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Mediante processo administrativo disciplinar, assegurada a ampla defesa. (1ª PARTE). Em virtude de sentença judicial transitada em julgado. (2ª PARTE).
A sentença está:
(__) Fórum Municipal de Educação de Cariacica.
(__) Comissão de Educação da Câmara de Fiscalizadores.
(__) Secretaria de Educação - SEME.
I. Os Municípios atuarão prioritariamente no ensino fundamental e na educação infantil.
II. A União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios não exercerão ação redistributiva em relação a suas escolas
III. Na organização de seus sistemas de ensino, a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios definirão formas de colaboração, de forma a assegurar a universalização, a qualidade e a equidade do ensino obrigatório.
Está(ão) CORRETA(S):
Para calcular o valor médio dos preços dos produtos e exibi-lo na célula C1, qual das fórmulas abaixo deve ser utilizada?
A mesma função executada pelo botão apontado pode ser obtida ao acionar qual tecla de atalho?
EU2860BDG AE1673FFN UO0486JGV OA9299MHC
Se a senha do professor seria a primeira depois da última acima demonstrada, pode-se afirmar que ele conseguiria acessar o sistema com a senha:
Ou o professor prepara a aula com antecedência, ou ele improvisa na hora.
Assinale a alternativa que apresenta o conectivo lógico que fora utilizado acima.
PREMISSA: Se o jovem acordar mais cedo... CONCLUSÃO: ... terá mais tempo antes de ir à escola.
Considerando ambas as afirmações acima, assinale a alternativa que melhor avalia a validade da argumentação.
Qual das alternativas apresenta, respectivamente, o que eles indicam?
(2,4,8,14, 22, ...)
Com base no padrão mostrado acima, qual é a soma do 9º com o 10º termo dessa sequência?
"Os estudantes aspiravam à conquista de melhores oportunidades."
Com base na regência verbal do verbo "aspirar", assinale a alternativa correta:
"A1 onça-parda (Puma concolor) é um símbolo do estado da Califórnia, nos EUA. Embora sejam animais tipicamente diurnos, um estudo recente publicado na última sexta-feira (15) na revista Biological Conservation revelou que os felinos que vivem em áreas mais populosas adaptaram seus padrões de atividade para o período noturno, como uma resposta as2 atividades humanas.
O estudo revelou que as3 onças pardas que habitam áreas com maior presença de ciclistas, pedestres e corredores tendem a4 ser mais ativos durante a noite, enquanto os que vivem em regiões mais isoladas mostram maior atividade ao amanhecer e ao entardecer. No entanto, os pesquisadores destacam que essa adaptação não é, necessariamente, algo negativo. [...]"
Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/um-so-planeta/noticia/2024/11/oncas-pardas-passaram-a-ter-habitos-noturnos-para-evitar-contato-com-humanos.ghtml. Acesso em: 20 nov. 2024.
O texto a seguir deve ser lido com atenção para responder à questão.
Conheça a história da educação para relações étnico-raciais no Brasil
O Ministério da Educação (MEC) tem promovido ações e programas educacionais voltados para a superação das desigualdades étnico-raciais, com o intuito de avançar significativamente na construção de uma educação mais inclusiva e plural. Nesse sentido, a Pasta lançou, em 2024, a Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq).
Coordenada pela Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi), a política tem, entre suas metas, a formação de profissionais da educação para gestão e docência em educação para as relações étnico-raciais (Erer) e em educação escolar quilombola (EEQ). Assim, o MEC investirá, até 2027, R$ 2 bilhões para formação de 215 mil gestores e professores em todo o país.
Outra meta da política é o reconhecimento de avanços institucionais de práticas educacionais antirracistas. Além disso, a política busca consolidar a EEQ com a implementação das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Escolar Quilombola, instituídas pelo Conselho Nacional de Educação (CNE) por meio da Resolução nº 8/2012.
De acordo com a secretária da Secadi, Zara Figueiredo, a Pneerq surgiu em meio a desafios para a concretização da Erer e da EEQ na prática. Entre as dificuldades enfrentadas, estava a ausência de monitoramento da implementação da Lei nº 10.639/2003, que tornou obrigatório o ensino da história e cultura afro-brasileira e africana no currículo das escolas de educação básica. Mais tarde, essa legislação foi modificada pela Lei nº 11.645/2008, que incluiu o ensino da história e cultura indígena na obrigatoriedade. Por isso, a primeira ação da Política Nacional de Equidade foi realizar um levantamento das ações para o cumprimento dessas leis entre as redes de ensino de todo o país.
Além disso, a política visa abordar o baixo número de docentes com formação voltada à gestão escolar para a Erer e a EEQ; a ausência de ações oficiais para a prevenção e o enfrentamento de ações racistas na escola e nas universidades; a elevada desigualdade no percurso de estudantes da educação básica; a baixa implementação das Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Escolar Quilombola; e a inadequada estrutura física e pedagógica nas escolas quilombolas, entre outras problemáticas.
"No que toca aos avanços e aos desafios após 20 anos de promulgação da Lei nº 10.639/2003, a Pneerq objetiva implementar ações e programas voltados à superação das desigualdades étnico-raciais e do racismo na educação brasileira e à promoção da política educacional para a população quilombola", explicou a secretária da Secadi.
Fonte: https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2024/novembro/conheca-a-historia-da-educacao-para-relacoes-etnico-raciais-no-brasil (adaptado).
"Caçula, babá, moleque, dengo, cafuné. Algumas palavras que usamos no nosso dia a dia escondem traços e fonemas de uma herança africana que está profundamente ligada as mulheres e ao trabalho doméstico exercido pelas negras escravizadas no Brasil dos séculos 16 a 19. Estima-se que cerca de 4 a 5 milhões de africanos foram traficados para o país durante o período. Destes, cerca de 75% eram bantos, um grupo que se espalhou por uma vasta área ao sul da Linha do Equador na África. A característica mais evidente que une esses povos é justamente o fato de eles falarem línguas da família linguística banto — de onde emprestamos algumas palavras que seguem até hoje em nosso vocabulário. A maioria dos que foram enviados a força ao Brasil tinha origem em Angola e República Democrática do Congo, e posteriormente, Moçambique. No ambiente da família colonial, esses escravizados aprenderam o português na convivência diária com seus senhores — e também imprimiram em seu falar hábitos e características de suas próprias línguas. Ao mesmo tempo, os colonizadores portugueses foram se apropriando pouco a pouco de termos africanos, que passaram a ser usados principalmente para designar os objetos e atividades do dia a dia. Nesse contexto, as mulheres africanas tiveram um papel especial, seja por meio do cuidado com as crianças, do seu trabalho na cozinha ou como amas de companhia e curandeiras. [...]"
Disponível em: https://g1.globo.com/educacao/noticia/2024/11/20/cacula-baba-cafune-como-mulheres-negras-escravizadas-ajudaram-a-criar-o-portuguesbrasileiro.ghtml. Acesso em: 20 nov. 2024. Adaptado.
Quantas das ocorrências sinalizadas nesse excerto necessitam de vir acompanhadas do acento grave?
"Segundo o jornal espanhol As, o técnico do time turco Fenerbahçe, José Mourinho, tem uma missão: convencer Cristiano Ronaldo a deixar o Al-Nassr e ir jogar na Turquia em 2025. Segundo o periódico e também a imprensa turca, o treinador português conversou com CR7 por telefone. A diretoria esportiva do clube turco estaria disposta a abrir negociações com o time saudita. Rapidamente, os torcedores fizeram uma campanha no X intitulada com "Come to Fenerbahçe". Mário Branco, que é diretor de futebol do Fenerbahçe, entrou em contato com Jorge Mendes, agente de Cristiano Ronaldo, segundo a imprensa. [...]"
Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/esportes/futebol/futebol-internacional/futebol-saudita/mourinho-tenta-levar-cristiano-ronaldo-para-futebol-turco-diz-jornal/. Acesso em: 21 nov. 2024.