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Sempre que passa o fim-de-semana na serra, Mônica visita sua tia. Sempre que está na serra e faz sol, Mônica toma sorvete. No último fim de semana, Mônica estava na serra e tomou sorvete. Nesse caso, avalie as seguintes afirmativas:
I. Mônica visitou a tia.
II. Fez sol na serra nesse fim de semana.
III. Mônica tomou sorvete quando visitou a tia.
Está correto o que se afirma em:
Observe a sequência:
7, 10, 14, 19, 25, 32, ...
O próximo termo é o:
TEXTO – MEDICINA ALTERNATIVA
Folha - Você critica a medicina alternativa pela falta de testes clínicos que atestem sua eficácia, mas sabemos eles também têm suas falhas. Ainda assim os alternativos precisam seguir as regras da medicina convencional?
Paul Offit - Sim. Outro dia entrei numa loja de produtos naturais e perguntei ao balconista se havia algo para baixar colesterol. Ele me deu um extrato de alho concentrado.
Uma pessoa com colesterol alto e histórico de doença cardíaca vai se beneficiar de uma estatina [droga para baixar colesterol]. Só que ela pode entrar nessa loja e receber um mau conselho.
As pessoas que vendem esses produtos ganham dinheiro e podem bancar um teste clínico. Estudos já mostraram que você não tem mais chance de baixar o colesterol com o extrato de alho do que com o placebo. O consumidor merece testes. E extrato concentrado de alho pode causar efeitos colaterais.
É desconcertante que as pessoas tenham a ideia de que algo é seguro e funciona quando pode não funcionar e não ser seguro. Essa indústria é colocada como intocável. Nos EUA, a indústria de megavitaminas e suplementos movimentou US$ 34 bilhões em 2012. O que surpreende é que as pessoas acham que essas fabricantes são empresas familiares, que os produtos são feitos por elfos em montanhas.
Gostaria que tivéssemos o mesmo ceticismo
com a medicina alternativa que temos com a medicina
moderna. Se acupuntura é bom, vamos descobrir como!
Apontar para as estrelas não dá.
TEXTO – MEDICINA ALTERNATIVA
Folha - Você critica a medicina alternativa pela falta de testes clínicos que atestem sua eficácia, mas sabemos eles também têm suas falhas. Ainda assim os alternativos precisam seguir as regras da medicina convencional?
Paul Offit - Sim. Outro dia entrei numa loja de produtos naturais e perguntei ao balconista se havia algo para baixar colesterol. Ele me deu um extrato de alho concentrado.
Uma pessoa com colesterol alto e histórico de doença cardíaca vai se beneficiar de uma estatina [droga para baixar colesterol]. Só que ela pode entrar nessa loja e receber um mau conselho.
As pessoas que vendem esses produtos ganham dinheiro e podem bancar um teste clínico. Estudos já mostraram que você não tem mais chance de baixar o colesterol com o extrato de alho do que com o placebo. O consumidor merece testes. E extrato concentrado de alho pode causar efeitos colaterais.
É desconcertante que as pessoas tenham a ideia de que algo é seguro e funciona quando pode não funcionar e não ser seguro. Essa indústria é colocada como intocável. Nos EUA, a indústria de megavitaminas e suplementos movimentou US$ 34 bilhões em 2012. O que surpreende é que as pessoas acham que essas fabricantes são empresas familiares, que os produtos são feitos por elfos em montanhas.
Gostaria que tivéssemos o mesmo ceticismo
com a medicina alternativa que temos com a medicina
moderna. Se acupuntura é bom, vamos descobrir como!
Apontar para as estrelas não dá.
TEXTO – MEDICINA ALTERNATIVA
Folha - Você critica a medicina alternativa pela falta de testes clínicos que atestem sua eficácia, mas sabemos eles também têm suas falhas. Ainda assim os alternativos precisam seguir as regras da medicina convencional?
Paul Offit - Sim. Outro dia entrei numa loja de produtos naturais e perguntei ao balconista se havia algo para baixar colesterol. Ele me deu um extrato de alho concentrado.
Uma pessoa com colesterol alto e histórico de doença cardíaca vai se beneficiar de uma estatina [droga para baixar colesterol]. Só que ela pode entrar nessa loja e receber um mau conselho.
As pessoas que vendem esses produtos ganham dinheiro e podem bancar um teste clínico. Estudos já mostraram que você não tem mais chance de baixar o colesterol com o extrato de alho do que com o placebo. O consumidor merece testes. E extrato concentrado de alho pode causar efeitos colaterais.
É desconcertante que as pessoas tenham a ideia de que algo é seguro e funciona quando pode não funcionar e não ser seguro. Essa indústria é colocada como intocável. Nos EUA, a indústria de megavitaminas e suplementos movimentou US$ 34 bilhões em 2012. O que surpreende é que as pessoas acham que essas fabricantes são empresas familiares, que os produtos são feitos por elfos em montanhas.
Gostaria que tivéssemos o mesmo ceticismo
com a medicina alternativa que temos com a medicina
moderna. Se acupuntura é bom, vamos descobrir como!
Apontar para as estrelas não dá.
TEXTO – MEDICINA ALTERNATIVA
Folha - Você critica a medicina alternativa pela falta de testes clínicos que atestem sua eficácia, mas sabemos eles também têm suas falhas. Ainda assim os alternativos precisam seguir as regras da medicina convencional?
Paul Offit - Sim. Outro dia entrei numa loja de produtos naturais e perguntei ao balconista se havia algo para baixar colesterol. Ele me deu um extrato de alho concentrado.
Uma pessoa com colesterol alto e histórico de doença cardíaca vai se beneficiar de uma estatina [droga para baixar colesterol]. Só que ela pode entrar nessa loja e receber um mau conselho.
As pessoas que vendem esses produtos ganham dinheiro e podem bancar um teste clínico. Estudos já mostraram que você não tem mais chance de baixar o colesterol com o extrato de alho do que com o placebo. O consumidor merece testes. E extrato concentrado de alho pode causar efeitos colaterais.
É desconcertante que as pessoas tenham a ideia de que algo é seguro e funciona quando pode não funcionar e não ser seguro. Essa indústria é colocada como intocável. Nos EUA, a indústria de megavitaminas e suplementos movimentou US$ 34 bilhões em 2012. O que surpreende é que as pessoas acham que essas fabricantes são empresas familiares, que os produtos são feitos por elfos em montanhas.
Gostaria que tivéssemos o mesmo ceticismo
com a medicina alternativa que temos com a medicina
moderna. Se acupuntura é bom, vamos descobrir como!
Apontar para as estrelas não dá.
“Se acupuntura é bom, vamos descobrir como! Apontar para as estrelas não dá”.
Essa frase final do texto recomenda:
I. Intestinal: é a mais comumente encontrada. Pode ser assintomática ou caracterizada por diarreias repetidas, do tipo mucosangüinolenta ou não. O fígado e o baço não são palpáveis, embora exista, freqüentemente, queixa de dor abdominal no hipocôndrio direito.
III. Hepatoesplênica: o estado geral do paciente fica comprometido. Somente o fígado ainda está palpável nesse momento, o que caracteriza essa fase da doença.
I. O choque ocorre devido ao aumento da permeabilidade vascular seguido de hemoconcentração e falência circulatória.
II. Sua duração é curta e pode levar a óbito em 12 a 24 horas ou à recuperação rápida frente a terapia antichoque oportuna e apropriada.
III. Caracteriza-se por pulso rápido e fraco, com diminuição da pressão de pulso e arterial, extremidades frias, pele pegajosa e agitação.
Está correto o que se afirma em:
I. Dengue clássico (DC): a febre é o primeiro sintoma, sendo geralmente alta (39º a 40°C), com início abrupto, associada à cefaleia, prostação, mialgia, artralgia, dor retroorbitária, exantema maculo papular e acompanhado ou não de prurido. Também pode haver quadros diarreicos, vômitos, náuseas e anorexia. A doença tem duração média de 5 a 7 dias; o período de convalescença pode se estender de poucos dias a várias semanas, dependendo do grau de debilidade física causada pela doença.
II. Febre hemorrágica da dengue (FHD): os sintomas iniciais são semelhantes aos do DC, até o momento em que ocorre a defervescência da febre, o que ocorre geralmente entre o 3° e o 7° dias de evolução da doença, com posterior agravamento do quadro, aparecimento de manifestações hemorrágicas espontâneas ou provocadas, trombocitopenia (plaquetas < 100.000/mm3 ) e perda de plasma.
III. Síndrome do choque da dengue (SCD): nos casos graves de FHD, o choque ocorre geralmente entre o 3° e o 7° dias de doença, frequentemente precedido por dor abdominal.
I. É uma infecção localizada nos órgãos genitais e que ocorre após o parto ou abortamento recente.
II. É a principal causa de morbidade e mortalidade materna.
III. Se o quadro febril da paciente não melhora e não há indicação cirúrgica, há possibilidade de estar ocorrendo tromboflebite pélvica que vai acarretar o uso de heparina como teste terapêutico.
IV. São fatores predisponentes a desnutrição e a nuliparidade.
V. Morbidade febril puerperal é a temperatura de, no mínimo, 38ºC durante dois dias quaisquer dos primeiros 10 dias pós-parto, excluídas as 24 horas iniciais.
Estão corretas as afirmativas:
I. A puérpera relata troca frequente de absorvente higiênico, porém sempre com pouca perda e odor fétido.
II. A puérpera apresenta alteração do estado geral, hipotensão e palidez. O útero encontra-se amolecido e a loquiação é abundante.
III. A puérpera apresenta hipertensão e a episiorrafia encontra-se edemaciada, abaulada e com sangramento.
IV. A puérpera apresenta sudorese e dispneia.
Neste sentido, estão corretas as afirmativas:
As lacunas ficam corretamente preenchidas respectivamente por:
