Questões de Concurso Comentadas para fauel

Foram encontradas 10.561 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q2646862 Odontologia

As glândulas salivares produzem saliva, que lubrifica e limpa a cavidade oral e ainda facilita a digestão da comida por meio de um processo enzimático. É classificada como uma glândula salivar menor:

Alternativas
Q2646861 Odontologia

Selantes são usados principalmente em crianças, mas em certas circunstâncias, adultos podem receber os benefícios de sua utilização. São indicações para a aplicação de selantes, EXCETO:

Alternativas
Q2646860 Direito Sanitário

“A saúde é um direito de cidadania de todas as pessoas e cabe ao Estado assegurar este direito, sendo que o acesso às ações e serviços deve ser garantido a todas as pessoas, independentemente de sexo, raça, ocupação ou outras características sociais ou pessoais”. Tal afirmação define qual principio do SUS?

Alternativas
Q2646859 Direito Sanitário

Na Estratégia Saúde da Família, as equipes de Saúde da Família devem operacionalizar as seguintes diretrizes da Atenção Primária à Saúde, EXCETO:

Alternativas
Q2646858 Odontologia

As radiografias interproximais são utilizadas para detecção de lesões de cárie interproximais e são particularmente úteis para detectar lesões de cárie precoce que não estejam clinicamente evidentes. De acordo com os princípios básicos da técnica radiográfica interproximal, assinale a alternativa INCORRETA.

Alternativas
Q2646857 Odontologia

As pinças de algodão são usadas para portar, colocar e recuperar pequenos objetos, como bolinhas de algodão, fios de retração gengival, bandas de matriz e cunhas. O instrumento citado é classificadas como:

Alternativas
Q2646856 Odontologia

Os dentes permanentes posteriores incluem os pré-molares e os molares. A coroa de cada dente posterior consiste em uma superfície oclusal e cristas marginais nas superfícies mesial e distal. De acordo com a anatomia dos dentes posteriores, assinale a alternativa CORRETA.

Alternativas
Q2646855 Odontologia

Durante o tempo de vida as pessoas têm dois conjuntos de dentes: a dentição decídua e a dentição permanente. Embora haja somente o desenvolvimento de dois conjuntos de dentes, já foram identificados três períodos de dentição. Esses períodos são a dentição decídua, a mista e a permanente. O intervalo de tempo aproximado da dentição mista é:

Alternativas
Q2646834 Geografia

Quais são os biomas brasileiros presentes no Estado do Paraná?

Alternativas
Q2646819 Português

Considere atentamente o trecho a seguir, extraído de uma das crônicas de Paulo Mendes Campos, para responder as próximas questões.


“O homem entra no bar para transcender-se: eis a miserável verdade. Entrei em muitos, bebo alguma coisa desde a minha adolescência, conheço bares em Porto Alegre, Buenos Aires, São Paulo, Rio, Salvador, Recife, Manaus, Brasília, João Pessoa, Petrópolis, Belém, Nova Iorque, Lisboa, Vigo, Londres, Roma, Nápoles, Siracusa, Agrigento, Marsala, Palermo, Veneza, Hamburgo, Berlim, Heidelberg, Dusseldorf, Colônia, Munique, Goettingen, Varsóvia, Estocolmo, Leningrado, Moscou, Pequim, Múquiden, Xangai, Santa Luzia e Sabará... Em 1954, viajando pela Alemanha de carro, cheguei, pouco depois da meia-noite, à cidade universitária do Goettingen. No Brasil, uma cidade cheia de estudantes costuma tumultuar-se pela madrugada. Mas Goettingen àquela hora entregava-se a um repouso unânime. Sem sono, reservei um quarto no hotel, perguntando ao empregado onde poderia beber qualquer coisa. – ‘Ah, senhor’ – respondeu orgulhoso o alemão – ‘Goettingen é uma cidade universitária, não existe nada aberto a esta hora’. – ‘O senhor está completamente enganado’ – retruquei-lhe. Ele se riu bondosamente de mim: tinha mais de sessenta anos, nascera em Goettingen, conhecia todas as ruas da cidade, todos os bares, seria humanamente impossível encontrar qualquer venda aberta depois de meia-noite. – ‘O senhor está completamente enganado’ – insistia eu. Outro alemão que viajava comigo reforçou a opinião do empregado do hotel, e começou a dissertar impertinentemente sobre as diferenças entre o Brasil e a Alemanha. Eu estava parecendo bobo – disse ele – não querendo aceitar esta germânica verdade: em Goettingen não havia um único bar aberto depois de meia-noite. A esta altura manifestei-lhes um princípio universal pelo qual sempre me guiei: – ‘Pois fiquem vocês sabendo que em todas as cidades, todas as vilas e povoados do mundo, há pelo menos duas pessoas que continuam a beber depois da meia-noite; aqui em Goettingen há pelo menos duas pessoas que estão bebendo neste momento; vou encontrá-las’. Meio cético a respeito do meu princípio, mas solidário com o amigo, resolveu acompanhar-me. Saímos para a noite morta de Goettingen, e fomos andando pelas ruas paralisadas. No fim duma rua comprida e oblíqua, vi um cubo iluminado, mais parecido com um anúncio de barbearia, e afirmei: ‘É ali’. Ao fim da passagem lateral, por onde entramos, demos com a porta fechada. Batemos em vão, e já íamos embora, desapontados, quando notei no corredor uma escada circular para o porão, cavada na pedra. No primeiro patamar, ouvimos música. Tomei um ar superior de vidente e desci o segundo lance. Empurrada a grossa porta, recebi uma salutar lufada de música, de tabaco, de gente, de aromas etílicos. Foi como se eu reconquistasse o paraíso. O boteco dançava e bebia animadamente, repleto de jovens universitários e lindas universitárias de bochechas coradas e riso amorável. Não havia uma única mesa vaga, mas três segundos depois eu estava a beber um magnífico branco do Reno e a explicar para os estudantes, que nos acolheram com simpatia, o princípio universal que rege a vida noturna. E eles acataram o meu pacífico princípio como um axioma luminoso”. (“Por que bebemos tanto assim”, de Paulo Mendes Campos, com adaptações).

No trecho “salutar lufada de música, de tabaco, de gente, de aromas etílicos”, a expressão “aromas etílicos” diz respeito, nesse contexto, a:

Alternativas
Q2646818 Português

Considere atentamente o trecho a seguir, extraído de uma das crônicas de Paulo Mendes Campos, para responder as próximas questões.


“O homem entra no bar para transcender-se: eis a miserável verdade. Entrei em muitos, bebo alguma coisa desde a minha adolescência, conheço bares em Porto Alegre, Buenos Aires, São Paulo, Rio, Salvador, Recife, Manaus, Brasília, João Pessoa, Petrópolis, Belém, Nova Iorque, Lisboa, Vigo, Londres, Roma, Nápoles, Siracusa, Agrigento, Marsala, Palermo, Veneza, Hamburgo, Berlim, Heidelberg, Dusseldorf, Colônia, Munique, Goettingen, Varsóvia, Estocolmo, Leningrado, Moscou, Pequim, Múquiden, Xangai, Santa Luzia e Sabará... Em 1954, viajando pela Alemanha de carro, cheguei, pouco depois da meia-noite, à cidade universitária do Goettingen. No Brasil, uma cidade cheia de estudantes costuma tumultuar-se pela madrugada. Mas Goettingen àquela hora entregava-se a um repouso unânime. Sem sono, reservei um quarto no hotel, perguntando ao empregado onde poderia beber qualquer coisa. – ‘Ah, senhor’ – respondeu orgulhoso o alemão – ‘Goettingen é uma cidade universitária, não existe nada aberto a esta hora’. – ‘O senhor está completamente enganado’ – retruquei-lhe. Ele se riu bondosamente de mim: tinha mais de sessenta anos, nascera em Goettingen, conhecia todas as ruas da cidade, todos os bares, seria humanamente impossível encontrar qualquer venda aberta depois de meia-noite. – ‘O senhor está completamente enganado’ – insistia eu. Outro alemão que viajava comigo reforçou a opinião do empregado do hotel, e começou a dissertar impertinentemente sobre as diferenças entre o Brasil e a Alemanha. Eu estava parecendo bobo – disse ele – não querendo aceitar esta germânica verdade: em Goettingen não havia um único bar aberto depois de meia-noite. A esta altura manifestei-lhes um princípio universal pelo qual sempre me guiei: – ‘Pois fiquem vocês sabendo que em todas as cidades, todas as vilas e povoados do mundo, há pelo menos duas pessoas que continuam a beber depois da meia-noite; aqui em Goettingen há pelo menos duas pessoas que estão bebendo neste momento; vou encontrá-las’. Meio cético a respeito do meu princípio, mas solidário com o amigo, resolveu acompanhar-me. Saímos para a noite morta de Goettingen, e fomos andando pelas ruas paralisadas. No fim duma rua comprida e oblíqua, vi um cubo iluminado, mais parecido com um anúncio de barbearia, e afirmei: ‘É ali’. Ao fim da passagem lateral, por onde entramos, demos com a porta fechada. Batemos em vão, e já íamos embora, desapontados, quando notei no corredor uma escada circular para o porão, cavada na pedra. No primeiro patamar, ouvimos música. Tomei um ar superior de vidente e desci o segundo lance. Empurrada a grossa porta, recebi uma salutar lufada de música, de tabaco, de gente, de aromas etílicos. Foi como se eu reconquistasse o paraíso. O boteco dançava e bebia animadamente, repleto de jovens universitários e lindas universitárias de bochechas coradas e riso amorável. Não havia uma única mesa vaga, mas três segundos depois eu estava a beber um magnífico branco do Reno e a explicar para os estudantes, que nos acolheram com simpatia, o princípio universal que rege a vida noturna. E eles acataram o meu pacífico princípio como um axioma luminoso”. (“Por que bebemos tanto assim”, de Paulo Mendes Campos, com adaptações).

No trecho “três segundos depois eu estava a beber um magnífico branco do Reno”, o adjetivo “branco” qualifica:

Alternativas
Q2646812 Português

Considere atentamente o trecho a seguir, extraído de uma das crônicas de Paulo Mendes Campos, para responder as próximas questões.


“O homem entra no bar para transcender-se: eis a miserável verdade. Entrei em muitos, bebo alguma coisa desde a minha adolescência, conheço bares em Porto Alegre, Buenos Aires, São Paulo, Rio, Salvador, Recife, Manaus, Brasília, João Pessoa, Petrópolis, Belém, Nova Iorque, Lisboa, Vigo, Londres, Roma, Nápoles, Siracusa, Agrigento, Marsala, Palermo, Veneza, Hamburgo, Berlim, Heidelberg, Dusseldorf, Colônia, Munique, Goettingen, Varsóvia, Estocolmo, Leningrado, Moscou, Pequim, Múquiden, Xangai, Santa Luzia e Sabará... Em 1954, viajando pela Alemanha de carro, cheguei, pouco depois da meia-noite, à cidade universitária do Goettingen. No Brasil, uma cidade cheia de estudantes costuma tumultuar-se pela madrugada. Mas Goettingen àquela hora entregava-se a um repouso unânime. Sem sono, reservei um quarto no hotel, perguntando ao empregado onde poderia beber qualquer coisa. – ‘Ah, senhor’ – respondeu orgulhoso o alemão – ‘Goettingen é uma cidade universitária, não existe nada aberto a esta hora’. – ‘O senhor está completamente enganado’ – retruquei-lhe. Ele se riu bondosamente de mim: tinha mais de sessenta anos, nascera em Goettingen, conhecia todas as ruas da cidade, todos os bares, seria humanamente impossível encontrar qualquer venda aberta depois de meia-noite. – ‘O senhor está completamente enganado’ – insistia eu. Outro alemão que viajava comigo reforçou a opinião do empregado do hotel, e começou a dissertar impertinentemente sobre as diferenças entre o Brasil e a Alemanha. Eu estava parecendo bobo – disse ele – não querendo aceitar esta germânica verdade: em Goettingen não havia um único bar aberto depois de meia-noite. A esta altura manifestei-lhes um princípio universal pelo qual sempre me guiei: – ‘Pois fiquem vocês sabendo que em todas as cidades, todas as vilas e povoados do mundo, há pelo menos duas pessoas que continuam a beber depois da meia-noite; aqui em Goettingen há pelo menos duas pessoas que estão bebendo neste momento; vou encontrá-las’. Meio cético a respeito do meu princípio, mas solidário com o amigo, resolveu acompanhar-me. Saímos para a noite morta de Goettingen, e fomos andando pelas ruas paralisadas. No fim duma rua comprida e oblíqua, vi um cubo iluminado, mais parecido com um anúncio de barbearia, e afirmei: ‘É ali’. Ao fim da passagem lateral, por onde entramos, demos com a porta fechada. Batemos em vão, e já íamos embora, desapontados, quando notei no corredor uma escada circular para o porão, cavada na pedra. No primeiro patamar, ouvimos música. Tomei um ar superior de vidente e desci o segundo lance. Empurrada a grossa porta, recebi uma salutar lufada de música, de tabaco, de gente, de aromas etílicos. Foi como se eu reconquistasse o paraíso. O boteco dançava e bebia animadamente, repleto de jovens universitários e lindas universitárias de bochechas coradas e riso amorável. Não havia uma única mesa vaga, mas três segundos depois eu estava a beber um magnífico branco do Reno e a explicar para os estudantes, que nos acolheram com simpatia, o princípio universal que rege a vida noturna. E eles acataram o meu pacífico princípio como um axioma luminoso”. (“Por que bebemos tanto assim”, de Paulo Mendes Campos, com adaptações).

Logo no início do texto, ao citar explicitamente o nome de uma série de cidades, o autor pretende:

Alternativas
Q2646031 Agropecuária

A inseminação artificial é a biotécnica de reprodução, cujo objetivo principal é a maximização do uso dos ejaculados, mantendo ou mesmo melhorando a eficiência reprodutiva e produtiva em relação à monta natural. Na suinocultura, a escolha dos animais tanto para coleta de sêmen como para serem inseminados deve ser rigorosa, com histórico detalhado e características desejáveis, sendo indispensável a presença de cio na porca para a sua inseminação. Assinale a alternativa CORRETA em relação a inseminação artificial em suínos.

Alternativas
Q2646029 Engenharia Agronômica (Agronomia)

O arado é um implemento agrícola utilizado tanto no preparo inicial quanto periódico do solo, cuja função principal é deslocar e destruir uma camada contínua de solo, visando reduzir a agregação de suas partículas e inverter as camadas, incorporando coberturas vegetais vivas ou mortas. Os principais pontos de regulagem de um arado acoplado aos três pontos de levante hidráulico do trator são:


I) Centralização (alinhamento) do arado em relação ao centro do trator, feito por meio das correntes estabilizadoras laterais (primeiro e segundo ponto de engate).

II) Nivelamento transversal, feito através da manivela do braço direito de suporte do engate inferior (segundo ponto de engate inferior).

III) Nivelamento longitudinal, feito através do braço retrátil de engate do segundo ponto (engate inferior) e roda guia do arado.

IV) Regulagem de profundidade através do centro do eixo do trator e complementada no braço direito de suporte do engate inferior (segundo ponto de engate inferior).


Assinale a alternativa CORRETA.

Alternativas
Q2646028 Engenharia Agronômica (Agronomia)

O terraceamento consiste na construção de uma estrutura transversal ao sentido do maior declive do terreno. Apresenta estrutura composta de um dique e um canal e tem a finalidade de reter e infiltrar, nos terraços em nível, ou escoar lentamente para áreas adjacentes, nos terraços em desnível ou com gradiente, as águas das chuvas. Dentre os critérios agronômicos levados em consideração no cálculo da equidistância vertical entre terraços, podemos citar:


I) Equipamento topográfico a ser utilizado.

II) Agrupamento de solos segundo suas qualidades, características e resistência à erosão e cultura a ser implantada (grupo de culturas).

III) Atividade pecuária.

IV) Grupo de preparo de solo, manejo de restos culturais e declividade do relevo.


Assinale a alternativa CORRETA.

Alternativas
Q2646027 Engenharia Agronômica (Agronomia)

As pragas desfolhadoras do feijão podem ser encontradas na cultura logo após a sua fase inicial, quando a planta apresenta folhas primárias até o enchimento de grãos, ou seja, de V2 a R8. Desta forma, podem ocasionar perdas significativas na produtividade caso não controladas. Leia atentamente as afirmativas a seguir.


I) A vaquinha (Diabrotica speciosa, Cerotoma arcuata), causa desfolha somente na fase inicial da cultura, reduzindo a área fotossintética. Os danos mais significativos ocorrem no estádio V4, pois pode consumir o broto apical, causando a morte da plântula. Em outros estádios iniciais, o dano é menor, pois o feijoeiro pode tolerar até 30% de desfolha.

II) A lagarta enroladeira-das-folhas (Omiodes indicata), raspa o parênquima foliar, rendilhando os folíolos que se tornam secos. Possui o hábito de enrolar ou unir os folíolos.

III) A lagarta cabeça-de-fósforo (Urbanus proteus), dobra as margens da folha, mas os danos ao feijoeiro serão maiores se houver população elevada.

IV) A lagarta falsa-medideira (Chrysodeixis includens), consome as nervuras das folhas, e as desfolhas apresentam aspectos arredondados.


Assinale a alternativa CORRETA.

Alternativas
Q2646026 Engenharia Agronômica (Agronomia)

Em meio à diversidade de insetos que causam prejuízos na agricultura, a cigarrinha do milho (Dalbulus maidis) é atualmente considerada uma das mais severas pragas na América Latina. Essa cigarrinha é especialista em plantas de milho e o problema ocorre por ela succionar a seiva das plantas e transmitir vírus causadores de doenças.

Assinale a alternativa CORRETA.

Alternativas
Q2646025 Engenharia Agronômica (Agronomia)

As lagartas estão entre as principais pragas da agricultura brasileira e apresentam enorme potencial de dano, podendo atacar a lavoura desde o desenvolvimento inicial até a colheita. Em altas populações, se não controlada, a lagarta da soja (Anticarsia gemmatalis), pode provocar desfolhas elevadas, causando perdas de produtividade da cultura. Assinale a alternativa CORRETA.

Alternativas
Q2646024 Engenharia Agronômica (Agronomia)

O feijão é pertencente à família Fabaceae. Sua plantação tem uma grande importância para o agronegócio nacional, uma vez que o grão é uma das bases da alimentação brasileira. Além do papel relevante na alimentação do brasileiro, o feijão é um produto de grande importância econômica e social, principalmente por conta da mão de obra empregada durante o ciclo da cultura. Leia atentamente as afirmativas a seguir.

I) O feijoeiro é uma planta considerada pouco exigente em fertilidade e qualidade do solo, devido ao ciclo curto e ao sistema radicular profundo.

II) A fase do feijoeiro mais vulnerável à deficiência hídrica prolonga-se do início até a plenitude da floração.

III) A fixação biológica do nitrogênio atmosférico é realizada por bactérias da ordem Rhizobiales. Essas bactérias, associadas às plantas, formam estruturas chamadas nódulos, onde, através da enzima nitrogenase, ocorre a transformação do gás nitrogênio atmosférico em amônia, a qual é incorporada em compostos nitrogenados e transferida para a planta.


Assinale a alternativa CORRETA.

Alternativas
Q2646023 Engenharia Agronômica (Agronomia)

Assinale a alternativa CORRETA. O planejamento agrícola diz respeito às ações a serem realizadas antes do estabelecimento da cultura, ou seja, quando o empreendimento agrícola começa a ser programado. Dados que permitem avaliar o potencial produtivo de áreas agriculturáveis, bem como o risco associado a atividade agrícola, podem ser utilizados com o objetivo de estimar os respectivos impactos sobre as culturas e as práticas agrícolas, tanto no âmbito do planejamento quanto da tomada de decisão. Uma das principais ferramentas utilizadas no planejamento agrícola é o chamado:

Alternativas
Respostas
3001: A
3002: C
3003: B
3004: B
3005: E
3006: E
3007: A
3008: C
3009: C
3010: A
3011: E
3012: D
3013: A
3014: A
3015: B
3016: D
3017: E
3018: B
3019: D
3020: C