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Q3761774 Português
Quatro ou cinco grupos diferentes de alunos do Farroupilha estiveram lá em casa numa mesma missão, designada por seu professor de Português: saber se eu considerava o estudo da Gramática indispensável para aprender e usar a nossa ou qualquer outra língua. Cada grupo portava seu gravador cassete e andava arrecadando opiniões. Suspeitei que o tal professor lia esta coluna, se descabelava diariamente com as suas afrontas às leis da língua, e aproveitava aquela oportunidade para me desmascarar. Já estava até preparando minha defesa. Mas os alunos desfizeram o equívoco antes que ele se criasse. Eles mesmos tinham escolhido os nomes a serem entrevistados. Vocês têm certeza que não pegaram o Verissimo errado? Não. Então vamos em frente.

Respondi que a linguagem é um meio de comunicação e que deve ser julgada exclusivamente como tal. Respeitadas algumas regras básicas da Gramática, para evitar os vexames mais gritantes, as outras são dispensáveis. A sintaxe é uma questão de uso, não de princípios. Escrever bem é escrever claro, não necessariamente certo. Por exemplo: dizer “escrever claro” não é certo, mas é claro, certo? O importante é comunicar. (E quando possível surpreender, iluminar, divertir, mover... Mas aí entramos na área do talento, que também não tem nada a ver com Gramática). A Gramática é o esqueleto da língua. Só predomina nas línguas mortas.

Claro que eu não disse tudo isso para meus entrevistadores. E adverti que minha implicância com a Gramática na certa se devia à minha pouca intimidade com ela. Sempre fui péssimo em Português. Mas – isso eu disse – vejam vocês, a intimidade com a Gramática é tão indispensável que eu ganho a vida escrevendo, apesar da minha total inocência na matéria. Sou um gigolô das palavras. Vivo às suas custas. Abuso delas. Só uso as que eu conheço, as desconhecidas são perigosas e potencialmente traiçoeiras. Exijo submissão. Não raro, peço delas flexões inomináveis para satisfazer um gosto passageiro. Maltrato‑as, sem dúvida. E jamais me deixo dominar por elas. Não me meto na sua vida particular. Não me interessa seu passado, suas origens, sua família nem o que outros já fizeram com elas.

VERISSIMO, Luís Fernando. O gigolô das palavras. In: Luís Fernando Verissimo. Para gostar de ler; Luís Fernando Verissimo: o nariz e outras crônicas. 10a . ed. São Paulo: Ática, 2002. p. 77 (com adaptações).

Com base nos aspectos gramaticais do texto apresentado, julgue o item seguinte. 
No trecho “Sou um gigolô das palavras. Vivo às suas custas. Abuso delas. Só uso as que eu conheço, as desconhecidas são perigosas e potencialmente traiçoeiras. Exijo submissão. Não raro, peço delas flexões inomináveis para satisfazer um gosto passageiro. Maltrato‑as, sem dúvida. E jamais me deixo dominar por elas. Não me meto na sua vida particular. Não me interessa seu passado, suas origens, sua família nem o que outros já fizeram com elas”, o pronome “seu”, presente em “seu passado”, do ponto de vista textual, substitui o termo “as palavras” presente na oração “Sou um gigolô das palavras” e, do ponto de vista sintático, estabelece concordância com o termo “passado”. 
Alternativas
Q3761773 Português
Quatro ou cinco grupos diferentes de alunos do Farroupilha estiveram lá em casa numa mesma missão, designada por seu professor de Português: saber se eu considerava o estudo da Gramática indispensável para aprender e usar a nossa ou qualquer outra língua. Cada grupo portava seu gravador cassete e andava arrecadando opiniões. Suspeitei que o tal professor lia esta coluna, se descabelava diariamente com as suas afrontas às leis da língua, e aproveitava aquela oportunidade para me desmascarar. Já estava até preparando minha defesa. Mas os alunos desfizeram o equívoco antes que ele se criasse. Eles mesmos tinham escolhido os nomes a serem entrevistados. Vocês têm certeza que não pegaram o Verissimo errado? Não. Então vamos em frente.

Respondi que a linguagem é um meio de comunicação e que deve ser julgada exclusivamente como tal. Respeitadas algumas regras básicas da Gramática, para evitar os vexames mais gritantes, as outras são dispensáveis. A sintaxe é uma questão de uso, não de princípios. Escrever bem é escrever claro, não necessariamente certo. Por exemplo: dizer “escrever claro” não é certo, mas é claro, certo? O importante é comunicar. (E quando possível surpreender, iluminar, divertir, mover... Mas aí entramos na área do talento, que também não tem nada a ver com Gramática). A Gramática é o esqueleto da língua. Só predomina nas línguas mortas.

Claro que eu não disse tudo isso para meus entrevistadores. E adverti que minha implicância com a Gramática na certa se devia à minha pouca intimidade com ela. Sempre fui péssimo em Português. Mas – isso eu disse – vejam vocês, a intimidade com a Gramática é tão indispensável que eu ganho a vida escrevendo, apesar da minha total inocência na matéria. Sou um gigolô das palavras. Vivo às suas custas. Abuso delas. Só uso as que eu conheço, as desconhecidas são perigosas e potencialmente traiçoeiras. Exijo submissão. Não raro, peço delas flexões inomináveis para satisfazer um gosto passageiro. Maltrato‑as, sem dúvida. E jamais me deixo dominar por elas. Não me meto na sua vida particular. Não me interessa seu passado, suas origens, sua família nem o que outros já fizeram com elas.

VERISSIMO, Luís Fernando. O gigolô das palavras. In: Luís Fernando Verissimo. Para gostar de ler; Luís Fernando Verissimo: o nariz e outras crônicas. 10a . ed. São Paulo: Ática, 2002. p. 77 (com adaptações).

Com base nos aspectos gramaticais do texto apresentado, julgue o item seguinte. 
No trecho “saber se eu considerava o estudo da Gramática indispensável para aprender e usar a nossa ou qualquer outra língua”, a forma verbal “considerava” tem significado de “considerava” e o termo “indispensável” funciona como adjunto adverbial que descreve o modo como o autor considerava o estudo da Gramática. 
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Q3761772 Português
Quatro ou cinco grupos diferentes de alunos do Farroupilha estiveram lá em casa numa mesma missão, designada por seu professor de Português: saber se eu considerava o estudo da Gramática indispensável para aprender e usar a nossa ou qualquer outra língua. Cada grupo portava seu gravador cassete e andava arrecadando opiniões. Suspeitei que o tal professor lia esta coluna, se descabelava diariamente com as suas afrontas às leis da língua, e aproveitava aquela oportunidade para me desmascarar. Já estava até preparando minha defesa. Mas os alunos desfizeram o equívoco antes que ele se criasse. Eles mesmos tinham escolhido os nomes a serem entrevistados. Vocês têm certeza que não pegaram o Verissimo errado? Não. Então vamos em frente.

Respondi que a linguagem é um meio de comunicação e que deve ser julgada exclusivamente como tal. Respeitadas algumas regras básicas da Gramática, para evitar os vexames mais gritantes, as outras são dispensáveis. A sintaxe é uma questão de uso, não de princípios. Escrever bem é escrever claro, não necessariamente certo. Por exemplo: dizer “escrever claro” não é certo, mas é claro, certo? O importante é comunicar. (E quando possível surpreender, iluminar, divertir, mover... Mas aí entramos na área do talento, que também não tem nada a ver com Gramática). A Gramática é o esqueleto da língua. Só predomina nas línguas mortas.

Claro que eu não disse tudo isso para meus entrevistadores. E adverti que minha implicância com a Gramática na certa se devia à minha pouca intimidade com ela. Sempre fui péssimo em Português. Mas – isso eu disse – vejam vocês, a intimidade com a Gramática é tão indispensável que eu ganho a vida escrevendo, apesar da minha total inocência na matéria. Sou um gigolô das palavras. Vivo às suas custas. Abuso delas. Só uso as que eu conheço, as desconhecidas são perigosas e potencialmente traiçoeiras. Exijo submissão. Não raro, peço delas flexões inomináveis para satisfazer um gosto passageiro. Maltrato‑as, sem dúvida. E jamais me deixo dominar por elas. Não me meto na sua vida particular. Não me interessa seu passado, suas origens, sua família nem o que outros já fizeram com elas.

VERISSIMO, Luís Fernando. O gigolô das palavras. In: Luís Fernando Verissimo. Para gostar de ler; Luís Fernando Verissimo: o nariz e outras crônicas. 10a . ed. São Paulo: Ática, 2002. p. 77 (com adaptações).

Com base nos aspectos gramaticais do texto apresentado, julgue o item seguinte. 
No trecho “Mas – isso eu disse – vejam vocês, a intimidade com a Gramática é tão indispensável que eu ganho a vida escrevendo”, o papel do duplo travessão é o de delimitar uma oração que funciona como aposto. 
Alternativas
Q3761771 Português
Quatro ou cinco grupos diferentes de alunos do Farroupilha estiveram lá em casa numa mesma missão, designada por seu professor de Português: saber se eu considerava o estudo da Gramática indispensável para aprender e usar a nossa ou qualquer outra língua. Cada grupo portava seu gravador cassete e andava arrecadando opiniões. Suspeitei que o tal professor lia esta coluna, se descabelava diariamente com as suas afrontas às leis da língua, e aproveitava aquela oportunidade para me desmascarar. Já estava até preparando minha defesa. Mas os alunos desfizeram o equívoco antes que ele se criasse. Eles mesmos tinham escolhido os nomes a serem entrevistados. Vocês têm certeza que não pegaram o Verissimo errado? Não. Então vamos em frente.

Respondi que a linguagem é um meio de comunicação e que deve ser julgada exclusivamente como tal. Respeitadas algumas regras básicas da Gramática, para evitar os vexames mais gritantes, as outras são dispensáveis. A sintaxe é uma questão de uso, não de princípios. Escrever bem é escrever claro, não necessariamente certo. Por exemplo: dizer “escrever claro” não é certo, mas é claro, certo? O importante é comunicar. (E quando possível surpreender, iluminar, divertir, mover... Mas aí entramos na área do talento, que também não tem nada a ver com Gramática). A Gramática é o esqueleto da língua. Só predomina nas línguas mortas.

Claro que eu não disse tudo isso para meus entrevistadores. E adverti que minha implicância com a Gramática na certa se devia à minha pouca intimidade com ela. Sempre fui péssimo em Português. Mas – isso eu disse – vejam vocês, a intimidade com a Gramática é tão indispensável que eu ganho a vida escrevendo, apesar da minha total inocência na matéria. Sou um gigolô das palavras. Vivo às suas custas. Abuso delas. Só uso as que eu conheço, as desconhecidas são perigosas e potencialmente traiçoeiras. Exijo submissão. Não raro, peço delas flexões inomináveis para satisfazer um gosto passageiro. Maltrato‑as, sem dúvida. E jamais me deixo dominar por elas. Não me meto na sua vida particular. Não me interessa seu passado, suas origens, sua família nem o que outros já fizeram com elas.

VERISSIMO, Luís Fernando. O gigolô das palavras. In: Luís Fernando Verissimo. Para gostar de ler; Luís Fernando Verissimo: o nariz e outras crônicas. 10a . ed. São Paulo: Ática, 2002. p. 77 (com adaptações).

Com base nos aspectos gramaticais do texto apresentado, julgue o item seguinte. 
Na estrutura da oração “A Gramática é o esqueleto da língua”, há uma figura de linguagem denominada comparação.
Alternativas
Q3761770 Português
Quatro ou cinco grupos diferentes de alunos do Farroupilha estiveram lá em casa numa mesma missão, designada por seu professor de Português: saber se eu considerava o estudo da Gramática indispensável para aprender e usar a nossa ou qualquer outra língua. Cada grupo portava seu gravador cassete e andava arrecadando opiniões. Suspeitei que o tal professor lia esta coluna, se descabelava diariamente com as suas afrontas às leis da língua, e aproveitava aquela oportunidade para me desmascarar. Já estava até preparando minha defesa. Mas os alunos desfizeram o equívoco antes que ele se criasse. Eles mesmos tinham escolhido os nomes a serem entrevistados. Vocês têm certeza que não pegaram o Verissimo errado? Não. Então vamos em frente.

Respondi que a linguagem é um meio de comunicação e que deve ser julgada exclusivamente como tal. Respeitadas algumas regras básicas da Gramática, para evitar os vexames mais gritantes, as outras são dispensáveis. A sintaxe é uma questão de uso, não de princípios. Escrever bem é escrever claro, não necessariamente certo. Por exemplo: dizer “escrever claro” não é certo, mas é claro, certo? O importante é comunicar. (E quando possível surpreender, iluminar, divertir, mover... Mas aí entramos na área do talento, que também não tem nada a ver com Gramática). A Gramática é o esqueleto da língua. Só predomina nas línguas mortas.

Claro que eu não disse tudo isso para meus entrevistadores. E adverti que minha implicância com a Gramática na certa se devia à minha pouca intimidade com ela. Sempre fui péssimo em Português. Mas – isso eu disse – vejam vocês, a intimidade com a Gramática é tão indispensável que eu ganho a vida escrevendo, apesar da minha total inocência na matéria. Sou um gigolô das palavras. Vivo às suas custas. Abuso delas. Só uso as que eu conheço, as desconhecidas são perigosas e potencialmente traiçoeiras. Exijo submissão. Não raro, peço delas flexões inomináveis para satisfazer um gosto passageiro. Maltrato‑as, sem dúvida. E jamais me deixo dominar por elas. Não me meto na sua vida particular. Não me interessa seu passado, suas origens, sua família nem o que outros já fizeram com elas.

VERISSIMO, Luís Fernando. O gigolô das palavras. In: Luís Fernando Verissimo. Para gostar de ler; Luís Fernando Verissimo: o nariz e outras crônicas. 10a . ed. São Paulo: Ática, 2002. p. 77 (com adaptações).

Com base nos aspectos gramaticais do texto apresentado, julgue o item seguinte. 
Para a construção do período “Por exemplo: dizer ‘escrever claro’ não é certo, mas é claro, certo?”, o autor vale‑se de diferentes significados e classificações das palavras “claro” e “certo”.
Alternativas
Q3761769 Português
Quatro ou cinco grupos diferentes de alunos do Farroupilha estiveram lá em casa numa mesma missão, designada por seu professor de Português: saber se eu considerava o estudo da Gramática indispensável para aprender e usar a nossa ou qualquer outra língua. Cada grupo portava seu gravador cassete e andava arrecadando opiniões. Suspeitei que o tal professor lia esta coluna, se descabelava diariamente com as suas afrontas às leis da língua, e aproveitava aquela oportunidade para me desmascarar. Já estava até preparando minha defesa. Mas os alunos desfizeram o equívoco antes que ele se criasse. Eles mesmos tinham escolhido os nomes a serem entrevistados. Vocês têm certeza que não pegaram o Verissimo errado? Não. Então vamos em frente.

Respondi que a linguagem é um meio de comunicação e que deve ser julgada exclusivamente como tal. Respeitadas algumas regras básicas da Gramática, para evitar os vexames mais gritantes, as outras são dispensáveis. A sintaxe é uma questão de uso, não de princípios. Escrever bem é escrever claro, não necessariamente certo. Por exemplo: dizer “escrever claro” não é certo, mas é claro, certo? O importante é comunicar. (E quando possível surpreender, iluminar, divertir, mover... Mas aí entramos na área do talento, que também não tem nada a ver com Gramática). A Gramática é o esqueleto da língua. Só predomina nas línguas mortas.

Claro que eu não disse tudo isso para meus entrevistadores. E adverti que minha implicância com a Gramática na certa se devia à minha pouca intimidade com ela. Sempre fui péssimo em Português. Mas – isso eu disse – vejam vocês, a intimidade com a Gramática é tão indispensável que eu ganho a vida escrevendo, apesar da minha total inocência na matéria. Sou um gigolô das palavras. Vivo às suas custas. Abuso delas. Só uso as que eu conheço, as desconhecidas são perigosas e potencialmente traiçoeiras. Exijo submissão. Não raro, peço delas flexões inomináveis para satisfazer um gosto passageiro. Maltrato‑as, sem dúvida. E jamais me deixo dominar por elas. Não me meto na sua vida particular. Não me interessa seu passado, suas origens, sua família nem o que outros já fizeram com elas.

VERISSIMO, Luís Fernando. O gigolô das palavras. In: Luís Fernando Verissimo. Para gostar de ler; Luís Fernando Verissimo: o nariz e outras crônicas. 10a . ed. São Paulo: Ática, 2002. p. 77 (com adaptações).

Com base nos aspectos gramaticais do texto apresentado, julgue o item seguinte. 
Tanto na palavra “Farroupilha”, presente no trecho “Quatro ou cinco grupos diferentes de alunos do Farroupilha estiveram lá em casa numa mesma missão, designada por seu professor de Português”, como na palavra “necessariamente”, presente no trecho “Escrever bem é escrever claro, não necessariamente certo”, identificam‑se dois dígrafos.
Alternativas
Q3761768 Português
O QUE É LINGUAGEM SIMPLES?

É uma técnica de comunicação utilizada para transmitir informações de maneira simples, objetiva e inclusiva, com a finalidade de facilitar a compreensão.

É a forma de estruturar o texto para o leitor encontrar facilmente o que procura, compreender o que encontrou e utilizar a informação, sem a necessidade da releitura do texto.

No Brasil, a primeira política pública para tratar exclusivamente do tema de Linguagem Simples surgiu em 2019 com a criação do Programa Municipal de Linguagem Simples da Prefeitura de São Paulo.

POR QUE USAR LINGUAGEM SIMPLES?

O público‑alvo da Secretaria de Educação é muito amplo. Temos crianças, adolescentes, pais, mães, avós. E ainda temos o público interno, servidores de várias áreas como administração, tecnologia, direito, pedagogia. É importante ter uma linguagem que todos os públicos possam compreender. Existem estudos que revelam a dificuldade de leitura dos brasileiros, o que deixa mais visível ainda a necessidade de adequação de linguagem: 3 a cada 10 brasileiros adultos têm dificuldade de entender textos simples (Todos Pela Educação, 2018).

As vantagens do emprego da linguagem simples são diversas:

• Garante a participação e o controle da gestão pública pela população.

• Reduz a necessidade de intermediários entre o governo e a população.

• É direito do usuário a adequada prestação de serviços.

• Dá foco nos cidadãos e na geração de valor.

• Facilita a comunicação interna e o entendimento das informações.

O QUE É PRECISO FAZER?

Adequar as mensagens, a linguagem, os documentos e os canais aos diferentes segmentos de público, de maneira simplificada e acessível.

• Empregue uma linguagem respeitosa, clara, acessível, inclusiva e de fácil compreensão.

• Dê preferência a palavras comuns e usadas no dia a dia. • Lembre‑se de que o texto pode ser lido por criança, adolescente, pessoa com deficiência ou transtornos.

• Sempre obedeça às regras gramaticais.

• Evite o uso de termos estrangeiros, jargões, termos técnicos e siglas desconhecidas.

• Use a linguagem simples no atendimento ao público e nos atos administrativos internos. Internet: (com adaptações).

Com base nas propriedades linguísticas do texto, julgue o item a seguir. 
No trecho “No Brasil, a primeira política pública para tratar exclusivamente do tema de Linguagem Simples surgiu em 2019 com a criação do Programa Municipal de Linguagem Simples da Prefeitura de São Paulo”, identificam‑se uma frase, uma oração e um período. 
Alternativas
Q3761767 Português
O QUE É LINGUAGEM SIMPLES?

É uma técnica de comunicação utilizada para transmitir informações de maneira simples, objetiva e inclusiva, com a finalidade de facilitar a compreensão.

É a forma de estruturar o texto para o leitor encontrar facilmente o que procura, compreender o que encontrou e utilizar a informação, sem a necessidade da releitura do texto.

No Brasil, a primeira política pública para tratar exclusivamente do tema de Linguagem Simples surgiu em 2019 com a criação do Programa Municipal de Linguagem Simples da Prefeitura de São Paulo.

POR QUE USAR LINGUAGEM SIMPLES?

O público‑alvo da Secretaria de Educação é muito amplo. Temos crianças, adolescentes, pais, mães, avós. E ainda temos o público interno, servidores de várias áreas como administração, tecnologia, direito, pedagogia. É importante ter uma linguagem que todos os públicos possam compreender. Existem estudos que revelam a dificuldade de leitura dos brasileiros, o que deixa mais visível ainda a necessidade de adequação de linguagem: 3 a cada 10 brasileiros adultos têm dificuldade de entender textos simples (Todos Pela Educação, 2018).

As vantagens do emprego da linguagem simples são diversas:

• Garante a participação e o controle da gestão pública pela população.

• Reduz a necessidade de intermediários entre o governo e a população.

• É direito do usuário a adequada prestação de serviços.

• Dá foco nos cidadãos e na geração de valor.

• Facilita a comunicação interna e o entendimento das informações.

O QUE É PRECISO FAZER?

Adequar as mensagens, a linguagem, os documentos e os canais aos diferentes segmentos de público, de maneira simplificada e acessível.

• Empregue uma linguagem respeitosa, clara, acessível, inclusiva e de fácil compreensão.

• Dê preferência a palavras comuns e usadas no dia a dia. • Lembre‑se de que o texto pode ser lido por criança, adolescente, pessoa com deficiência ou transtornos.

• Sempre obedeça às regras gramaticais.

• Evite o uso de termos estrangeiros, jargões, termos técnicos e siglas desconhecidas.

• Use a linguagem simples no atendimento ao público e nos atos administrativos internos. Internet: (com adaptações).

Com base nas propriedades linguísticas do texto, julgue o item a seguir. 
Dadas as características do verbo “lembrar”, o período “Lembre‑se de que o texto pode ser lido por criança, adolescente, pessoa com deficiência ou transtornos” pode ser reescrito como “Lembre que o texto pode ser lido por criança, adolescente, pessoa com deficiência ou transtornos” sem incorrer em erro gramatical.
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Q3761766 Português
O QUE É LINGUAGEM SIMPLES?

É uma técnica de comunicação utilizada para transmitir informações de maneira simples, objetiva e inclusiva, com a finalidade de facilitar a compreensão.

É a forma de estruturar o texto para o leitor encontrar facilmente o que procura, compreender o que encontrou e utilizar a informação, sem a necessidade da releitura do texto.

No Brasil, a primeira política pública para tratar exclusivamente do tema de Linguagem Simples surgiu em 2019 com a criação do Programa Municipal de Linguagem Simples da Prefeitura de São Paulo.

POR QUE USAR LINGUAGEM SIMPLES?

O público‑alvo da Secretaria de Educação é muito amplo. Temos crianças, adolescentes, pais, mães, avós. E ainda temos o público interno, servidores de várias áreas como administração, tecnologia, direito, pedagogia. É importante ter uma linguagem que todos os públicos possam compreender. Existem estudos que revelam a dificuldade de leitura dos brasileiros, o que deixa mais visível ainda a necessidade de adequação de linguagem: 3 a cada 10 brasileiros adultos têm dificuldade de entender textos simples (Todos Pela Educação, 2018).

As vantagens do emprego da linguagem simples são diversas:

• Garante a participação e o controle da gestão pública pela população.

• Reduz a necessidade de intermediários entre o governo e a população.

• É direito do usuário a adequada prestação de serviços.

• Dá foco nos cidadãos e na geração de valor.

• Facilita a comunicação interna e o entendimento das informações.

O QUE É PRECISO FAZER?

Adequar as mensagens, a linguagem, os documentos e os canais aos diferentes segmentos de público, de maneira simplificada e acessível.

• Empregue uma linguagem respeitosa, clara, acessível, inclusiva e de fácil compreensão.

• Dê preferência a palavras comuns e usadas no dia a dia. • Lembre‑se de que o texto pode ser lido por criança, adolescente, pessoa com deficiência ou transtornos.

• Sempre obedeça às regras gramaticais.

• Evite o uso de termos estrangeiros, jargões, termos técnicos e siglas desconhecidas.

• Use a linguagem simples no atendimento ao público e nos atos administrativos internos. Internet: (com adaptações).

Com base nas propriedades linguísticas do texto, julgue o item a seguir. 
Na oração “Dê preferência a palavras comuns e utilizadas no dia a dia”, a substituição da expressão “dia a dia” por “dia‑a‑dia” é gramaticalmente correta, mas altera o sentido da oração.
Alternativas
Q3761765 Português
O QUE É LINGUAGEM SIMPLES?

É uma técnica de comunicação utilizada para transmitir informações de maneira simples, objetiva e inclusiva, com a finalidade de facilitar a compreensão.

É a forma de estruturar o texto para o leitor encontrar facilmente o que procura, compreender o que encontrou e utilizar a informação, sem a necessidade da releitura do texto.

No Brasil, a primeira política pública para tratar exclusivamente do tema de Linguagem Simples surgiu em 2019 com a criação do Programa Municipal de Linguagem Simples da Prefeitura de São Paulo.

POR QUE USAR LINGUAGEM SIMPLES?

O público‑alvo da Secretaria de Educação é muito amplo. Temos crianças, adolescentes, pais, mães, avós. E ainda temos o público interno, servidores de várias áreas como administração, tecnologia, direito, pedagogia. É importante ter uma linguagem que todos os públicos possam compreender. Existem estudos que revelam a dificuldade de leitura dos brasileiros, o que deixa mais visível ainda a necessidade de adequação de linguagem: 3 a cada 10 brasileiros adultos têm dificuldade de entender textos simples (Todos Pela Educação, 2018).

As vantagens do emprego da linguagem simples são diversas:

• Garante a participação e o controle da gestão pública pela população.

• Reduz a necessidade de intermediários entre o governo e a população.

• É direito do usuário a adequada prestação de serviços.

• Dá foco nos cidadãos e na geração de valor.

• Facilita a comunicação interna e o entendimento das informações.

O QUE É PRECISO FAZER?

Adequar as mensagens, a linguagem, os documentos e os canais aos diferentes segmentos de público, de maneira simplificada e acessível.

• Empregue uma linguagem respeitosa, clara, acessível, inclusiva e de fácil compreensão.

• Dê preferência a palavras comuns e usadas no dia a dia. • Lembre‑se de que o texto pode ser lido por criança, adolescente, pessoa com deficiência ou transtornos.

• Sempre obedeça às regras gramaticais.

• Evite o uso de termos estrangeiros, jargões, termos técnicos e siglas desconhecidas.

• Use a linguagem simples no atendimento ao público e nos atos administrativos internos. Internet: (com adaptações).

Com base nas propriedades linguísticas do texto, julgue o item a seguir. 
Nas orações “Garante a participação e o controle da gestão pública pela população”, “Reduz a necessidade de intermediários entre o governo e a população”, “É direito do usuário a adequada prestação de serviços”, “Dá foco nos cidadãos e na geração de valor” e “Facilita a comunicação interna e o entendimento das informações”, a 3ª pessoa do singular nas formas verbais “Garante”, “Reduz”, “É”, “Dá” e “Facilita” justifica‑se por concordância com o termo “o emprego da linguagem simples”, referente do sujeito oculto dessas formas verbais.
Alternativas
Q3761764 Português
O QUE É LINGUAGEM SIMPLES?

É uma técnica de comunicação utilizada para transmitir informações de maneira simples, objetiva e inclusiva, com a finalidade de facilitar a compreensão.

É a forma de estruturar o texto para o leitor encontrar facilmente o que procura, compreender o que encontrou e utilizar a informação, sem a necessidade da releitura do texto.

No Brasil, a primeira política pública para tratar exclusivamente do tema de Linguagem Simples surgiu em 2019 com a criação do Programa Municipal de Linguagem Simples da Prefeitura de São Paulo.

POR QUE USAR LINGUAGEM SIMPLES?

O público‑alvo da Secretaria de Educação é muito amplo. Temos crianças, adolescentes, pais, mães, avós. E ainda temos o público interno, servidores de várias áreas como administração, tecnologia, direito, pedagogia. É importante ter uma linguagem que todos os públicos possam compreender. Existem estudos que revelam a dificuldade de leitura dos brasileiros, o que deixa mais visível ainda a necessidade de adequação de linguagem: 3 a cada 10 brasileiros adultos têm dificuldade de entender textos simples (Todos Pela Educação, 2018).

As vantagens do emprego da linguagem simples são diversas:

• Garante a participação e o controle da gestão pública pela população.

• Reduz a necessidade de intermediários entre o governo e a população.

• É direito do usuário a adequada prestação de serviços.

• Dá foco nos cidadãos e na geração de valor.

• Facilita a comunicação interna e o entendimento das informações.

O QUE É PRECISO FAZER?

Adequar as mensagens, a linguagem, os documentos e os canais aos diferentes segmentos de público, de maneira simplificada e acessível.

• Empregue uma linguagem respeitosa, clara, acessível, inclusiva e de fácil compreensão.

• Dê preferência a palavras comuns e usadas no dia a dia. • Lembre‑se de que o texto pode ser lido por criança, adolescente, pessoa com deficiência ou transtornos.

• Sempre obedeça às regras gramaticais.

• Evite o uso de termos estrangeiros, jargões, termos técnicos e siglas desconhecidas.

• Use a linguagem simples no atendimento ao público e nos atos administrativos internos. Internet: (com adaptações).

Com base nas propriedades linguísticas do texto, julgue o item a seguir. 
Na oração “que todos os públicos possam compreender”, a forma verbal “possam” é empregada com o significado de “sejam capazes de”. 
Alternativas
Q3761763 Português
O QUE É LINGUAGEM SIMPLES?

É uma técnica de comunicação utilizada para transmitir informações de maneira simples, objetiva e inclusiva, com a finalidade de facilitar a compreensão.

É a forma de estruturar o texto para o leitor encontrar facilmente o que procura, compreender o que encontrou e utilizar a informação, sem a necessidade da releitura do texto.

No Brasil, a primeira política pública para tratar exclusivamente do tema de Linguagem Simples surgiu em 2019 com a criação do Programa Municipal de Linguagem Simples da Prefeitura de São Paulo.

POR QUE USAR LINGUAGEM SIMPLES?

O público‑alvo da Secretaria de Educação é muito amplo. Temos crianças, adolescentes, pais, mães, avós. E ainda temos o público interno, servidores de várias áreas como administração, tecnologia, direito, pedagogia. É importante ter uma linguagem que todos os públicos possam compreender. Existem estudos que revelam a dificuldade de leitura dos brasileiros, o que deixa mais visível ainda a necessidade de adequação de linguagem: 3 a cada 10 brasileiros adultos têm dificuldade de entender textos simples (Todos Pela Educação, 2018).

As vantagens do emprego da linguagem simples são diversas:

• Garante a participação e o controle da gestão pública pela população.

• Reduz a necessidade de intermediários entre o governo e a população.

• É direito do usuário a adequada prestação de serviços.

• Dá foco nos cidadãos e na geração de valor.

• Facilita a comunicação interna e o entendimento das informações.

O QUE É PRECISO FAZER?

Adequar as mensagens, a linguagem, os documentos e os canais aos diferentes segmentos de público, de maneira simplificada e acessível.

• Empregue uma linguagem respeitosa, clara, acessível, inclusiva e de fácil compreensão.

• Dê preferência a palavras comuns e usadas no dia a dia. • Lembre‑se de que o texto pode ser lido por criança, adolescente, pessoa com deficiência ou transtornos.

• Sempre obedeça às regras gramaticais.

• Evite o uso de termos estrangeiros, jargões, termos técnicos e siglas desconhecidas.

• Use a linguagem simples no atendimento ao público e nos atos administrativos internos. Internet: (com adaptações).

Com base nas propriedades linguísticas do texto, julgue o item a seguir. 
Em conformidade com o seu propósito comunicativo, a linguagem do texto caracteriza‑se por ser clara, objetiva, didática, e as palavras presentes nele são utilizadas em sentido denotativo. 
Alternativas
Q3761762 Português
O QUE É LINGUAGEM SIMPLES?

É uma técnica de comunicação utilizada para transmitir informações de maneira simples, objetiva e inclusiva, com a finalidade de facilitar a compreensão.

É a forma de estruturar o texto para o leitor encontrar facilmente o que procura, compreender o que encontrou e utilizar a informação, sem a necessidade da releitura do texto.

No Brasil, a primeira política pública para tratar exclusivamente do tema de Linguagem Simples surgiu em 2019 com a criação do Programa Municipal de Linguagem Simples da Prefeitura de São Paulo.

POR QUE USAR LINGUAGEM SIMPLES?

O público‑alvo da Secretaria de Educação é muito amplo. Temos crianças, adolescentes, pais, mães, avós. E ainda temos o público interno, servidores de várias áreas como administração, tecnologia, direito, pedagogia. É importante ter uma linguagem que todos os públicos possam compreender. Existem estudos que revelam a dificuldade de leitura dos brasileiros, o que deixa mais visível ainda a necessidade de adequação de linguagem: 3 a cada 10 brasileiros adultos têm dificuldade de entender textos simples (Todos Pela Educação, 2018).

As vantagens do emprego da linguagem simples são diversas:

• Garante a participação e o controle da gestão pública pela população.

• Reduz a necessidade de intermediários entre o governo e a população.

• É direito do usuário a adequada prestação de serviços.

• Dá foco nos cidadãos e na geração de valor.

• Facilita a comunicação interna e o entendimento das informações.

O QUE É PRECISO FAZER?

Adequar as mensagens, a linguagem, os documentos e os canais aos diferentes segmentos de público, de maneira simplificada e acessível.

• Empregue uma linguagem respeitosa, clara, acessível, inclusiva e de fácil compreensão.

• Dê preferência a palavras comuns e usadas no dia a dia. • Lembre‑se de que o texto pode ser lido por criança, adolescente, pessoa com deficiência ou transtornos.

• Sempre obedeça às regras gramaticais.

• Evite o uso de termos estrangeiros, jargões, termos técnicos e siglas desconhecidas.

• Use a linguagem simples no atendimento ao público e nos atos administrativos internos. Internet: (com adaptações).

Com base nas propriedades linguísticas do texto, julgue o item a seguir. 
Dadas as suas características textuais e linguísticas, o texto acima poderia fazer parte do gênero textual manual de instruções.
Alternativas
Q3761761 Português
O QUE É LINGUAGEM SIMPLES?

É uma técnica de comunicação utilizada para transmitir informações de maneira simples, objetiva e inclusiva, com a finalidade de facilitar a compreensão.

É a forma de estruturar o texto para o leitor encontrar facilmente o que procura, compreender o que encontrou e utilizar a informação, sem a necessidade da releitura do texto.

No Brasil, a primeira política pública para tratar exclusivamente do tema de Linguagem Simples surgiu em 2019 com a criação do Programa Municipal de Linguagem Simples da Prefeitura de São Paulo.

POR QUE USAR LINGUAGEM SIMPLES?

O público‑alvo da Secretaria de Educação é muito amplo. Temos crianças, adolescentes, pais, mães, avós. E ainda temos o público interno, servidores de várias áreas como administração, tecnologia, direito, pedagogia. É importante ter uma linguagem que todos os públicos possam compreender. Existem estudos que revelam a dificuldade de leitura dos brasileiros, o que deixa mais visível ainda a necessidade de adequação de linguagem: 3 a cada 10 brasileiros adultos têm dificuldade de entender textos simples (Todos Pela Educação, 2018).

As vantagens do emprego da linguagem simples são diversas:

• Garante a participação e o controle da gestão pública pela população.

• Reduz a necessidade de intermediários entre o governo e a população.

• É direito do usuário a adequada prestação de serviços.

• Dá foco nos cidadãos e na geração de valor.

• Facilita a comunicação interna e o entendimento das informações.

O QUE É PRECISO FAZER?

Adequar as mensagens, a linguagem, os documentos e os canais aos diferentes segmentos de público, de maneira simplificada e acessível.

• Empregue uma linguagem respeitosa, clara, acessível, inclusiva e de fácil compreensão.

• Dê preferência a palavras comuns e usadas no dia a dia. • Lembre‑se de que o texto pode ser lido por criança, adolescente, pessoa com deficiência ou transtornos.

• Sempre obedeça às regras gramaticais.

• Evite o uso de termos estrangeiros, jargões, termos técnicos e siglas desconhecidas.

• Use a linguagem simples no atendimento ao público e nos atos administrativos internos. Internet: (com adaptações).

Com base nas propriedades linguísticas do texto, julgue o item a seguir. 
Na sua organização, o texto combina aspectos das tipologias argumentativa, expositiva e instrucional.
Alternativas
Q3761760 Português
A educação e, mais propriamente, o trabalho escolar de ensino e aprendizagem têm sido objeto de pesquisa sistemática. É desejável que os professores e todos os atores envolvidos com a educação tenham uma postura pró‑ativa na produção de conhecimento científico.

A pesquisa em sala de aula insere‑se no campo da pesquisa social e pode ser construída de acordo com um paradigma quantitativo, que deriva do positivismo, ou com um paradigma qualitativo, que provém da tradição epistemológica conhecida como interpretativismo. O positivismo e o interpretativismo são as duas principais tradições no desenvolvimento da pesquisa social. O positivismo começou a ser empregado nas ciências exatas e foi depois importado pelas ciências sociais, a partir do início do século XIX, desfrutando desde então de grande prestígio. Durante o século XX, a humanidade avançou mais na produção de conhecimento científico do que em todos os milênios de sua existência até agora. As ciências estão organizadas em associações científicas, guardiãs da tradição e da fidedignidade da produção dos cientistas e responsáveis pela intensa divulgação de seus progressos.
Mas não se pode imaginar que o nascedouro das ciências seja contemporâneo das modernas tecnologias. O conhecimento científico tem avançado juntamente com a história da humanidade. Contudo, há alguns períodos nessa história em que o avanço foi mais rápido e mais intenso.

Há muitos registros de atividade científica entre os povos antigos. Exemplos são os conhecimentos de astronomia dos maias, pré‑colombianos; a técnica de mumificação e de construção das pirâmides no antigo Egito; a tecnologia náutica entre os fenícios e outros povos navegadores. Mas foram os gregos, no século IV a.C., que usaram extensivamente a escrita para registrar a evolução de pensamento nas diversas ciências. Essa herança está, praticamente, nas raízes de todo o acervo científico ocidental.

BORTONI‑RICARDO, Stella Maris. O professor pesquisador: introdução à pesquisa qualitativa. São Paulo: Parábola Editorial, 2008, p. 10‑12 (com adaptações).

No que diz respeito aos aspectos gramaticais do texto, julgue o item a seguir
Na oração “Essa herança está, praticamente, nas raízes de todo o acervo científico ocidental”, a presença do artigo definido “o” em conjunto com o pronome “todo” produz a interpretação de inteireza, totalidade para o termo “acervo científico ocidental”. 
Alternativas
Q3761759 Português
A educação e, mais propriamente, o trabalho escolar de ensino e aprendizagem têm sido objeto de pesquisa sistemática. É desejável que os professores e todos os atores envolvidos com a educação tenham uma postura pró‑ativa na produção de conhecimento científico.

A pesquisa em sala de aula insere‑se no campo da pesquisa social e pode ser construída de acordo com um paradigma quantitativo, que deriva do positivismo, ou com um paradigma qualitativo, que provém da tradição epistemológica conhecida como interpretativismo. O positivismo e o interpretativismo são as duas principais tradições no desenvolvimento da pesquisa social. O positivismo começou a ser empregado nas ciências exatas e foi depois importado pelas ciências sociais, a partir do início do século XIX, desfrutando desde então de grande prestígio. Durante o século XX, a humanidade avançou mais na produção de conhecimento científico do que em todos os milênios de sua existência até agora. As ciências estão organizadas em associações científicas, guardiãs da tradição e da fidedignidade da produção dos cientistas e responsáveis pela intensa divulgação de seus progressos.
Mas não se pode imaginar que o nascedouro das ciências seja contemporâneo das modernas tecnologias. O conhecimento científico tem avançado juntamente com a história da humanidade. Contudo, há alguns períodos nessa história em que o avanço foi mais rápido e mais intenso.

Há muitos registros de atividade científica entre os povos antigos. Exemplos são os conhecimentos de astronomia dos maias, pré‑colombianos; a técnica de mumificação e de construção das pirâmides no antigo Egito; a tecnologia náutica entre os fenícios e outros povos navegadores. Mas foram os gregos, no século IV a.C., que usaram extensivamente a escrita para registrar a evolução de pensamento nas diversas ciências. Essa herança está, praticamente, nas raízes de todo o acervo científico ocidental.

BORTONI‑RICARDO, Stella Maris. O professor pesquisador: introdução à pesquisa qualitativa. São Paulo: Parábola Editorial, 2008, p. 10‑12 (com adaptações).

No que diz respeito aos aspectos gramaticais do texto, julgue o item a seguir
Os termos preposicionados “das modernas tecnologias” e “com a história da humanidade”, presentes respectivamente nos períodos “Mas não se pode imaginar que o nascedouro das ciências seja contemporâneo das modernas tecnologias” e “O conhecimento científico tem avançado juntamente com a história da humanidade”, desempenham funções sintáticas distintas em suas orações.
Alternativas
Q3761758 Português
A educação e, mais propriamente, o trabalho escolar de ensino e aprendizagem têm sido objeto de pesquisa sistemática. É desejável que os professores e todos os atores envolvidos com a educação tenham uma postura pró‑ativa na produção de conhecimento científico.

A pesquisa em sala de aula insere‑se no campo da pesquisa social e pode ser construída de acordo com um paradigma quantitativo, que deriva do positivismo, ou com um paradigma qualitativo, que provém da tradição epistemológica conhecida como interpretativismo. O positivismo e o interpretativismo são as duas principais tradições no desenvolvimento da pesquisa social. O positivismo começou a ser empregado nas ciências exatas e foi depois importado pelas ciências sociais, a partir do início do século XIX, desfrutando desde então de grande prestígio. Durante o século XX, a humanidade avançou mais na produção de conhecimento científico do que em todos os milênios de sua existência até agora. As ciências estão organizadas em associações científicas, guardiãs da tradição e da fidedignidade da produção dos cientistas e responsáveis pela intensa divulgação de seus progressos.
Mas não se pode imaginar que o nascedouro das ciências seja contemporâneo das modernas tecnologias. O conhecimento científico tem avançado juntamente com a história da humanidade. Contudo, há alguns períodos nessa história em que o avanço foi mais rápido e mais intenso.

Há muitos registros de atividade científica entre os povos antigos. Exemplos são os conhecimentos de astronomia dos maias, pré‑colombianos; a técnica de mumificação e de construção das pirâmides no antigo Egito; a tecnologia náutica entre os fenícios e outros povos navegadores. Mas foram os gregos, no século IV a.C., que usaram extensivamente a escrita para registrar a evolução de pensamento nas diversas ciências. Essa herança está, praticamente, nas raízes de todo o acervo científico ocidental.

BORTONI‑RICARDO, Stella Maris. O professor pesquisador: introdução à pesquisa qualitativa. São Paulo: Parábola Editorial, 2008, p. 10‑12 (com adaptações).

No que diz respeito aos aspectos gramaticais do texto, julgue o item a seguir
Na oração “que usaram extensivamente a escrita”, o vocábulo “que” é uma conjunção integrante que, ao conectar duas orações no período, contribui para a coesão sequencial do texto. 
Alternativas
Q3761757 Português
A educação e, mais propriamente, o trabalho escolar de ensino e aprendizagem têm sido objeto de pesquisa sistemática. É desejável que os professores e todos os atores envolvidos com a educação tenham uma postura pró‑ativa na produção de conhecimento científico.

A pesquisa em sala de aula insere‑se no campo da pesquisa social e pode ser construída de acordo com um paradigma quantitativo, que deriva do positivismo, ou com um paradigma qualitativo, que provém da tradição epistemológica conhecida como interpretativismo. O positivismo e o interpretativismo são as duas principais tradições no desenvolvimento da pesquisa social. O positivismo começou a ser empregado nas ciências exatas e foi depois importado pelas ciências sociais, a partir do início do século XIX, desfrutando desde então de grande prestígio. Durante o século XX, a humanidade avançou mais na produção de conhecimento científico do que em todos os milênios de sua existência até agora. As ciências estão organizadas em associações científicas, guardiãs da tradição e da fidedignidade da produção dos cientistas e responsáveis pela intensa divulgação de seus progressos.
Mas não se pode imaginar que o nascedouro das ciências seja contemporâneo das modernas tecnologias. O conhecimento científico tem avançado juntamente com a história da humanidade. Contudo, há alguns períodos nessa história em que o avanço foi mais rápido e mais intenso.

Há muitos registros de atividade científica entre os povos antigos. Exemplos são os conhecimentos de astronomia dos maias, pré‑colombianos; a técnica de mumificação e de construção das pirâmides no antigo Egito; a tecnologia náutica entre os fenícios e outros povos navegadores. Mas foram os gregos, no século IV a.C., que usaram extensivamente a escrita para registrar a evolução de pensamento nas diversas ciências. Essa herança está, praticamente, nas raízes de todo o acervo científico ocidental.

BORTONI‑RICARDO, Stella Maris. O professor pesquisador: introdução à pesquisa qualitativa. São Paulo: Parábola Editorial, 2008, p. 10‑12 (com adaptações).

No que diz respeito aos aspectos gramaticais do texto, julgue o item a seguir
É gramaticalmente correta a substituição da forma verbal “Há” por “Existem” no período “Contudo, há alguns períodos nessa história em que o avanço foi mais rápido e mais intenso”. 
Alternativas
Q3761756 Português
A educação e, mais propriamente, o trabalho escolar de ensino e aprendizagem têm sido objeto de pesquisa sistemática. É desejável que os professores e todos os atores envolvidos com a educação tenham uma postura pró‑ativa na produção de conhecimento científico.

A pesquisa em sala de aula insere‑se no campo da pesquisa social e pode ser construída de acordo com um paradigma quantitativo, que deriva do positivismo, ou com um paradigma qualitativo, que provém da tradição epistemológica conhecida como interpretativismo. O positivismo e o interpretativismo são as duas principais tradições no desenvolvimento da pesquisa social. O positivismo começou a ser empregado nas ciências exatas e foi depois importado pelas ciências sociais, a partir do início do século XIX, desfrutando desde então de grande prestígio. Durante o século XX, a humanidade avançou mais na produção de conhecimento científico do que em todos os milênios de sua existência até agora. As ciências estão organizadas em associações científicas, guardiãs da tradição e da fidedignidade da produção dos cientistas e responsáveis pela intensa divulgação de seus progressos.
Mas não se pode imaginar que o nascedouro das ciências seja contemporâneo das modernas tecnologias. O conhecimento científico tem avançado juntamente com a história da humanidade. Contudo, há alguns períodos nessa história em que o avanço foi mais rápido e mais intenso.

Há muitos registros de atividade científica entre os povos antigos. Exemplos são os conhecimentos de astronomia dos maias, pré‑colombianos; a técnica de mumificação e de construção das pirâmides no antigo Egito; a tecnologia náutica entre os fenícios e outros povos navegadores. Mas foram os gregos, no século IV a.C., que usaram extensivamente a escrita para registrar a evolução de pensamento nas diversas ciências. Essa herança está, praticamente, nas raízes de todo o acervo científico ocidental.

BORTONI‑RICARDO, Stella Maris. O professor pesquisador: introdução à pesquisa qualitativa. São Paulo: Parábola Editorial, 2008, p. 10‑12 (com adaptações).

No que diz respeito aos aspectos gramaticais do texto, julgue o item a seguir
O papel da oração “que os professores e todos os atores envolvidos com a educação tenham uma postura pró‑ativa na produção de conhecimento científico” no período “É desejável que os professores e todos os atores envolvidos com a educação tenham uma postura pró‑ativa na produção de conhecimento científico” é o de complementar a significação do adjetivo “desejável”. 
Alternativas
Q3761755 Português
A educação e, mais propriamente, o trabalho escolar de ensino e aprendizagem têm sido objeto de pesquisa sistemática. É desejável que os professores e todos os atores envolvidos com a educação tenham uma postura pró‑ativa na produção de conhecimento científico.

A pesquisa em sala de aula insere‑se no campo da pesquisa social e pode ser construída de acordo com um paradigma quantitativo, que deriva do positivismo, ou com um paradigma qualitativo, que provém da tradição epistemológica conhecida como interpretativismo. O positivismo e o interpretativismo são as duas principais tradições no desenvolvimento da pesquisa social. O positivismo começou a ser empregado nas ciências exatas e foi depois importado pelas ciências sociais, a partir do início do século XIX, desfrutando desde então de grande prestígio. Durante o século XX, a humanidade avançou mais na produção de conhecimento científico do que em todos os milênios de sua existência até agora. As ciências estão organizadas em associações científicas, guardiãs da tradição e da fidedignidade da produção dos cientistas e responsáveis pela intensa divulgação de seus progressos.
Mas não se pode imaginar que o nascedouro das ciências seja contemporâneo das modernas tecnologias. O conhecimento científico tem avançado juntamente com a história da humanidade. Contudo, há alguns períodos nessa história em que o avanço foi mais rápido e mais intenso.

Há muitos registros de atividade científica entre os povos antigos. Exemplos são os conhecimentos de astronomia dos maias, pré‑colombianos; a técnica de mumificação e de construção das pirâmides no antigo Egito; a tecnologia náutica entre os fenícios e outros povos navegadores. Mas foram os gregos, no século IV a.C., que usaram extensivamente a escrita para registrar a evolução de pensamento nas diversas ciências. Essa herança está, praticamente, nas raízes de todo o acervo científico ocidental.

BORTONI‑RICARDO, Stella Maris. O professor pesquisador: introdução à pesquisa qualitativa. São Paulo: Parábola Editorial, 2008, p. 10‑12 (com adaptações).

No que diz respeito aos aspectos gramaticais do texto, julgue o item a seguir
Na oração “Exemplos são os conhecimentos de astronomia dos maias, pré‑colombianos; a técnica de mumificação e de construção das pirâmides no antigo Egito; a tecnologia náutica entre os fenícios e outros povos navegadores”, a palavra “navegadores” é um substantivo que nomeia um tipo de povo, os navegadores.
Alternativas
Respostas
4381: C
4382: E
4383: E
4384: E
4385: C
4386: C
4387: E
4388: C
4389: E
4390: E
4391: C
4392: C
4393: E
4394: C
4395: C
4396: E
4397: E
4398: C
4399: E
4400: E