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Q3812416 Português
        A expressão saúde pública veterinária é utilizada para designar o marco conceitual e a implementação das atividades de saúde pública que empregam conhecimentos e recursos da medicina veterinária para proteger e melhorar a saúde humana. A saúde pública veterinária vincula a agricultura, a saúde animal, a educação, o ambiente e a saúde humana.

        Por sua vez, as atividades de medicina veterinária preventiva têm seu princípio na pré‑história e continuam até o primeiro século da Era Cristã. No Código de Hamurábi, código de leis mais antigo do mundo, já havia menções a práticas de medicina veterinária entre indivíduos específicos com tais atribuições. Os primeiros esforços dirigidos contra a doença animal foram descritos nas antigas civilizações da Suméria, do Egito e da Grécia, com referências a curandeiros de animais antes da Era Cristã.

        Ao lado do tratamento médico, cirúrgico e obstétrico individual, duas outras táticas eram aplicadas localmente para o controle das enfermidades animais, antes mesmo do desenvolvimento da teoria do contágio: o emprego da quarentena (segregação dos animais doentes dos sadios) e o sacrifício de animais enfermos.

        No cenário atual, a medicina veterinária enfoca a saúde humana e o controle de qualidade dos alimentos, e há uma política muito tímida voltada à saúde dos animais domésticos. Todavia, isso deve estar na pauta das políticas, haja vista que, para muitos proprietários de animais, esses são como filhos, e as pessoas gostam de dar o tratamento adequado a seus animais. A esse respeito, as clínicas veterinárias aplicam preços vultosos, e, muitas vezes, os donos dos pets têm de escolher entre comer, pagar as contas ou levar seu bicho a uma clínica. Assim, é importante o desenvolvimento de uma medicina veterinária populacional, por meio, por exemplo, da criação, pelos governos, de um hospital veterinário gratuito, centralizado nas cidades, e que atenda a população mais pobre, que não tem condições de levar seus animais a uma clínica privada.

        Em suma, a orientação dispensada à medicina veterinária dentro da tríade formada por ambiente, animal e homem deve ser acompanhada de uma importante expansão da saúde pública veterinária.

Internet:<rsdjournal.org>  (com adaptações).

Acerca das estruturas linguísticas e gramaticais do texto, julgue o item a seguir.


No trecho “A esse respeito, as clínicas veterinárias aplicam preços vultosos, e, muitas vezes, os donos de pets têm de escolher entre comer, pagar as contas ou levar seu bicho a uma clínica.”, a expressão “vultosos” refere‑se ao pagamento de valores módicos às clínicas veterinárias.

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Q3812415 Português
        A expressão saúde pública veterinária é utilizada para designar o marco conceitual e a implementação das atividades de saúde pública que empregam conhecimentos e recursos da medicina veterinária para proteger e melhorar a saúde humana. A saúde pública veterinária vincula a agricultura, a saúde animal, a educação, o ambiente e a saúde humana.

        Por sua vez, as atividades de medicina veterinária preventiva têm seu princípio na pré‑história e continuam até o primeiro século da Era Cristã. No Código de Hamurábi, código de leis mais antigo do mundo, já havia menções a práticas de medicina veterinária entre indivíduos específicos com tais atribuições. Os primeiros esforços dirigidos contra a doença animal foram descritos nas antigas civilizações da Suméria, do Egito e da Grécia, com referências a curandeiros de animais antes da Era Cristã.

        Ao lado do tratamento médico, cirúrgico e obstétrico individual, duas outras táticas eram aplicadas localmente para o controle das enfermidades animais, antes mesmo do desenvolvimento da teoria do contágio: o emprego da quarentena (segregação dos animais doentes dos sadios) e o sacrifício de animais enfermos.

        No cenário atual, a medicina veterinária enfoca a saúde humana e o controle de qualidade dos alimentos, e há uma política muito tímida voltada à saúde dos animais domésticos. Todavia, isso deve estar na pauta das políticas, haja vista que, para muitos proprietários de animais, esses são como filhos, e as pessoas gostam de dar o tratamento adequado a seus animais. A esse respeito, as clínicas veterinárias aplicam preços vultosos, e, muitas vezes, os donos dos pets têm de escolher entre comer, pagar as contas ou levar seu bicho a uma clínica. Assim, é importante o desenvolvimento de uma medicina veterinária populacional, por meio, por exemplo, da criação, pelos governos, de um hospital veterinário gratuito, centralizado nas cidades, e que atenda a população mais pobre, que não tem condições de levar seus animais a uma clínica privada.

        Em suma, a orientação dispensada à medicina veterinária dentro da tríade formada por ambiente, animal e homem deve ser acompanhada de uma importante expansão da saúde pública veterinária.

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Acerca das estruturas linguísticas e gramaticais do texto, julgue o item a seguir.


No trecho “No cenário atual, a medicina veterinária enfoca a saúde humana e o controle de qualidade dos alimentos, e há uma política muito tímida voltada à saúde dos animais domésticos.”, o sinal indicativo de crase em “à” foi empregado em decorrência da combinação da preposição “a” – exigida pelo adjetivo “voltada”, que significa “direcionada a” – com o artigo definido feminino “a” – que precede e define o substantivo feminino “saúde”

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Q3812414 Português
        A expressão saúde pública veterinária é utilizada para designar o marco conceitual e a implementação das atividades de saúde pública que empregam conhecimentos e recursos da medicina veterinária para proteger e melhorar a saúde humana. A saúde pública veterinária vincula a agricultura, a saúde animal, a educação, o ambiente e a saúde humana.

        Por sua vez, as atividades de medicina veterinária preventiva têm seu princípio na pré‑história e continuam até o primeiro século da Era Cristã. No Código de Hamurábi, código de leis mais antigo do mundo, já havia menções a práticas de medicina veterinária entre indivíduos específicos com tais atribuições. Os primeiros esforços dirigidos contra a doença animal foram descritos nas antigas civilizações da Suméria, do Egito e da Grécia, com referências a curandeiros de animais antes da Era Cristã.

        Ao lado do tratamento médico, cirúrgico e obstétrico individual, duas outras táticas eram aplicadas localmente para o controle das enfermidades animais, antes mesmo do desenvolvimento da teoria do contágio: o emprego da quarentena (segregação dos animais doentes dos sadios) e o sacrifício de animais enfermos.

        No cenário atual, a medicina veterinária enfoca a saúde humana e o controle de qualidade dos alimentos, e há uma política muito tímida voltada à saúde dos animais domésticos. Todavia, isso deve estar na pauta das políticas, haja vista que, para muitos proprietários de animais, esses são como filhos, e as pessoas gostam de dar o tratamento adequado a seus animais. A esse respeito, as clínicas veterinárias aplicam preços vultosos, e, muitas vezes, os donos dos pets têm de escolher entre comer, pagar as contas ou levar seu bicho a uma clínica. Assim, é importante o desenvolvimento de uma medicina veterinária populacional, por meio, por exemplo, da criação, pelos governos, de um hospital veterinário gratuito, centralizado nas cidades, e que atenda a população mais pobre, que não tem condições de levar seus animais a uma clínica privada.

        Em suma, a orientação dispensada à medicina veterinária dentro da tríade formada por ambiente, animal e homem deve ser acompanhada de uma importante expansão da saúde pública veterinária.

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Acerca das estruturas linguísticas e gramaticais do texto, julgue o item a seguir.


No trecho “Ao lado do tratamento médico, cirúrgico e obstétrico individual, duas outras táticas eram aplicadas localmente para o controle das enfermidades animais, antes mesmo do desenvolvimento da teoria do contágio: o emprego da quarentena (segregação dos animais doentes dos sadios) e o sacrifício de animais enfermos.”, a substituição do sinal de dois‑pontos por vírgula mantém a correção gramatical.

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Q3812413 Português
        A expressão saúde pública veterinária é utilizada para designar o marco conceitual e a implementação das atividades de saúde pública que empregam conhecimentos e recursos da medicina veterinária para proteger e melhorar a saúde humana. A saúde pública veterinária vincula a agricultura, a saúde animal, a educação, o ambiente e a saúde humana.

        Por sua vez, as atividades de medicina veterinária preventiva têm seu princípio na pré‑história e continuam até o primeiro século da Era Cristã. No Código de Hamurábi, código de leis mais antigo do mundo, já havia menções a práticas de medicina veterinária entre indivíduos específicos com tais atribuições. Os primeiros esforços dirigidos contra a doença animal foram descritos nas antigas civilizações da Suméria, do Egito e da Grécia, com referências a curandeiros de animais antes da Era Cristã.

        Ao lado do tratamento médico, cirúrgico e obstétrico individual, duas outras táticas eram aplicadas localmente para o controle das enfermidades animais, antes mesmo do desenvolvimento da teoria do contágio: o emprego da quarentena (segregação dos animais doentes dos sadios) e o sacrifício de animais enfermos.

        No cenário atual, a medicina veterinária enfoca a saúde humana e o controle de qualidade dos alimentos, e há uma política muito tímida voltada à saúde dos animais domésticos. Todavia, isso deve estar na pauta das políticas, haja vista que, para muitos proprietários de animais, esses são como filhos, e as pessoas gostam de dar o tratamento adequado a seus animais. A esse respeito, as clínicas veterinárias aplicam preços vultosos, e, muitas vezes, os donos dos pets têm de escolher entre comer, pagar as contas ou levar seu bicho a uma clínica. Assim, é importante o desenvolvimento de uma medicina veterinária populacional, por meio, por exemplo, da criação, pelos governos, de um hospital veterinário gratuito, centralizado nas cidades, e que atenda a população mais pobre, que não tem condições de levar seus animais a uma clínica privada.

        Em suma, a orientação dispensada à medicina veterinária dentro da tríade formada por ambiente, animal e homem deve ser acompanhada de uma importante expansão da saúde pública veterinária.

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Acerca das estruturas linguísticas e gramaticais do texto, julgue o item a seguir.


No texto, a expressão “doença animal”, presente em “Os primeiros esforços dirigidos contra a doença animal foram descritos nas antigas civilizações da Suméria, do Egito e da Grécia, com referências a curandeiros de animais antes da Era Cristã.”, segundo o acordo ortográfico vigente, poderia ser grafada com hífen: doença‑animal.

Alternativas
Q3812412 Português
        A expressão saúde pública veterinária é utilizada para designar o marco conceitual e a implementação das atividades de saúde pública que empregam conhecimentos e recursos da medicina veterinária para proteger e melhorar a saúde humana. A saúde pública veterinária vincula a agricultura, a saúde animal, a educação, o ambiente e a saúde humana.

        Por sua vez, as atividades de medicina veterinária preventiva têm seu princípio na pré‑história e continuam até o primeiro século da Era Cristã. No Código de Hamurábi, código de leis mais antigo do mundo, já havia menções a práticas de medicina veterinária entre indivíduos específicos com tais atribuições. Os primeiros esforços dirigidos contra a doença animal foram descritos nas antigas civilizações da Suméria, do Egito e da Grécia, com referências a curandeiros de animais antes da Era Cristã.

        Ao lado do tratamento médico, cirúrgico e obstétrico individual, duas outras táticas eram aplicadas localmente para o controle das enfermidades animais, antes mesmo do desenvolvimento da teoria do contágio: o emprego da quarentena (segregação dos animais doentes dos sadios) e o sacrifício de animais enfermos.

        No cenário atual, a medicina veterinária enfoca a saúde humana e o controle de qualidade dos alimentos, e há uma política muito tímida voltada à saúde dos animais domésticos. Todavia, isso deve estar na pauta das políticas, haja vista que, para muitos proprietários de animais, esses são como filhos, e as pessoas gostam de dar o tratamento adequado a seus animais. A esse respeito, as clínicas veterinárias aplicam preços vultosos, e, muitas vezes, os donos dos pets têm de escolher entre comer, pagar as contas ou levar seu bicho a uma clínica. Assim, é importante o desenvolvimento de uma medicina veterinária populacional, por meio, por exemplo, da criação, pelos governos, de um hospital veterinário gratuito, centralizado nas cidades, e que atenda a população mais pobre, que não tem condições de levar seus animais a uma clínica privada.

        Em suma, a orientação dispensada à medicina veterinária dentro da tríade formada por ambiente, animal e homem deve ser acompanhada de uma importante expansão da saúde pública veterinária.

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Acerca das estruturas linguísticas e gramaticais do texto, julgue o item a seguir.


Sem prejuízos à correção gramatical, o trecho “No Código de Hamurábi, código de leis mais antigo do mundo, já havia menções a práticas de medicina veterinária entre indivíduos específicos com tais atribuições.” poderia ser assim reescrito: Práticas da medicina veterinária já foram mencionadas no código de leis mais antigo do mundo, o Código de Hamurábi que fazia referência a indivíduos com estas atribuições.

Alternativas
Q3812411 Português
        A expressão saúde pública veterinária é utilizada para designar o marco conceitual e a implementação das atividades de saúde pública que empregam conhecimentos e recursos da medicina veterinária para proteger e melhorar a saúde humana. A saúde pública veterinária vincula a agricultura, a saúde animal, a educação, o ambiente e a saúde humana.

        Por sua vez, as atividades de medicina veterinária preventiva têm seu princípio na pré‑história e continuam até o primeiro século da Era Cristã. No Código de Hamurábi, código de leis mais antigo do mundo, já havia menções a práticas de medicina veterinária entre indivíduos específicos com tais atribuições. Os primeiros esforços dirigidos contra a doença animal foram descritos nas antigas civilizações da Suméria, do Egito e da Grécia, com referências a curandeiros de animais antes da Era Cristã.

        Ao lado do tratamento médico, cirúrgico e obstétrico individual, duas outras táticas eram aplicadas localmente para o controle das enfermidades animais, antes mesmo do desenvolvimento da teoria do contágio: o emprego da quarentena (segregação dos animais doentes dos sadios) e o sacrifício de animais enfermos.

        No cenário atual, a medicina veterinária enfoca a saúde humana e o controle de qualidade dos alimentos, e há uma política muito tímida voltada à saúde dos animais domésticos. Todavia, isso deve estar na pauta das políticas, haja vista que, para muitos proprietários de animais, esses são como filhos, e as pessoas gostam de dar o tratamento adequado a seus animais. A esse respeito, as clínicas veterinárias aplicam preços vultosos, e, muitas vezes, os donos dos pets têm de escolher entre comer, pagar as contas ou levar seu bicho a uma clínica. Assim, é importante o desenvolvimento de uma medicina veterinária populacional, por meio, por exemplo, da criação, pelos governos, de um hospital veterinário gratuito, centralizado nas cidades, e que atenda a população mais pobre, que não tem condições de levar seus animais a uma clínica privada.

        Em suma, a orientação dispensada à medicina veterinária dentro da tríade formada por ambiente, animal e homem deve ser acompanhada de uma importante expansão da saúde pública veterinária.

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No trecho “Por sua vez, as atividades de medicina veterinária preventiva têm seu princípio na pré‑história e continuam até o primeiro século da Era Cristã.”, a forma verbal “têm” leva acento tônico por se tratar de palavra oxítona terminada em “‑em”.

Alternativas
Q3812410 Português
        A expressão saúde pública veterinária é utilizada para designar o marco conceitual e a implementação das atividades de saúde pública que empregam conhecimentos e recursos da medicina veterinária para proteger e melhorar a saúde humana. A saúde pública veterinária vincula a agricultura, a saúde animal, a educação, o ambiente e a saúde humana.

        Por sua vez, as atividades de medicina veterinária preventiva têm seu princípio na pré‑história e continuam até o primeiro século da Era Cristã. No Código de Hamurábi, código de leis mais antigo do mundo, já havia menções a práticas de medicina veterinária entre indivíduos específicos com tais atribuições. Os primeiros esforços dirigidos contra a doença animal foram descritos nas antigas civilizações da Suméria, do Egito e da Grécia, com referências a curandeiros de animais antes da Era Cristã.

        Ao lado do tratamento médico, cirúrgico e obstétrico individual, duas outras táticas eram aplicadas localmente para o controle das enfermidades animais, antes mesmo do desenvolvimento da teoria do contágio: o emprego da quarentena (segregação dos animais doentes dos sadios) e o sacrifício de animais enfermos.

        No cenário atual, a medicina veterinária enfoca a saúde humana e o controle de qualidade dos alimentos, e há uma política muito tímida voltada à saúde dos animais domésticos. Todavia, isso deve estar na pauta das políticas, haja vista que, para muitos proprietários de animais, esses são como filhos, e as pessoas gostam de dar o tratamento adequado a seus animais. A esse respeito, as clínicas veterinárias aplicam preços vultosos, e, muitas vezes, os donos dos pets têm de escolher entre comer, pagar as contas ou levar seu bicho a uma clínica. Assim, é importante o desenvolvimento de uma medicina veterinária populacional, por meio, por exemplo, da criação, pelos governos, de um hospital veterinário gratuito, centralizado nas cidades, e que atenda a população mais pobre, que não tem condições de levar seus animais a uma clínica privada.

        Em suma, a orientação dispensada à medicina veterinária dentro da tríade formada por ambiente, animal e homem deve ser acompanhada de uma importante expansão da saúde pública veterinária.

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No trecho “A expressão saúde pública veterinária é utilizada para designar o marco conceitual e a implementação das atividades de saúde pública que empregam conhecimentos e recursos da medicina veterinária”, a oração “que empregam conhecimentos e recursos da medicina veterinária” especifica e restringe o tipo de “atividades de saúde pública” a que se refere a oração, ou seja, apenas aquelas que empregam tais conhecimentos e recursos.

Alternativas
Q3812409 Português
        A expressão saúde pública veterinária é utilizada para designar o marco conceitual e a implementação das atividades de saúde pública que empregam conhecimentos e recursos da medicina veterinária para proteger e melhorar a saúde humana. A saúde pública veterinária vincula a agricultura, a saúde animal, a educação, o ambiente e a saúde humana.

        Por sua vez, as atividades de medicina veterinária preventiva têm seu princípio na pré‑história e continuam até o primeiro século da Era Cristã. No Código de Hamurábi, código de leis mais antigo do mundo, já havia menções a práticas de medicina veterinária entre indivíduos específicos com tais atribuições. Os primeiros esforços dirigidos contra a doença animal foram descritos nas antigas civilizações da Suméria, do Egito e da Grécia, com referências a curandeiros de animais antes da Era Cristã.

        Ao lado do tratamento médico, cirúrgico e obstétrico individual, duas outras táticas eram aplicadas localmente para o controle das enfermidades animais, antes mesmo do desenvolvimento da teoria do contágio: o emprego da quarentena (segregação dos animais doentes dos sadios) e o sacrifício de animais enfermos.

        No cenário atual, a medicina veterinária enfoca a saúde humana e o controle de qualidade dos alimentos, e há uma política muito tímida voltada à saúde dos animais domésticos. Todavia, isso deve estar na pauta das políticas, haja vista que, para muitos proprietários de animais, esses são como filhos, e as pessoas gostam de dar o tratamento adequado a seus animais. A esse respeito, as clínicas veterinárias aplicam preços vultosos, e, muitas vezes, os donos dos pets têm de escolher entre comer, pagar as contas ou levar seu bicho a uma clínica. Assim, é importante o desenvolvimento de uma medicina veterinária populacional, por meio, por exemplo, da criação, pelos governos, de um hospital veterinário gratuito, centralizado nas cidades, e que atenda a população mais pobre, que não tem condições de levar seus animais a uma clínica privada.

        Em suma, a orientação dispensada à medicina veterinária dentro da tríade formada por ambiente, animal e homem deve ser acompanhada de uma importante expansão da saúde pública veterinária.

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Acerca das estruturas linguísticas e gramaticais do texto, julgue o item a seguir.


Sem prejuízo à correção gramatical, o segmento “A saúde pública veterinária vincula a agricultura, a saúde animal, a educação, o ambiente e a saúde humana.” pode ser reescrito como A saúde pública veterinária é uma área de atuação multidisciplinar e interdependente, que funciona como um elo crucial entre diversos setores da sociedade (agricultura, saúde animal, educação, ambiente e saúde humana).

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Q3812408 Português
        A expressão saúde pública veterinária é utilizada para designar o marco conceitual e a implementação das atividades de saúde pública que empregam conhecimentos e recursos da medicina veterinária para proteger e melhorar a saúde humana. A saúde pública veterinária vincula a agricultura, a saúde animal, a educação, o ambiente e a saúde humana.

        Por sua vez, as atividades de medicina veterinária preventiva têm seu princípio na pré‑história e continuam até o primeiro século da Era Cristã. No Código de Hamurábi, código de leis mais antigo do mundo, já havia menções a práticas de medicina veterinária entre indivíduos específicos com tais atribuições. Os primeiros esforços dirigidos contra a doença animal foram descritos nas antigas civilizações da Suméria, do Egito e da Grécia, com referências a curandeiros de animais antes da Era Cristã.

        Ao lado do tratamento médico, cirúrgico e obstétrico individual, duas outras táticas eram aplicadas localmente para o controle das enfermidades animais, antes mesmo do desenvolvimento da teoria do contágio: o emprego da quarentena (segregação dos animais doentes dos sadios) e o sacrifício de animais enfermos.

        No cenário atual, a medicina veterinária enfoca a saúde humana e o controle de qualidade dos alimentos, e há uma política muito tímida voltada à saúde dos animais domésticos. Todavia, isso deve estar na pauta das políticas, haja vista que, para muitos proprietários de animais, esses são como filhos, e as pessoas gostam de dar o tratamento adequado a seus animais. A esse respeito, as clínicas veterinárias aplicam preços vultosos, e, muitas vezes, os donos dos pets têm de escolher entre comer, pagar as contas ou levar seu bicho a uma clínica. Assim, é importante o desenvolvimento de uma medicina veterinária populacional, por meio, por exemplo, da criação, pelos governos, de um hospital veterinário gratuito, centralizado nas cidades, e que atenda a população mais pobre, que não tem condições de levar seus animais a uma clínica privada.

        Em suma, a orientação dispensada à medicina veterinária dentro da tríade formada por ambiente, animal e homem deve ser acompanhada de uma importante expansão da saúde pública veterinária.

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No trecho “A expressão saúde pública veterinária é utilizada para designar o marco conceitual e a implementação das atividades de saúde pública que empregam conhecimentos e recursos da medicina veterinária para proteger e melhorar a saúde humana”, as orações “para designar o marco conceitual e a implementação das atividades de saúde pública” e “para proteger e melhorar a saúde humana” são orações subordinadas adverbiais finais que integram a mesma oração do mesmo período.

Alternativas
Q3812407 Português
        A expressão saúde pública veterinária é utilizada para designar o marco conceitual e a implementação das atividades de saúde pública que empregam conhecimentos e recursos da medicina veterinária para proteger e melhorar a saúde humana. A saúde pública veterinária vincula a agricultura, a saúde animal, a educação, o ambiente e a saúde humana.

        Por sua vez, as atividades de medicina veterinária preventiva têm seu princípio na pré‑história e continuam até o primeiro século da Era Cristã. No Código de Hamurábi, código de leis mais antigo do mundo, já havia menções a práticas de medicina veterinária entre indivíduos específicos com tais atribuições. Os primeiros esforços dirigidos contra a doença animal foram descritos nas antigas civilizações da Suméria, do Egito e da Grécia, com referências a curandeiros de animais antes da Era Cristã.

        Ao lado do tratamento médico, cirúrgico e obstétrico individual, duas outras táticas eram aplicadas localmente para o controle das enfermidades animais, antes mesmo do desenvolvimento da teoria do contágio: o emprego da quarentena (segregação dos animais doentes dos sadios) e o sacrifício de animais enfermos.

        No cenário atual, a medicina veterinária enfoca a saúde humana e o controle de qualidade dos alimentos, e há uma política muito tímida voltada à saúde dos animais domésticos. Todavia, isso deve estar na pauta das políticas, haja vista que, para muitos proprietários de animais, esses são como filhos, e as pessoas gostam de dar o tratamento adequado a seus animais. A esse respeito, as clínicas veterinárias aplicam preços vultosos, e, muitas vezes, os donos dos pets têm de escolher entre comer, pagar as contas ou levar seu bicho a uma clínica. Assim, é importante o desenvolvimento de uma medicina veterinária populacional, por meio, por exemplo, da criação, pelos governos, de um hospital veterinário gratuito, centralizado nas cidades, e que atenda a população mais pobre, que não tem condições de levar seus animais a uma clínica privada.

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Acerca das ideias do texto, julgue o item seguinte.


No texto, deduz‑se que a quarentena e o sacrifício de animais enfermos demonstram que, mesmo sem a compreensão completa da teoria do contágio (ou dos germes), já havia a percepção de que o isolamento e a remoção de animais doentes eram métodos eficazes para conter a disseminação de doenças em uma população.

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Q3812406 Português
        A expressão saúde pública veterinária é utilizada para designar o marco conceitual e a implementação das atividades de saúde pública que empregam conhecimentos e recursos da medicina veterinária para proteger e melhorar a saúde humana. A saúde pública veterinária vincula a agricultura, a saúde animal, a educação, o ambiente e a saúde humana.

        Por sua vez, as atividades de medicina veterinária preventiva têm seu princípio na pré‑história e continuam até o primeiro século da Era Cristã. No Código de Hamurábi, código de leis mais antigo do mundo, já havia menções a práticas de medicina veterinária entre indivíduos específicos com tais atribuições. Os primeiros esforços dirigidos contra a doença animal foram descritos nas antigas civilizações da Suméria, do Egito e da Grécia, com referências a curandeiros de animais antes da Era Cristã.

        Ao lado do tratamento médico, cirúrgico e obstétrico individual, duas outras táticas eram aplicadas localmente para o controle das enfermidades animais, antes mesmo do desenvolvimento da teoria do contágio: o emprego da quarentena (segregação dos animais doentes dos sadios) e o sacrifício de animais enfermos.

        No cenário atual, a medicina veterinária enfoca a saúde humana e o controle de qualidade dos alimentos, e há uma política muito tímida voltada à saúde dos animais domésticos. Todavia, isso deve estar na pauta das políticas, haja vista que, para muitos proprietários de animais, esses são como filhos, e as pessoas gostam de dar o tratamento adequado a seus animais. A esse respeito, as clínicas veterinárias aplicam preços vultosos, e, muitas vezes, os donos dos pets têm de escolher entre comer, pagar as contas ou levar seu bicho a uma clínica. Assim, é importante o desenvolvimento de uma medicina veterinária populacional, por meio, por exemplo, da criação, pelos governos, de um hospital veterinário gratuito, centralizado nas cidades, e que atenda a população mais pobre, que não tem condições de levar seus animais a uma clínica privada.

        Em suma, a orientação dispensada à medicina veterinária dentro da tríade formada por ambiente, animal e homem deve ser acompanhada de uma importante expansão da saúde pública veterinária.

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Acerca das ideias do texto, julgue o item seguinte.


No texto, a oração “Em suma, a orientação dispensada à medicina veterinária dentro da tríade formada por ambiente, animal e homem deve ser acompanhada de uma importante expansão da saúde pública veterinária.” significa que a prática da medicina veterinária deve adotar uma abordagem mais abrangente e integrada, focada na interação entre a saúde do meio ambiente, dos animais e dos seres humanos, o que exige uma maior atuação dos médicos‑veterinários na área da saúde pública.

Alternativas
Q3812404 Português
        A expressão saúde pública veterinária é utilizada para designar o marco conceitual e a implementação das atividades de saúde pública que empregam conhecimentos e recursos da medicina veterinária para proteger e melhorar a saúde humana. A saúde pública veterinária vincula a agricultura, a saúde animal, a educação, o ambiente e a saúde humana.

        Por sua vez, as atividades de medicina veterinária preventiva têm seu princípio na pré‑história e continuam até o primeiro século da Era Cristã. No Código de Hamurábi, código de leis mais antigo do mundo, já havia menções a práticas de medicina veterinária entre indivíduos específicos com tais atribuições. Os primeiros esforços dirigidos contra a doença animal foram descritos nas antigas civilizações da Suméria, do Egito e da Grécia, com referências a curandeiros de animais antes da Era Cristã.

        Ao lado do tratamento médico, cirúrgico e obstétrico individual, duas outras táticas eram aplicadas localmente para o controle das enfermidades animais, antes mesmo do desenvolvimento da teoria do contágio: o emprego da quarentena (segregação dos animais doentes dos sadios) e o sacrifício de animais enfermos.

        No cenário atual, a medicina veterinária enfoca a saúde humana e o controle de qualidade dos alimentos, e há uma política muito tímida voltada à saúde dos animais domésticos. Todavia, isso deve estar na pauta das políticas, haja vista que, para muitos proprietários de animais, esses são como filhos, e as pessoas gostam de dar o tratamento adequado a seus animais. A esse respeito, as clínicas veterinárias aplicam preços vultosos, e, muitas vezes, os donos dos pets têm de escolher entre comer, pagar as contas ou levar seu bicho a uma clínica. Assim, é importante o desenvolvimento de uma medicina veterinária populacional, por meio, por exemplo, da criação, pelos governos, de um hospital veterinário gratuito, centralizado nas cidades, e que atenda a população mais pobre, que não tem condições de levar seus animais a uma clínica privada.

        Em suma, a orientação dispensada à medicina veterinária dentro da tríade formada por ambiente, animal e homem deve ser acompanhada de uma importante expansão da saúde pública veterinária.

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Acerca das ideias do texto, julgue o item seguinte.


No trecho “Por sua vez, as atividades de medicina veterinária preventiva têm seu princípio na pré‑história e continuam até o primeiro século da Era Cristã.”, a afirmação permite inferir uma fase de ações locais contra doenças dos animais que se estendeu da pré‑história até os primeiros cem anos da Era Cristã.

Alternativas
Q3812403 Português
        A expressão saúde pública veterinária é utilizada para designar o marco conceitual e a implementação das atividades de saúde pública que empregam conhecimentos e recursos da medicina veterinária para proteger e melhorar a saúde humana. A saúde pública veterinária vincula a agricultura, a saúde animal, a educação, o ambiente e a saúde humana.

        Por sua vez, as atividades de medicina veterinária preventiva têm seu princípio na pré‑história e continuam até o primeiro século da Era Cristã. No Código de Hamurábi, código de leis mais antigo do mundo, já havia menções a práticas de medicina veterinária entre indivíduos específicos com tais atribuições. Os primeiros esforços dirigidos contra a doença animal foram descritos nas antigas civilizações da Suméria, do Egito e da Grécia, com referências a curandeiros de animais antes da Era Cristã.

        Ao lado do tratamento médico, cirúrgico e obstétrico individual, duas outras táticas eram aplicadas localmente para o controle das enfermidades animais, antes mesmo do desenvolvimento da teoria do contágio: o emprego da quarentena (segregação dos animais doentes dos sadios) e o sacrifício de animais enfermos.

        No cenário atual, a medicina veterinária enfoca a saúde humana e o controle de qualidade dos alimentos, e há uma política muito tímida voltada à saúde dos animais domésticos. Todavia, isso deve estar na pauta das políticas, haja vista que, para muitos proprietários de animais, esses são como filhos, e as pessoas gostam de dar o tratamento adequado a seus animais. A esse respeito, as clínicas veterinárias aplicam preços vultosos, e, muitas vezes, os donos dos pets têm de escolher entre comer, pagar as contas ou levar seu bicho a uma clínica. Assim, é importante o desenvolvimento de uma medicina veterinária populacional, por meio, por exemplo, da criação, pelos governos, de um hospital veterinário gratuito, centralizado nas cidades, e que atenda a população mais pobre, que não tem condições de levar seus animais a uma clínica privada.

        Em suma, a orientação dispensada à medicina veterinária dentro da tríade formada por ambiente, animal e homem deve ser acompanhada de uma importante expansão da saúde pública veterinária.

Internet:<rsdjournal.org>  (com adaptações).

Acerca das ideias do texto, julgue o item seguinte.


O conteúdo do texto pode ser resumido por meio da seguinte forma: Ao lado do tratamento médico, cirúrgico e obstétrico individual, duas outras táticas eram aplicadas localmente para o controle das enfermidades animais, antes mesmo do desenvolvimento da teoria do contágio: o emprego da quarentena (segregação dos animais doentes dos sadios) e o sacrifício de animais enfermos.

Alternativas
Q3812402 Português
        A expressão saúde pública veterinária é utilizada para designar o marco conceitual e a implementação das atividades de saúde pública que empregam conhecimentos e recursos da medicina veterinária para proteger e melhorar a saúde humana. A saúde pública veterinária vincula a agricultura, a saúde animal, a educação, o ambiente e a saúde humana.

        Por sua vez, as atividades de medicina veterinária preventiva têm seu princípio na pré‑história e continuam até o primeiro século da Era Cristã. No Código de Hamurábi, código de leis mais antigo do mundo, já havia menções a práticas de medicina veterinária entre indivíduos específicos com tais atribuições. Os primeiros esforços dirigidos contra a doença animal foram descritos nas antigas civilizações da Suméria, do Egito e da Grécia, com referências a curandeiros de animais antes da Era Cristã.

        Ao lado do tratamento médico, cirúrgico e obstétrico individual, duas outras táticas eram aplicadas localmente para o controle das enfermidades animais, antes mesmo do desenvolvimento da teoria do contágio: o emprego da quarentena (segregação dos animais doentes dos sadios) e o sacrifício de animais enfermos.

        No cenário atual, a medicina veterinária enfoca a saúde humana e o controle de qualidade dos alimentos, e há uma política muito tímida voltada à saúde dos animais domésticos. Todavia, isso deve estar na pauta das políticas, haja vista que, para muitos proprietários de animais, esses são como filhos, e as pessoas gostam de dar o tratamento adequado a seus animais. A esse respeito, as clínicas veterinárias aplicam preços vultosos, e, muitas vezes, os donos dos pets têm de escolher entre comer, pagar as contas ou levar seu bicho a uma clínica. Assim, é importante o desenvolvimento de uma medicina veterinária populacional, por meio, por exemplo, da criação, pelos governos, de um hospital veterinário gratuito, centralizado nas cidades, e que atenda a população mais pobre, que não tem condições de levar seus animais a uma clínica privada.

        Em suma, a orientação dispensada à medicina veterinária dentro da tríade formada por ambiente, animal e homem deve ser acompanhada de uma importante expansão da saúde pública veterinária.

Internet:<rsdjournal.org>  (com adaptações).

Acerca das ideias do texto, julgue o item seguinte.


Compreende‑se do texto que os primeiros esforços documentados contra doenças animais datam das civilizações suméria, egípcia e grega, com evidências de curandeiros de animais anteriores à Era Cristã.

Alternativas
Q3812401 Português
        A expressão saúde pública veterinária é utilizada para designar o marco conceitual e a implementação das atividades de saúde pública que empregam conhecimentos e recursos da medicina veterinária para proteger e melhorar a saúde humana. A saúde pública veterinária vincula a agricultura, a saúde animal, a educação, o ambiente e a saúde humana.

        Por sua vez, as atividades de medicina veterinária preventiva têm seu princípio na pré‑história e continuam até o primeiro século da Era Cristã. No Código de Hamurábi, código de leis mais antigo do mundo, já havia menções a práticas de medicina veterinária entre indivíduos específicos com tais atribuições. Os primeiros esforços dirigidos contra a doença animal foram descritos nas antigas civilizações da Suméria, do Egito e da Grécia, com referências a curandeiros de animais antes da Era Cristã.

        Ao lado do tratamento médico, cirúrgico e obstétrico individual, duas outras táticas eram aplicadas localmente para o controle das enfermidades animais, antes mesmo do desenvolvimento da teoria do contágio: o emprego da quarentena (segregação dos animais doentes dos sadios) e o sacrifício de animais enfermos.

        No cenário atual, a medicina veterinária enfoca a saúde humana e o controle de qualidade dos alimentos, e há uma política muito tímida voltada à saúde dos animais domésticos. Todavia, isso deve estar na pauta das políticas, haja vista que, para muitos proprietários de animais, esses são como filhos, e as pessoas gostam de dar o tratamento adequado a seus animais. A esse respeito, as clínicas veterinárias aplicam preços vultosos, e, muitas vezes, os donos dos pets têm de escolher entre comer, pagar as contas ou levar seu bicho a uma clínica. Assim, é importante o desenvolvimento de uma medicina veterinária populacional, por meio, por exemplo, da criação, pelos governos, de um hospital veterinário gratuito, centralizado nas cidades, e que atenda a população mais pobre, que não tem condições de levar seus animais a uma clínica privada.

        Em suma, a orientação dispensada à medicina veterinária dentro da tríade formada por ambiente, animal e homem deve ser acompanhada de uma importante expansão da saúde pública veterinária.

Internet:<rsdjournal.org>  (com adaptações).

Acerca das ideias do texto, julgue o item seguinte.


No texto, predomina a tipologia dissertativo‑argumentativa do gênero resenha, com foco na implantação de políticas públicas dos governos estaduais voltadas para a preservação das castas de animais domésticos, tratados como filhos, nos dias atuais.

Alternativas
Q3812400 Português
        A expressão saúde pública veterinária é utilizada para designar o marco conceitual e a implementação das atividades de saúde pública que empregam conhecimentos e recursos da medicina veterinária para proteger e melhorar a saúde humana. A saúde pública veterinária vincula a agricultura, a saúde animal, a educação, o ambiente e a saúde humana.

        Por sua vez, as atividades de medicina veterinária preventiva têm seu princípio na pré‑história e continuam até o primeiro século da Era Cristã. No Código de Hamurábi, código de leis mais antigo do mundo, já havia menções a práticas de medicina veterinária entre indivíduos específicos com tais atribuições. Os primeiros esforços dirigidos contra a doença animal foram descritos nas antigas civilizações da Suméria, do Egito e da Grécia, com referências a curandeiros de animais antes da Era Cristã.

        Ao lado do tratamento médico, cirúrgico e obstétrico individual, duas outras táticas eram aplicadas localmente para o controle das enfermidades animais, antes mesmo do desenvolvimento da teoria do contágio: o emprego da quarentena (segregação dos animais doentes dos sadios) e o sacrifício de animais enfermos.

        No cenário atual, a medicina veterinária enfoca a saúde humana e o controle de qualidade dos alimentos, e há uma política muito tímida voltada à saúde dos animais domésticos. Todavia, isso deve estar na pauta das políticas, haja vista que, para muitos proprietários de animais, esses são como filhos, e as pessoas gostam de dar o tratamento adequado a seus animais. A esse respeito, as clínicas veterinárias aplicam preços vultosos, e, muitas vezes, os donos dos pets têm de escolher entre comer, pagar as contas ou levar seu bicho a uma clínica. Assim, é importante o desenvolvimento de uma medicina veterinária populacional, por meio, por exemplo, da criação, pelos governos, de um hospital veterinário gratuito, centralizado nas cidades, e que atenda a população mais pobre, que não tem condições de levar seus animais a uma clínica privada.

        Em suma, a orientação dispensada à medicina veterinária dentro da tríade formada por ambiente, animal e homem deve ser acompanhada de uma importante expansão da saúde pública veterinária.

Internet:<rsdjournal.org>  (com adaptações).

Acerca das ideias do texto, julgue o item seguinte.


Infere‑se do texto a presença de elementos da ética na medicina veterinária, que compreende os princípios morais que guiam a conduta dos profissionais, garantindo o bem‑estar animal e a saúde humana.

Alternativas
Q3812399 Português
        A expressão saúde pública veterinária é utilizada para designar o marco conceitual e a implementação das atividades de saúde pública que empregam conhecimentos e recursos da medicina veterinária para proteger e melhorar a saúde humana. A saúde pública veterinária vincula a agricultura, a saúde animal, a educação, o ambiente e a saúde humana.

        Por sua vez, as atividades de medicina veterinária preventiva têm seu princípio na pré‑história e continuam até o primeiro século da Era Cristã. No Código de Hamurábi, código de leis mais antigo do mundo, já havia menções a práticas de medicina veterinária entre indivíduos específicos com tais atribuições. Os primeiros esforços dirigidos contra a doença animal foram descritos nas antigas civilizações da Suméria, do Egito e da Grécia, com referências a curandeiros de animais antes da Era Cristã.

        Ao lado do tratamento médico, cirúrgico e obstétrico individual, duas outras táticas eram aplicadas localmente para o controle das enfermidades animais, antes mesmo do desenvolvimento da teoria do contágio: o emprego da quarentena (segregação dos animais doentes dos sadios) e o sacrifício de animais enfermos.

        No cenário atual, a medicina veterinária enfoca a saúde humana e o controle de qualidade dos alimentos, e há uma política muito tímida voltada à saúde dos animais domésticos. Todavia, isso deve estar na pauta das políticas, haja vista que, para muitos proprietários de animais, esses são como filhos, e as pessoas gostam de dar o tratamento adequado a seus animais. A esse respeito, as clínicas veterinárias aplicam preços vultosos, e, muitas vezes, os donos dos pets têm de escolher entre comer, pagar as contas ou levar seu bicho a uma clínica. Assim, é importante o desenvolvimento de uma medicina veterinária populacional, por meio, por exemplo, da criação, pelos governos, de um hospital veterinário gratuito, centralizado nas cidades, e que atenda a população mais pobre, que não tem condições de levar seus animais a uma clínica privada.

        Em suma, a orientação dispensada à medicina veterinária dentro da tríade formada por ambiente, animal e homem deve ser acompanhada de uma importante expansão da saúde pública veterinária.

Internet:<rsdjournal.org>  (com adaptações).

Acerca das ideias do texto, julgue o item seguinte.


Em consonância com as informações textuais, a saúde pública veterinária é um campo essencial que aplica os princípios e os recursos da medicina veterinária para a proteção e a melhoria da saúde humana.

Alternativas
Q3787618 Medicina
Caso clínico hipotético para a questão.


Um paciente de 68 anos de idade, com história de hipertensão controlada, foi internado com pneumonia comunitária grave e iniciado em ceftriaxone e azitromicina. Nas primeiras 48 horas, o paciente evoluiu com hipotensão e sinais de choque séptico de origem pulmonar, necessitando de fluidos e suporte vasoativo. No terceiro dia de internação, apresentou elevação progressiva da creatinina sérica (de 1,0 mg/dl para 2,8 mg/dl), oligúria, eosinofilia discreta e leucocitúria sem bacteriúria significativa. O exame de urina apontou cilindros leucocitários e proteinúria leve.
Quanto à indicação de corticoide em razão da lesão renal apresentada no caso clínico hipotético, assinale a opção que apresenta a conduta adequada.
Alternativas
Q3787617 Medicina
Caso clínico hipotético para a questão.


Um paciente de 68 anos de idade, com história de hipertensão controlada, foi internado com pneumonia comunitária grave e iniciado em ceftriaxone e azitromicina. Nas primeiras 48 horas, o paciente evoluiu com hipotensão e sinais de choque séptico de origem pulmonar, necessitando de fluidos e suporte vasoativo. No terceiro dia de internação, apresentou elevação progressiva da creatinina sérica (de 1,0 mg/dl para 2,8 mg/dl), oligúria, eosinofilia discreta e leucocitúria sem bacteriúria significativa. O exame de urina apontou cilindros leucocitários e proteinúria leve.
Considerando o contexto clínico e laboratorial, assinale a opção que apresenta o achado mais útil para diferenciar uma injúria renal pré‑renal de uma nefrite intersticial aguda (NIA) induzida por beta‑lactâmico.
Alternativas
Q3787616 Medicina
Um homem de 42 anos de idade, sem comorbidades relevantes, apresentou episódio de depressão maior moderada a grave (PHQ‑9 = 18), com sintomas persistentes há 5 meses, incluindo anedonia, insônia inicial, fadiga e prejuízo funcional significativo. Após 8 semanas de tratamento adequado com sertralina (200 mg/dia), não houve resposta clínica relevante. O paciente negou ideação suicida ativa, mas relatou desmotivação e dificuldade de concentração no trabalho.

Com base nesse caso clínico hipotético, assinale a opção que apresenta a conduta farmacológica mais de acordo com as evidências atuais.
Alternativas
Respostas
2881: E
2882: C
2883: E
2884: E
2885: E
2886: E
2887: C
2888: C
2889: E
2890: C
2891: C
2892: C
2893: E
2894: C
2895: E
2896: C
2897: C
2898: E
2899: C
2900: A