Questões de Concurso
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1. Causa
2. Concessão
3. Consequência
4. Conformidade
5. Condição
( ) Segundo dizem os estudiosos, Alexander Fleming descobriu a penicilina por acaso.
( ) Desconsidere este aviso caso tenha liquidado a fatura deste mês.
( ) Como o meliante estava bem armado, ninguém da sala ousou reagir.
( ) As festas estavam tão próximas que temíamos não conseguir a decoração a tempo.
( ) Contanto que volte antes da meia noite, você pode ir ao show.
Assinale a sequência correta.
Instrução: Leia atentamente o texto a seguir e responda à questão.
Pela janela
Reparei pela primeira vez naquele apartamento quando passava de carro, enfrentando o trânsito lento do fim da tarde, na Lagoa. Pelas cortinas entreabertas, conseguia ver apenas uma parede, banhada pela luz indireta de um abajur. Mas nessa parede havia uma estante que me chamou atenção por sua beleza e solidez: estava repleta de livros, com suas lombadas multicoloridas. Alguns eram encadernados, outros não. Muitos pareciam antigos. Mas o importante é que a estante não tinha enfeites nem plantas, nada – apenas livros.
Imediatamente, comecei a imaginar quem seria o morador daquele apartamento. Não sei por quê, mas achei que os livros pertenciam a um homem. E fui além. Pensei num historiador, um apaixonado por pesquisa, alguém de mais de 40 anos, talvez ruivo, de cabelos encaracolados, usando óculos de aro fino para leitura. Imaginei um homem sensível, mas um pouco ranzinza, sempre implicando com a empregada por tirar do lugar os papéis da escrivaninha, e logo depois dizendo alguma coisa engraçada, para que ela o perdoasse. Alguém que vivesse sozinho – e feliz.
Mas o sinal abriu lá na frente, perto da Fonte da Saudade, e eu segui, deixando para trás meu amigo imaginário. [...]
(SEIXAS, Heloísa. O amigo do vento. São Paulo: Moderna, 2015.)
Instrução: Leia atentamente o texto a seguir e responda à questão.
Pela janela
Reparei pela primeira vez naquele apartamento quando passava de carro, enfrentando o trânsito lento do fim da tarde, na Lagoa. Pelas cortinas entreabertas, conseguia ver apenas uma parede, banhada pela luz indireta de um abajur. Mas nessa parede havia uma estante que me chamou atenção por sua beleza e solidez: estava repleta de livros, com suas lombadas multicoloridas. Alguns eram encadernados, outros não. Muitos pareciam antigos. Mas o importante é que a estante não tinha enfeites nem plantas, nada – apenas livros.
Imediatamente, comecei a imaginar quem seria o morador daquele apartamento. Não sei por quê, mas achei que os livros pertenciam a um homem. E fui além. Pensei num historiador, um apaixonado por pesquisa, alguém de mais de 40 anos, talvez ruivo, de cabelos encaracolados, usando óculos de aro fino para leitura. Imaginei um homem sensível, mas um pouco ranzinza, sempre implicando com a empregada por tirar do lugar os papéis da escrivaninha, e logo depois dizendo alguma coisa engraçada, para que ela o perdoasse. Alguém que vivesse sozinho – e feliz.
Mas o sinal abriu lá na frente, perto da Fonte da Saudade, e eu segui, deixando para trás meu amigo imaginário. [...]
(SEIXAS, Heloísa. O amigo do vento. São Paulo: Moderna, 2015.)
Instrução: Leia atentamente o texto a seguir e responda à questão.
Pela janela
Reparei pela primeira vez naquele apartamento quando passava de carro, enfrentando o trânsito lento do fim da tarde, na Lagoa. Pelas cortinas entreabertas, conseguia ver apenas uma parede, banhada pela luz indireta de um abajur. Mas nessa parede havia uma estante que me chamou atenção por sua beleza e solidez: estava repleta de livros, com suas lombadas multicoloridas. Alguns eram encadernados, outros não. Muitos pareciam antigos. Mas o importante é que a estante não tinha enfeites nem plantas, nada – apenas livros.
Imediatamente, comecei a imaginar quem seria o morador daquele apartamento. Não sei por quê, mas achei que os livros pertenciam a um homem. E fui além. Pensei num historiador, um apaixonado por pesquisa, alguém de mais de 40 anos, talvez ruivo, de cabelos encaracolados, usando óculos de aro fino para leitura. Imaginei um homem sensível, mas um pouco ranzinza, sempre implicando com a empregada por tirar do lugar os papéis da escrivaninha, e logo depois dizendo alguma coisa engraçada, para que ela o perdoasse. Alguém que vivesse sozinho – e feliz.
Mas o sinal abriu lá na frente, perto da Fonte da Saudade, e eu segui, deixando para trás meu amigo imaginário. [...]
(SEIXAS, Heloísa. O amigo do vento. São Paulo: Moderna, 2015.)
I - Na frase Estude muito, porque a prova não será fácil., a palavra porque tem função de conjunção e seu valor semântico é de pois, uma vez que.
II - Na frase Ele queria saber simplesmente por que ela não o atendia., a palavra por que está presente no interior de uma pergunta indireta, seu valor semântico é por qual razão, por qual motivo.
III - Na frase Todos estavam curiosos sobre o porquê da suspensão do concurso., a palavra porquê, acentuada, está precedida por artigo e tem valor de substantivo.
IV - Na frase A coisa virou confusão por que todos gritavam muito e ao mesmo tempo., a palavra por que é junção da preposição por com um pronome relativo.
Estão corretas as afirmativas
Instrução: Leia atentamente o texto a seguir e responda à questão.
Pela janela
Reparei pela primeira vez naquele apartamento quando passava de carro, enfrentando o trânsito lento do fim da tarde, na Lagoa. Pelas cortinas entreabertas, conseguia ver apenas uma parede, banhada pela luz indireta de um abajur. Mas nessa parede havia uma estante que me chamou atenção por sua beleza e solidez: estava repleta de livros, com suas lombadas multicoloridas. Alguns eram encadernados, outros não. Muitos pareciam antigos. Mas o importante é que a estante não tinha enfeites nem plantas, nada – apenas livros.
Imediatamente, comecei a imaginar quem seria o morador daquele apartamento. Não sei por quê, mas achei que os livros pertenciam a um homem. E fui além. Pensei num historiador, um apaixonado por pesquisa, alguém de mais de 40 anos, talvez ruivo, de cabelos encaracolados, usando óculos de aro fino para leitura. Imaginei um homem sensível, mas um pouco ranzinza, sempre implicando com a empregada por tirar do lugar os papéis da escrivaninha, e logo depois dizendo alguma coisa engraçada, para que ela o perdoasse. Alguém que vivesse sozinho – e feliz.
Mas o sinal abriu lá na frente, perto da Fonte da Saudade, e eu segui, deixando para trás meu amigo imaginário. [...]
(SEIXAS, Heloísa. O amigo do vento. São Paulo: Moderna, 2015.)




I- A Lei n.º 12.651/2012 alterou a medição da APP considerando leito regular a calha onde correm regularmente as águas do curso d’água durante o ano e não mais o nível mais alto, nas cheias, com diminuição da área da APP.
II- O conceito de calha, ilustrado na figura, propõe um novo parâmetro para medir a APP prevista na Lei n.º 12.651/2012, de modo a ampliar a área de preservação permanente e garantir os benefícios de sua proteção.
III- A proposta de usar a borda da calha do leito regular para medir a APP será menos protetiva, pois, ao considerar o canal de estiagem e não a vazão de margem plena, ilustrada na figura, resultará em menor área de APP.
IV- O critério utilizado para a medição da APP pela Lei n.º 12.651/2012 é o mesmo utilizado no antigo Código Florestal e, desta forma, não afetou a área a ser tratada como área de preservação permanente.
Estão corretas as afirmativas




I- Silvicultura de precisão é um modelo de cultivo que considera as características da espécie associadas às variações espaciais da área do plantio florestal, e auxilia as intervenções pontuais para maior produtividade.
II- Áreas com menor variabilidade para fatores abióticos e eventual ocorrência de fatores bióticos, e que pouco afetam a produtividade da espécie florestal plantada, são as mais indicadas para utilizar a silvicultura de precisão.
III- Silvicultura de precisão resulta em uma única medida de tendência central e de dispersão em relação à silvicultura tradicional e, portanto, facilita o processo para intervenção, para maiores produção e produtividade.
IV- Os mapas temáticos gerados com a silvicultura de precisão apresentam as áreas distintas para os fatores estudados, como: variações de solo para delimitação de talhões, correção/fertilização e tratamentos silviculturais.
Estão corretas as afirmativas
I- Uma característica relevante para utilizar a altura dominante em detrimento da altura média na classificação de sítios florestais está associada à resposta ao desbaste por alto.
II- O índice de sítio é a denominação da medida quantitativa da qualidade do sítio com base na altura das árvores dominantes em uma idade índice.
III- As curvas monomórficas na classificação de sítios supõem que a tendência de crescimento em altura dominante entre os sítios seja igual e as curvas geradas para classificação sejam equidistantes em cada idade.
IV- A qualidade do sítio é a soma total dos fatores edáficos, biológicos e climáticos que afetam as plantas, ou seja, a soma dos fatores efetivos cuja dominância pode variar.
Estão corretas as afirmativas
, média amostral de 28,6 metros
cúbicos por parcela
, e pode ser calculado o erro de amostragem absoluto estimado (Ea). Assinale o valor
do erro de amostragem absoluto estimado. 1. Inteiramente aleatório
2. Aleatório restrito
3. Sistemático
4. Misto
( ) Amostragem sistemática
( ) Amostragem aleatória estratificada
( ) Amostragem em conglomerados
( ) Amostragem em dois estágios aleatórios
( ) Amostragem aleatória simples
( ) Amostragem sistemática com múltiplos inícios aleatórios
Assinale a sequência correta.
em inventários
florestais, analise as afirmativas. I- Avalia o grau de homogeneidade da variável de interesse na floresta, podendo assumir valores entre 0 e 1.
II- Será igual a 0 quando não existir variância entre os conglomerados e será igual a 1 quando a variância dentro dos conglomerados for nula.
III- Quanto menor for o valor de “r” mais heterogênea será a floresta.
IV- Se o valor de “r” tender a zero deve ser utilizado algum critério para estratificação da área florestal.
Estão corretas as afirmativas