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As tecnologias digitais trazem como marca a necessidade de redefinição do que se entende sobre humanidade, sobre vida e, no caso específico da aprendizagem, sobre os estudos científicos já realizados e paradigmáticos. A presença das tecnologias digitais nos processos de aprendizagem supõe a reestruturação das formas de conhecer, aprender e criar. Nesse sentido, o papel do organizador do processo educativo escolar, o professor, também sofre alterações significativas. A função do professor estará condicionada à maneira como as tecnologias digitais são apresentadas no processo de ensino, ou seja, como:
“A avaliação, na perspectiva da construção do conhecimento, parte de duas premissas básicas: confiança na possibilidade de os educandos construírem suas próprias verdades e valorização de suas manifestações e interesses.” (Jussara Hoffmann)
Nessa dimensão, são considerados episódios altamente significativos e impulsionadores da ação educativa:
As reuniões pedagógicas regulares nas escolas só têm sentido se os educadores e a própria escola estiverem em busca de concretização de uma proposta. Se houver compromisso com a formação continuada e a reflexão sobre a práxis e se houver um projeto de trabalho. As reuniões devem corresponder a uma necessidade do grupo. Para tanto, deve-se buscar conquistar o espaço para a reunião rotineira e ocupar bem o espaço conquistado.
Pode-se afirmar que a instituição que valoriza este espaço o faz porque, via de regra:
Na Escola Pindorama, um professor trouxe uma questão desafiadora e de difícil solução sobre a alfabetização de um determinado aluno. O coordenador pedagógico não está confiante de poder ajudar a encontrar estratégias para a atuação do professor. Ele sabe que precisa se capacitar e que sempre pode pedir ajuda externa.
Para Celso Vasconcellos, numa visão de formação permanente dos docentes, a intervenção da supervisão escolar, no papel da mediação crítica, deve centrar-se, primeiramente:
Em consonância com o Plano Nacional de Educação Lei no 10.172/01, o Plano Municipal de Educação de Maricá tem, entre os seus macro-objetivos:
A renovação do Conselho Municipal de Assistência Social – CMAS, após ampla discussão na Conferência Municipal de Assistência Social, se dará:
O Serviço de Atendimento de Reabilitação Especial de Maricá tem como sigla:
Asch (em Rodrigues e outros) estudou o comportamento de indivíduos diante de estímulos bem estruturados e nítidos no âmbito do fenômeno da influência social. Em suas pesquisas, verificou que os participantes que se conformavam com o julgamento errado da maioria faziam-no por três razões no que se refere à distorção:
“O sintoma mais doloroso do difuso mal-estar da civilização aparece sob o fenômeno do descuido, do descaso e do abandono, numa palavra, da falta de cuidado” (Boff, citado por Maia, M.S. Crianças de porão: descuido, violência psíquica e cuidado. Em Maia, M.S. Por uma ética do cuidado. Garamond, 2009, p. 362).
Considere os seguintes sinalizadores de descuido:
I descaso manifesto pelo destino dos pobres e marginalizados.
II abandono dos ideais de generosidade e compaixão.
III deteriorização do espaço público.
Segundo Boff, sinalizadores de descuido estão explicitados em:
Para promover o desenvolvimento do altruísmo na sociedade, afirma-se que Smith e Mackie (em Rodrigues e outros) descrevem as seguintes possibilidades:
I promover a identificação com quem precisa de ajuda, qualquer que seja a necessidade (súbita e aguda ou crônica e permanente), com um sentimento de similaridade entre o altruísta potencial e a pessoa necessitada.
II ativar, mentalmente, as normas sociais de ajuda (reciprocidade, responsabilidade social e justiça social) para que seja possível orientar o comportamento.
III encorajar o comportamento pró-social na infância, recompensando os atos altruístas das crianças com palavras elogiosas e gestos de carinho, sem supervalorizar as recompensas para que as crianças não distorçam a finalidadeda ajuda.
Dentre os itens mencionados:
A ideia sobre se o ser humano, em essência, é bom ou mau, tem sido discutida ao longo dos anos por vários autores clássicos. A afirmação de que a humanidade é, por natureza, boa e que o mal é criado pela sociedade foi defendida por:
Os fatores sociais desencadeadores da agressão, na visão de Rodrigues e outros, são:
Segundo Zillmann (em Rodrigues e outros), baseado na sua Teoria da Transferência de Excitação, a excitação gerada por uma situação pode ser transferida para outra e intensificar o estado emocional subsequente. Nessa visão, a agressão dependerá de três fatores. São eles:
O uso de testes no processo de Avaliação Psicológica, de acordo com Pellini e Leme (em Ambiel), esta deve ser realizada pelo profissional da psicologia de forma crítica e ética.
Afirma-se que para atuar desta forma o psicólogo deve:
I elaborar ou escolher instrumentos adequados, considerando a correta condição de aplicação e análise de seus resultados, definindo o que aferir e como aferir, e verificar as consequências dessa aferição e o uso dos resultados obtidos.
II usar testes estrangeiros na sua forma original, somente em processos seletivos de empresas multinacionais, para comparar o desempenho entre os candidatos estrangeiros e os candidatos brasileiros, garantindo a padronização dos resultados.
III empregar, na devolutiva dos resultados para colegas psicólogos, termos técnicos, constando as referências aos recursos utilizados e discutindo-se os detalhes dos aspectos mais primitivos às defesas mais regressivas e mais maduras do cliente.
Dentre os itens mencionados:
Para avaliação de comportamentos de risco na adolescência, Câmara (em Alchieri) realizou três análises de regressão logística, uma para cada variável: enfrentamento violento, conduta sexual e consumo de drogas ilegais.
Tabela 2. Variáveis incluídas no modelo final para enfrentamento violento, conduta sexual de risco e consumo de drogas ilegais (estimativas e significância dos coeficientes) |
Modelo preditivo final para enfrentamento violento | ||||||
B |
S.E. |
Wald |
Df |
Sig |
Exp(B) |
|
Sexo |
.-.692 |
.794 |
.077 |
-.099 |
094 |
-.121 |
Dirige carro ou moto |
.157 |
..224 |
.203 |
.021 |
.035 |
.044 |
Bem-estar psicológico |
.041 |
.056 |
8.027 |
15.352 |
13.825 |
8.002 |
ACS - Criar ilusões |
4.052 |
8.893 |
7.720 |
1 |
1 |
1 |
ACS - Ação Social |
1 |
1 |
1 |
1 |
.005 |
.000 |
ACS - Autoculpar-se |
.000 |
.005 |
.034 |
003 |
.005 |
.501 |
ACS - Buscar diversões relaxantes |
2.211 |
1.080 |
.906 |
1.098 |
.896 |
1.169 |
Modelo preditivo para comportamento sexual de risco | ||||||
Sexo |
1.042 |
.292 |
12.716 |
1 |
.000 |
.353 |
Número de parceiros sexuais no ano passado |
1.918 |
254 |
56.900 |
1 |
000 |
6.806 |
Experiência com álcool |
.537 |
.224 |
5.754 |
1 |
.016 |
1.711 |
Bem-estar psicológico |
-.071 |
.022 |
10.295 |
1 |
.001 |
.931 |
ACS - Buscar pertença |
-.119 |
.048 |
6.226 |
1 |
.013 |
.888 |
Modelo preditivo final para consumo de drogas ilegais | ||||||
Número de parceiros sexuais no ano |
.535 |
.758 |
.621 |
.103 |
-.092 |
.135 |
Experiência com álcool |
.221 |
.115 |
.039 |
.046 |
15.709 |
11.729 |
Experiência com cigarro |
29.245 |
7.187 |
4.039 |
1 |
1 |
1 |
ACS - Redução da tensão |
1 |
1 |
.000 |
.001 |
.000 |
.007 |
ACS - Buscar apoio espiritual |
.044 |
1.708 |
2.134 |
1.861 |
1.109 |
.912 |
De acordo com a interpretação da tabela, no que se refere ao comportamento sexual de risco, Câmara descreve as variáveis que apresentam efeitos significativos. Dentre essas variáveis independentes, a que apresenta um efeito significativamente maior é a variável:
Numa das duas teorias utilizadas por Câmara (em Alchieri), para entender os aspectos intervenientes nos comportamentos de riscos entre jovens, ele aponta que a execução do comportamento, uma vez NÃO estando completamente sob o controle da vontade do sujeito, pode estar influenciada por fatores externos do(da):
Numa das duas teorias utilizadas por Câmara (em Alchieri), para entender os aspectos intervenientes nos comportamentos de riscos entre jovens, ele aponta que as ações ou os comportamentos de um indivíduo NÃO são realizados sem que este possa refletir sobre suas implicações. Trata-se da Teoria:
“Está em curso no Brasil um verdadeiro genocídio. A violência tem se tornado um flagelo para toda a sociedade, difundindo o sofrimento, generalizando o medo e produzindo danos profundos na economia. Entretanto, os efeitos mais graves da nossa barbárie cotidiana não se distribuem aleatoriamente. Como tudo no Brasil, também a vitimização letal se distribui de forma desigual: são sobretudo os jovens pobres e negros, do sexo masculino, entre 15 e 24 anos, que têm pagado com a vida o preço da nossa insensatez coletiva. O problema alcançou um ponto tão grave que já há déficit de jovens do sexo masculino na estrutura demográfica brasileira. (...) Um jovem pobre e negro caminhando pelas ruas de uma grande cidade brasileira é um ser socialmente invisível. Uma das formas mais eficientes de tornar alguém invisível é projetar sobre ele ou ela um estigma, um preconceito. (...) Um dia, um traficante dá a um desses jovens uma arma. Quando um desses meninos nos parar na esquina, apontandonos esta arma, estará provocando em cada um de nós um sentimento – o sentimento do medo, que é negativo, mas é um sentimento. Ao fazê-lo, saltará da sombra em que desaparecera e se tornará visível. A arma será o passaporte para a visibilidade. (...) O jovem pede a carteira; aponta a arma para minha cabeça e pede a carteira. Pede, não. Ordena. Velha fórmula: a bolsa ou a vida. Leva o dinheiro. Com a grana, compra um tênis de marca.”
Soares, L.E. “Juventude e violência no Brasil contemporâneo. Em MAIA, M. S. (org) Por uma ética do cuidado. Garamond, p.323-355. (adaptado).
Do dilema entre se esse fenômeno é matéria para a psicologia ou é caso de polícia, a posição de Soares é a de que:
A violência doméstica tem efeitos profundos sobre a criança. Segundo Albuquerque (em Maia), inúmeros fatores se entrelaçam para configurar a situação de violência e seus efeitos. Considere:
I os valores culturais da época.
II as características psíquicas de cada membro da família.
III o possível sonambulismo de um dos pais.
De acordo com Albuquerque:
Afirma-se que entre as principais proposições da Teoria da Dissonância Cognitiva de Festinger estão as seguintes:
I Havendo dissonância cognitiva, o indivíduo tenta diminui-la ou eliminá-la e se comporta de forma a evitar acontecimentos que a aumentem.
II Havendo consonância cognitiva, o indivíduo se comporta de forma a evitar acontecimentos provocadores de dissonância.
III Dissonância cognitiva só pode ser reduzida ou eliminada através do acréscimo de novas cognições; NÃO adianta apenas mudar as cognições existentes.
Das afirmações apresentadas: