Questões de Concurso Comentadas para ieses

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Q610785 Pedagogia
Conforme consta no Art. 12 da Resolução nº 2, de 30 de Janeiro de 2012, que define as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio, o currículo do Ensino Médio deve:
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Q610784 Pedagogia
Segundo a lei 9.394/96, Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, o ensino médio, etapa final da educação básica, terá como finalidades, EXCETO:
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Q610783 Pedagogia
Dentre os teóricos brasileiros que procuraram articular um tipo de orientação pedagógica crítica superadora do reprodutivismo, destacam-se: Dermeval Saviani , que defende a tendência Histórico-crítica, e Paulo Freire, cujas ideias constituíram a base para a construção da Pedagogia Libertadora. Para Saviane e Freire, a avaliação tem como centro:
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Q610782 Pedagogia
Planejar é uma atividade que faz parte da educação, visto que ela tem como características básicas estabelecer rumos que possam nortear a execução da ação educativa. Assim, sobre as contribuições do planejamento, é correto afirmar:
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Q610781 Pedagogia
O estudo do currículo leva a descobrir inúmeras informações que o torna mais fundamental para a realização de uma prática educativa mais eficiente e comprometedora. Neste sentido, é INCORRETO afirmar que:
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Q610780 Pedagogia
 O século XXI impõe constantes mudanças na forma de relacionar das pessoas. Muitas vezes, é mencionado como sendo o Século do Conhecimento e da Informação. Nesse universo de conhecimento, informação e transformação, se situa o processo de ensino/aprendizagem na escola. Nessa lógica, torna-se necessário compreender que a sala de aula é composta por uma diversidade de comportamentos e pensamentos que impõe, cotidianamente, mudanças na forma do professor relacionar-se com seus alunos e com os conteúdos a serem trabalhados. Sobre esse assunto, marque V para verdadeira e F para Falsa nas afirmações a seguir: 

( ) O professor deve fazer uso de uma Didática verdadeiramente comprometida com a aprendizagem dos alunos, conhecendo a fundo a matéria para ser repassada em forma de aula expositiva.

( ) O professor deve transformar sua prática pedagógica se colocando como o detentor do saber.

( ) O professor deve dar menos importância à memorização e valorizar o raciocínio e o espírito crítico dos alunos.

( ) O professor precisa introduzir em suas aulas métodos dinâmicos de ensino, que procurem estimular a iniciativa dos alunos e incentivar sua participação, levando em conta interesses e curiosidades e o ritmo de aprendizagem de cada um.

A sequência correta é: 


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Q610779 Pedagogia
 Sobre a tendência pedagógica crítico-social, analise as afirmativas a seguir: 

I. As informações trabalhadas em sala de aula são organizadas numa sequência lógica, em que a preocupação é a transmissão de conteúdos que ofereçam condições dos alunos ingressarem no mercado de trabalho.

II. A avaliação tem por objetivo avaliar o desempenho do aluno. Os livros didáticos e apostilas ou manuais e as exposições orais do professor são as únicas fontes de informações exigidas e disponíveis para os alunos.

III. A avaliação não apresenta o objetivo de mensurar o conhecimento do aluno. Ao contrário, não existem notas, exames, nem castigos. A aprendizagem é centrada nas capacidades cognitivas já estruturadas nos alunos.

IV. De acordo com essa tendência, o mundo não é estático, mas dinâmico. Sendo assim, está em constante transformação, em reconstrução, sendo necessário compreendê-lo.

Assinale a alternativa correta: 


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Q610768 Português
Assinale a alternativa que deve necessariamente ser CORRIGIDA para estar de acordo com as regras de concordância verbal:
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Q610763 Português

                     PRECISAMOS DE EDUCAÇÃO DIFERENTE DE

                                ACORDO COM A CLASSE SOCIAL

                                   Por: Gustavo Ioschpe. Em 10/07/2011. Adaptado de:

            http://veja.abril.com.br/noticia/educacao/precisamos-de-educacao-

 diferente-de-acordo-com-aclasse-social Acesso em 20 de janeiro de 2014.

       No fim do artigo do mês passado, lancei aos nossos congressistas uma sugestão: que façam uma lei determinando que toda escola pública coloque uma placa de boa visibilidade na entrada principal com o seu Ideb. A lógica é simples. Em primeiro lugar, todo cidadão tem o direito de saber a qualidade da escola que seu filho frequenta. Hoje, esse dado está "escondido" em um site do Ministério da Educação. É irrazoável achar que um pai que nem sabe o que é o Ideb vá encontrar esse site. [...]. Em segundo lugar, acredito que essa divulgação pode colaborar para quebrar a inércia da sociedade brasileira em relação às nossas escolas. Essa inércia está ancorada em uma mentira: a de que elas são boas. [...] Ninguém se indigna nem se mobiliza para combater algo que lhe parece estar bem. 

      A sugestão desencadeou dois movimentos rápidos, enérgicos e antagônicos. Por um lado, houve grande acolhimento da ideia entre os reformistas. [...] Ao mesmo tempo, a proposta vem sofrendo resistências. As críticas são interessantes: escancaram uma visão amplamente difundida sobre os nossos problemas educacionais que não podemos mais ignorar ou tentar contornar.[...] 

       Disporia essa visão em três grupos, que postulam o seguinte: 1. para o aluno pobre, o objetivo principal é estar na escola; se aprender, é um bônus; 2. a finalidade da escola deve ser o bem-estar do professor; 3. é impossível esperar que o aluno pobre, que mora na periferia e vem de família desestruturada, aprenda o mesmo que o de classe média ou alta. Claro, ninguém diz isso abertamente, mas é o corolário do seu pensamento. Vejamos exemplos. 

      Grupo 1: "o importante não é o Ideb, mas o fato de ser uma escola inclusiva", pois recebe alunos de áreas de baixa renda etc. Essa é apenas uma manifestação mais tosca e descarada de um sentimento que você já deve ter encontrado em uma roda de conversa quando, por exemplo, alguém defende a escola de tempo integral porque tira a criança da rua ou do contato com seus amigos e familiares. [...] A minha visão de educação é de que a inclusão social se dará justamente por meio do aprendizado dos conteúdos e das competências de que esse jovem precisará para ter uma vida produtiva em sociedade [...]. Muitos educadores acham que seu papel é suprir as carências - de afeto, higiene, valores de vida etc. - manifestadas pelos alunos. Podem não conseguir alfabetizá-los ou ensinar-lhes a tabuada, mas "a educação é muito mais que isso", e há uma grande vantagem: o "muito mais que isso" não é mensurável e ninguém pode dizer se a escola está fracassando ou tendo êxito nessa sua autocriada missão. 

      Grupo 2. Ouvimos a todo instante sobre a necessidade de "valorizar o magistério" e "recuperar a dignidade do professor", que é um adulto, que escolheu a profissão que quis trilhar e é pago para exercê-la. Apesar de o aluno ser uma criança e de ser obrigado por lei a cursar a escola, nunca vi ninguém falando na valorização do alunado ou na recuperação de sua dignidade. Por isso, faz-se necessário dizer o óbvio: a educação existe para o aluno. O bom professor (assim como o diretor e os demais funcionários) é uma ferramenta - importantíssima - para o aprendizado. Mas ele é um meio, não um fim em si. Se o professor estiver satisfeito e motivado e o aluno ainda assim não aprender, a escola fracassou. [...] 

      Mas sem dúvida a oposição mais comum vem dos membros do grupo 3, que usam a seguinte palavra mágica: contextualizar. Escreve Pilar Lacerda, secretária da Educação Básica do MEC: "Divulgar o Ideb é necessário. Mas o contexto onde está a escola faz muita diferença nos resultados. Por isso é perigoso (sic) uma comparação ‘fria’ dos resultados". [...] Essa visão é caudatária de um mal que acomete grande parte dos nossos compatriotas: o de achar que o esforço importa mais que o resultado. [...]É mais difícil fazer com que esse aluno, nesse contexto, aprenda o mesmo que outro de boa família? Sem dúvida! O problema dessas escolas não é como os seus resultados ruins são divulgados, se serão servidos frios, quentes ou mornos: o problema são os resultados! [...] Nosso problema não é termos alunos pobres: é que nosso sistema educacional não sabe como ensiná-los, e está mais preocupado em encontrar meios de continuar não enxergando essa deficiência do que em solucioná-la. [...] precisamos que a escola dos pobres ensine mais do que a dos ricos. É difícil? Muito. Mas deve ser a nossa meta. E, se o Brasil como um todo não melhorar seu nível educacional, jamais chegará ao Primeiro Mundo. Esse é o non sequitur desse pensamento dos "contextualizadores": seria necessário nos tornarmos um país de gente rica para que pudéssemos dar educação de qualidade a todos. Mas a verdade é que o salto da educação precisa vir antes: sem educação de qualidade, não teremos desenvolvimento sustentado. Podemos nos enganar com um crescimento econômico puxado pela alta de valor das commodities, mas em algum momento teremos de encarar a realidade: um país não pode ser melhor, mais rico e mais bem preparado do que as pessoas que o compõem. 

As palavras “corolário” e “caudatária”, destacadas no texto, significam correta e respectivamente:
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Ano: 2014 Banca: IESES Órgão: SCGás Prova: IESES - 2014 - SCGás - Engenheiro |
Q609154 Administração Geral
O CPM se utiliza construções gráficas simples como flechas, círculos numerados e linhas tracejadas, que constituem, respectivamente:
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Ano: 2014 Banca: IESES Órgão: SCGás Prova: IESES - 2014 - SCGás - Engenheiro |
Q609133 Inglês
Choose the best dialogue completion:

I don't remember ____________ about the accident. 

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Ano: 2014 Banca: IESES Órgão: SCGás Prova: IESES - 2014 - SCGás - Engenheiro |
Q609129 Química
O gás natural é um combustível fóssil encontrado em rochas porosas no subsolo, podendo estar associado ou não ao petróleo. É composto por hidrocarbonetos leves, principalmente por:
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Ano: 2014 Banca: IESES Órgão: SCGás Prova: IESES - 2014 - SCGás - Engenheiro |
Q609118 Noções de Informática
Identifique a alternativa que apresenta a cominação de teclas (atalho) do Microsoft Word 2007 para ativar/desativar o “itálico”:
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Ano: 2014 Banca: IESES Órgão: SCGás Prova: IESES - 2014 - SCGás - Engenheiro |
Q609117 Noções de Informática
Analise as afirmativas abaixo em seguida assinale a alternativa correta, sobre o Microsoft Outlook 2007.

I. VPN

II. SMTP

III. POP3

IV. SSL

São protocolos de envio e recebimento de e-mails, respectivamente. 

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Ano: 2014 Banca: IESES Órgão: SCGás Prova: IESES - 2014 - SCGás - Engenheiro |
Q609116 Noções de Informática
Considerando a planilha abaixo, elaborada no Microsoft Excel 2007, Identifique a alternativa que apresenta a fórmula correta para apresentar como resultado na célula B5 o maior valor encontrado no conjunto de dados apresentado. 

                         Imagem associada para resolução da questão

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Ano: 2014 Banca: IESES Órgão: SCGás Prova: IESES - 2014 - SCGás - Engenheiro |
Q609115 Noções de Informática
Assinale a alternativa que apresenta a unidade de medida (abreviada) de múltiplos de “byte” em ordem CRESCENTE.
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Q609113 Português
A ortografia está correta em qual das alternativas? Assinale-a:
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Ano: 2014 Banca: IESES Órgão: SCGás Prova: IESES - 2014 - SCGás - Engenheiro |
Q609112 Português
Sobre as normas da correspondência oficial, analise as proposições a seguir:

I. A concisão, a clareza, a objetividade e a formalidade para elaborar expedientes oficiais contribuem para que seja alcançada a necessária impessoalidade.

II. As comunicações que partem dos órgãos públicos federais devem ser compreendidas por todo e qualquer cidadão brasileiro, por isso, há que evitar o uso de linguagem restrita a determinados grupos.

III. Em uma correspondência enviada ao Presidente da República, o vocativo a ser empregado é: Excelentíssimo Senhor, seguido do cargo respectivo: Excelentíssimo Senhor Presidente da República.

IV. Em comunicações oficiais, é empregado o uso do tratamento digníssimo (DD), às autoridades como senadores, ministros e juízes.

Assinale a alternativa que contenha análise correta das assertivas acima: 

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Ano: 2014 Banca: IESES Órgão: SCGás Prova: IESES - 2014 - SCGás - Engenheiro |
Q609108 Português

                                             UMA DECISÃO

                                             Por Sírio Possenti, em 03/04/2014 Disponível em:

                              http://terramagazine.terra.com.br/blogdosirio/blog/2014/04/

                                              03/uma-decisao/ Acesso em 20 de abril de 2014 

Há 15 anos, ou mais, decidi que tentaria escrever sobre linguística em jornais ou onde conseguisse, fora da academia (a internet quebrou meu galho, depois de algum tempo). Pensava, como penso, que a língua é um objeto crucial tanto para o simples conhecimento (muitos acham que a curiosidade é uma característica humana, tese em que acredito cada vez menos) quanto para a educação, entre outras questões.

Pertenço a um grupo que trabalhou duramente, escrevendo e dando cursos, para atualizar currículos escolares no Brasil, coisa que foi feita pela metade – o que não é pouco para um país conservador, cujas “elites” nunca leram uma gramática. Estão longe de ter lido pelo menos tópicos elementares (verbetes de enciclopédia, por exemplo) sobre linguística geral, sociolinguística, psicolinguística, pragmática, teorias do texto e do discurso etc.

Ao contrário do que muitos pensam, não se trata de introduzir teses de esquerda nas aulas de português, mas de introduzir teses que não sejam medievais sobre a realidade linguística mais banal e propor um tratamento escolar dos fatos de forma a facilitar o domínio da chamada norma culta. Portanto, é um projeto que poderia facilmente ser chamado de conservador. Só a ignorância elementar pode acusar estas teses de serem, por exemplo, de esquerda. [...]

Talvez só Steven Pinker possa concorrer com Saussure em sua quase irritação com certa idiotice dos “sábios”. Criticando duramente os colunistas de plantão que bradam contra a decadência da língua (também os há nos Estados Unidos!), Pinker profere a seguinte imprecação: “Eu digo a eles: Maven, shmaven! Kibbitzers e nudiks seria mais apropriado”. A sequência é assim traduzida por Claudia Berliner: “Que craques, que nada! Metidos a pentelhos seria mais apropriado” (O instinto da linguagem, p. 481).

O que mais ouvi de colegas durante esses anos é que deve ser difícil aguentar os comentários. É que todos sabem que a língua talvez seja o único campo que a sociedade ainda trata segundo critérios medievais: fundamentalmente, seguem-se argumentos de autoridade de manuais que mal se sustentam.

Mas eu insisto. E tenho uma espécie de sonho, bem modesto: um dia, lendo meus textinhos, no blog ou em outro lugar (nem vou informar onde mais publico periodicamente – a convite, se querem saber), a reação será razoável, se não puder ser racional. [...]

Já encontrei leitores de todos os tipos nesses longos anos: os que acham a linguística o fim da picada, os que acham que ela diz o óbvio, os que têm medo de suas teses, os que não entendem do que se trata etc. E há os que consideram os fatos, os argumentos e dizem que estão ou não estão convencidos da importância das novidades, mas que suas crenças estão um pouco abaladas.

Ultimamente, tenho me espantado com uma espécie de cruzada contra meus textos, que nem eram lidos ou eram alvo de pequenos debates, e ora de alguma simpatia, ora de antipatia, como é normal. Mas agora leio todas as semanas uma bobagem enorme, de um “especialista” que todas as semanas rotula meus textos de linguística bolivariana, tratem eles do que tratarem.

Mas que bobagem! E tem uma chusma de apoiadores. Ora, nunca houve mais de dez ou quinze leitores de meus textos. Agora há uma milícia que repete a mesma frase todas as semanas ou clica no sinal de apoio. Sou levado a crer que meus escritos incomodaram alguém.

Ontem (dia 02/04) encontrei consolo na coluna de Tostão, que se queixa de comentaristas e jornalistas esportivos que querem que ele repita (e fornece uma lista) “… e outras besteiras que ouço por aí”.

Não estou só. E vou em frente.

O segmento “ou mais” (l.1) indica que:
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Ano: 2014 Banca: IESES Órgão: IFC-SC Prova: IESES - 2014 - IFC-SC - Auditor |
Q577565 Noções de Informática
Quanto as opções de banda larga quando o acesso à Internet é fornecido por meio de uma linha telefônica temos: 
Alternativas
Respostas
11741: D
11742: D
11743: D
11744: A
11745: C
11746: C
11747: D
11748: C
11749: A
11750: B
11751: C
11752: D
11753: C
11754: D
11755: B
11756: C
11757: D
11758: C
11759: B
11760: C