Questões de Concurso Para quadrix e auxiliar administrativo

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Q2771370 Português

Para responder às questões de 1 a 5, leia o texto a seguir.



Documentário 'Trans' mostra a vida de transgêneros no

Brasil


Produção mergulha na história de pessoas que mudaram de

sexo ou que ainda não se definiram


Joana era psicóloga, João não tem diploma. Joana se formou em Psicologia, foi professora em três universidades, teve consultório e fez mestrado. Como sempre teve que desempenhar funções que não precisavam de diploma, João foi motorista de táxi, pintor, pedreiro, tradutor, cortador de confecção, vendedor de joias e de roupas e massagista de shiatsu. Joana e João são a mesma pessoa, em diferentes momentos da vida.

Autor do livro ‘Viagem Solitária, Memórias de um Transexual 30 anos depois’, João W. Nery nasceu oficialmente quando Joana já tinha 27 anos. Nasceu com corpo de mulher, mas desde muito cedo, aos 3 ou 4 anos, percebeu que se identificava mais com o gênero masculino. É exatamente sobre a vida de transgêneros no Brasil que trata o documentário ‘Trans’, exibido pela GloboNews. A produção mergulha na história de João e de outras três pessoas que mudaram de sexo ou que ainda não se definiram para mostrar como se sente e como é a vida de quem nasce com um corpo que não corresponde ao que se é.

É o caso também da advogada e professora de Direito Giowana Cambrone, que se assumiu mulher há seis anos, quando as mortes da avó e da tia a fizeram entender que não podia mais esperar para ser feliz. “O processo foi muito rápido, toda a transformação aconteceu em seis meses. Foi libertador”, conta.

Mineira, Giowana foi morar no Rio de Janeiro quando um carioca a pediu em casamento. O relacionamento durou três anos e ela enfrentou grandes dificuldades: “A maioria dos homens que se relaciona com uma pessoa trans, se relaciona de forma esporádica e sexual. Se baseia no fetiche, no sexo, no desejo, que beira a objetificação. A pessoa vira um objeto para satisfazer um desejo. E não pensem que com a cirurgia essa questão se modifica: o homem, muitas vezes, coloca um obstáculo para construir uma relação com uma mulher trans. Se antes da cirurgia ele diz 'você é linda, maravilhosa, inteligente, divertida, mas é trans e não tem vagina', depois da cirurgia de readequação, ele diz 'você é linda, maravilhosa, inteligente, divertida, mas não tem útero e não pode me dar um filho. Sempre haverá um mas...', conclui a advogada, que hoje não alimenta mais expectativas e leva a vida com um único objetivo: ser feliz.

Diferentemente de João e de Giowana, Wallace Rui não se define como homem ou como mulher desde 2010. Aos 30 anos, a atriz, produtora cultural, performer e mulher transgênera explica: “Não sou nem 100% homem, nem 100% mulher, transito nos dois universos ou em nenhum.” Wallace nasceu homem, continua usando seu nome de registro, mas sempre se identificou com o gênero feminino. Ela assume que a violência física é o que mais assusta a ela e a sua família. “O grande receio da minha mãe é que eu seja vítima de violência física, porque moral sempre sou. O grande medo dela é ver, a qualquer momento, ser noticiada minha morte, como assassinada de maneira muito bruta, porque a expectativa de vida de uma mulher trans hoje é de apenas 35 anos. Eu teria apenas cinco ainda pela frente. É grave, as pessoas são assassinadas e não se noticia. É uma realidade cruel, mas não há preço que se pague, não há valor que mensure o valor de ser quem se é”, conclui.

O quarto e último personagem do documentário é o jovem Luan. Aos 16 anos, ele está vivendo há pouco tempo os desafios de mudar de gênero. Nasceu Luana, mas sempre se sentiu mais à vontade no universo dos meninos. Há quatro anos, conseguiu assumir para si mesmo que não gostava de ser menina. “Só precisei dar um nome ao meu sentimento, cortar o cabelo e mudar meu nome social quando a ficha caiu e eu me dei conta de que sou um transgênero”, conclui. Luan sabe que seu caminho está só começando, mas não se sente mais em transição. Ele ainda não começou a tomar hormônio, não fez nenhuma cirurgia, mas assegura que as mudanças que faltam acontecer são só físicas. “Dentro de mim, já está tudo resolvido há muito tempo. Agora também já está firmado para as pessoas que importam para mim”, explica. “Não vejo a hora de a voz engrossar e de fazer a barba”, conta ansioso.

(g1.globo.com)

Assinale a alternativa em que a alteração do trecho selecionado leve a mudança de sentido ou a desvios em relação à Norma Culta padrão da língua portuguesa.

Alternativas
Q2771368 Português

Para responder às questões de 1 a 5, leia o texto a seguir.



Documentário 'Trans' mostra a vida de transgêneros no

Brasil


Produção mergulha na história de pessoas que mudaram de

sexo ou que ainda não se definiram


Joana era psicóloga, João não tem diploma. Joana se formou em Psicologia, foi professora em três universidades, teve consultório e fez mestrado. Como sempre teve que desempenhar funções que não precisavam de diploma, João foi motorista de táxi, pintor, pedreiro, tradutor, cortador de confecção, vendedor de joias e de roupas e massagista de shiatsu. Joana e João são a mesma pessoa, em diferentes momentos da vida.

Autor do livro ‘Viagem Solitária, Memórias de um Transexual 30 anos depois’, João W. Nery nasceu oficialmente quando Joana já tinha 27 anos. Nasceu com corpo de mulher, mas desde muito cedo, aos 3 ou 4 anos, percebeu que se identificava mais com o gênero masculino. É exatamente sobre a vida de transgêneros no Brasil que trata o documentário ‘Trans’, exibido pela GloboNews. A produção mergulha na história de João e de outras três pessoas que mudaram de sexo ou que ainda não se definiram para mostrar como se sente e como é a vida de quem nasce com um corpo que não corresponde ao que se é.

É o caso também da advogada e professora de Direito Giowana Cambrone, que se assumiu mulher há seis anos, quando as mortes da avó e da tia a fizeram entender que não podia mais esperar para ser feliz. “O processo foi muito rápido, toda a transformação aconteceu em seis meses. Foi libertador”, conta.

Mineira, Giowana foi morar no Rio de Janeiro quando um carioca a pediu em casamento. O relacionamento durou três anos e ela enfrentou grandes dificuldades: “A maioria dos homens que se relaciona com uma pessoa trans, se relaciona de forma esporádica e sexual. Se baseia no fetiche, no sexo, no desejo, que beira a objetificação. A pessoa vira um objeto para satisfazer um desejo. E não pensem que com a cirurgia essa questão se modifica: o homem, muitas vezes, coloca um obstáculo para construir uma relação com uma mulher trans. Se antes da cirurgia ele diz 'você é linda, maravilhosa, inteligente, divertida, mas é trans e não tem vagina', depois da cirurgia de readequação, ele diz 'você é linda, maravilhosa, inteligente, divertida, mas não tem útero e não pode me dar um filho. Sempre haverá um mas...', conclui a advogada, que hoje não alimenta mais expectativas e leva a vida com um único objetivo: ser feliz.

Diferentemente de João e de Giowana, Wallace Rui não se define como homem ou como mulher desde 2010. Aos 30 anos, a atriz, produtora cultural, performer e mulher transgênera explica: “Não sou nem 100% homem, nem 100% mulher, transito nos dois universos ou em nenhum.” Wallace nasceu homem, continua usando seu nome de registro, mas sempre se identificou com o gênero feminino. Ela assume que a violência física é o que mais assusta a ela e a sua família. “O grande receio da minha mãe é que eu seja vítima de violência física, porque moral sempre sou. O grande medo dela é ver, a qualquer momento, ser noticiada minha morte, como assassinada de maneira muito bruta, porque a expectativa de vida de uma mulher trans hoje é de apenas 35 anos. Eu teria apenas cinco ainda pela frente. É grave, as pessoas são assassinadas e não se noticia. É uma realidade cruel, mas não há preço que se pague, não há valor que mensure o valor de ser quem se é”, conclui.

O quarto e último personagem do documentário é o jovem Luan. Aos 16 anos, ele está vivendo há pouco tempo os desafios de mudar de gênero. Nasceu Luana, mas sempre se sentiu mais à vontade no universo dos meninos. Há quatro anos, conseguiu assumir para si mesmo que não gostava de ser menina. “Só precisei dar um nome ao meu sentimento, cortar o cabelo e mudar meu nome social quando a ficha caiu e eu me dei conta de que sou um transgênero”, conclui. Luan sabe que seu caminho está só começando, mas não se sente mais em transição. Ele ainda não começou a tomar hormônio, não fez nenhuma cirurgia, mas assegura que as mudanças que faltam acontecer são só físicas. “Dentro de mim, já está tudo resolvido há muito tempo. Agora também já está firmado para as pessoas que importam para mim”, explica. “Não vejo a hora de a voz engrossar e de fazer a barba”, conta ansioso.

(g1.globo.com)

A análise correta do trecho “A pessoa vira um objeto para satisfazer um desejo” é:

Alternativas
Q2771364 Português

Para responder às questões de 1 a 5, leia o texto a seguir.



Documentário 'Trans' mostra a vida de transgêneros no

Brasil


Produção mergulha na história de pessoas que mudaram de

sexo ou que ainda não se definiram


Joana era psicóloga, João não tem diploma. Joana se formou em Psicologia, foi professora em três universidades, teve consultório e fez mestrado. Como sempre teve que desempenhar funções que não precisavam de diploma, João foi motorista de táxi, pintor, pedreiro, tradutor, cortador de confecção, vendedor de joias e de roupas e massagista de shiatsu. Joana e João são a mesma pessoa, em diferentes momentos da vida.

Autor do livro ‘Viagem Solitária, Memórias de um Transexual 30 anos depois’, João W. Nery nasceu oficialmente quando Joana já tinha 27 anos. Nasceu com corpo de mulher, mas desde muito cedo, aos 3 ou 4 anos, percebeu que se identificava mais com o gênero masculino. É exatamente sobre a vida de transgêneros no Brasil que trata o documentário ‘Trans’, exibido pela GloboNews. A produção mergulha na história de João e de outras três pessoas que mudaram de sexo ou que ainda não se definiram para mostrar como se sente e como é a vida de quem nasce com um corpo que não corresponde ao que se é.

É o caso também da advogada e professora de Direito Giowana Cambrone, que se assumiu mulher há seis anos, quando as mortes da avó e da tia a fizeram entender que não podia mais esperar para ser feliz. “O processo foi muito rápido, toda a transformação aconteceu em seis meses. Foi libertador”, conta.

Mineira, Giowana foi morar no Rio de Janeiro quando um carioca a pediu em casamento. O relacionamento durou três anos e ela enfrentou grandes dificuldades: “A maioria dos homens que se relaciona com uma pessoa trans, se relaciona de forma esporádica e sexual. Se baseia no fetiche, no sexo, no desejo, que beira a objetificação. A pessoa vira um objeto para satisfazer um desejo. E não pensem que com a cirurgia essa questão se modifica: o homem, muitas vezes, coloca um obstáculo para construir uma relação com uma mulher trans. Se antes da cirurgia ele diz 'você é linda, maravilhosa, inteligente, divertida, mas é trans e não tem vagina', depois da cirurgia de readequação, ele diz 'você é linda, maravilhosa, inteligente, divertida, mas não tem útero e não pode me dar um filho. Sempre haverá um mas...', conclui a advogada, que hoje não alimenta mais expectativas e leva a vida com um único objetivo: ser feliz.

Diferentemente de João e de Giowana, Wallace Rui não se define como homem ou como mulher desde 2010. Aos 30 anos, a atriz, produtora cultural, performer e mulher transgênera explica: “Não sou nem 100% homem, nem 100% mulher, transito nos dois universos ou em nenhum.” Wallace nasceu homem, continua usando seu nome de registro, mas sempre se identificou com o gênero feminino. Ela assume que a violência física é o que mais assusta a ela e a sua família. “O grande receio da minha mãe é que eu seja vítima de violência física, porque moral sempre sou. O grande medo dela é ver, a qualquer momento, ser noticiada minha morte, como assassinada de maneira muito bruta, porque a expectativa de vida de uma mulher trans hoje é de apenas 35 anos. Eu teria apenas cinco ainda pela frente. É grave, as pessoas são assassinadas e não se noticia. É uma realidade cruel, mas não há preço que se pague, não há valor que mensure o valor de ser quem se é”, conclui.

O quarto e último personagem do documentário é o jovem Luan. Aos 16 anos, ele está vivendo há pouco tempo os desafios de mudar de gênero. Nasceu Luana, mas sempre se sentiu mais à vontade no universo dos meninos. Há quatro anos, conseguiu assumir para si mesmo que não gostava de ser menina. “Só precisei dar um nome ao meu sentimento, cortar o cabelo e mudar meu nome social quando a ficha caiu e eu me dei conta de que sou um transgênero”, conclui. Luan sabe que seu caminho está só começando, mas não se sente mais em transição. Ele ainda não começou a tomar hormônio, não fez nenhuma cirurgia, mas assegura que as mudanças que faltam acontecer são só físicas. “Dentro de mim, já está tudo resolvido há muito tempo. Agora também já está firmado para as pessoas que importam para mim”, explica. “Não vejo a hora de a voz engrossar e de fazer a barba”, conta ansioso.

(g1.globo.com)

Observe as palavras em destaque no trecho abaixo, retirado do texto.



“É o caso também da advogada e professora de Direito Giowana Cambrone, que se assumiu mulher seis anos, quando as mortes da avó e da tia a fizeram entender que não podia mais esperar para ser feliz.”


A respeito da morfologia das quatro palavras sublinhadas no trecho, assinale a análise correta.

Alternativas
Q2771363 Português

Para responder às questões de 1 a 5, leia o texto a seguir.



Documentário 'Trans' mostra a vida de transgêneros no

Brasil


Produção mergulha na história de pessoas que mudaram de

sexo ou que ainda não se definiram


Joana era psicóloga, João não tem diploma. Joana se formou em Psicologia, foi professora em três universidades, teve consultório e fez mestrado. Como sempre teve que desempenhar funções que não precisavam de diploma, João foi motorista de táxi, pintor, pedreiro, tradutor, cortador de confecção, vendedor de joias e de roupas e massagista de shiatsu. Joana e João são a mesma pessoa, em diferentes momentos da vida.

Autor do livro ‘Viagem Solitária, Memórias de um Transexual 30 anos depois’, João W. Nery nasceu oficialmente quando Joana já tinha 27 anos. Nasceu com corpo de mulher, mas desde muito cedo, aos 3 ou 4 anos, percebeu que se identificava mais com o gênero masculino. É exatamente sobre a vida de transgêneros no Brasil que trata o documentário ‘Trans’, exibido pela GloboNews. A produção mergulha na história de João e de outras três pessoas que mudaram de sexo ou que ainda não se definiram para mostrar como se sente e como é a vida de quem nasce com um corpo que não corresponde ao que se é.

É o caso também da advogada e professora de Direito Giowana Cambrone, que se assumiu mulher há seis anos, quando as mortes da avó e da tia a fizeram entender que não podia mais esperar para ser feliz. “O processo foi muito rápido, toda a transformação aconteceu em seis meses. Foi libertador”, conta.

Mineira, Giowana foi morar no Rio de Janeiro quando um carioca a pediu em casamento. O relacionamento durou três anos e ela enfrentou grandes dificuldades: “A maioria dos homens que se relaciona com uma pessoa trans, se relaciona de forma esporádica e sexual. Se baseia no fetiche, no sexo, no desejo, que beira a objetificação. A pessoa vira um objeto para satisfazer um desejo. E não pensem que com a cirurgia essa questão se modifica: o homem, muitas vezes, coloca um obstáculo para construir uma relação com uma mulher trans. Se antes da cirurgia ele diz 'você é linda, maravilhosa, inteligente, divertida, mas é trans e não tem vagina', depois da cirurgia de readequação, ele diz 'você é linda, maravilhosa, inteligente, divertida, mas não tem útero e não pode me dar um filho. Sempre haverá um mas...', conclui a advogada, que hoje não alimenta mais expectativas e leva a vida com um único objetivo: ser feliz.

Diferentemente de João e de Giowana, Wallace Rui não se define como homem ou como mulher desde 2010. Aos 30 anos, a atriz, produtora cultural, performer e mulher transgênera explica: “Não sou nem 100% homem, nem 100% mulher, transito nos dois universos ou em nenhum.” Wallace nasceu homem, continua usando seu nome de registro, mas sempre se identificou com o gênero feminino. Ela assume que a violência física é o que mais assusta a ela e a sua família. “O grande receio da minha mãe é que eu seja vítima de violência física, porque moral sempre sou. O grande medo dela é ver, a qualquer momento, ser noticiada minha morte, como assassinada de maneira muito bruta, porque a expectativa de vida de uma mulher trans hoje é de apenas 35 anos. Eu teria apenas cinco ainda pela frente. É grave, as pessoas são assassinadas e não se noticia. É uma realidade cruel, mas não há preço que se pague, não há valor que mensure o valor de ser quem se é”, conclui.

O quarto e último personagem do documentário é o jovem Luan. Aos 16 anos, ele está vivendo há pouco tempo os desafios de mudar de gênero. Nasceu Luana, mas sempre se sentiu mais à vontade no universo dos meninos. Há quatro anos, conseguiu assumir para si mesmo que não gostava de ser menina. “Só precisei dar um nome ao meu sentimento, cortar o cabelo e mudar meu nome social quando a ficha caiu e eu me dei conta de que sou um transgênero”, conclui. Luan sabe que seu caminho está só começando, mas não se sente mais em transição. Ele ainda não começou a tomar hormônio, não fez nenhuma cirurgia, mas assegura que as mudanças que faltam acontecer são só físicas. “Dentro de mim, já está tudo resolvido há muito tempo. Agora também já está firmado para as pessoas que importam para mim”, explica. “Não vejo a hora de a voz engrossar e de fazer a barba”, conta ansioso.

(g1.globo.com)

Quanto à linguagem utilizada no texto e sua construção, analise as afirmativas.


I. O texto pode ser considerado instrucional, já que mostra os passos necessários para se produzir um documentário.

II. O quinto parágrafo conecta-se sintática e semanticamente aos demais.

III. Trata-se de um texto tipicamente narrativo, com todos os elementos obrigatórios desse gênero.


Está correto o que se afirma em:

Alternativas
Q2771301 Português

Para responder às questões de 1 a 5, leia o texto a seguir.



Documentário 'Trans' mostra a vida de transgêneros no

Brasil


Produção mergulha na história de pessoas que mudaram de

sexo ou que ainda não se definiram


Joana era psicóloga, João não tem diploma. Joana se formou em Psicologia, foi professora em três universidades, teve consultório e fez mestrado. Como sempre teve que desempenhar funções que não precisavam de diploma, João foi motorista de táxi, pintor, pedreiro, tradutor, cortador de confecção, vendedor de joias e de roupas e massagista de shiatsu. Joana e João são a mesma pessoa, em diferentes momentos da vida.

Autor do livro ‘Viagem Solitária, Memórias de um Transexual 30 anos depois’, João W. Nery nasceu oficialmente quando Joana já tinha 27 anos. Nasceu com corpo de mulher, mas desde muito cedo, aos 3 ou 4 anos, percebeu que se identificava mais com o gênero masculino. É exatamente sobre a vida de transgêneros no Brasil que trata o documentário ‘Trans’, exibido pela GloboNews. A produção mergulha na história de João e de outras três pessoas que mudaram de sexo ou que ainda não se definiram para mostrar como se sente e como é a vida de quem nasce com um corpo que não corresponde ao que se é.

É o caso também da advogada e professora de Direito Giowana Cambrone, que se assumiu mulher há seis anos, quando as mortes da avó e da tia a fizeram entender que não podia mais esperar para ser feliz. “O processo foi muito rápido, toda a transformação aconteceu em seis meses. Foi libertador”, conta.

Mineira, Giowana foi morar no Rio de Janeiro quando um carioca a pediu em casamento. O relacionamento durou três anos e ela enfrentou grandes dificuldades: “A maioria dos homens que se relaciona com uma pessoa trans, se relaciona de forma esporádica e sexual. Se baseia no fetiche, no sexo, no desejo, que beira a objetificação. A pessoa vira um objeto para satisfazer um desejo. E não pensem que com a cirurgia essa questão se modifica: o homem, muitas vezes, coloca um obstáculo para construir uma relação com uma mulher trans. Se antes da cirurgia ele diz 'você é linda, maravilhosa, inteligente, divertida, mas é trans e não tem vagina', depois da cirurgia de readequação, ele diz 'você é linda, maravilhosa, inteligente, divertida, mas não tem útero e não pode me dar um filho. Sempre haverá um mas...', conclui a advogada, que hoje não alimenta mais expectativas e leva a vida com um único objetivo: ser feliz.

Diferentemente de João e de Giowana, Wallace Rui não se define como homem ou como mulher desde 2010. Aos 30 anos, a atriz, produtora cultural, performer e mulher transgênera explica: “Não sou nem 100% homem, nem 100% mulher, transito nos dois universos ou em nenhum.” Wallace nasceu homem, continua usando seu nome de registro, mas sempre se identificou com o gênero feminino. Ela assume que a violência física é o que mais assusta a ela e a sua família. “O grande receio da minha mãe é que eu seja vítima de violência física, porque moral sempre sou. O grande medo dela é ver, a qualquer momento, ser noticiada minha morte, como assassinada de maneira muito bruta, porque a expectativa de vida de uma mulher trans hoje é de apenas 35 anos. Eu teria apenas cinco ainda pela frente. É grave, as pessoas são assassinadas e não se noticia. É uma realidade cruel, mas não há preço que se pague, não há valor que mensure o valor de ser quem se é”, conclui.

O quarto e último personagem do documentário é o jovem Luan. Aos 16 anos, ele está vivendo há pouco tempo os desafios de mudar de gênero. Nasceu Luana, mas sempre se sentiu mais à vontade no universo dos meninos. Há quatro anos, conseguiu assumir para si mesmo que não gostava de ser menina. “Só precisei dar um nome ao meu sentimento, cortar o cabelo e mudar meu nome social quando a ficha caiu e eu me dei conta de que sou um transgênero”, conclui. Luan sabe que seu caminho está só começando, mas não se sente mais em transição. Ele ainda não começou a tomar hormônio, não fez nenhuma cirurgia, mas assegura que as mudanças que faltam acontecer são só físicas. “Dentro de mim, já está tudo resolvido há muito tempo. Agora também já está firmado para as pessoas que importam para mim”, explica. “Não vejo a hora de a voz engrossar e de fazer a barba”, conta ansioso.

(g1.globo.com)

Após a leitura do texto, pode-se afirmar corretamente que:

Alternativas
Ano: 2016 Banca: Quadrix Órgão: CRP 18ª Região MT
Q1213550 Redação Oficial
A finalidade da língua é comunicar, quer pela fala, quer pela escrita. Para que haja comunicação, é necessário haver alguém que comunique, algo a ser comunicado e alguém que receba essa comunicação. No caso da redação oficial, quem comunica é sempre o Serviço Público (este ou aquele Ministério, Secretaria, Departamento, Divisão, Serviço, Seção); o que se comunica é sempre algum assunto relativo às atribuições do órgão que comunica; o destinatário dessa comunicação ou é o público, o conjunto dos cidadãos, ou outro órgão público, do Executivo ou dos outros Poderes da União. Percebe-se, assim, que o tratamento impessoal que deve ser dado aos assuntos que constam das comunicações oficiais decorre:
I. da ausência de impressões individuais de quem comunica: embora se trate, por exemplo, de um expediente assinado por Chefe de determinada Seção, é sempre em nome do Serviço Público que é feita a comunicação. Obtém-se, assim, uma desejável padronização, que permite que comunicações elaboradas em diferentes setores da Administração guardem entre si certa uniformidade;
II. da impessoalidade de quem recebe a comunicação, com duas possibilidades: ela pode ser dirigida a um cidadão, sempre concebido como público, ou a outro órgão público. Nos dois casos, temos um destinatário concebido de forma homogênea e impessoal;
III. do caráter impessoal do próprio assunto tratado: se o universo temático das comunicações oficiais se restringe a questões que dizem respeito ao interesse público, é natural que não cabe qualquer tom particular ou pessoal.
Pode-se afirmar que:
Alternativas
Ano: 2016 Banca: Quadrix Órgão: CRP 18ª Região MT
Q1213392 Português
O uso de pronomes e locuções pronominais de tratamento tem larga tradição na língua portuguesa. O Auxiliar Administrativo que precisará redigir, digitar e reproduzir precisa ter conhecimento desse uso. Leia as seguintes afirmativas.
I. Os pronomes de tratamento (ou de segunda pessoa indireta) apresentam certas peculiaridades quanto à concordância verbal, nominal e pronominal. Embora se refiram à segunda pessoa discursiva (à pessoa com quem se fala, ou a quem se dirige a comunicação), levam a concordância para a terceira pessoa gramatical. É que o verbo concorda com o substantivo que integra a locução como seu núcleo sintático: “Vossa Senhoria escolherá o suplente”; “Vossa Excelência discorrerá sobre o assunto”.
II. Os pronomes possessivos referidos a pronomes de tratamento são sempre os da terceira pessoa: “Vossa Senhoria convocará seu suplente” (e não “Vossa ... vosso...”).
III. Quanto aos adjetivos referidos aos pronomes de tratamento, o gênero gramatical deve coincidir com o substantivo que compõe a locução, independentemente do gênero do interlocutor. Logo, o correto é “Vossa Excelência está atarefada”, “Vossa Senhoria deve estar satisfeita”.
Pode-se afirmar que:
Alternativas
Q1145081 Direito Administrativo
A licitação pública é o conjunto de procedimentos administrativos para as compras ou os serviços contratados pelos governos Federal, Estadual ou Municipal, ou seja, todos os entes federativos. É um processo formal (regras previstas na Lei nº 8.666/93) em que há a competição entre os interessados. Analise as afirmativas a seguir.

I . Na contratação realizada por empresa pública ou sociedade de economia mista com suas subsidiárias e controladas, para a aquisição ou alienação de bens, prestação ou obtenção de serviços, desde que o preço contratado seja compatível com o praticado no mercado.
II. Na contratação realizada por Instituição Científica e Tecnológica ‒ ICT ou por agência de fomento para a transferência de tecnologia e para o licenciamento de direito de uso ou de exploração de criação protegida.
III. Na celebração de contrato de programa com ente da Federação ou com entidade de sua administração indireta, para a prestação de serviços públicos de forma associada nos termos do autorizado em contrato de consórcio público ou em convênio de cooperação.
IV. Para a impressão dos diários oficiais, de formulários padronizados de uso da administração, e de edições técnicas oficiais, bem como para prestação de serviços de informática a pessoa jurídica de direito público interno, por órgãos ou entidades que integrem a Administração Pública, criados para esse fim específico.
V. Para a aquisição de bens ou serviços nos termos de acordo internacional específico, aprovado pelo Congresso Nacional, quando as condições ofertadas forem manifestamente vantajosas para o Poder Público. 
Em quantos dos casos elencados acima é dispensável a licitação?
Em quantos dos casos elencados acima é dispensável a licitação?
Alternativas
Q1145080 Administração de Recursos Materiais
O estoque é habitualmente gerenciado através de sistemas de informações computadorizados sofisticados, que têm algumas funções, como atualização dos registros de estoque, geração de pedidos, geração de relatórios de status de estoque, previsão de demanda, relatórios comparativos como a curva ABC. O estoque pode ser medido de diferentes formas. Entre as mais comuns, podemos citar:
I. valor total do estoque; II. cobertura de estoque proporcionada pelo estoque médio; III. giro de estoque.
Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q1145079 Governança de TI
Os sistemas de gestão empresarial (Enterprise Resource Planning, ERP), principalmente através de suas funcionalidades de planejamento, tais como o módulo de gestão de estoques (Planejamento e Controle de Materiais, PCM) e MRP (Planejamento das necessidades de materiais e manufatura), bem como controle dos recursos, oferecem meios de visualizar a demanda e desdobrar suas implicações em termos de suprimentos. Para que o profissional dessa área possa efetivamente administrar seu dia a dia, deve conhecer nos detalhes as boas práticas desta função, e disseminá-las na organização. Na gestão de seus processos, há as rotinas de suprimentos, suas respectivas entradas (inputs), atividades e resultados (outputs) distribuídos em várias etapas, sendo uma delas a da Procura. São atividades dessa etapa, exceto:
Alternativas
Q1145078 Direito Administrativo
A Administração Federal compreende: I ‒ A Administração Direta, que se constitui dos serviços integrados na estrutura administrativa da Presidência da República e dos Ministérios; II ‒ A Administração Indireta, que compreende as seguintes categorias de entidades, dotadas de personalidade jurídica própria: Autarquias; Empresas Públicas; Sociedades de Economia Mista; fundações públicas. Acerca das autarquias, leia e analise as seguintes afirmativas.

I. As fundações públicas, agências executivas e reguladoras são alguns exemplos de autarquias. Elas estão em funcionamento nas mais diversas áreas. Alguns exemplos de autarquias no governo federal são o Banco Central (BC), as agências reguladoras, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) e órgãos como o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico (CNPq) e também as universidades federais.
II. São criadas por meio de uma lei com a finalidade de executar atividades típicas da Administração Pública, que requeiram, para seu melhor funcionamento, gestão administrativa e financeira descentralizada.
III. Podem ser vinculadas à Presidência da República ou a ministérios. O patrimônio e a receita são próprios, mas sujeitos à fiscalização do Estado.
IV. Têm, como funcionários, servidores públicos. Assim como ocorre nos órgãos da administração direta, os servidores precisam ser aprovados em concurso público – embora a Constituição permita a existência de cargos comissionados em funções de chefia, direção e assessoramento. 
Pode-se afirmar que:
Alternativas
Q1145077 Direito Notarial e Registral
Serviços notariais e de registro são os de organização técnica e administrativa destinados a garantir a publicidade, autenticidade, segurança e eficácia dos atos jurídicos. Portanto, fazem parte do cotidiano da área administrativa, devendo seus funcionários estar a par de seus principais serviços. Aos tabeliães de notas compete com exclusividade, exceto:
Alternativas
Q1145076 Redação Oficial
O aviso, o ofício e o memorando devem conter as seguintes partes: a) tipo e número do expediente, seguido da sigla do órgão que o expede; b) local e data em que foi assinado, por extenso, com alinhamento à direita; c) assunto: resumo do teor do documento. Os documentos do Padrão Ofício devem obedecer à seguinte forma de apresentação:

I. os ofícios, memorandos e anexos destes poderão ser impressos em ambas as faces do papel. Nesse caso, as margens esquerda e direita terão as distâncias invertidas nas páginas pares (“margem espelho”);
II. o início de cada parágrafo do texto deve ter 2,5 cm de distância da margem esquerda;
III. deve ser utilizado espaçamento simples entre as linhas e de 6 pontos após cada parágrafo, ou, se o editor de texto utilizado não comportar tal recurso, de uma linha em branco;
IV. não deve haver abuso no uso de negrito, itálico, sublinhado, letras maiúsculas, sombreado, sombra, relevo, bordas ou qualquer outra forma de formatação que afete a elegância e a sobriedade do documento;
V. a impressão dos textos deve ser feita na cor preta em papel branco. A impressão colorida deve ser usada apenas para gráficos e ilustrações;
VI. todos os tipos de documentos do Padrão Ofício devem ser impressos em papel de tamanho A4, ou seja, 29,7 x 21,0 cm. 
Julgue V (verdadeira) ou F (falsa) para cada uma das afirmações acima e assinale a alternativa que apresente a sequência correta.
Alternativas
Q1145075 Redação Oficial
De 27 a 30 deste mês de janeiro, ocorrerá na cidade de São Paulo (SP) o 34º Congresso Internacional de Odontologia de São Paulo. O evento é um marco científico e empresarial, social e humano, que consegue reunir em quatro dias aproximadamente 60 mil congressistas, profissionais do Brasil e de outros continentes, tais como Europa, Ásia, África etc. Um dos expositores das empresas participantes, ao se dirigir ao Secretário-Executivo do Ministério da Saúde e ao Secretário de Estado do Governo de Pernambuco, presentes na ocasião, deverá usar, respectivamente, quais pronomes de tratamento (de acordo com a Norma Culta)?
Alternativas
Q1145074 Redação Oficial
Ao considerarmos o significado de determinada palavra, levamos em conta sua história, sua estrutura (radical, prefixos, sufixos que participam de sua forma) e, por fim, o contexto em que se apresenta. Quando analisamos o sentido das palavras na redação oficial, ressaltam como fundamentais a história da palavra e, obviamente, os contextos em que elas ocorrem. Tais aspectos serão fundamentais na escolha deste ou daquele vocábulo para o texto a ser redigido. Leia as afirmativas a seguir.

I. Sendo a clareza um dos requisitos fundamentais de todo texto oficial, deve-se atentar para a tradição no emprego de determinada expressão com determinado sentido. O emprego de expressões ditas “de uso consagrado” confere uniformidade e transparência ao sentido do texto. Mas isso não quer dizer que os textos oficiais devam limitar-se à repetição de chavões e clichês.
II. É importante lembrar que o idioma está em constante mutação. A própria evolução dos costumes, das ideias, das ciências, da política, enfim, da vida social em geral, impõe a criação de novas palavras e formas de dizer. Novas palavras (os neologismos) são criadas como produto da dinâmica social, e são incorporados ao idioma inúmeros vocábulos de origem estrangeira (os estrangeirismos), que vêm para designar ou exprimir realidades não contempladas no repertório anterior da língua portuguesa.
III. A redação oficial não pode alhear-se das transformações do idioma, nem incorporá-las acriticamente. Quanto às novidades vocabulares, elas devem sempre ser usadas com critério, evitando-se aquelas que podem ser substituídas por vocábulos de uso já consolidado sem prejuízo do sentido que se lhes quer dar. 
Está correto o que se afirma em:
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Q1145073 Administração Geral
A qualidade total aplica-se a todas as áreas e todos os níveis da organização e deve começar no topo da empresa. O comprometimento da alta administração é indispensável para garantir uma profunda mudança na cultura da organização. O gerenciamento da qualidade total trouxe técnicas conhecidas, tais como o downsizing. Sobre ele, assinale a alternativa correta.
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Q1145072 Administração Geral
As organizações estão migrando velozmente para o trabalho em equipe. O objetivo é obter a participação das pessoas e buscar respostas rápidas às mudanças no ambiente de negócios e que permitam atender às crescentes demandas dos clientes. As tendências organizacionais no mundo moderno se caracterizam, entre outros fatores, por menos unidades de comando. O tradicional princípio de que uma pessoa só pode reportarse a um único superior está sendo atualmente questionado. A ascendência vertical (subordinação ao chefe) está sendo substituída pelo relacionamento horizontal (em direção ao cliente, seja ele interno ou externo). A ênfase horizontal no processo está ocupando o lugar da hierarquia vertical. A tendência atual é de utilizar ______, ______ e ______ para aproximar o funcionário do cliente. (Idalberto Chiavenato. Introdução à Teoria Geral da Administração).
Assinale a alternativa que complete, correta e respectivamente, as três lacunas do texto.
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Q1145071 Administração Geral
Todas as organizações são diferentes em seus objetivos, em seus propósitos, mas são essencialmente semelhantes na área administrativa. A organização consiste em um conjunto de posições funcionais e hierárquicas orientado para o objetivo econômico de produzir bens ou serviços. Os princípios fundamentais da organização formal são: 1. Divisão do trabalho; 2. Especialização; 3. Hierarquia; e 4. Amplitude administrativa.
Com a divisão do trabalho, a organização empresarial passa a desdobrar-se em três níveis administrativos que compõem o aparato administrativo necessário para dirigir a execução das tarefas e operações:
I. Nível institucional, composto por dirigentes, diretores, gerentes e supervisores da organização. II. Nível intermediário, ou nível do meio do campo, composto por ombudsmen e auxiliares. III. Nível operacional, composto pelos demais funcionários que administram a execução das tarefas e clientela, que é o foco da empresa.
Está correto o que se afirma em:
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Q1145070 Atendimento ao Público
Diante de uma demanda específica, o cliente espera que a empresa demonstre cortesia e eficiência no atendimento. Conforme a solução ou resposta oferecida, o cliente pode retornar, em outras ocasiões. Para quem quer realmente melhorar a qualidade da relação com o cliente, as dicas a seguir devem ser levadas em conta, com exceção de uma. Aponte qual.
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Q1145069 Banco de Dados
Um Sistema Gerenciador de Base de Dados (SGBD) é uma coleção de programas que permitem aos usuários criarem e manipularem uma base de dados. Um SGBD é, assim, um sistema de software de propósito geral que facilita o processo de definir, construir e manipular bases de dados de diversas aplicações.
Definir uma base de dados envolve a especificação de tipos de dados a serem armazenados na base de dados. Construir uma base de dados é o processo de armazenar os dados em algum meio que seja controlado pelo SGBD. _______ uma base de dados indica a utilização de funções como a de consulta, para recuperar dados específicos, modificação da base de dados para refletir mudanças no minimundo (inserções, atualizações e remoções), e geração de relatórios.
Assinale a alternativa que complete, corretamente, a lacuna do texto.
Alternativas
Respostas
7181: E
7182: A
7183: C
7184: B
7185: D
7186: E
7187: D
7188: A
7189: E
7190: B
7191: A
7192: E
7193: D
7194: C
7195: E
7196: C
7197: E
7198: D
7199: D
7200: B