Questões de Concurso Para ieses

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Ano: 2013 Banca: IESES Órgão: CRA-SC Prova: IESES - 2013 - CRA-SC - Advogado |
Q316565 Noções de Informática
Assinale a alternativa que diz respeito a seguinte definição:

“são as mensagens que trazem arquivos e/ou links que ao serem acessados, resultam na contaminação do computador por códigos maliciosos (vírus, programas que desativam itens de segurança, programas que capturam senhas, etc), podendo causar danos ao computador, perda de informações pessoais e roubo de senhas de sistemas, além de propagar vírus às demais máquinas..”

Alternativas
Ano: 2013 Banca: IESES Órgão: CRA-SC Prova: IESES - 2013 - CRA-SC - Advogado |
Q316564 Noções de Informática
Após a leitura a seguir sobre o editor de texto Microsoft Word 2007, identifique a afirmação correta:

I. Para criar tabelas no Microsoft Word 2007 deve-se utilizar os seguintes comandos da faixa de opções: Guia Inserir – Grupo Tabela – Tabela – Definir o número de Tabelas desejadas.

II. O estilo de parágrafo padrão normalmente usado quando se inicia um novo documento Word baseia-se no modelo Normal.dotm.

III. No Word 2007, o recurso "Orientação" existente na opção de menu "Layout de páginas" permite alternar as páginas entre os layouts Retrato e Paisagem.

IV. Os cabeçalhos e rodapés, no Word 2007 são duas áreas que se repetem em todo o documento para compartilhar uma informação necessária. Esse recurso é possível acessando o menu exibir e escolhendo a opção CABEÇALHO E RODAPÉ.

A sequência correta é:

Alternativas
Ano: 2013 Banca: IESES Órgão: CRA-SC Prova: IESES - 2013 - CRA-SC - Advogado |
Q316563 Português
Leia os versos a seguir, extraídos da poesia “Desejos”, de Carlos Drummond de Andrade e em seguida responda o que se pede:

Imagem 002.jpg

Assinale a alternativa em que houve problema de regência na reescrita do verso: “ver a Banda passar”.

Alternativas
Ano: 2013 Banca: IESES Órgão: CRA-SC Prova: IESES - 2013 - CRA-SC - Advogado |
Q316562 Português
Assinale a alternativa em que o sentido é alterado com a substituição da palavra destacada pelo termo proposto.

Alternativas
Ano: 2013 Banca: IESES Órgão: CRA-SC Prova: IESES - 2013 - CRA-SC - Advogado |
Q316561 Português
Assinale a alternativa em que NÃO há correção gramatical quanto ao emprego dos verbos:

Alternativas
Ano: 2013 Banca: IESES Órgão: CRA-SC Prova: IESES - 2013 - CRA-SC - Advogado |
Q316560 Português
Assinale a alternativa em que o uso da crase é obrigatório.

Alternativas
Ano: 2013 Banca: IESES Órgão: CRA-SC Prova: IESES - 2013 - CRA-SC - Advogado |
Q316559 Português
Assinale a proposição INCORRETA quanto à análise do emprego da vírgula:

Alternativas
Ano: 2013 Banca: IESES Órgão: CRA-SC Prova: IESES - 2013 - CRA-SC - Advogado |
Q316558 Português
Sobre os recursos de linguagem empregados no texto, assinale a alternativa INCORRETA.

Alternativas
Ano: 2013 Banca: IESES Órgão: CRA-SC Prova: IESES - 2013 - CRA-SC - Advogado |
Q316557 Português
Assinale a alternativa que contém informação verdadeira de acordo com o texto:

Alternativas
Ano: 2013 Banca: IESES Órgão: CRA-SC Prova: IESES - 2013 - CRA-SC - Advogado |
Q316556 Português
Sobre as ideias presentes no texto, assinale a proposição INCORRETA:

Alternativas
Ano: 2013 Banca: IESES Órgão: CRA-SC Prova: IESES - 2013 - CRA-SC - Advogado |
Q316555 Português
Releia: Como disse mais acima, "fadigar" foi relegado a certo ostracismo.

Neste trecho, as palavras destacadas significam, respectivamente:

Alternativas
Ano: 2013 Banca: IESES Órgão: CRA-SC Prova: IESES - 2013 - CRA-SC - Advogado |
Q316554 Português
Após a leitura do texto, analise as proposições a seguir.

I. A palavra “esse”, destacada no primeiro parágrafo, faz referência ao termo fatigar.

II. No verbo “tendo-se”, destacado no primeiro parágrafo, o pronome está corretamente empregado na forma enclítica, pois o verbo ao qual ele está ligado está no gerúndio e vem precedido de vírgula.

III. No segundo parágrafo, a primeira ocorrência de parênteses intercala uma informação de caráter elucidativo; enquanto que a segunda ocorrência isola um comentário do autor.

IV. O termo destacado no penúltimo parágrafo é uma sigla e significa: e outras coisas.

A alternativa com a análise correta das proposições é:

Alternativas
Ano: 2012 Banca: IESES Órgão: CRF-SC
Q1236576 Português
PROFUNDA BASE HISTÓRICA   No princípio, vocês se lembram dos estudos de História do Brasil, era aquele negócio das especiarias. Ainda não existíamos, mas os navios lusitanos já cortavam os mares no caminho do Oriente, em direção às Índias, em busca de noz-de-cola, noz-vômica, noz-moscada. Numa dessas idas e vindas teve aquela das calmarias – é o que eles contam – e fomos descobertos. Por acaso. Tropeçaram em nós.Descobertos por povo marítimo e povo marítimo nós mesmos (sempre tivemos as costas largas), era natural que a medida marítima, o nó náutico, nos fosse tão importante. Como, daí em diante, foram importantíssimos para nós os nós da madeira do pau-brasil que exportávamos com um nó na garganta (sabendo já que exportávamos ecologia), ameaçados pelo nó da forca portuguesa.E fomos nos civilizando: nossos índios aprenderam a dar nó no sapato e na gravata e quando sentiam nó nas tripas já não se tratavam com os nós das cobras. Ficaram supersticiosos, batendo com os nós dos dedos (toc! toc!), e, catequizados pelos padres, acabaram aderindo ao nó matrimonial católico.Tinha que dar nisso – somos hoje um povo cheio de nós pelas costas. Desafiados pelo nó do enredo, o nó da questão, nossos líderes acabaram transformando o nó corredio num nó cego que ninguém desata.E agora esperamos em vão nosso Alexandre, aquele que terá coragem bastante de meter a espada nesse nó górdio.O resultado? Uma incrível corrupção, um tremendo “Venha a nós”. Quem paga por tudo isso? Nós outros.Tem razão o slogan: é um país feito por nós. FERNANDES, Millôr Profunda base histórica. In: Circo de palavras: histórias, poemas e pensamentos. São Paulo: Ática, 2007, p. 58-59. (grifos do original)   “(...) foram importantíssimos para nós os nós da madeira do pau-brasil que exportávamos com um nó na garganta (sabendo já que exportávamos ecologia), ameaçados pelo nó da forca portuguesa”.   A partir da leitura deste trecho, é INCORRETO afirmar que:
Alternativas
Ano: 2012 Banca: IESES Órgão: CRF-SC
Q1225630 Farmácia
A dispensação de medicamentos é privativa de, EXCETO:
Alternativas
Ano: 2012 Banca: IESES Órgão: CRF-SC
Q1224673 Português
PROFUNDA BASE HISTÓRICA   No princípio, vocês se lembram dos estudos de História do Brasil, era aquele negócio das especiarias. Ainda não existíamos, mas os navios lusitanos já cortavam os mares no caminho do Oriente, em direção às Índias, em busca de noz-de-cola, noz-vômica, noz-moscada. Numa dessas idas e vindas teve aquela das calmarias – é o que eles contam – e fomos descobertos. Por acaso. Tropeçaram em nós.Descobertos por povo marítimo e povo marítimo nós mesmos (sempre tivemos as costas largas), era natural que a medida marítima, o nó náutico, nos fosse tão importante. Como, daí em diante, foram importantíssimos para nós os nós da madeira do pau-brasil que exportávamos com um nó na garganta (sabendo já que exportávamos ecologia), ameaçados pelo nó da forca portuguesa.E fomos nos civilizando: nossos índios aprenderam a dar nó no sapato e na gravata e quando sentiam nó nas tripas já não se tratavam com os nós das cobras. Ficaram supersticiosos, batendo com os nós dos dedos (toc! toc!), e, catequizados pelos padres, acabaram aderindo ao nó matrimonial católico.Tinha que dar nisso – somos hoje um povo cheio de nós pelas costas. Desafiados pelo nó do enredo, o nó da questão, nossos líderes acabaram transformando o nó corredio num nó cego que ninguém desata.E agora esperamos em vão nosso Alexandre, aquele que terá coragem bastante de meter a espada nesse nó górdio.O resultado? Uma incrível corrupção, um tremendo “Venha a nós”. Quem paga por tudo isso? Nós outros.Tem razão o slogan: é um país feito por nós. FERNANDES, Millôr Profunda base histórica. In: Circo de palavras: histórias, poemas e pensamentos. São Paulo: Ática, 2007, p. 58-59. (grifos do original)   Releia: “Numa dessas idas e vindas teve aquela das calmarias – é o que eles contam – e fomos descobertos. Por acaso. Tropeçaram em nós.”  Pode-se inferir corretamente que a palavra destacada refere-se: 
Alternativas
Ano: 2012 Banca: IESES Órgão: CRF-SC
Q1212244 Português
PROFUNDA BASE HISTÓRICA   No princípio, vocês se lembram dos estudos de História do Brasil, era aquele negócio das especiarias. Ainda não existíamos, mas os navios lusitanos já cortavam os mares no caminho do Oriente, em direção às Índias, em busca de noz-de-cola, noz-vômica, noz-moscada. Numa dessas idas e vindas teve aquela das calmarias – é o que eles contam – e fomos descobertos. Por acaso. Tropeçaram em nós.Descobertos por povo marítimo e povo marítimo nós mesmos (sempre tivemos as costas largas), era natural que a medida marítima, o nó náutico, nos fosse tão importante. Como, daí em diante, foram importantíssimos para nós os nós da madeira do pau-brasil que exportávamos com um nó na garganta (sabendo já que exportávamos ecologia), ameaçados pelo nó da forca portuguesa.E fomos nos civilizando: nossos índios aprenderam a dar nó no sapato e na gravata e quando sentiam nó nas tripas já não se tratavam com os nós das cobras. Ficaram supersticiosos, batendo com os nós dos dedos (toc! toc!), e, catequizados pelos padres, acabaram aderindo ao nó matrimonial católico.Tinha que dar nisso – somos hoje um povo cheio de nós pelas costas. Desafiados pelo nó do enredo, o nó da questão, nossos líderes acabaram transformando o nó corredio num nó cego que ninguém desata.E agora esperamos em vão nosso Alexandre, aquele que terá coragem bastante de meter a espada nesse nó górdio.O resultado? Uma incrível corrupção, um tremendo “Venha a nós”. Quem paga por tudo isso? Nós outros.Tem razão o slogan: é um país feito por nós. FERNANDES, Millôr Profunda base histórica. In: Circo de palavras: histórias, poemas e pensamentos. São Paulo: Ática, 2007, p. 58-59. (grifos do original)   O texto é marcado por expressões coloquiais. Isso NÃO acontece em: 
Alternativas
Ano: 2012 Banca: IESES Órgão: CRF-SC
Q1211697 Gestão de Pessoas
Um ambiente de trabalho que tem como foco elevar o nível de desempenho de seus funcionários NÃO deve ser caracterizado por:
Alternativas
Ano: 2012 Banca: IESES Órgão: CRF-SC
Q1211413 Ética na Administração Pública
“Termo que procura definir o certo ou errado, no que diz respeito aos princípios de conduta de um indivíduo ou um grupo de indivíduos recompondo assim os valores referenciais básicos de orientação e comportamento.” Este conceito se refere a: 
Alternativas
Ano: 2012 Banca: IESES Órgão: CRF-SC
Q1210886 Atendimento ao Público
Ela é alcançada sempre que um cliente fica satisfeito com o produto ou serviço: 
Alternativas
Ano: 2012 Banca: IESES Órgão: CRF-SC
Q1210206 Português
PROFUNDA BASE HISTÓRICA   No princípio, vocês se lembram dos estudos de História do Brasil, era aquele negócio das especiarias. Ainda não existíamos, mas os navios lusitanos já cortavam os mares no caminho do Oriente, em direção às Índias, em busca de noz-de-cola, noz-vômica, noz-moscada. Numa dessas idas e vindas teve aquela das calmarias – é o que eles contam – e fomos descobertos. Por acaso. Tropeçaram em nós.Descobertos por povo marítimo e povo marítimo nós mesmos (sempre tivemos as costas largas), era natural que a medida marítima, o nó náutico, nos fosse tão importante. Como, daí em diante, foram importantíssimos para nós os nós da madeira do pau-brasil que exportávamos com um nó na garganta (sabendo já que exportávamos ecologia), ameaçados pelo nó da forca portuguesa.E fomos nos civilizando: nossos índios aprenderam a dar nó no sapato e na gravata e quando sentiam nó nas tripas já não se tratavam com os nós das cobras. Ficaram supersticiosos, batendo com os nós dos dedos (toc! toc!), e, catequizados pelos padres, acabaram aderindo ao nó matrimonial católico.Tinha que dar nisso – somos hoje um povo cheio de nós pelas costas. Desafiados pelo nó do enredo, o nó da questão, nossos líderes acabaram transformando o nó corredio num nó cego que ninguém desata.E agora esperamos em vão nosso Alexandre, aquele que terá coragem bastante de meter a espada nesse nó górdio.O resultado? Uma incrível corrupção, um tremendo “Venha a nós”. Quem paga por tudo isso? Nós outros.Tem razão o slogan: é um país feito por nós. FERNANDES, Millôr Profunda base histórica. In: Circo de palavras: histórias, poemas e pensamentos. São Paulo: Ática, 2007, p. 58-59. (grifos do original)   O texto é marcado por expressões coloquiais. Isso NÃO acontece em:
Alternativas
Respostas
16821: B
16822: C
16823: A
16824: C
16825: B
16826: D
16827: A
16828: B
16829: A
16830: A
16831: D
16832: A
16833: D
16834: D
16835: D
16836: B
16837: D
16838: B
16839: D
16840: C