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Q3680743 Português

TEXTO


POR QUE O BRASIL AINDA APOSTA EM TERMELÉTRICAS



      Uma audiência pública sobre a instalação de uma termelétrica a gás natural em Samambaia (DF), a cerca de 35 quilômetros da praça dos Três Poderes, foi suspensa pela Justiça em março porque a população não teve tempo hábil para ser informada. Um mês antes, duas empresas desistiram de construir uma usina a carvão em Candiota e Hulha Negra, no Rio Grande do Sul, após o empreendimento ser questionado judicialmente.



      Os dois casos geram intensos debates sobre os impactos ambientais locais desses empreendimentos e sobre a emissão de gases de efeito estufa, responsáveis pelo aquecimento global. E reforçam o questionamento: por que o Brasil ainda investe em termelétricas movidas a combustíveis fósseis, como gás natural e carvão, em plena crise climática?



    O principal argumento a favor das termelétricas é a segurança energética. Ou seja, elas poderiam ser acionadas a qualquer momento, independentemente das condições climáticas, como possível falta de água, vento ou sol. Essa foi a justificativa usada pelo Ministério de Minas e Energia (MME) durante o lançamento do Plano Decenal de Expansão de Energia 2034 na defesa do “fortalecimento da geração termelétrica”.



     Um estudo publicado em dezembro pela ONG Instituto de Energia e Meio Ambiente (IEMA) mostrou que as 67 termelétricas fósseis conectadas ao Sistema Interligado Nacional (SIN) emitiram, em 2023, 17,9 milhões de toneladas de gás carbônico (CO₂), o principal responsável pelo aquecimento global.



    Para se ter uma ideia da magnitude dessas emissões, alertou a pesquisadora do IEMA, Raíssa Gomes, as termelétricas fósseis lançaram na atmosfera mais gás carbônico do que o município de São Paulo. Segundo dados do Sistema de Estimativas de Emissões e Remoções de Gases de Efeito Estufa (SEEG), os paulistanos foram responsáveis por emitir 14,5 milhões de toneladas do gás em 2023.



    “Ou seja, apenas as térmicas fósseis do SIN emitiram mais gases de efeito estufa do que a maior cidade do país, com seus mais de 11 milhões de habitantes e intensa atividade econômica”, comparou a pesquisadora.



   Para o físico especializado em mudanças climáticas e pesquisador do Instituto ClimaInfo, Shigueo Watanabe Jr, outras alternativas poderiam reduzir a necessidade das termelétricas, como a “repotencialização das hidrelétricas”. “A maior parte das hidrelétricas do Sudeste foram construídas na década de 1970, 1980. Mas hoje a situação é diferente. Se você trocar as turbinas, tem um ganho potencial de energia e de potência sem mexer na altura do reservatório, sem mexer em nada da parte física”, disse.



     Além disso, segundo o especialista, em relação ao vento e ao sol. “Se eu fosse um planejador energético, estaria muito mais preocupado com o preço do gás. A Rússia invade a Ucrânia, e o preço do gás dispara. Aí o Catar fala assim: ‘Não, tá muito alto, eu vou bombar mais gás, o preço do gás cai.’ É totalmente imprevisível”, avaliou.



    Para o pesquisador, os interesses econômicos estão por trás de grande parte das termelétricas. “Existe um lobby muito forte para alavancar mais ainda o gás natural. Toda vez que você tem alguma obra de uma termelétrica, há vários interesses políticos e econômicos e um lobby muito forte dentro do Congresso e dentro dos ministérios para poder ter mais gás, mais termelétrica.”.



    Esse lobby pode ser visto em dois jabutis colocados em leis na área de energia – o termo é usado para designar um apêndice incluído em um projeto que trata de tema diferente do assunto principal. Em 2021, o Congresso Nacional aprovou uma lei que viabilizou a privatização da Eletrobras. Mas os congressistas colocaram no texto a obrigação da contratação de 8 gigawatt (GW) de eletricidade das termelétricas a gás natural sem infraestrutura de distribuição.



    Já no projeto de lei que discutiu o marco legal para a geração de energia eólica offshore (em alto mar), os parlamentares acrescentaram a obrigação de contratar 4,25 GW de usinas termelétricas a gás natural. Eles também prorrogaram os contratos das usinas a carvão de 2040 para 2050. Em janeiro de 2025, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou o projeto, mas vetou os jabutis, alegando que iam na contramão da lei sancionada, por serem matrizes mais poluidoras, caras e ineficientes. [...]



   A história das termelétricas atuais está relacionada com a crise de 2001, quando houve forte escassez de chuva, comprometendo os reservatórios de água das usinas hidrelétricas e o fornecimento de energia. “A maior parte das termelétricas que estão em operação hoje vieram do apagão que teve no governo Fernando Henrique. Eles criaram um programa prioritário de térmicas, que era basicamente térmicas a gás. Naquela época já se falava em aquecimento global, mas nada parecido com o que se fala hoje”, lembrou Watanabe Jr.



    De acordo com Raíssa Gomes, com a expansão das fontes renováveis como a solar e a eólica, há uma transição em curso para que as térmicas fósseis operem cada vez mais de forma pontual, apenas em períodos de maior demanda ou baixa geração renovável. “Essa transição é fundamental, pois as termelétricas fósseis, ao contrário das fontes renováveis, são altamente emissoras de gases de efeito estufa e de emissões atmosféricas locais como óxidos de nitrogênio, enxofre, monóxido de carbono e material particulado.”



    Além disso, segundo a pesquisadora, dependendo do sistema de resfriamento adotado, as usinas podem ter um elevado consumo de água, o que agrava a pressão sobre os recursos hídricos. “Soma-se a isso o fato de que a geração térmica, especialmente com combustíveis fósseis, tende a ser mais cara, contribuindo para o aumento nas tarifas de energia elétrica.” [...]



Disponível em: <https://www.dw.com/pt-br/por-que-o-brasilainda-aposta-em-termelétricas/a-72700747>. Adaptado. Acesso

em: 20 de setembro de 2025.

A comparação entre as emissões das termelétricas com as da cidade de São Paulo tem como efeito principal:
Alternativas
Q3680742 Português

TEXTO


POR QUE O BRASIL AINDA APOSTA EM TERMELÉTRICAS



      Uma audiência pública sobre a instalação de uma termelétrica a gás natural em Samambaia (DF), a cerca de 35 quilômetros da praça dos Três Poderes, foi suspensa pela Justiça em março porque a população não teve tempo hábil para ser informada. Um mês antes, duas empresas desistiram de construir uma usina a carvão em Candiota e Hulha Negra, no Rio Grande do Sul, após o empreendimento ser questionado judicialmente.



      Os dois casos geram intensos debates sobre os impactos ambientais locais desses empreendimentos e sobre a emissão de gases de efeito estufa, responsáveis pelo aquecimento global. E reforçam o questionamento: por que o Brasil ainda investe em termelétricas movidas a combustíveis fósseis, como gás natural e carvão, em plena crise climática?



    O principal argumento a favor das termelétricas é a segurança energética. Ou seja, elas poderiam ser acionadas a qualquer momento, independentemente das condições climáticas, como possível falta de água, vento ou sol. Essa foi a justificativa usada pelo Ministério de Minas e Energia (MME) durante o lançamento do Plano Decenal de Expansão de Energia 2034 na defesa do “fortalecimento da geração termelétrica”.



     Um estudo publicado em dezembro pela ONG Instituto de Energia e Meio Ambiente (IEMA) mostrou que as 67 termelétricas fósseis conectadas ao Sistema Interligado Nacional (SIN) emitiram, em 2023, 17,9 milhões de toneladas de gás carbônico (CO₂), o principal responsável pelo aquecimento global.



    Para se ter uma ideia da magnitude dessas emissões, alertou a pesquisadora do IEMA, Raíssa Gomes, as termelétricas fósseis lançaram na atmosfera mais gás carbônico do que o município de São Paulo. Segundo dados do Sistema de Estimativas de Emissões e Remoções de Gases de Efeito Estufa (SEEG), os paulistanos foram responsáveis por emitir 14,5 milhões de toneladas do gás em 2023.



    “Ou seja, apenas as térmicas fósseis do SIN emitiram mais gases de efeito estufa do que a maior cidade do país, com seus mais de 11 milhões de habitantes e intensa atividade econômica”, comparou a pesquisadora.



   Para o físico especializado em mudanças climáticas e pesquisador do Instituto ClimaInfo, Shigueo Watanabe Jr, outras alternativas poderiam reduzir a necessidade das termelétricas, como a “repotencialização das hidrelétricas”. “A maior parte das hidrelétricas do Sudeste foram construídas na década de 1970, 1980. Mas hoje a situação é diferente. Se você trocar as turbinas, tem um ganho potencial de energia e de potência sem mexer na altura do reservatório, sem mexer em nada da parte física”, disse.



     Além disso, segundo o especialista, em relação ao vento e ao sol. “Se eu fosse um planejador energético, estaria muito mais preocupado com o preço do gás. A Rússia invade a Ucrânia, e o preço do gás dispara. Aí o Catar fala assim: ‘Não, tá muito alto, eu vou bombar mais gás, o preço do gás cai.’ É totalmente imprevisível”, avaliou.



    Para o pesquisador, os interesses econômicos estão por trás de grande parte das termelétricas. “Existe um lobby muito forte para alavancar mais ainda o gás natural. Toda vez que você tem alguma obra de uma termelétrica, há vários interesses políticos e econômicos e um lobby muito forte dentro do Congresso e dentro dos ministérios para poder ter mais gás, mais termelétrica.”.



    Esse lobby pode ser visto em dois jabutis colocados em leis na área de energia – o termo é usado para designar um apêndice incluído em um projeto que trata de tema diferente do assunto principal. Em 2021, o Congresso Nacional aprovou uma lei que viabilizou a privatização da Eletrobras. Mas os congressistas colocaram no texto a obrigação da contratação de 8 gigawatt (GW) de eletricidade das termelétricas a gás natural sem infraestrutura de distribuição.



    Já no projeto de lei que discutiu o marco legal para a geração de energia eólica offshore (em alto mar), os parlamentares acrescentaram a obrigação de contratar 4,25 GW de usinas termelétricas a gás natural. Eles também prorrogaram os contratos das usinas a carvão de 2040 para 2050. Em janeiro de 2025, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou o projeto, mas vetou os jabutis, alegando que iam na contramão da lei sancionada, por serem matrizes mais poluidoras, caras e ineficientes. [...]



   A história das termelétricas atuais está relacionada com a crise de 2001, quando houve forte escassez de chuva, comprometendo os reservatórios de água das usinas hidrelétricas e o fornecimento de energia. “A maior parte das termelétricas que estão em operação hoje vieram do apagão que teve no governo Fernando Henrique. Eles criaram um programa prioritário de térmicas, que era basicamente térmicas a gás. Naquela época já se falava em aquecimento global, mas nada parecido com o que se fala hoje”, lembrou Watanabe Jr.



    De acordo com Raíssa Gomes, com a expansão das fontes renováveis como a solar e a eólica, há uma transição em curso para que as térmicas fósseis operem cada vez mais de forma pontual, apenas em períodos de maior demanda ou baixa geração renovável. “Essa transição é fundamental, pois as termelétricas fósseis, ao contrário das fontes renováveis, são altamente emissoras de gases de efeito estufa e de emissões atmosféricas locais como óxidos de nitrogênio, enxofre, monóxido de carbono e material particulado.”



    Além disso, segundo a pesquisadora, dependendo do sistema de resfriamento adotado, as usinas podem ter um elevado consumo de água, o que agrava a pressão sobre os recursos hídricos. “Soma-se a isso o fato de que a geração térmica, especialmente com combustíveis fósseis, tende a ser mais cara, contribuindo para o aumento nas tarifas de energia elétrica.” [...]



Disponível em: <https://www.dw.com/pt-br/por-que-o-brasilainda-aposta-em-termelétricas/a-72700747>. Adaptado. Acesso

em: 20 de setembro de 2025.

O argumento de que as termelétricas garantem “segurança energética” deve ser entendido no texto como:
Alternativas
Q3680741 Português

TEXTO


POR QUE O BRASIL AINDA APOSTA EM TERMELÉTRICAS



      Uma audiência pública sobre a instalação de uma termelétrica a gás natural em Samambaia (DF), a cerca de 35 quilômetros da praça dos Três Poderes, foi suspensa pela Justiça em março porque a população não teve tempo hábil para ser informada. Um mês antes, duas empresas desistiram de construir uma usina a carvão em Candiota e Hulha Negra, no Rio Grande do Sul, após o empreendimento ser questionado judicialmente.



      Os dois casos geram intensos debates sobre os impactos ambientais locais desses empreendimentos e sobre a emissão de gases de efeito estufa, responsáveis pelo aquecimento global. E reforçam o questionamento: por que o Brasil ainda investe em termelétricas movidas a combustíveis fósseis, como gás natural e carvão, em plena crise climática?



    O principal argumento a favor das termelétricas é a segurança energética. Ou seja, elas poderiam ser acionadas a qualquer momento, independentemente das condições climáticas, como possível falta de água, vento ou sol. Essa foi a justificativa usada pelo Ministério de Minas e Energia (MME) durante o lançamento do Plano Decenal de Expansão de Energia 2034 na defesa do “fortalecimento da geração termelétrica”.



     Um estudo publicado em dezembro pela ONG Instituto de Energia e Meio Ambiente (IEMA) mostrou que as 67 termelétricas fósseis conectadas ao Sistema Interligado Nacional (SIN) emitiram, em 2023, 17,9 milhões de toneladas de gás carbônico (CO₂), o principal responsável pelo aquecimento global.



    Para se ter uma ideia da magnitude dessas emissões, alertou a pesquisadora do IEMA, Raíssa Gomes, as termelétricas fósseis lançaram na atmosfera mais gás carbônico do que o município de São Paulo. Segundo dados do Sistema de Estimativas de Emissões e Remoções de Gases de Efeito Estufa (SEEG), os paulistanos foram responsáveis por emitir 14,5 milhões de toneladas do gás em 2023.



    “Ou seja, apenas as térmicas fósseis do SIN emitiram mais gases de efeito estufa do que a maior cidade do país, com seus mais de 11 milhões de habitantes e intensa atividade econômica”, comparou a pesquisadora.



   Para o físico especializado em mudanças climáticas e pesquisador do Instituto ClimaInfo, Shigueo Watanabe Jr, outras alternativas poderiam reduzir a necessidade das termelétricas, como a “repotencialização das hidrelétricas”. “A maior parte das hidrelétricas do Sudeste foram construídas na década de 1970, 1980. Mas hoje a situação é diferente. Se você trocar as turbinas, tem um ganho potencial de energia e de potência sem mexer na altura do reservatório, sem mexer em nada da parte física”, disse.



     Além disso, segundo o especialista, em relação ao vento e ao sol. “Se eu fosse um planejador energético, estaria muito mais preocupado com o preço do gás. A Rússia invade a Ucrânia, e o preço do gás dispara. Aí o Catar fala assim: ‘Não, tá muito alto, eu vou bombar mais gás, o preço do gás cai.’ É totalmente imprevisível”, avaliou.



    Para o pesquisador, os interesses econômicos estão por trás de grande parte das termelétricas. “Existe um lobby muito forte para alavancar mais ainda o gás natural. Toda vez que você tem alguma obra de uma termelétrica, há vários interesses políticos e econômicos e um lobby muito forte dentro do Congresso e dentro dos ministérios para poder ter mais gás, mais termelétrica.”.



    Esse lobby pode ser visto em dois jabutis colocados em leis na área de energia – o termo é usado para designar um apêndice incluído em um projeto que trata de tema diferente do assunto principal. Em 2021, o Congresso Nacional aprovou uma lei que viabilizou a privatização da Eletrobras. Mas os congressistas colocaram no texto a obrigação da contratação de 8 gigawatt (GW) de eletricidade das termelétricas a gás natural sem infraestrutura de distribuição.



    Já no projeto de lei que discutiu o marco legal para a geração de energia eólica offshore (em alto mar), os parlamentares acrescentaram a obrigação de contratar 4,25 GW de usinas termelétricas a gás natural. Eles também prorrogaram os contratos das usinas a carvão de 2040 para 2050. Em janeiro de 2025, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou o projeto, mas vetou os jabutis, alegando que iam na contramão da lei sancionada, por serem matrizes mais poluidoras, caras e ineficientes. [...]



   A história das termelétricas atuais está relacionada com a crise de 2001, quando houve forte escassez de chuva, comprometendo os reservatórios de água das usinas hidrelétricas e o fornecimento de energia. “A maior parte das termelétricas que estão em operação hoje vieram do apagão que teve no governo Fernando Henrique. Eles criaram um programa prioritário de térmicas, que era basicamente térmicas a gás. Naquela época já se falava em aquecimento global, mas nada parecido com o que se fala hoje”, lembrou Watanabe Jr.



    De acordo com Raíssa Gomes, com a expansão das fontes renováveis como a solar e a eólica, há uma transição em curso para que as térmicas fósseis operem cada vez mais de forma pontual, apenas em períodos de maior demanda ou baixa geração renovável. “Essa transição é fundamental, pois as termelétricas fósseis, ao contrário das fontes renováveis, são altamente emissoras de gases de efeito estufa e de emissões atmosféricas locais como óxidos de nitrogênio, enxofre, monóxido de carbono e material particulado.”



    Além disso, segundo a pesquisadora, dependendo do sistema de resfriamento adotado, as usinas podem ter um elevado consumo de água, o que agrava a pressão sobre os recursos hídricos. “Soma-se a isso o fato de que a geração térmica, especialmente com combustíveis fósseis, tende a ser mais cara, contribuindo para o aumento nas tarifas de energia elétrica.” [...]



Disponível em: <https://www.dw.com/pt-br/por-que-o-brasilainda-aposta-em-termelétricas/a-72700747>. Adaptado. Acesso

em: 20 de setembro de 2025.

O texto menciona que a audiência pública sobre a instalação da termelétrica em Samambaia foi suspensa porque a população “não teve tempo hábil para ser informada” (Linha 3-4). Sobre o trecho, é possível inferir que:
Alternativas
Q3680740 Educação Física
Um importante conceito presente no relacionamento entre Educação Física e Saúde representa um estado dinâmico de energia e vitalidade que permite a cada um, com funcionamento de sua capacidade intelectual, realizar as tarefas do cotidiano, ocupar ativamente as horas de lazer, enfrentar emergências imprevistas sem fadiga excessiva, sentir uma alegria de viver, e evitar o aparecimento das disfunções hipocinéticas. Esse importante conceito é o(a):
Alternativas
Q3680739 Nutrição
Observe o gráfico abaixo, que apresenta Percentual de sobrepeso e obesidade no Brasil, separado por sexo.

Q59.png (425×368)

Com base na análise do gráfico, assinale CORRETAMENTE o nome do tipo de transição/tendência vivenciada pela sociedade nos últimos anos.
Alternativas
Q3680738 Pedagogia
Um importante aspecto contemporâneo da Educação Física escolar reside a sua preocupação com a inclusão educacional e social dos estudantes com deficiência, com algumas legislações importantes versando sobre essa temática. Considerando esse aspecto, analise as sentenças a seguir:

A legislação recente reforça que pessoas com deficiência devem ter acesso à educação regular em condições de igualdade.

PORQUE

A educação especial permite empoderar os estudantes com deficiência ao substituir completamente os serviços educacionais comuns em sistema específico.

É CORRETO afirmar, com base nas sentenças, que:
Alternativas
Q3680737 Educação Física
As lesões musculoesqueléticas, como fraturas e torções, podem ocorrer durante as aulas de Educação Física, exigindo do professor os primeiros socorros adequados. Assinale a alternativa correta que apresenta uma ação CORRETA a ser tomada pelo prestador de socorro nestas situações.
Alternativas
Q3680736 Educação Física
O domínio de primeiros socorros pelo professor de Educação Física é fundamental para intervir rapidamente em lesões ou emergências, preservando a integridade física dos alunos e transformando a prática esportiva em ambiente seguro e responsável.

O Socorrista possui um treino mais amplo e detalhado que uma pessoa prestadora de socorro, sendo uma atividade regulamentada pelo Ministério da Saúde.

PORQUE

A Urgência é o estado que necessita de encaminhamento rápido ao hospital, de modo que o tempo gasto entre o momento em que a vítima é encontrada e o seu encaminhamento deve ser o mais curto possível.

Analisadas as sentenças, é CORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q3680735 Educação Física
Na parte Neuromuscular da Fisiologia na Educação Física, o sarcômero é a unidade funcional básica da contração muscular, desempenhando um papel central na fisiologia do movimento humano. em relação a sua estrutura, existe uma região na qual os filamentos grossos de miosina são unidos por proteínas acessórias, gerando linhas que garantem o alinhamento e a estabilidade durante a contração muscular. Essa linha é denominada:
Alternativas
Q3680734 Educação Física
A Fisiologia na Educação Física estuda as adaptações e respostas do organismo humano à prática de atividades físicas e esportivas, fundamentando o planejamento de exercícios seguros e eficazes. Considere os níveis de organização a seguir:

I- Ambientes.
II- Tecidos.
III- Organismos.
IV- Ecossistemas.

São níveis de organização estudados pela Fisiologia na Educação Física: 
Alternativas
Q3680733 Educação Física
Entre as várias formas de classificação de habilidades motoras, uma das mais relevantes para o professor de Educação Física é relacionada à estabilidade do ambiente. Analise as sentenças a seguir:

Uma caminhada em uma pista de atletismo ou um saque no tênis são exemplos de habilidades motoras abertas.

PORQUE

As habilidades motoras abertas são aquelas nas quais somente o executante poderá modificar ou parar a execução dessa habilidade. 

Agora, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3680732 Educação Física
Ensinar habilidades perceptivo-motoras nas aulas de Educação Física não é uma tarefa simples, pois o movimento humano é um fenômeno bastante complexo e é influenciado por diversos fatores. Existem diversas formas de classificação dessas habilidades, uma das classificações existentes representam as habilidades motoras que apresentam de forma clara o seu início e o seu fim, tais como a habilidade de chutar, arremessar, saltar e rebater. Essa classificação é a:
Alternativas
Q3680731 Pedagogia
A Taxonomia de Bloom é uma estrutura classificatória de objetivos educacionais que organiza as habilidades de aprendizagem em níveis cognitivos crescentes, do mais básico ao mais complexo, e é uma ferramenta poderosa para planejamento pedagógico em Educação Física Escolar. Neste contexto, considere as seguintes descrições:

Coluna 1
1) Analisar.
2) Avaliar.
3) Entender.
4) Aplicar. 

Coluna 2
(__) Dividir informações e explorar relações.
(__) Julgar com base em critérios.
(__) Compreender significados.
(__) Usar informações em novas situações.

Assinale a relação CORRETA entre os níveis da Taxonomia de Bloom com suas respectivas descrições.
Alternativas
Q3680730 Educação Física
Na Educação Física, o movimento nas aulas tem papel singular no desenvolvimento do estudante. Existem 2 (duas) maneiras diferentes de empregar o movimento nas aulas: como um fim em si mesmo e como um meio do processo de ensino e aprendizagem. Sobre os paradigmas do movimento nas aulas de Educação Física, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3680729 Pedagogia
Na didática da Educação Física, as concepções de ensino estão diretamente relacionadas com as tomadas de decisões que ocorrem durante o processo educacional. Considere as características e analise as sentenças a seguir:

I- Os docentes são os responsáveis pela definição dos objetivos educacionais, geralmente formalizados em termos comportamentais.
II- Os discentes são os responsáveis pela preparação dos temas e procuram perspectivas de ação, assumindo as responsabilidades no processo ensino-aprendizagem.
III- Os professores são os responsáveis por avaliar os estudantes e determinar os critérios avaliativos.
IV- Os professores atuam com a participação conjunta dos estudantes na metodologia e organização do processo de aprendizagem.

As sentenças que apresentam características da concepção de ensino fechado são: 
Alternativas
Q3680728 Pedagogia
Leia o texto a seguir:

A didática na Educação Física brasileira foi construída a partir da elaboração e aplicação de concepções ao longo dos anos, estabelecendo formas específicas de execução do processo de ensino e aprendizagem nas aulas de Educação Física. Em uma dessas concepções, o papel do professor é encorajar o aluno através de atividades que lhe causem desequilíbrio ou o coloquem em ação. O aluno é que está construindo o conhecimento, mas o professor entra como mediador dessa construção, não só apresentando a matéria e atividades, mas questionando, interrogando e fazendo o aluno pensar. Segundo o texto, assinale a alternativa CORRETA que apresenta o nome dessa concepção de ensinoaprendizagem da Educação Física.
Alternativas
Q3680727 Pedagogia
Ao longo da história da didática na Educação Física, o processo de ensino e aprendizagem ocorre de diferentes formas, conforme a concepção em questão. Analise as sentenças a seguir:

Na concepção tradicional, o ensino consiste em repassar os conhecimentos como verdade absoluta e inquestionável, preocupando-se com a variedade e quantidade de informações.
PORQUE
A concepção tradicional dá ênfase ao questionamento e à conversa, sendo ofertadas classificações e elogios pelo comportamento apresentado.

Conforme as sentenças analisadas, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3680726 Pedagogia
Com o advento da Ciência Moderna, que substitui o papel antes conferido à teologia e, consequentemente, à filosofia, de explicar o homem e a realidade, a escola também sofre uma transformação, estimulando o surgimento de tendências pedagógicas da Educação Física Brasileira. Uma dessas tendências possui perspectivas filosóficas e científicas pautadas na proteção da sociedade contra uma ameaça externa e na preparação bélica adequada do guerreiro-soldado para o combate. Assinale a alternativa que apresenta o nome dessa tendência.
Alternativas
Q3680725 Educação Física
Nas raízes históricas gerais do Corpo e da Educação Física, as raízes da cultura ocidental estão profundamente entrelaçadas com os gregos e sua cultura. Os Jogos Olímpicos eram considerados como um momento de celebração lúdica, que visava à superação dos limites e exaltação da nobreza humana, características expressas no lema citius, altius, fortius formalizado pelo Barão Pierre de Coubertin. Nesse contexto, o significado do lema proposto por Pierre de Coubertin para refletir o espírito central dos Jogos Olímpicos na época dos gregos era: 
Alternativas
Q3680724 Pedagogia
Na Proposta Curricular da Educação Básica do Município de Itapoá, as orientações metodológicas são orientações que tem por objetivo subsidiar o planejamento de aulas para o ensino e aprendizagem dos conteúdos essenciais da Educação Física com vistas ao desenvolvimento humano dos alunos. Nesse contexto, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Respostas
7301: A
7302: B
7303: E
7304: B
7305: C
7306: C
7307: C
7308: B
7309: D
7310: D
7311: E
7312: C
7313: D
7314: A
7315: B
7316: E
7317: C
7318: D
7319: B
7320: E