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Assinale a alternativa CORRETA sobre as referidas questões:
Analíse as seguintes alternativas e, em seguida, assinale quais são teses de Arthur Danto:
I. Com o advento do modernismo, não há mais um estilo "correto" ou "avançado" a ser seguido. Vivemos numa era pós-histórica da arte.
II. A arte é filosofia tornada visível — não pelo que mostra aos olhos, mas pelo que provoca na mente.
III. Danto defende um relativismo absoluto. Para ele, não é preciso que o objeto seja interpretado à luz de uma teoria da arte e inserido no "mundo da arte", um sistema institucional e histórico que legitima a obra.
IV. Sua tese do "fim da arte" significa o fim de uma teleologia histórica, não o fim da produção artística. Ele celebra a pluralidade pós-histórica.
Particular relevância assume, neste contexto, o estatuto da contradição: seria ela um fenômeno ontológico ou meramente linguístico? Identifique a assertiva que DIVERGE da tese sustentada por Hegel.
CHAPMAN, R.; SILVERS, A.. Neurodivergent modes of thinking and the ethics of philosophical pedagogy. The Journal of Social Philosophy, v. 55, n. 2, p. 234–253, 2024.
Com base no texto e nos seus conhecimentos adquiridos ao longo de sua formação, é CORRETO afirmar que:
RÖTTGERS, Kurt. “Die Aporie der Mündigkeit im Philosophieunterricht”. In: Dialektik der Bildungsrationalität. Würzburg: Königshausen & Neumann, 2008, S. 156-161. Adaptação e trad. nossa.
Com base no texto acima e em seus conhecimentos, é CORRETO concluir que:
Todo inseto é invertebrado. Todo inseto é hexápode (tem seis patas) Logo, todo hexápode é invertebrado.
Mesmo sendo verdadeiras todas as proposições (as duas premissas e a conclusão) do silogismo acima, trata-se de uma inferência inválida. Tal acontece porque:
Portanto, a Ética-discursiva desenvolvida por J. Habermas não possui um caráter normativo intrínseco, isto é, não estabelece os padrões de “certo ou errado” para o agir moral. Por ser de configuração e estruturação dialógica, a adequação do agir às normas se dá dentro de um esforço comunicacional de busca pelo consenso. Seu aspecto e pretensão de universalidade reside no procedimento.
FRAGA. M. l. A teoria ético-discursiva de Jürgen Habermas e o esforço para a atualização da possibilidade de universalização. Disponível em: https://esbocosfilosoficos.wordpress.com/2022/12/17/a-teoria-etico-discursiva-de-jurgen-habermas. Acesso em: 12 dez. 2025.
A respeito da ética discursiva de Jürgen Habermas, é VERDADE que:
“Os seres cuja existência depende [...] não da nossa vontade, mas da natureza, têm, no entanto, quando são seres privados da razão, apenas um valor relativo, o dos meios.”
KANT, I. Fundamentação da metafísica dos costumes. São Paulo: Abril Cultural, 1984, p. 294.
“Concebida para a felicidade humana, a submissão da natureza, na sob medida de seu sucesso [...] conduziu ao maior desafio já posto ao ser humano pela sua própria ação”.
JONAS, H. Apud DURANTE, D.; LEAL, A. Disponível em: https://revistas.ufpr.br>made>article>dowload.PDFarquivo. Acesso em: 31.jan.2026.
Intervindo no relevante debate entre empiristas e racionalistas, o filósofo alemão Immanuel Kant (1724-1804) defende, a partir de um exercício crítico – ao qual chama tribunal da razão – sobre a natureza do conhecimento humano a perspectiva na qual:
Para a presente questão, considere o texto a seguir.
O hábito que temos de, na vida cotidiana, falar de um belo céu, de uma bela árvore, [...] e de uma bela cor etc., leva-nos a ver como definição arbitrária a que exclui o belo natural. Não podemos agora examinar a questão de saber se há razão em qualificar de belos objetos da natureza [...] se tais objetos merecem em geral aquela qualificação e se, por conseguinte, na mesma definição devemos abranger o belo natural e o belo artístico. Segundo a opinião corrente, a beleza criada pela arte seria inferior à da natureza e o maior mérito da arte residiria em aproximar as suas criações do belo natural. Se, na verdade, assim acontecesse, ficaria excluída da estética, compreendida como ciência unicamente do belo artístico, uma grande parte do domínio da arte. Mas, contra essa maneira de ver, julgamos nós poder afirmar que o belo artístico é superior ao belo natural, por ser um produto do espírito que, superior à natureza, comunica essa superioridade aos seus produtos e, por conseguinte, à arte; por isso é o belo artístico superior ao belo natural.
HEGEL, F. Estética. In: Os Pensadores. Trad. Orlando Vitorino. São Paulo: Abril Cultural, 1974, p.85
I. Hegel afirma que o belo na arte é mera imitação do belo natural.
II. Hegel nega beleza ao que não é do domínio da arte.
III. Hegel entende o belo artístico como criação do espírito.
IV. Hegel afirma a superioridade do belo artístico frente ao natural.
É CORRETA a alternativa que diz que:
A pesquisa no estágio, conforme destacam Pimenta e Lima (2012), deve ser entendida como:
PIMENTA, Selma Garrido; LIMA, Maria Socorro Lucena. Estágio e Docência. 7. ed. São Paulo: Cortez, 2012. p. 72- 74.
PIMENTA, Selma Garrido; LIMA, Maria Socorro Lucena. Estágio e Docência. 7. ed. São Paulo: Cortez, 2012. p. 45- 46.
SAVIANI, Dermeval. Pedagogia histórico-crítica: primeiras aproximações. Campinas: Autores Associados, 1991. pág. 80-82.
Em relação à Pedagogia crítico social dos conteúdos, de acordo com Libâneo (2011), é correto afirmar, EXCETO:
LIBÂNEO, José Carlos. Democratização da escola pública: a pedagogia crítico-social dos conteúdos. São Paulo. Edições Loyola Jesuítas. 26. ed. 2011. p. 40.
Segundo Luckesi (2011), os critérios de avaliação não devem se restringir a modelos exclusivamente técnicos ou quantitativos, mas necessitam estar pautados em uma perspectiva pedagógica e ética.
LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da aprendizagem componente do ato pedagógico. 1. Ed. São Paulo: Cortez, 2011. p. 411-412.
Partindo desse pressuposto, julgue as proposições a seguir.
I. Ao definir os critérios de avaliação é necessário que o professor reduza a diversidade de instrumentos avaliativos, concentrando-se em provas padronizadas que assegurem confiabilidade e validade técnica.
II. Os critérios de avaliação devem ser construídos considerando o que ensinar e o que aprender, observando uma lógica da aprendizagem significativa, orientando-se por valores éticos e pedagógicos que favoreçam o desenvolvimento integral do aluno.
III. Ao definir critério, o professor deve reconhecer que a avaliação deve ser um processo contínuo e formativo, assumindo caráter integrador, articulando conhecimentos, habilidades e atitudes, em vez de limitar-se à verificação de conteúdos isolados.
IV. Na definição de critérios, é importante priorizar a mensuração quantitativa dos resultados, de modo a favorecer comparações estatísticas entre diferentes grupos de estudantes.
Assinale a alternativa CORRETA.
LUCKESI, Cipriani Carlos. Avaliação da aprendizagem componente do ato pedagógico. 1. Ed. São Paulo: Cortez, 2011.
BRASIL, Lei 1Nº 11.645, de 10 de março de 2008. Altera a Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, modificada pela Lei no 10.639, de 9 de janeiro de 2003, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena”. Disponível em: L11645. Acesso em: 05 fev. 2026.
Considerando os dispositivos dessa lei e suas implicações, assinale a alternativa CORRETA:
BAVARESCO, Paulo Ricardo; TACCA, Daiane Paula. Multiculturalismo e diversidade cultural: uma reflexão. Revista Educação Pública, 2018, p. 12.
Considerando essa afirmação, assinale a alternativa que expressa de forma mais precisa o desafio teórico-pedagógico implicado em um currículo multicultura
( ) O bilinguismo na educação de surdos defende o uso da língua de sinais como primeira língua e da língua do país como segunda língua, preferencialmente na modalidade escrita.
( ) A proposta da educação bilíngue para surdos está alinhada às práticas clínicas hegemônicas que historicamente orientaram a escolarização dos surdos.
( ) A educação bilíngue para surdos reconhece a surdez como diferença, assumindo um posicionamento político e cultural.
( ) No contexto brasileiro, o bilinguismo propõe a Língua Portuguesa como primeira língua e a Libras como segunda língua.
( ) A perspectiva bilíngue se constitui como uma oposição aos discursos e práticas clínicas predominantes na educação de surdos ao longo das últimas décadas.
Assinale a alternativa CORRETA:
O Art. 7º do Decreto nº 5.626/2005 estabelece critérios transitórios para a oferta da disciplina de Libras no ensino superior, enquanto não houver número suficiente de docentes com formação específica. Considerando esse dispositivo legal, analise as proposições a seguir:
I. O Decreto autoriza, em caráter temporário, que a disciplina de Libras seja ministrada por profissionais com diferentes perfis formativos, desde que comprovem proficiência na língua por meio de exame reconhecido pelo Ministério da Educação.
II. O exercício da docência em Libras, nesse período, restringe-se exclusivamente a professores com graduação específica em Letras: Libras, não sendo admitidos outros perfis profissionais.
III. O instrutor de Libras, usuário da língua e com formação de nível médio, pode atuar no ensino superior, desde que possua certificação de proficiência em Libras emitida por exame promovido pelo Ministério da Educação.
IV. O professor ouvinte bilíngue pode ministrar a disciplina de Libras, desde que possua formação superior ou pós-graduação e certificação de proficiência em Libras.
Assinale a alternativa que indica as proposições CORRETAS.
I. Oralismo
II. Comunicação Total
III. Bilinguismo
( ) Abordagem educacional que prioriza o desenvolvimento da língua oral como principal meio de comunicação do estudante surdo, enfatizando a fala, o treino auditivo e a leitura labial, historicamente associada à restrição ou negação do uso da língua de sinais no processo educativo.
( ) Perspectiva pedagógica que defende o uso simultâneo e flexível de todos os recursos comunicativos disponíveis, como língua oral, língua de sinais, gestos naturais, leitura labial, escrita e recursos visuais, visando facilitar a comunicação e o acesso ao conteúdo escolar.
( ) Concepção educacional que reconhece a Língua de Sinais como primeira língua (L1) da pessoa surda e a língua majoritária da sociedade como segunda língua (L2), fundamentando-se no respeito à identidade linguística e cultural surda.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA de associação entre a Coluna I e a Coluna II: