Uma paciente de 38 anos de idade, com histórico de artrite
reumatoide diagnosticada há 5 anos, em tratamento com
metotrexato, apresenta-se no consultório com queixa de dor
articular persistente e rigidez matinal nas mãos e punhos há
seis semanas, apesar da terapia em curso. Relata também
episódios recentes de febre baixa e fadiga intensa. Ao exame
físico, observa-se aumento de volume em articulações
interfalangianas proximais e metacarpofalângeas, com sinais
de sinovite, além de presença de nódulos reumatoides
subcutâneos. Os exames laboratoriais revelam aumento dos
marcadores inflamatórios, como PCR e VHS. Radiografias
demonstram erosões ósseas características da artrite
reumatoide. Diante do quadro clínico e considerando os
exames laboratoriais, suspeita-se de atividade inflamatória
persistente e conclui-se que a paciente necessita de ajuste
terapêutico.
Após falha de outras drogas modificadoras de doença
(DMARD) convencionais, discussão com a paciente e
existindo disponibilidade, qual seria considerado o
imunobiológico de escolha para o tratamento da artrite
reumatoide?