Questões de Concurso Comentadas para nucepe

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Q2813539 História

Com a ascensão de Napoleão Bonaparte ao poder, o choque de interesses entre Portugal e França resultou na fuga da Família Real portuguesa para o Brasil. No plano econômico, como uma consequência imediata da transferência da Família Real para o Brasil, podemos afirmar CORRETAMENTE:

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Q2813537 História

O processo de reocupação dos territórios do atual Estado do Piauí, iniciado na segunda metade do século XVII, relaciona-se diretamente à política de exploração colonial portuguesa. Nesse contexto, podemos afirmar corretamente que o processo de reocupação e exploração do Piauí esteve relacionado:

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Q2813536 Geografia

A dinâmica social e econômica piauiense pode ser compreendida a partir das relações de ocupação do território, considerando a paisagem natural e as potencialidades que se configuram com aspectos de desenvolvimento diferenciado por regiões piauienses. Leia e marque a alternativa CORRETA sobre a dinâmica social e econômica piauiense.

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Q2813535 Geografia

A regionalização do espaço brasileiro possibilita uma leitura geográfica que permite compreender as diferenças regionais, os aspectos inerentes às paisagens naturais e a realidade socioeconômica. Assinale a alternativa que indica a região à qual o texto se refere.


“Região ocupada em grande parte por povos indígenas, caboclos e ribeirinhos, onde predomina atividades tradicionais e praticantes do extrativismo e da agricultura itinerante. A exploração dos recursos naturais é considerada de baixo impacto pela população que a pratica. Pecuária, mineração e extração industrial aceleram o processo de degradação da flora e da fauna com consequências negativas para a biodiversidade, assim como desmatamento para grandes áreas de latifúndio agropecuário. O futuro dessa região requer a compreensão de múltiplos problemas no plano político, econômico, cultural e ecológico a fim de garantir a sustentabilidade da mesma”.

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Q2813534 Geografia

A linguagem cartográfica se constitui numa ferramenta imprescindível na apreensão dos lugares e das paisagens. Marque a alternativa que apresenta CORRETAMENTE a relação entre Cartografia e noções de espaço:

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Q2813533 Geografia

Quanto à concepção de espaço geográfico nas séries iniciais, este deve ser trabalhado considerando diferentes estágios de aprendizagem. Marque a alternativa que apresenta CORRETAMENTE estas orientações:

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Q2813532 Geografia

Sobre a Geografia na educação básica, leia com atenção as afirmações e marque CORRETAMENTE:


I - O espaço geográfico é estudado e compreendido na perspectiva da geografia como sendo fruto das relações de trabalho e da dinâmica da natureza apropriada e modificada pela ação humana.

II - Os conceitos geográficos Paisagem e Lugar permeiam a geografia escolar e se fazem presentes nas salas de aula, por se aproximar do cotidiano dos educandos e por permitir a relação com os significados das experiências do dia a dia.

III - A relação sociedade e natureza estabelece uma aproximação dos lugares e das transformações das paisagens modificadas pelas sociedades, que, por sua vez, integram o espaço geográfico.

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Q2813531 Matemática

Joana tem 4/5 de uma barra de chocolate e pretende dividir em partes iguais entre seis pessoas. Que parte da barra de chocolate caberá a cada uma das pessoas?

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Q2813528 Raciocínio Lógico

Joaquim e Sandra estão numa fila. Sabendo-se que há exatamente 16 pessoas à frente de Sandra, 12 pessoas atrás de Joaquim e 15 pessoas entre Sandra e Joaquim. Quantas pessoas há nessa fila?

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Q2813527 Matemática

O valor que torna o resultado da expressão numérica: 5+4x9-9+3- ___ igual a 27 é:

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Q2813526 Português

LEIA O TEXTO PARA RESPONDER ÀS QUESTÕES DE 01 A 05.


Educação infantil: uma fase importante na aprendizagem

- Maria Celia Montagna Assumpção -


(...)

Durante os cinco primeiros anos de vida, as crianças aprendem o padrão básico do discurso que usarão no decorrer de suas vidas; absorvem naturalmente a linguagem, ouvindo e utilizando a do adulto como referência. Porém, não é só ouvindo e repetindo palavras que serão capazes de construir a linguagem. É principalmente pelo significado, pelas aproximações com a realidade e pela disposição para procurar evidências que as levem a mudanças de hipóteses que são capazes de compreender o mundo e agir sobre ele.

Ouvir, falar, ler e escrever são habilidades que se desenvolvem em total interligação. A linguagem não é aprendida isoladamente, mas integrada a todas as atividades e vivida a cada dia. Ela é a chave do desenvolvimento intelectual e possibilita ao indivíduo expressar seus sentimentos e seus pensamentos.

Desta forma, à medida que as crianças começam a adquirir as habilidades de raciocínio verbal, elas necessitam de uma instrução reflexiva, ou seja, uma aprendizagem mediada por um adulto, que faz com que elas reflitam sobre o próprio pensamento. Dentro dessas perspectivas, a Educação Infantil permite que as crianças sejam pensadores sistêmicos, aprendam a refletir sobre seus modelos mentais, a trabalhar em equipe e a construir visões compartilhadas com outros, e, quanto mais cedo isso acontecer, melhor é para o desenvolvimento da criança.

(...)


(http://www.douradosnews.com.br/especiais/opiniao/educacao-infantil-uma-fase-importante-naaprendizagem, 2013 – Acesso em 2.6.2016)

No trecho do texto: “Desta forma, à medida que as crianças começam a adquirir as habilidades de raciocínio verbal, elas necessitam de uma instrução reflexiva,”... a expressão destacada é utilizada para conferir ao contexto um sentido de

Alternativas
Q2813525 Português

LEIA O TEXTO PARA RESPONDER ÀS QUESTÕES DE 01 A 05.


Educação infantil: uma fase importante na aprendizagem

- Maria Celia Montagna Assumpção -


(...)

Durante os cinco primeiros anos de vida, as crianças aprendem o padrão básico do discurso que usarão no decorrer de suas vidas; absorvem naturalmente a linguagem, ouvindo e utilizando a do adulto como referência. Porém, não é só ouvindo e repetindo palavras que serão capazes de construir a linguagem. É principalmente pelo significado, pelas aproximações com a realidade e pela disposição para procurar evidências que as levem a mudanças de hipóteses que são capazes de compreender o mundo e agir sobre ele.

Ouvir, falar, ler e escrever são habilidades que se desenvolvem em total interligação. A linguagem não é aprendida isoladamente, mas integrada a todas as atividades e vivida a cada dia. Ela é a chave do desenvolvimento intelectual e possibilita ao indivíduo expressar seus sentimentos e seus pensamentos.

Desta forma, à medida que as crianças começam a adquirir as habilidades de raciocínio verbal, elas necessitam de uma instrução reflexiva, ou seja, uma aprendizagem mediada por um adulto, que faz com que elas reflitam sobre o próprio pensamento. Dentro dessas perspectivas, a Educação Infantil permite que as crianças sejam pensadores sistêmicos, aprendam a refletir sobre seus modelos mentais, a trabalhar em equipe e a construir visões compartilhadas com outros, e, quanto mais cedo isso acontecer, melhor é para o desenvolvimento da criança.

(...)


(http://www.douradosnews.com.br/especiais/opiniao/educacao-infantil-uma-fase-importante-naaprendizagem, 2013 – Acesso em 2.6.2016)

Segundo a gramática, há na Língua Portuguesa, palavras que podem ser flexionadas, em número, para o plural e outras não. Das palavras dispostas nas alternativas abaixo, a única que não aceita flexão em número, para o plural, é

Alternativas
Q2813524 Português

LEIA O TEXTO PARA RESPONDER ÀS QUESTÕES DE 01 A 05.


Educação infantil: uma fase importante na aprendizagem

- Maria Celia Montagna Assumpção -


(...)

Durante os cinco primeiros anos de vida, as crianças aprendem o padrão básico do discurso que usarão no decorrer de suas vidas; absorvem naturalmente a linguagem, ouvindo e utilizando a do adulto como referência. Porém, não é só ouvindo e repetindo palavras que serão capazes de construir a linguagem. É principalmente pelo significado, pelas aproximações com a realidade e pela disposição para procurar evidências que as levem a mudanças de hipóteses que são capazes de compreender o mundo e agir sobre ele.

Ouvir, falar, ler e escrever são habilidades que se desenvolvem em total interligação. A linguagem não é aprendida isoladamente, mas integrada a todas as atividades e vivida a cada dia. Ela é a chave do desenvolvimento intelectual e possibilita ao indivíduo expressar seus sentimentos e seus pensamentos.

Desta forma, à medida que as crianças começam a adquirir as habilidades de raciocínio verbal, elas necessitam de uma instrução reflexiva, ou seja, uma aprendizagem mediada por um adulto, que faz com que elas reflitam sobre o próprio pensamento. Dentro dessas perspectivas, a Educação Infantil permite que as crianças sejam pensadores sistêmicos, aprendam a refletir sobre seus modelos mentais, a trabalhar em equipe e a construir visões compartilhadas com outros, e, quanto mais cedo isso acontecer, melhor é para o desenvolvimento da criança.

(...)


(http://www.douradosnews.com.br/especiais/opiniao/educacao-infantil-uma-fase-importante-naaprendizagem, 2013 – Acesso em 2.6.2016)

Releia o primeiro parágrafo do texto.

No trecho “É principalmente pelo significado, pelas aproximações com a realidade e pela disposição para procurar evidências que as levem a mudanças de hipóteses que são capazes de compreender o mundo e agir sobre ele.”, a palavra em destaque retoma uma outra palavra anteriormente apresentada no parágrafo. A palavra retomada é

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Q2813523 Português

LEIA O TEXTO PARA RESPONDER ÀS QUESTÕES DE 01 A 05.


Educação infantil: uma fase importante na aprendizagem

- Maria Celia Montagna Assumpção -


(...)

Durante os cinco primeiros anos de vida, as crianças aprendem o padrão básico do discurso que usarão no decorrer de suas vidas; absorvem naturalmente a linguagem, ouvindo e utilizando a do adulto como referência. Porém, não é só ouvindo e repetindo palavras que serão capazes de construir a linguagem. É principalmente pelo significado, pelas aproximações com a realidade e pela disposição para procurar evidências que as levem a mudanças de hipóteses que são capazes de compreender o mundo e agir sobre ele.

Ouvir, falar, ler e escrever são habilidades que se desenvolvem em total interligação. A linguagem não é aprendida isoladamente, mas integrada a todas as atividades e vivida a cada dia. Ela é a chave do desenvolvimento intelectual e possibilita ao indivíduo expressar seus sentimentos e seus pensamentos.

Desta forma, à medida que as crianças começam a adquirir as habilidades de raciocínio verbal, elas necessitam de uma instrução reflexiva, ou seja, uma aprendizagem mediada por um adulto, que faz com que elas reflitam sobre o próprio pensamento. Dentro dessas perspectivas, a Educação Infantil permite que as crianças sejam pensadores sistêmicos, aprendam a refletir sobre seus modelos mentais, a trabalhar em equipe e a construir visões compartilhadas com outros, e, quanto mais cedo isso acontecer, melhor é para o desenvolvimento da criança.

(...)


(http://www.douradosnews.com.br/especiais/opiniao/educacao-infantil-uma-fase-importante-naaprendizagem, 2013 – Acesso em 2.6.2016)

No trecho: “Porém, não é só ouvindo e repetindo palavras que serão capazes de construir a linguagem.”, a palavra em negrito é utilizada, adequadamente, para

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Q2813125 Português

LEIA O TEXTO PARA RESPONDER ÀS QUESTÕES DE 01 A 05.


Educação infantil: uma fase importante na aprendizagem

- Maria Celia Montagna Assumpção -


(...)

Durante os cinco primeiros anos de vida, as crianças aprendem o padrão básico do discurso que usarão no decorrer de suas vidas; absorvem naturalmente a linguagem, ouvindo e utilizando a do adulto como referência. Porém, não é só ouvindo e repetindo palavras que serão capazes de construir a linguagem. É principalmente pelo significado, pelas aproximações com a realidade e pela disposição para procurar evidências que as levem a mudanças de hipóteses que são capazes de compreender o mundo e agir sobre ele.

Ouvir, falar, ler e escrever são habilidades que se desenvolvem em total interligação. A linguagem não é aprendida isoladamente, mas integrada a todas as atividades e vivida a cada dia. Ela é a chave do desenvolvimento intelectual e possibilita ao indivíduo expressar seus sentimentos e seus pensamentos.

Desta forma, à medida que as crianças começam a adquirir as habilidades de raciocínio verbal, elas necessitam de uma instrução reflexiva, ou seja, uma aprendizagem mediada por um adulto, que faz com que elas reflitam sobre o próprio pensamento. Dentro dessas perspectivas, a Educação Infantil permite que as crianças sejam pensadores sistêmicos, aprendam a refletir sobre seus modelos mentais, a trabalhar em equipe e a construir visões compartilhadas com outros, e, quanto mais cedo isso acontecer, melhor é para o desenvolvimento da criança.

(...)


(http://www.douradosnews.com.br/especiais/opiniao/educacao-infantil-uma-fase-importante-naaprendizagem, 2013 – Acesso em 2.6.2016)

De acordo com a reflexão apresentada no texto

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Q730071 Inglês
TEXT 06
The (in)appropriate speaker model?
"Anyone working in the field of English as a Lingua Franca (henceforth ELF) has to face sooner rather than later a serious contradiction: that despite the widespread acceptance of the extensive role of English as an international lingua franca and its increasing number of functions in this respect, there is still an almost equally widespread resistance to this lingua franca’s forms. Given the well-established sociolinguistic fact that languages are shaped by their users, and that nowadays “native speakers are in a minority for [English] language use” (Brumfit 2001, 116), it would make sense for English language teaching to move away from its almost exclusive focus on native varieties of English. This suggestion always meets, however, with strong resistance from many quarters, and this is particularly so in the case of accent. The result is that two particular native speaker English accents, Received Pronunciation (RP) and General American (GA), continue to command special status around the English speaking world including international/lingua franca communication contexts where sociolinguistic common sense indicates that they are inappropriate and irrelevant." 
Source: adapted from: JENKINS, J. (Un)pleasant? (In)correct? (Un)Intelligible? ELF Speakers' perceptions of their accents. In: MAURANEN, Anna and RANTA, Elina (Ed.).English as a Lingua Franca:Studies and Findings. Newcastle upon Tyne: Cambridge Scholars Publishing, 2009, p.10-35.  
 The word "resistance" (line 07) in the text 06, is formed by resist + the suffix – ance. Another word that can be formed with the suffx -ance is
Alternativas
Q730070 Inglês
TEXT 06
The (in)appropriate speaker model?
"Anyone working in the field of English as a Lingua Franca (henceforth ELF) has to face sooner rather than later a serious contradiction: that despite the widespread acceptance of the extensive role of English as an international lingua franca and its increasing number of functions in this respect, there is still an almost equally widespread resistance to this lingua franca’s forms. Given the well-established sociolinguistic fact that languages are shaped by their users, and that nowadays “native speakers are in a minority for [English] language use” (Brumfit 2001, 116), it would make sense for English language teaching to move away from its almost exclusive focus on native varieties of English. This suggestion always meets, however, with strong resistance from many quarters, and this is particularly so in the case of accent. The result is that two particular native speaker English accents, Received Pronunciation (RP) and General American (GA), continue to command special status around the English speaking world including international/lingua franca communication contexts where sociolinguistic common sense indicates that they are inappropriate and irrelevant." 
Source: adapted from: JENKINS, J. (Un)pleasant? (In)correct? (Un)Intelligible? ELF Speakers' perceptions of their accents. In: MAURANEN, Anna and RANTA, Elina (Ed.).English as a Lingua Franca:Studies and Findings. Newcastle upon Tyne: Cambridge Scholars Publishing, 2009, p.10-35.  
The pronoun "its", that occurs twice in the passage "...that despite the widespread acceptance of the extensive role of English as an international lingua franca and its increasing number of functions in this respect, there is still an almost equally widespread resistance to this lingua franca’s forms. Given the well-established sociolinguistic fact that languages are shaped by their users, and that nowadays “native speakers are in a minority for [English] language use” (Brumfit 2001, 116), it would make sense for English language teaching to move away from its almost exclusive focus on native varieties of English." (lines 04 to 18) refers, respectively to:
Alternativas
Q730069 Inglês
TEXT 06
The (in)appropriate speaker model?
"Anyone working in the field of English as a Lingua Franca (henceforth ELF) has to face sooner rather than later a serious contradiction: that despite the widespread acceptance of the extensive role of English as an international lingua franca and its increasing number of functions in this respect, there is still an almost equally widespread resistance to this lingua franca’s forms. Given the well-established sociolinguistic fact that languages are shaped by their users, and that nowadays “native speakers are in a minority for [English] language use” (Brumfit 2001, 116), it would make sense for English language teaching to move away from its almost exclusive focus on native varieties of English. This suggestion always meets, however, with strong resistance from many quarters, and this is particularly so in the case of accent. The result is that two particular native speaker English accents, Received Pronunciation (RP) and General American (GA), continue to command special status around the English speaking world including international/lingua franca communication contexts where sociolinguistic common sense indicates that they are inappropriate and irrelevant." 
Source: adapted from: JENKINS, J. (Un)pleasant? (In)correct? (Un)Intelligible? ELF Speakers' perceptions of their accents. In: MAURANEN, Anna and RANTA, Elina (Ed.).English as a Lingua Franca:Studies and Findings. Newcastle upon Tyne: Cambridge Scholars Publishing, 2009, p.10-35.  
In the text 06, the numbers "116” (line 14) and "35" (in the reference), are, in compliance with Bristish usage, written respectively as:
Alternativas
Q730068 Inglês
TEXT 06
The (in)appropriate speaker model?
"Anyone working in the field of English as a Lingua Franca (henceforth ELF) has to face sooner rather than later a serious contradiction: that despite the widespread acceptance of the extensive role of English as an international lingua franca and its increasing number of functions in this respect, there is still an almost equally widespread resistance to this lingua franca’s forms. Given the well-established sociolinguistic fact that languages are shaped by their users, and that nowadays “native speakers are in a minority for [English] language use” (Brumfit 2001, 116), it would make sense for English language teaching to move away from its almost exclusive focus on native varieties of English. This suggestion always meets, however, with strong resistance from many quarters, and this is particularly so in the case of accent. The result is that two particular native speaker English accents, Received Pronunciation (RP) and General American (GA), continue to command special status around the English speaking world including international/lingua franca communication contexts where sociolinguistic common sense indicates that they are inappropriate and irrelevant." 
Source: adapted from: JENKINS, J. (Un)pleasant? (In)correct? (Un)Intelligible? ELF Speakers' perceptions of their accents. In: MAURANEN, Anna and RANTA, Elina (Ed.).English as a Lingua Franca:Studies and Findings. Newcastle upon Tyne: Cambridge Scholars Publishing, 2009, p.10-35.  
Without changes in meaning, the word that in “...sociolinguistic common sense indicates that they are inappropriate and irrelevant” (lines 28 and 29) can be:
Alternativas
Q730067 Inglês
TEXT 06
The (in)appropriate speaker model?
"Anyone working in the field of English as a Lingua Franca (henceforth ELF) has to face sooner rather than later a serious contradiction: that despite the widespread acceptance of the extensive role of English as an international lingua franca and its increasing number of functions in this respect, there is still an almost equally widespread resistance to this lingua franca’s forms. Given the well-established sociolinguistic fact that languages are shaped by their users, and that nowadays “native speakers are in a minority for [English] language use” (Brumfit 2001, 116), it would make sense for English language teaching to move away from its almost exclusive focus on native varieties of English. This suggestion always meets, however, with strong resistance from many quarters, and this is particularly so in the case of accent. The result is that two particular native speaker English accents, Received Pronunciation (RP) and General American (GA), continue to command special status around the English speaking world including international/lingua franca communication contexts where sociolinguistic common sense indicates that they are inappropriate and irrelevant." 
Source: adapted from: JENKINS, J. (Un)pleasant? (In)correct? (Un)Intelligible? ELF Speakers' perceptions of their accents. In: MAURANEN, Anna and RANTA, Elina (Ed.).English as a Lingua Franca:Studies and Findings. Newcastle upon Tyne: Cambridge Scholars Publishing, 2009, p.10-35.  
The sentence “...languages are shaped by their users...” (lines 11 and 12) in active voice is, "users
Alternativas
Respostas
4421: C
4422: E
4423: D
4424: B
4425: E
4426: C
4427: A
4428: E
4429: C
4430: B
4431: B
4432: C
4433: D
4434: A
4435: E
4436: A
4437: E
4438: A
4439: B
4440: D