Questões de Concurso Para ufu-mg

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Q3688150 Arquivologia
Consideram-se procedimentos para a conservação preventiva de documentos textuais avulsos e encadernados, conforme o disposto pelo Manual de conservação preventiva de documentos: papel e filme (2005), os processos de
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Q3688149 Arquivologia
De acordo com Cassares (2000, p.14), “o calor e a umidade contribuem significativamente para a destruição dos documentos, principalmente quando em suporte-papel”. Os materiais encontrados nos acervos que absorvem e liberam umidade muito facilmente podem ser considerados
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Q3688148 Arquivologia
Segundo Seripierre (2005), em relação à exposição dos documentos à luz, considera-se que os danos são
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Q3688147 Arquivologia
Existem várias possibilidades de tratamento de itens de acervo infestados por insetos. Na obra Insetos bibliófagos: identificação, prevenção e controle (2018), Márcio Félix e Jane Costa consideram como um desses tratamentos
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Q3688146 Arquivologia
A desacidificação aquosa é aplicada em documentos que se encontram visivelmente ácidos, ou seja, cuja tonalidade do papel está escura. A desacidificação branqueia o documento, fornece reserva alcalina, remove impurezas e aumenta a maleabilidade (Barros, 2009). Nesse processo, para a desacidificação aquosa de documentos e livros, indica-se a utilização de água deionizada, porque ela
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Q3688145 Arquivologia
A preservação de acervos é fundamental para a manutenção dos documentos e livros de arquivos e bibliotecas. Na obra Como Fazer conservação Preventiva em Arquivos e Bibliotecas (2000), Norma Cianflone Cassares conceitua “preservação” como um conjunto de
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Q3688135 Noções de Informática
As unidades de entrada e/ou saída, I/O, são responsáveis pela comunicação do computador com seu ambiente externo e permitem que dados e programas sejam fornecidos ao computador como também que informações processadas ou armazenadas em um computador sejam disponibilizadas. Considerando as unidades e dispositivos de entrada/saída, analise as afirmativas a seguir e assinale a INCORRETA. 
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Q3688127 Português
        No Brasil fazemos muitos planos – faz parte da nossa cultura. Nossa dificuldade é de executá-los. Por exemplo, no setor de infraestrutura e transportes, há planos para melhorar o país desde o Plano da Comissão de 1890, que contempla projetos de infraestrutura para a Amazônia, que, até hoje, não saíram do papel.

        Neste contexto, na semana passada, discuti o quanto é vago o termo bioeconomia para a Amazônia e recebi uma enxurrada de comentários, permitindo-me algumas reflexões adicionais, evoluindo o que pensava. [...]

        Depois de mergulhar em vários dos documentos que pesquisei e dos adicionais que recebi, a sensação que tive é que não saímos do vago para o prático, da “bioeconomia” para a bioeconomia, de um faz de conta para a realidade, de um greenwashing para a sustentabilidade, da teoria para a prática. Mantive a sensação de uma distância grande do necessário para a transformação para um modo de vida mais próspero e equilibrado ou de uma similaridade ampla com o que vem sendo feito nos países mais avançados. Segue a lógica do “chutando a escada”, prevalecem os modelos que mantêm desigualdades.

        Em praticamente todos os planos há grande boa vontade e interesse pelo país. Em cada um deles há enorme mérito. A problemática não são os planos em si ou seus autores abnegados, são os poucos recursos alocados para eles serem realizados. Se fazemos planos maravilhosos, mas não executamos ou se apenas realizamos as pequenas partes negativas ou de baixo impacto, como esperar uma transformação? Será que se quer transformação? [...]

        É uma tradição que temos: planejar e não fazer, em especial para a região Amazônica. Enquanto isso, ela é entrecortada por mais de 3 milhões de quilômetros de vias vicinais não oficiais, segundo estudo do Imazon, publicado em 2022. É como se estivéssemos em uma das zonas de exclusão “socioeconômica das pessoas”, conforme estudado pelo geógrafo Rogerio Haesbaert e outros. [...]

Disponível em: https://jornalggn.com.br/. Acesso em 13 set. 2023. [Fragmento adaptado] 
No trecho “Se fazemos planos maravilhosos, mas não executamos ou se apenas realizamos as pequenas partes negativas ou de baixo impacto, como esperar uma transformação? Será que se quer transformação?”, os questionamentos têm por função
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Q3688126 Português
        No Brasil fazemos muitos planos – faz parte da nossa cultura. Nossa dificuldade é de executá-los. Por exemplo, no setor de infraestrutura e transportes, há planos para melhorar o país desde o Plano da Comissão de 1890, que contempla projetos de infraestrutura para a Amazônia, que, até hoje, não saíram do papel.

        Neste contexto, na semana passada, discuti o quanto é vago o termo bioeconomia para a Amazônia e recebi uma enxurrada de comentários, permitindo-me algumas reflexões adicionais, evoluindo o que pensava. [...]

        Depois de mergulhar em vários dos documentos que pesquisei e dos adicionais que recebi, a sensação que tive é que não saímos do vago para o prático, da “bioeconomia” para a bioeconomia, de um faz de conta para a realidade, de um greenwashing para a sustentabilidade, da teoria para a prática. Mantive a sensação de uma distância grande do necessário para a transformação para um modo de vida mais próspero e equilibrado ou de uma similaridade ampla com o que vem sendo feito nos países mais avançados. Segue a lógica do “chutando a escada”, prevalecem os modelos que mantêm desigualdades.

        Em praticamente todos os planos há grande boa vontade e interesse pelo país. Em cada um deles há enorme mérito. A problemática não são os planos em si ou seus autores abnegados, são os poucos recursos alocados para eles serem realizados. Se fazemos planos maravilhosos, mas não executamos ou se apenas realizamos as pequenas partes negativas ou de baixo impacto, como esperar uma transformação? Será que se quer transformação? [...]

        É uma tradição que temos: planejar e não fazer, em especial para a região Amazônica. Enquanto isso, ela é entrecortada por mais de 3 milhões de quilômetros de vias vicinais não oficiais, segundo estudo do Imazon, publicado em 2022. É como se estivéssemos em uma das zonas de exclusão “socioeconômica das pessoas”, conforme estudado pelo geógrafo Rogerio Haesbaert e outros. [...]

Disponível em: https://jornalggn.com.br/. Acesso em 13 set. 2023. [Fragmento adaptado] 
Assinale a alternativa que NÃO se constitui argumento para a defesa da tese apresentada no texto.
Alternativas
Q3688125 Português
        No Brasil fazemos muitos planos – faz parte da nossa cultura. Nossa dificuldade é de executá-los. Por exemplo, no setor de infraestrutura e transportes, há planos para melhorar o país desde o Plano da Comissão de 1890, que contempla projetos de infraestrutura para a Amazônia, que, até hoje, não saíram do papel.

        Neste contexto, na semana passada, discuti o quanto é vago o termo bioeconomia para a Amazônia e recebi uma enxurrada de comentários, permitindo-me algumas reflexões adicionais, evoluindo o que pensava. [...]

        Depois de mergulhar em vários dos documentos que pesquisei e dos adicionais que recebi, a sensação que tive é que não saímos do vago para o prático, da “bioeconomia” para a bioeconomia, de um faz de conta para a realidade, de um greenwashing para a sustentabilidade, da teoria para a prática. Mantive a sensação de uma distância grande do necessário para a transformação para um modo de vida mais próspero e equilibrado ou de uma similaridade ampla com o que vem sendo feito nos países mais avançados. Segue a lógica do “chutando a escada”, prevalecem os modelos que mantêm desigualdades.

        Em praticamente todos os planos há grande boa vontade e interesse pelo país. Em cada um deles há enorme mérito. A problemática não são os planos em si ou seus autores abnegados, são os poucos recursos alocados para eles serem realizados. Se fazemos planos maravilhosos, mas não executamos ou se apenas realizamos as pequenas partes negativas ou de baixo impacto, como esperar uma transformação? Será que se quer transformação? [...]

        É uma tradição que temos: planejar e não fazer, em especial para a região Amazônica. Enquanto isso, ela é entrecortada por mais de 3 milhões de quilômetros de vias vicinais não oficiais, segundo estudo do Imazon, publicado em 2022. É como se estivéssemos em uma das zonas de exclusão “socioeconômica das pessoas”, conforme estudado pelo geógrafo Rogerio Haesbaert e outros. [...]

Disponível em: https://jornalggn.com.br/. Acesso em 13 set. 2023. [Fragmento adaptado] 
Nesse fragmento textual, o autor defende a ideia de que os planos feitos para o Brasil 
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Q3684545 Medicina
Dos sistemas estudados no corpo humano, um dos mais delicados no que se refere aos cuidados com a manipulação, é o sistema neural. Formado por diversas estruturas, pequenas e facilmente inviabilizadas para estudos se não forem cuidadosamente trabalhadas, encontram-se nervos, vasos, meninges e a própria estrutura do SNC. Nesse sentido, algumas das estruturas observadas e que merecem grande cuidado ao serem manuseadas são
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Q3684544 Medicina
Em se tratando do sistema digestório, o início do processo acontece na cavidade bucal. Nesse local, o alimento é triturado pelo ato mastigatório e o início da digestão de amido ocorre pela presença da amilase salivar. Dessa forma, diferentes estruturas anatômicas estão trabalhando concomitantemente para o sucesso da etapa inicial da digestão. Assim, ao se observar a cavidade bucal e estruturas anatômicas a ela relacionadas, se constata que
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Q3684543 Medicina
O sistema circulatório é o responsável por levar às diversas partes do corpo o oxigênio e os nutrientes necessários. Além disso, é também o responsável por levar aos órgãos de filtragem o gás carbônico a ser expirado e os restos metabólicos não mais utilizáveis pelo organismo. Para o cumprimento dessas funções, coração, artérias e veias são estruturas anatômicas essenciais. Sobre essas estruturas, nota-se que
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Q3684542 Medicina
Os seios paranasais são cavidades, preenchidas por ar e que atuam ativamente no sistema respiratório. Ao se estudar essas cavidades, observa-se que 
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Q3684541 Medicina
Para que todos os movimentos corporais aconteçam de forma harmônica e equilibrada, dando ao indivíduo qualidade de vida, os músculos, como agentes principais dos movimentos, possuem formas e características diversas na busca de uma sintonia fina de ação. Dessa forma, considerando as especificidades dos músculos, é correto concluir que 
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Q3684540 Medicina
Dos diferentes sistemas que formam o corpo humano, um é o grande responsável pelo controle de inúmeras atividades e funções relacionadas aos demais e, ainda, pela manutenção e preservação da vida. Esse é o sistema nervoso. Composto por estruturas anatômicas que se interrelacionam de forma complexa, tem ações que envolvem desde o controle da frequência cardíaca e respiratória, até a memória e as emoções. Considerando as divisões desse sistema e a localização de suas estruturas, sabe-se que 
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Q3684539 Medicina
O sistema genital feminino, além da função hormonal e da produção de gametas, tem relevante papel no ato de abrigar o embrião em desenvolvimento até seu nascimento. Dessa forma, estruturas anatômicas específicas trabalham de forma conjunta e em admirável equilíbrio morfofuncional. Nesse sentido, considerando a localização e funções das estruturas anatômicas desse sistema, observa-se que
Alternativas
Q3684538 Veterinária
O sistema genital masculino, além da função reprodutiva, tem relevante papel nas questões hormonais. Composto por estruturas gametógenas (que produzem gametas) e gametóforas (que conduzem os gametas), apresenta claras e definidas funções. Ao correlacionar as estruturas desse sistema, sua localização e funções, nota-se que
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Q3684537 Medicina
Ao se iniciar o estudo em anatomia humana, estudam-se termos de posicionamento próprios desse ramo da ciência. Como todas as áreas, a anatomia humana também utiliza termos próprios para se referir à relação topográfica entre estruturas anatômicas. Dessa forma, analisando a terminologia e a relação de posição entre estruturas anatômicas, observa-se que, no sentido 
Alternativas
Q3684536 Medicina
Numa análise anatômica do corpo humano, o tronco é dividido em tórax, abdome e pelve. Cada uma dessas regiões possui órgãos com funções específicas, pertencentes a diferentes sistemas. Em cada uma dessas três divisões do tronco, encontramos, respectivamente,
Alternativas
Respostas
781: B
782: B
783: A
784: B
785: C
786: C
787: A
788: C
789: B
790: A
791: B
792: C
793: D
794: A
795: B
796: D
797: A
798: B
799: D
800: C