Questões de Concurso
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Sobre o modelo OSI, analise as afirmativas.
I - Foi criado em 1977 pela ISO (International Organization for Standardization), com o objetivo de criar padrões de conectividade para interligar sistemas de computadores locais e remotos.
II - A camada física do modelo OSI cuida do tráfego e roteamento dos dados na rede.
III - Os aspectos gerais da rede, segundo o modelo OSI, estão divididos em 7 camadas funcionais, facilitando assim a compreensão de questões fundamentais sobre a rede.
Está correto o que se afirma em
A coluna da esquerda apresenta componentes do cabeamento óptico e a da direita, a finalidade de cada componente. Numere a coluna da direita de acordo com a da esquerda.
1 - Crivador.
2 - Decaptador.
3 - Espaguete.
4 - OTDR.
( ) É uma ferramenta que serve para fazer o corte na fibra óptica.
( ) É um tipo de tala e serve para proteção.
( ) É um aparelho que serve para efetuar vários testes no cabo, um check.
( ) É uma ferramenta que faz a raspagem da fibra óptica.
Sobre as topologias de redes de computadores, qual topologia é caracterizada por um elemento central que gerencia o fluxo de dados da rede, estando diretamente conectado a cada ponto?
Qual tecnologia dos Processadores Intel® permite que uma plataforma de hardware funcione como várias plataformas virtuais?
Sobre a interface USB, analise as afirmativas.
I - É uma interface digital que utiliza um conector (plugue) padronizado para todos os dispositivos dos tipos serial e paralelo.
II - Fornece uma interface digital necessária para converter os sinais analógicos dos computadores em pulsos elétricos.
III - Quando se utilizam periféricos projetados com USB, não se pode conectar um periférico a outro.
Está correto o que se afirma em
Sobre a evolução do processador Itanium, analise as afirmativas.
I - O processador Itanium é a primeira implementação da arquitetura IA-64.
II - O núcleo do processador Itanium é capaz de até seis emissões por clock, com até três desvios e duas referências de memória.
III - O processador Itanium tem uma janela de emissão de instruções que contém até dois pacotes em qualquer instante dado.
Está correto o que se afirma em
Qual é o primeiro computador eletrônico de uso geral totalmente operacional do mundo construído por J. Presper Eckert e John Mauchly da Moore School University of Pennsylvania?
INSTRUÇÃO: Leia atentamente o texto e responda às questões de 07 a 09.
Ande como alguém feliz para ser feliz, afirma estudo
1 Uma pesquisa publicada em uma revista internacional sobre Comportamento e Psiquiatria
afirma que para se sentir feliz, basta caminhar como uma pessoa alegre. Durante o experimento, uma
série de pessoas foi testada para saber se estufar o peito e balançar os braços realmente traz mais
felicidade do que passos pesados e olhares cabisbaixos.
5 No estudo, o grupo teve de caminhar durante 15 minutos em uma esteira enquanto alguns
fatores eram analisados. Os participantes foram acompanhados por câmeras com sensores de
movimento. Na frente da esteira, uma tela mostrava as ações de um medidor – que pendia à
esquerda quando caminhavam “deprimidos” e à direita quando “felizes”.
À medida que os minutos iam passando, a equipe de pesquisadores pedia para que as pessoas
10 tentassem jogar o medidor para a esquerda ou para a direita. Só que antes de começarem o teste
físico, os convidados tiveram que ler uma lista de palavras positivas e negativas.
Depois da caminhada, os participantes tiveram que escrever as palavras que lembravam. O
resultado mostrou que quem caminhava de maneira mais triste (seguindo a lógica de outro estudo)
conseguiu lembrar mais palavras tristes; e aqueles que andaram felizes se lembraram de mais
15 palavras positivas.
Para os pesquisadores, essa lógica está alinhada a de outros trabalhos publicados sobre o
tema. Segundo tais pesquisas, andar como um líder pode aumentar as chances de se tornar um; e
segurar uma caneta com os lábios pode aumentar a vontade de sorrir. Então não custa nada andar
mais “animado” por aí. Vai que contagia.
(Adaptado a partir de htttp://revistagalileu.globo.com/. Acesso em abril de 2017.)
A regra de concordância presente no trecho uma série de pessoas foi testada é a mesma em
INSTRUÇÃO: Leia atentamente o texto e responda às questões de 07 a 09.
Ande como alguém feliz para ser feliz, afirma estudo
1 Uma pesquisa publicada em uma revista internacional sobre Comportamento e Psiquiatria
afirma que para se sentir feliz, basta caminhar como uma pessoa alegre. Durante o experimento, uma
série de pessoas foi testada para saber se estufar o peito e balançar os braços realmente traz mais
felicidade do que passos pesados e olhares cabisbaixos.
5 No estudo, o grupo teve de caminhar durante 15 minutos em uma esteira enquanto alguns
fatores eram analisados. Os participantes foram acompanhados por câmeras com sensores de
movimento. Na frente da esteira, uma tela mostrava as ações de um medidor – que pendia à
esquerda quando caminhavam “deprimidos” e à direita quando “felizes”.
À medida que os minutos iam passando, a equipe de pesquisadores pedia para que as pessoas
10 tentassem jogar o medidor para a esquerda ou para a direita. Só que antes de começarem o teste
físico, os convidados tiveram que ler uma lista de palavras positivas e negativas.
Depois da caminhada, os participantes tiveram que escrever as palavras que lembravam. O
resultado mostrou que quem caminhava de maneira mais triste (seguindo a lógica de outro estudo)
conseguiu lembrar mais palavras tristes; e aqueles que andaram felizes se lembraram de mais
15 palavras positivas.
Para os pesquisadores, essa lógica está alinhada a de outros trabalhos publicados sobre o
tema. Segundo tais pesquisas, andar como um líder pode aumentar as chances de se tornar um; e
segurar uma caneta com os lábios pode aumentar a vontade de sorrir. Então não custa nada andar
mais “animado” por aí. Vai que contagia.
(Adaptado a partir de htttp://revistagalileu.globo.com/. Acesso em abril de 2017.)
INSTRUÇÃO: Leia atentamente o texto e responda às questões de 07 a 09.
Ande como alguém feliz para ser feliz, afirma estudo
1 Uma pesquisa publicada em uma revista internacional sobre Comportamento e Psiquiatria
afirma que para se sentir feliz, basta caminhar como uma pessoa alegre. Durante o experimento, uma
série de pessoas foi testada para saber se estufar o peito e balançar os braços realmente traz mais
felicidade do que passos pesados e olhares cabisbaixos.
5 No estudo, o grupo teve de caminhar durante 15 minutos em uma esteira enquanto alguns
fatores eram analisados. Os participantes foram acompanhados por câmeras com sensores de
movimento. Na frente da esteira, uma tela mostrava as ações de um medidor – que pendia à
esquerda quando caminhavam “deprimidos” e à direita quando “felizes”.
À medida que os minutos iam passando, a equipe de pesquisadores pedia para que as pessoas
10 tentassem jogar o medidor para a esquerda ou para a direita. Só que antes de começarem o teste
físico, os convidados tiveram que ler uma lista de palavras positivas e negativas.
Depois da caminhada, os participantes tiveram que escrever as palavras que lembravam. O
resultado mostrou que quem caminhava de maneira mais triste (seguindo a lógica de outro estudo)
conseguiu lembrar mais palavras tristes; e aqueles que andaram felizes se lembraram de mais
15 palavras positivas.
Para os pesquisadores, essa lógica está alinhada a de outros trabalhos publicados sobre o
tema. Segundo tais pesquisas, andar como um líder pode aumentar as chances de se tornar um; e
segurar uma caneta com os lábios pode aumentar a vontade de sorrir. Então não custa nada andar
mais “animado” por aí. Vai que contagia.
(Adaptado a partir de htttp://revistagalileu.globo.com/. Acesso em abril de 2017.)
Sobre o texto, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) A função da linguagem predominante no texto é a referencial.
( ) As aspas, no texto, foram utilizadas para marcar o uso de neologismos.
( ) O recurso coesivo À medida que (linha 9) apresenta valor semântico de proporção.
( ) Uma série de pessoas, o grupo, os participantes são utilizados como recursos coesivos para a não repetição de termos.
( ) A expressão vai que contagia é um exemplo de linguagem informal e tem o sentido de conformidade.
Assinale a sequência correta.
INSTRUÇÃO: Leia atentamente o texto e responda às questões de 01 a 05.
A bolha
1 Ninguém mais conversa no metrô. Ninguém mais paquera. Ninguém mais olha o vazio, o mapa
das linhas, os anúncios, as luzes passando em sentido contrário, a própria imagem refletida nas janelas,
quem entra, quem sai, quem veste o que, quem está bem, quem está feliz, quem chora, quem dorme,
quem está por um fio, quem se dirige a uma manifestação de protesto, ou de apoio, quem defende o
5 que, gosta de qual banda, quem parte para um encontro secreto, ou acaba de ser beijada, por alguém
que sempre quis, e que nunca tomou a iniciativa, quem acaba de se apaixonar, ou descobre que o amor
acabou, quem espera gêmeos, está exultante e nem consegue mais dormir, quem acaba de conseguir
um emprego, quem não desce em nenhuma estação, e quer apenas um ar-condicionado no talo no
verão impiedoso, ou fugir da chuva, ou dar um tempo, viver sem sentir a vida, percorrer túneis
10 subterrâneos de uma grande metrópole, em que, apesar da multidão, se sente sozinho.
Ninguém troca ideias, opiniões divergentes, ninguém debate, é convencido de algo, muda de
opinião. A bolha que nos cerca nos protege. É como um escudo contra o que nos agride. A cidade nos
agride. O ódio nos agride. Todos nela nos agridem. Suas vozes incomodam.
Preferimos a música preferida da lista previamente selecionada que sai dos meus fones de
15 ouvido conectados por um cabo ao meu universo pessoal, em que sou Deus, em que decido o que ler e
ouvir, o que ver e curtir, o que assistir e ignorar, graças à opção “bloqueio”, à opção “excluir”, à opção
“apagar perfil”, “colocar em modo avião”, “não receber notificações”.
Há uns anos, não pegava celular no metrô. Os passageiros conversavam, paqueravam, miravam o
vazio, redescobriam estações no mapa das linhas, checavam os cabelos na imagem refletida, quem
20 entrava, saía, vestia o que, (…) quem estava bem, feliz, chorava, dormia, quem, pelo perfume, banho
tomado, roupa bonita, estava a caminho de um encontro secreto, fora beijada, por alguém
surpreendente, inexplicável, paixão que nasceu do fundo da alma, quem descobriu que não ama mais,
descobriu que estava grávida e não consegue mais dormir, tensa, quem acabou de perder um emprego,
a estação, o sentido de viver, porque se sente sozinho, apesar da multidão nas estações.
25 Trocavam-se ideias, opiniões, debatia-se, mudavam as convicções de alguém, apresentavam
outros pontos de vista, experiências e erros da história que se repetem. A bolha é nosso mundo agora. E
o que tem de tão urgente nos celulares, que não era na década anterior? O que é inadiável? A bolha em
si, e nela que se quer estar: protegido e isolado. O mundo é muito louco, tem muito louco por aí. E boa
parte, quando chega à sua estação, continua nela, caminha olhando ou falando para seu universo
30 pessoal. Haverá um dia em que as pessoas voltarão a interagir? O mundo corre perigo. (…)
Marcelo Rubens Paiva
(Adaptado a partir de: http://cultura.estadao.com.br/. Acesso em abril de 2017.)
Há uns anos, não pegava celular no metrô, o sentido do verbo pegar, nesse contexto, é o mesmo em
INSTRUÇÃO: Leia atentamente o texto e responda às questões de 01 a 05.
A bolha
1 Ninguém mais conversa no metrô. Ninguém mais paquera. Ninguém mais olha o vazio, o mapa
das linhas, os anúncios, as luzes passando em sentido contrário, a própria imagem refletida nas janelas,
quem entra, quem sai, quem veste o que, quem está bem, quem está feliz, quem chora, quem dorme,
quem está por um fio, quem se dirige a uma manifestação de protesto, ou de apoio, quem defende o
5 que, gosta de qual banda, quem parte para um encontro secreto, ou acaba de ser beijada, por alguém
que sempre quis, e que nunca tomou a iniciativa, quem acaba de se apaixonar, ou descobre que o amor
acabou, quem espera gêmeos, está exultante e nem consegue mais dormir, quem acaba de conseguir
um emprego, quem não desce em nenhuma estação, e quer apenas um ar-condicionado no talo no
verão impiedoso, ou fugir da chuva, ou dar um tempo, viver sem sentir a vida, percorrer túneis
10 subterrâneos de uma grande metrópole, em que, apesar da multidão, se sente sozinho.
Ninguém troca ideias, opiniões divergentes, ninguém debate, é convencido de algo, muda de
opinião. A bolha que nos cerca nos protege. É como um escudo contra o que nos agride. A cidade nos
agride. O ódio nos agride. Todos nela nos agridem. Suas vozes incomodam.
Preferimos a música preferida da lista previamente selecionada que sai dos meus fones de
15 ouvido conectados por um cabo ao meu universo pessoal, em que sou Deus, em que decido o que ler e
ouvir, o que ver e curtir, o que assistir e ignorar, graças à opção “bloqueio”, à opção “excluir”, à opção
“apagar perfil”, “colocar em modo avião”, “não receber notificações”.
Há uns anos, não pegava celular no metrô. Os passageiros conversavam, paqueravam, miravam o
vazio, redescobriam estações no mapa das linhas, checavam os cabelos na imagem refletida, quem
20 entrava, saía, vestia o que, (…) quem estava bem, feliz, chorava, dormia, quem, pelo perfume, banho
tomado, roupa bonita, estava a caminho de um encontro secreto, fora beijada, por alguém
surpreendente, inexplicável, paixão que nasceu do fundo da alma, quem descobriu que não ama mais,
descobriu que estava grávida e não consegue mais dormir, tensa, quem acabou de perder um emprego,
a estação, o sentido de viver, porque se sente sozinho, apesar da multidão nas estações.
25 Trocavam-se ideias, opiniões, debatia-se, mudavam as convicções de alguém, apresentavam
outros pontos de vista, experiências e erros da história que se repetem. A bolha é nosso mundo agora. E
o que tem de tão urgente nos celulares, que não era na década anterior? O que é inadiável? A bolha em
si, e nela que se quer estar: protegido e isolado. O mundo é muito louco, tem muito louco por aí. E boa
parte, quando chega à sua estação, continua nela, caminha olhando ou falando para seu universo
30 pessoal. Haverá um dia em que as pessoas voltarão a interagir? O mundo corre perigo. (…)
Marcelo Rubens Paiva
(Adaptado a partir de: http://cultura.estadao.com.br/. Acesso em abril de 2017.)
As expressões grifadas em Ninguém mais olha o vazio (linha 1) e quem está por um fio (linha 4) trazem, respectivamente, implícito sentido de
INSTRUÇÃO: Leia atentamente o texto e responda às questões de 01 a 05.
A bolha
1 Ninguém mais conversa no metrô. Ninguém mais paquera. Ninguém mais olha o vazio, o mapa
das linhas, os anúncios, as luzes passando em sentido contrário, a própria imagem refletida nas janelas,
quem entra, quem sai, quem veste o que, quem está bem, quem está feliz, quem chora, quem dorme,
quem está por um fio, quem se dirige a uma manifestação de protesto, ou de apoio, quem defende o
5 que, gosta de qual banda, quem parte para um encontro secreto, ou acaba de ser beijada, por alguém
que sempre quis, e que nunca tomou a iniciativa, quem acaba de se apaixonar, ou descobre que o amor
acabou, quem espera gêmeos, está exultante e nem consegue mais dormir, quem acaba de conseguir
um emprego, quem não desce em nenhuma estação, e quer apenas um ar-condicionado no talo no
verão impiedoso, ou fugir da chuva, ou dar um tempo, viver sem sentir a vida, percorrer túneis
10 subterrâneos de uma grande metrópole, em que, apesar da multidão, se sente sozinho.
Ninguém troca ideias, opiniões divergentes, ninguém debate, é convencido de algo, muda de
opinião. A bolha que nos cerca nos protege. É como um escudo contra o que nos agride. A cidade nos
agride. O ódio nos agride. Todos nela nos agridem. Suas vozes incomodam.
Preferimos a música preferida da lista previamente selecionada que sai dos meus fones de
15 ouvido conectados por um cabo ao meu universo pessoal, em que sou Deus, em que decido o que ler e
ouvir, o que ver e curtir, o que assistir e ignorar, graças à opção “bloqueio”, à opção “excluir”, à opção
“apagar perfil”, “colocar em modo avião”, “não receber notificações”.
Há uns anos, não pegava celular no metrô. Os passageiros conversavam, paqueravam, miravam o
vazio, redescobriam estações no mapa das linhas, checavam os cabelos na imagem refletida, quem
20 entrava, saía, vestia o que, (…) quem estava bem, feliz, chorava, dormia, quem, pelo perfume, banho
tomado, roupa bonita, estava a caminho de um encontro secreto, fora beijada, por alguém
surpreendente, inexplicável, paixão que nasceu do fundo da alma, quem descobriu que não ama mais,
descobriu que estava grávida e não consegue mais dormir, tensa, quem acabou de perder um emprego,
a estação, o sentido de viver, porque se sente sozinho, apesar da multidão nas estações.
25 Trocavam-se ideias, opiniões, debatia-se, mudavam as convicções de alguém, apresentavam
outros pontos de vista, experiências e erros da história que se repetem. A bolha é nosso mundo agora. E
o que tem de tão urgente nos celulares, que não era na década anterior? O que é inadiável? A bolha em
si, e nela que se quer estar: protegido e isolado. O mundo é muito louco, tem muito louco por aí. E boa
parte, quando chega à sua estação, continua nela, caminha olhando ou falando para seu universo
30 pessoal. Haverá um dia em que as pessoas voltarão a interagir? O mundo corre perigo. (…)
Marcelo Rubens Paiva
(Adaptado a partir de: http://cultura.estadao.com.br/. Acesso em abril de 2017.)
INSTRUÇÃO: Leia atentamente o texto e responda às questões de 01 a 05.
A bolha
1 Ninguém mais conversa no metrô. Ninguém mais paquera. Ninguém mais olha o vazio, o mapa
das linhas, os anúncios, as luzes passando em sentido contrário, a própria imagem refletida nas janelas,
quem entra, quem sai, quem veste o que, quem está bem, quem está feliz, quem chora, quem dorme,
quem está por um fio, quem se dirige a uma manifestação de protesto, ou de apoio, quem defende o
5 que, gosta de qual banda, quem parte para um encontro secreto, ou acaba de ser beijada, por alguém
que sempre quis, e que nunca tomou a iniciativa, quem acaba de se apaixonar, ou descobre que o amor
acabou, quem espera gêmeos, está exultante e nem consegue mais dormir, quem acaba de conseguir
um emprego, quem não desce em nenhuma estação, e quer apenas um ar-condicionado no talo no
verão impiedoso, ou fugir da chuva, ou dar um tempo, viver sem sentir a vida, percorrer túneis
10 subterrâneos de uma grande metrópole, em que, apesar da multidão, se sente sozinho.
Ninguém troca ideias, opiniões divergentes, ninguém debate, é convencido de algo, muda de
opinião. A bolha que nos cerca nos protege. É como um escudo contra o que nos agride. A cidade nos
agride. O ódio nos agride. Todos nela nos agridem. Suas vozes incomodam.
Preferimos a música preferida da lista previamente selecionada que sai dos meus fones de
15 ouvido conectados por um cabo ao meu universo pessoal, em que sou Deus, em que decido o que ler e
ouvir, o que ver e curtir, o que assistir e ignorar, graças à opção “bloqueio”, à opção “excluir”, à opção
“apagar perfil”, “colocar em modo avião”, “não receber notificações”.
Há uns anos, não pegava celular no metrô. Os passageiros conversavam, paqueravam, miravam o
vazio, redescobriam estações no mapa das linhas, checavam os cabelos na imagem refletida, quem
20 entrava, saía, vestia o que, (…) quem estava bem, feliz, chorava, dormia, quem, pelo perfume, banho
tomado, roupa bonita, estava a caminho de um encontro secreto, fora beijada, por alguém
surpreendente, inexplicável, paixão que nasceu do fundo da alma, quem descobriu que não ama mais,
descobriu que estava grávida e não consegue mais dormir, tensa, quem acabou de perder um emprego,
a estação, o sentido de viver, porque se sente sozinho, apesar da multidão nas estações.
25 Trocavam-se ideias, opiniões, debatia-se, mudavam as convicções de alguém, apresentavam
outros pontos de vista, experiências e erros da história que se repetem. A bolha é nosso mundo agora. E
o que tem de tão urgente nos celulares, que não era na década anterior? O que é inadiável? A bolha em
si, e nela que se quer estar: protegido e isolado. O mundo é muito louco, tem muito louco por aí. E boa
parte, quando chega à sua estação, continua nela, caminha olhando ou falando para seu universo
30 pessoal. Haverá um dia em que as pessoas voltarão a interagir? O mundo corre perigo. (…)
Marcelo Rubens Paiva
(Adaptado a partir de: http://cultura.estadao.com.br/. Acesso em abril de 2017.)
A partir do título e no decorrer do texto, a palavra bolha aparece diversas vezes. Nesse contexto, bolha é entendida como
Nas últimas quatro décadas, tem-se conhecido a Reabilitação Cardiovascular como um instrumento importante no cuidado com doenças cardiovasculares. O papel dos serviços de reabilitação na prevenção secundária de eventos cardiovasculares é reconhecido e aceito por todas as organizações de saúde. As Diretrizes da Reabilitação Cardiovascular recomendam:
A artrite reumatoide (AR) é uma doença multissistêmica crônica de causa desconhecida. Embora haja uma variedade de manifestações sistêmicas, a característica típica é uma sinovite inflamatória persistente. Sobre AR, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Sinais e sintomas geralmente acometem as articulações proximais em uma distribuição assimétrica.
( ) Potencial inflamatório sinovial causa destruição da cartilagem e erosões ósseas.
( ) Lesões microvasculares e o aumento do número de células de revestimento constituem o início da sinovite.
( ) Tumefação, hipersensibilidade e dor que não piora ao movimento, com ausência de rigidez articular são as manifestações mais comuns.
Assinale a sequência correta.
Paciente com diagnóstico clínico de DPOC é encaminhado ao serviço de Fisioterapia Respiratória para acompanhamento ambulatorial. Queixa-se de dispneia aos médios esforços, com tosse e expectoração em média quantidade. Apresenta tórax em tonel, MV diminuído com roncos difusos e SpO2 = 94%. Assinale a proposta de tratamento que seja específica para esse paciente.
Nas últimas décadas, tem-se observado um ritmo mais acelerado no crescimento da população idosa. As alterações que caracterizam a senescência são facilmente observáveis ou sentidas. Sobre o processo de envelhecimento, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) A redução da estatura começa a acontecer por volta dos 40 anos de idade; ocorre em decorrência da diminuição dos arcos do pé, aumento da curvatura da coluna e diminuição do tamanho da coluna.
( ) O tecido adiposo aumenta, decorrente do aumento do teor de água corporal; ocorre redução do crânio e aumento do pavilhão auditivo.
( ) A redução nas atividades dos osteoblastos e osteoclastos, própria da senescência, podem acarretar perda contínua da massa óssea, denominada osteoporose.
( ) A perda de massa muscular ou sarcopenia ocorre por diminuição do peso muscular e de sua área de secção transversal, contribuindo para menor contração e força muscular.
Assinale a sequência correta.
A cirurgia de revascularização do miocárdio tem demonstrado prolongar e melhorar a qualidade de vida dos portadores de insuficiência coronariana. É realizada por esternotomia mediana com ou sem circulação extracorpórea, utilizando enxertos venosos ou arteriais, podendo ser realizada por minitoracotomia. Em relação às complicações do pós-operatório de cirurgia cardíaca, analise as afirmativas.
I - As alterações na mecânica da caixa torácica levam à diminuição do volume expiratório forçado no primeiro segundo, da capacidade residual funcional, da força inspiratória, e aumento do consumo de O2.
II - A SARA pode estar presente, porém não está relacionada à Circulação Extra Corpórea (CEC) nem a reação à administração de produtos sanguíneos.
III - O broncoespasmo pode ser precipitado por sobrecarga hídrica, reação a medicamentos, transfusão sanguínea e uso de betabloqueadores.
IV - A lesão do nervo frênico e a paralisia diafragmática podem estar relacionadas à anestesia geral.
Estão corretas as afirmativas