diminuição dos murmúrios vesiculares. Radiografia de tórax evidencia hiperinsuflação pulmonar com achatamento do diafragma. O paciente é encaminhado para internação e acolheu-se gasometria arterial com o seguinte resultado: pH = 7,32, PaO2 = 58 mmHg, PaCO2 = 60 mmHg, HCO3 = 30 mEq/L, SatO2 = 88%.
Qual parâmetro de uma espirometria seria mais adequado para confirmar que esse paciente possui um distúrbio ventilatório obstrutivo?
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Q3552897 Medicina
Caso clínico para responder à questão.
Um paciente de 60 anos de idade, ex-fumante, com história de 40 anos de tabagismo cerca de dois maços por dia, apresenta-se ao pronto-socorro com queixa de dispneia progressiva e tosse crônica há mais de dois anos. Relata episódios frequentes de exacerbações, com aumento da tosse produtiva e dispneia novamente há três dias, faz uso de broncodilatador de longa duração que não lembra o nome há alguns meses. Ao exame físico, observa-se uso de musculatura acessória, FR = 30 irpm, SatO2 = 89%, FC = 100 bpm, PA = 140 mmHg x 90 mmHg. Ausculta pulmonar revela sibilos difusos com diminuição dos murmúrios vesiculares. Radiografia de tórax evidencia hiperinsuflação pulmonar com achatamento do diafragma. O paciente é encaminhado para internação e acolheu-se gasometria arterial com o seguinte resultado: pH = 7,32, PaO2 = 58 mmHg, PaCO2 = 60 mmHg, HCO3 = 30 mEq/L, SatO2 = 88%.
Qual seria considerado um critério que, de forma isolada, indicaria a intubação desse paciente? 
Alternativas
Q3552896 Medicina
Caso clínico para responder à questão.
Um paciente de 72 anos de idade, ex-tabagista de 30 anos-maço, com histórico de hipertensão arterial sistêmica controlada com losartana 50 mg/dia e dislipidemia tratada com sinvastatina 20 mg/dia, compareceu à consulta de rotina. Ele se queixa de episódios de dor retroesternal em esforço há dois anos progressivamente mais frequentes nas últimas semanas, chegando a sentir aos moderados esforços como andar dois quarteirões no plano. Ao exame físico, apresenta PA = 140 mmHg x 85 mmHg, FC = 72 bpm, ausculta cardíaca em ritmo regular, sem outros achados relevantes. O eletrocardiograma e ecocardiograma recentes demonstram resultados normais. O paciente foi encaminhado para teste ergométrico, o qual resultou positivo para isquemia, revelando infradesnivelamento do segmento ST de 2 mm, retificado, em derivações anteriores durante o pico do esforço, persistindo no início da recuperação.
Quanto à indicação de cateterismo cardíaco (cineangiocoronariografia) para esse paciente, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3552895 Medicina
Caso clínico para responder à questão.
Um paciente de 72 anos de idade, ex-tabagista de 30 anos-maço, com histórico de hipertensão arterial sistêmica controlada com losartana 50 mg/dia e dislipidemia tratada com sinvastatina 20 mg/dia, compareceu à consulta de rotina. Ele se queixa de episódios de dor retroesternal em esforço há dois anos progressivamente mais frequentes nas últimas semanas, chegando a sentir aos moderados esforços como andar dois quarteirões no plano. Ao exame físico, apresenta PA = 140 mmHg x 85 mmHg, FC = 72 bpm, ausculta cardíaca em ritmo regular, sem outros achados relevantes. O eletrocardiograma e ecocardiograma recentes demonstram resultados normais. O paciente foi encaminhado para teste ergométrico, o qual resultou positivo para isquemia, revelando infradesnivelamento do segmento ST de 2 mm, retificado, em derivações anteriores durante o pico do esforço, persistindo no início da recuperação.
A respeito do controle da pressão arterial desse paciente, para minimizar o risco de eventos cardiovasculares assinale a alternativa correta.
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Q3552894 Medicina
Caso clínico para responder à questão.
Um paciente de 72 anos de idade, ex-tabagista de 30 anos-maço, com histórico de hipertensão arterial sistêmica controlada com losartana 50 mg/dia e dislipidemia tratada com sinvastatina 20 mg/dia, compareceu à consulta de rotina. Ele se queixa de episódios de dor retroesternal em esforço há dois anos progressivamente mais frequentes nas últimas semanas, chegando a sentir aos moderados esforços como andar dois quarteirões no plano. Ao exame físico, apresenta PA = 140 mmHg x 85 mmHg, FC = 72 bpm, ausculta cardíaca em ritmo regular, sem outros achados relevantes. O eletrocardiograma e ecocardiograma recentes demonstram resultados normais. O paciente foi encaminhado para teste ergométrico, o qual resultou positivo para isquemia, revelando infradesnivelamento do segmento ST de 2 mm, retificado, em derivações anteriores durante o pico do esforço, persistindo no início da recuperação.
Quanto ao adequado manejo do tratamento da dislipidemia desse paciente, qual seria a conduta ideal?
Alternativas
Q3552893 Medicina
Caso clínico para responder à questão.
Um paciente de 72 anos de idade, ex-tabagista de 30 anos-maço, com histórico de hipertensão arterial sistêmica controlada com losartana 50 mg/dia e dislipidemia tratada com sinvastatina 20 mg/dia, compareceu à consulta de rotina. Ele se queixa de episódios de dor retroesternal em esforço há dois anos progressivamente mais frequentes nas últimas semanas, chegando a sentir aos moderados esforços como andar dois quarteirões no plano. Ao exame físico, apresenta PA = 140 mmHg x 85 mmHg, FC = 72 bpm, ausculta cardíaca em ritmo regular, sem outros achados relevantes. O eletrocardiograma e ecocardiograma recentes demonstram resultados normais. O paciente foi encaminhado para teste ergométrico, o qual resultou positivo para isquemia, revelando infradesnivelamento do segmento ST de 2 mm, retificado, em derivações anteriores durante o pico do esforço, persistindo no início da recuperação.
Com base nesse caso clínico, assinale a alternativa que apresenta a estratégia antitrombótica adequada para redução do risco cardiovascular desse paciente no momento.
Alternativas
Q3552892 Medicina
Caso clínico para responder à questão.
Um paciente de 72 anos de idade, ex-tabagista de 30 anos-maço, com histórico de hipertensão arterial sistêmica controlada com losartana 50 mg/dia e dislipidemia tratada com sinvastatina 20 mg/dia, compareceu à consulta de rotina. Ele se queixa de episódios de dor retroesternal em esforço há dois anos progressivamente mais frequentes nas últimas semanas, chegando a sentir aos moderados esforços como andar dois quarteirões no plano. Ao exame físico, apresenta PA = 140 mmHg x 85 mmHg, FC = 72 bpm, ausculta cardíaca em ritmo regular, sem outros achados relevantes. O eletrocardiograma e ecocardiograma recentes demonstram resultados normais. O paciente foi encaminhado para teste ergométrico, o qual resultou positivo para isquemia, revelando infradesnivelamento do segmento ST de 2 mm, retificado, em derivações anteriores durante o pico do esforço, persistindo no início da recuperação.
Na consulta de retorno desse paciente, qual é a classe medicamentosa de primeira linha que deve ser iniciada para controle dos sintomas?
Alternativas
Q3552891 Medicina
Caso clínico para responder à questão.
Uma paciente de 55 anos de idade compareceu à consulta de rotina com seu clínico geral preocupada com os resultados de seus exames laboratoriais. Obesa com IMC = 31 Kg /m², diagnosticada há 10 anos com hipertensão e diabetes, atualmente em uso de hidroclorotiazida 25 mg uma vez ao dia, enalapril 20 mg duas vezes ao dia, metformina 850 mg duas vezes ao dia. Não faz atividade física regular, não fuma e consome bebida alcoólica eventualmente. Ela mostra boa aderência a medicação, mas tem dificuldade de aderir à mudança do estilo de vida. Os exames que trouxe consigo foram creatinina = 1,5 mg/dL (estável em relação ao exame anterior), ureia = 50 mg/dL, potássio = 4,6 mEq/L, glicemia = 170 mg/dL, hemoglobina glicada = 8,0%, colesterol total = 243 mg/dL, triglicérides = 222 mg/dL, colesterol HDL = 32 mg/dL. Realizou também MAPA 24 h com média da pressão em 24 h de 141 mmHg x 90 mmHg. 
Seria considerado ajuste ideal inicial com foco no controle da obesidade dessa paciente,
Alternativas
Q3552890 Medicina
Caso clínico para responder à questão.
Uma paciente de 55 anos de idade compareceu à consulta de rotina com seu clínico geral preocupada com os resultados de seus exames laboratoriais. Obesa com IMC = 31 Kg /m², diagnosticada há 10 anos com hipertensão e diabetes, atualmente em uso de hidroclorotiazida 25 mg uma vez ao dia, enalapril 20 mg duas vezes ao dia, metformina 850 mg duas vezes ao dia. Não faz atividade física regular, não fuma e consome bebida alcoólica eventualmente. Ela mostra boa aderência a medicação, mas tem dificuldade de aderir à mudança do estilo de vida. Os exames que trouxe consigo foram creatinina = 1,5 mg/dL (estável em relação ao exame anterior), ureia = 50 mg/dL, potássio = 4,6 mEq/L, glicemia = 170 mg/dL, hemoglobina glicada = 8,0%, colesterol total = 243 mg/dL, triglicérides = 222 mg/dL, colesterol HDL = 32 mg/dL. Realizou também MAPA 24 h com média da pressão em 24 h de 141 mmHg x 90 mmHg. 
Considerando esse caso clínico, assinale a alternativa que indica ajuste ideal inicial com foco no controle da doença renal crônica, independentemente do manejo das outras doenças. 
Alternativas
Q3552889 Medicina
Caso clínico para responder à questão.
Uma paciente de 55 anos de idade compareceu à consulta de rotina com seu clínico geral preocupada com os resultados de seus exames laboratoriais. Obesa com IMC = 31 Kg /m², diagnosticada há 10 anos com hipertensão e diabetes, atualmente em uso de hidroclorotiazida 25 mg uma vez ao dia, enalapril 20 mg duas vezes ao dia, metformina 850 mg duas vezes ao dia. Não faz atividade física regular, não fuma e consome bebida alcoólica eventualmente. Ela mostra boa aderência a medicação, mas tem dificuldade de aderir à mudança do estilo de vida. Os exames que trouxe consigo foram creatinina = 1,5 mg/dL (estável em relação ao exame anterior), ureia = 50 mg/dL, potássio = 4,6 mEq/L, glicemia = 170 mg/dL, hemoglobina glicada = 8,0%, colesterol total = 243 mg/dL, triglicérides = 222 mg/dL, colesterol HDL = 32 mg/dL. Realizou também MAPA 24 h com média da pressão em 24 h de 141 mmHg x 90 mmHg. 
Conforme o caso clínico descrito, seria considerado ajuste ideal inicial para controle da dislipidemia.
Alternativas
Q3552888 Medicina
Caso clínico para responder à questão.
Uma paciente de 55 anos de idade compareceu à consulta de rotina com seu clínico geral preocupada com os resultados de seus exames laboratoriais. Obesa com IMC = 31 Kg /m², diagnosticada há 10 anos com hipertensão e diabetes, atualmente em uso de hidroclorotiazida 25 mg uma vez ao dia, enalapril 20 mg duas vezes ao dia, metformina 850 mg duas vezes ao dia. Não faz atividade física regular, não fuma e consome bebida alcoólica eventualmente. Ela mostra boa aderência a medicação, mas tem dificuldade de aderir à mudança do estilo de vida. Os exames que trouxe consigo foram creatinina = 1,5 mg/dL (estável em relação ao exame anterior), ureia = 50 mg/dL, potássio = 4,6 mEq/L, glicemia = 170 mg/dL, hemoglobina glicada = 8,0%, colesterol total = 243 mg/dL, triglicérides = 222 mg/dL, colesterol HDL = 32 mg/dL. Realizou também MAPA 24 h com média da pressão em 24 h de 141 mmHg x 90 mmHg. 
De acordo com esse caso clínico, seria considerado (a) ajuste ideal inicial para controle da hipertensão o (a) 
Alternativas
Respostas
2281: C
2282: D
2283: A
2284: B
2285: C
2286: D
2287: B
2288: D
2289: B
2290: C
2291: D
2292: A
2293: C
2294: B
2295: A
2296: B
2297: D
2298: B
2299: C
2300: D