🎯 Saiba o que estudar

Avançado com Treinador a partir de R$ 0,76/dia

Questões Discursivas

Foram encontradas 25.436 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q2757353 Enfermagem

Em relação aos sinais vitais, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.


( ) A avaliação dos sinais vitais instrumentaliza a equipe de saúde na tomada de decisão sobre as intervenções.

( ) Paciente com temperatura corporal de 36,1°C a 37,2°C é considerado com hipotermia.

( ) O pulso arterial é uma onda de pressão dependente da ejeção ventricular e, por isso, a análise do pulso arterial proporciona dados inestimáveis da ejeção ventricular esquerda, do mesmo modo que o pulso venoso expressa a dinâmica do enchimento ventricular direito.

( ) Bradipneia é a respiração difícil, trabalhosa ou curta. É sintoma comum de várias doenças pulmonares e cardíacas; pode ser súbita ou lenta e gradativa.


A sequência está correta em

Alternativas
Q2757344 Raciocínio Lógico

Observe a sequência formada pelas letras a seguir:

C, F, I, L, . . .

O oitavo termo desta sequência é:

Alternativas
Q2757337 Português

A bomba atômica e os jogos olímpicos


No exato momento em que no dia 6 de agosto de 2016 às 20 horas se inaugurarão os Jogos Olímpicos no Rio de Janeiro, há 71 anos, no mesmo dia 6 de agosto de 1945 e na mesma hora correspondendo às 8h15 da manhã, será recordada, em Hiroshima no Japão, a nefasta data do lançamento da bomba atômica sobre a cidade. Vitimou 242.437 pessoas entre as que morreram na hora e as que posteriormente vieram a falecer em consequência da radiação nuclear.

O imperador Hirohito reconheceu, no texto de rendição no dia 14 de agosto, que se “tratava de uma arma que levaria à total extinção da civilização humana”. Dias após, ao aduzir, numa declaração ao povo, as razões da rendição, a principal delas era que a bomba atômica “provocaria a morte de todo o povo japonês”. Em sua sabedoria ancestral tinha razão.

A humanidade estremeceu. De repente deu-se conta de que, segundo o cosmólogo Carl Sagan, criamos para nós próprios o princípio de autodestruição. Não disse outra coisa Jean-Paul Sartre: “os seres humanos se apropriaram dos instrumentos de sua própria exterminação”. O grande historiador inglês, Arnold Toynbee, o último a escrever 12 tomos sobre a história das civilizações, aterrado, deixou escrito em suas memórias (Experiências 1969): “Vivi para ver o fim da história humana tornar-se uma possibilidade intra-histórica, capaz de ser traduzida em fato, não por um ato de Deus mas do homem”. O grande naturalista francês Thódore Monod disse enfaticamente: “somos capazes de uma conduta insensata e demente; pode-se a partir de agora temer tudo, tudo mesmo, inclusive a aniquilação da raça humana” (E se a aventura humana vier a falhar, 2000).

Com efeito, de pouco valeu o estarrecimento, pois continuaram a desenvolver armas nucleares mais potentes ainda, capazes de erradicar toda a vida do planeta e pôr um fim à espécie humana.

Atualmente há nove países detentores de armas nucleares que, conjuntamente, somam mais ou menos 17.000. E sabemos que nenhuma segurança é total. Os desastres de Tree Islands nos USA, de Chernobyl na Ucrânia e de Fukushima no Japão nos dão uma amostra convincente.

Pela primeira vez um Presidente norte-americano, Obama, visitou há dias, Hiroshima. Apenas lamentou o fato e disse: “a morte caiu do céu e o mundo mudou... começou o nosso despertar moral”. Mas não teve a coragem de pedir perdão ao povo japonês pelas cenas apocalípticas que lá ocorreram.

Vigora uma vasta discussão mundial sobre como avaliar tal gesto bélico. Muitos pragmaticamente afirmam que foi a forma encontrada de levar o Japão à rendição e poupar milhares de vidas de ambos os lados. Outros consideram o uso desta arma letal, na versão oficial japonesa, como “um ato ilegal de hostilidade consoante as regras do direito internacional”. Outros vão mais longe e afirmam tratar-se de um “crime de guerra” e até de “um terrorismo de Estado”.

Hoje estamos inclinados a dizer que foi um ato criminoso anti-vida, de nenhuma forma justificável, pois, pensando em termos ecológicos, a bomba matou muito mais do que pessoas, mas todas as formas de vida vegetal, animal e orgânica, além da destruição total dos bens culturais. Geralmente as guerras são feitas de exércitos contra exércitos, de aviões contra aviões, de navios contra navios. Aqui não. Tratou-se de uma “totaler Krieg” (guerra total) no estilo nazista de matar tudo o que se move, envenenar águas, poluir os ares e dizimar as bases físico-químicas que sustentam a vida. Porque Albert Einstein tinha consciência desta barbaridade se negou a participar no projeto da bomba atômica e a condenou, veementemente, junto com Bertrand Russel.

Ao lado de outras ameaças letais que pesam sobre o sistema-vida e o sistema-Terra, este nuclear continua sendo uma dos mais amedrontadores, verdadeira espada de Dâmocles colocada sobre a cabeça da humanidade. Quem poderá conter a irracionalidade da Coréia do Norte de deslanchar um ataque nuclear avassaladora?

Há uma proposta profundamente humanitária que nos vem de São Paulo, da Associação dos Sobreviventes de Hiroshima e Nagasaki (chamados de hibakusha, presume-se que haja uns 118 no Brasil), animada pelo militante contra a energia nuclear Chico Whitaker que no dia 6 de agosto, no momento da abertura dos Jogos Olímpicos, faça-se um minuto de silêncio pensando nas vítimas de Hiroshima. Mas não só. Também voltando nossas mentes para a violência contra as mulheres, os refugiados, os negros e pobres que são sistematicamente dizimados (só no Brasil em 2015 60 mil jovens negros), os indígenas, os quilombolas e os sem-terra e sem-teto, em fim, todas as vítimas da voracidade de nosso sistema de acumulação.

O prefeito de Hiroshima, nesse sentido, já encaminhou carta ao Comité Organizador dos Jogos no Rio de Janeiro. Esperamos que ele se sensibilize e promova esse grito silencioso contra as guerras de todo tipo e pela paz entre todos os povos.


(Leonardo Boff. Disponível em: http://www.jb.com.br/leonardo-boff/noticias/2016/06/11/a-bomba-atomica-e-os-jogos-olimpicos/.)

De acordo com o texto, é correto afirmar que:

Alternativas
Q2757332 Português

A bomba atômica e os jogos olímpicos


No exato momento em que no dia 6 de agosto de 2016 às 20 horas se inaugurarão os Jogos Olímpicos no Rio de Janeiro, há 71 anos, no mesmo dia 6 de agosto de 1945 e na mesma hora correspondendo às 8h15 da manhã, será recordada, em Hiroshima no Japão, a nefasta data do lançamento da bomba atômica sobre a cidade. Vitimou 242.437 pessoas entre as que morreram na hora e as que posteriormente vieram a falecer em consequência da radiação nuclear.

O imperador Hirohito reconheceu, no texto de rendição no dia 14 de agosto, que se “tratava de uma arma que levaria à total extinção da civilização humana”. Dias após, ao aduzir, numa declaração ao povo, as razões da rendição, a principal delas era que a bomba atômica “provocaria a morte de todo o povo japonês”. Em sua sabedoria ancestral tinha razão.

A humanidade estremeceu. De repente deu-se conta de que, segundo o cosmólogo Carl Sagan, criamos para nós próprios o princípio de autodestruição. Não disse outra coisa Jean-Paul Sartre: “os seres humanos se apropriaram dos instrumentos de sua própria exterminação”. O grande historiador inglês, Arnold Toynbee, o último a escrever 12 tomos sobre a história das civilizações, aterrado, deixou escrito em suas memórias (Experiências 1969): “Vivi para ver o fim da história humana tornar-se uma possibilidade intra-histórica, capaz de ser traduzida em fato, não por um ato de Deus mas do homem”. O grande naturalista francês Thódore Monod disse enfaticamente: “somos capazes de uma conduta insensata e demente; pode-se a partir de agora temer tudo, tudo mesmo, inclusive a aniquilação da raça humana” (E se a aventura humana vier a falhar, 2000).

Com efeito, de pouco valeu o estarrecimento, pois continuaram a desenvolver armas nucleares mais potentes ainda, capazes de erradicar toda a vida do planeta e pôr um fim à espécie humana.

Atualmente há nove países detentores de armas nucleares que, conjuntamente, somam mais ou menos 17.000. E sabemos que nenhuma segurança é total. Os desastres de Tree Islands nos USA, de Chernobyl na Ucrânia e de Fukushima no Japão nos dão uma amostra convincente.

Pela primeira vez um Presidente norte-americano, Obama, visitou há dias, Hiroshima. Apenas lamentou o fato e disse: “a morte caiu do céu e o mundo mudou... começou o nosso despertar moral”. Mas não teve a coragem de pedir perdão ao povo japonês pelas cenas apocalípticas que lá ocorreram.

Vigora uma vasta discussão mundial sobre como avaliar tal gesto bélico. Muitos pragmaticamente afirmam que foi a forma encontrada de levar o Japão à rendição e poupar milhares de vidas de ambos os lados. Outros consideram o uso desta arma letal, na versão oficial japonesa, como “um ato ilegal de hostilidade consoante as regras do direito internacional”. Outros vão mais longe e afirmam tratar-se de um “crime de guerra” e até de “um terrorismo de Estado”.

Hoje estamos inclinados a dizer que foi um ato criminoso anti-vida, de nenhuma forma justificável, pois, pensando em termos ecológicos, a bomba matou muito mais do que pessoas, mas todas as formas de vida vegetal, animal e orgânica, além da destruição total dos bens culturais. Geralmente as guerras são feitas de exércitos contra exércitos, de aviões contra aviões, de navios contra navios. Aqui não. Tratou-se de uma “totaler Krieg” (guerra total) no estilo nazista de matar tudo o que se move, envenenar águas, poluir os ares e dizimar as bases físico-químicas que sustentam a vida. Porque Albert Einstein tinha consciência desta barbaridade se negou a participar no projeto da bomba atômica e a condenou, veementemente, junto com Bertrand Russel.

Ao lado de outras ameaças letais que pesam sobre o sistema-vida e o sistema-Terra, este nuclear continua sendo uma dos mais amedrontadores, verdadeira espada de Dâmocles colocada sobre a cabeça da humanidade. Quem poderá conter a irracionalidade da Coréia do Norte de deslanchar um ataque nuclear avassaladora?

Há uma proposta profundamente humanitária que nos vem de São Paulo, da Associação dos Sobreviventes de Hiroshima e Nagasaki (chamados de hibakusha, presume-se que haja uns 118 no Brasil), animada pelo militante contra a energia nuclear Chico Whitaker que no dia 6 de agosto, no momento da abertura dos Jogos Olímpicos, faça-se um minuto de silêncio pensando nas vítimas de Hiroshima. Mas não só. Também voltando nossas mentes para a violência contra as mulheres, os refugiados, os negros e pobres que são sistematicamente dizimados (só no Brasil em 2015 60 mil jovens negros), os indígenas, os quilombolas e os sem-terra e sem-teto, em fim, todas as vítimas da voracidade de nosso sistema de acumulação.

O prefeito de Hiroshima, nesse sentido, já encaminhou carta ao Comité Organizador dos Jogos no Rio de Janeiro. Esperamos que ele se sensibilize e promova esse grito silencioso contra as guerras de todo tipo e pela paz entre todos os povos.


(Leonardo Boff. Disponível em: http://www.jb.com.br/leonardo-boff/noticias/2016/06/11/a-bomba-atomica-e-os-jogos-olimpicos/.)

Assinale a alternativa em que o trecho sublinhado apresenta função sintática DIFERENTE das demais.

Alternativas
Q2754069 Nutrição

Qual vitamina é essencial para o metabolismo dos carboidratos, aminoácidos e lipídios?

Alternativas
Q2754067 Nutrição

A exposição à luz solar deve ser suficiente para a maioria das pessoas produzirem a sua própria vitamina D, usando a luz ultravioleta e o colesterol da pele; portanto, ela é conhecida como a vitamina da luz solar. No seu metabolismo, a vitamina D deve ser ativada por duas hidroxilações sequenciais; onde ocorre a primeira?

Alternativas
Q2754065 Nutrição

O complexo B é um conjunto de nove vitaminas hidrossolúveis com importante ação no metabolismo celular. A solubilidade na água é uma das poucas características que elas compartilham. Em relação às suas fontes alimentares e deficiências, analise as afirmativas a seguir.


I. As fontes mais ricas de tiamina são o levedo e o fígado; entretanto, os grãos integrais são a fonte mais importante da vitamina.

II. A deficiência de riboflavina leva a anormalidades metabólicas que resultam na produção insuficiente de PLP.

III. Os sintomas de deficiência de niacina iniciam com fraqueza muscular, anorexia, indigestão e erupções cutâneas.

IV. As fontes mais importantes do ácido pantotênico em dietas mistas são as carnes (principalmente fígado e coração).

V. Cogumelos, abacates, brócolis, gemas de ovo, fermento, leite desnatado e batatas-doces são fontes de vitamina B6.

VI. Em indivíduos incapazes de sintetizar a vitamina C, sua deficiência aguda resulta em escorbuto.


Estão corretas as afirmativas

Alternativas
Q2754063 Nutrição

“No envelhecimento, o cuidado de nutrição, não está apenas no manejo da doença ou terapia de nutrição clínica, é necessário ampliá-lo com um forte foco em estilos saudáveis e prevenção de doenças. Na nutrição podem-se incluir três tipos de serviços preventivos. Na prevenção ________________, o gerenciamento de caso e o planejamento da alta muitas vezes envolvem problemas de mastigação e de apetite, dietas modificadas e limitações funcionais. A prevenção ________________ envolve a redução do risco e retardo no progresso de doenças crônicas relacionadas à nutrição para manter a funcionalidade e a qualidade de vida. Na prevenção ________________, a ênfase está na nutrição, na promoção da saúde e na prevenção de doenças.” Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente a afirmativa anterior.


A sequência está correta em

Alternativas
Q2754059 Nutrição

Alimentos e nutrientes podem alterar a ação farmacológica pretendida de um fármaco pelo aumento ou oposição aos efeitos da medicação. Um exemplo clássico de aumento do efeito do fármaco é a interação entre os inibidores da monoaminoxidase (IMAO) como sulfato de fenelzina (Nardil) ou tranilcipromina (Parnate) e agentes pressóricos como:

Alternativas
Q2754057 Nutrição

Em relação às diretrizes dietoterápicas para obesidade, relacione adequadamente as colunas a seguir.


1. Fibras.

2. Colesterol.

3. Líquidos.

4. Vitaminas e minerais.


( ) São atingidos os requerimentos totais nos planos de 1200 kcal ou maiores.

( ) Entre 20 a 30 g por dia.

( ) 1500 cc para cada 1000 kcal.

( ) Não mais que 300 mg/dia.


A sequência está correta em

Alternativas
Q2754055 Nutrição

Sobre a digestão, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.


( ) Os açúcares da banana requerem alta digestão; portanto, não atravessam as células intestinais imediatamente.

( ) A digestão do amido acelera quando o pâncreas envia enzimas pancreáticas ao intestino delgado através do ducto pancreático.

( ) A digestão de proteínas é independente das proteases pancreática e intestinal.


A sequência está correta em

Alternativas
Q2754054 Nutrição

Para quebrar um dissacarídeo em dois, é preciso uma reação química:

Alternativas
Q2754053 Nutrição

Durante várias décadas, fatores dietéticos ganharam ou perderam importância como um componente importante na causa e tratamento da dispepsia, gastrite e úlcera péptica. Neste caso, é correto afirmar que

Alternativas
Q2754052 Nutrição

As manifestações de doença renal são significativas e as metas do cuidado nutricional dependem do distúrbio que está sendo tratado. Em relação aos cálculos renais, faz parte do tratamento nutricional, EXCETO:

Alternativas
Q2748801 Inglês

Read the text to answer 39 and 40.


One day an Indian gentleman, a snake charmer, arrived in England by plane. He was coming from Bombay with two pieces of luggage. The big of them contained a snake. A man and a little boy was watching him at the customs area. The man said to the little boy “Go and speak to the gentleman”. When the little boy was speaking with the traveller, the thief took the big suitcase and went out quickly. When the victim saw that he cried, “Help me! Help me! A thief!” A police officer was in this corner whistle but it was too late. The thieves escaped with the big suitcase, took their car and went in the traffic. Later they had a big surprise because the suitcase contain a snake.


(ELLIS, Rod. Second Language Acquisition. Oxford University Press. Pag. 15-16.)

The use of “contained” (L 2) and “contain” (L 6) indicates:

Alternativas
Q2748793 Inglês

Read the text to answer 39 and 40.


One day an Indian gentleman, a snake charmer, arrived in England by plane. He was coming from Bombay with two pieces of luggage. The big of them contained a snake. A man and a little boy was watching him at the customs area. The man said to the little boy “Go and speak to the gentleman”. When the little boy was speaking with the traveller, the thief took the big suitcase and went out quickly. When the victim saw that he cried, “Help me! Help me! A thief!” A police officer was in this corner whistle but it was too late. The thieves escaped with the big suitcase, took their car and went in the traffic. Later they had a big surprise because the suitcase contain a snake.


(ELLIS, Rod. Second Language Acquisition. Oxford University Press. Pag. 15-16.)

All items about the text are correct, EXCEPT:

Alternativas
Q2748790 Inglês

The period from de 1970s through the 1980s witnessed a major paradigma shift in language teaching. The quest for alternatives to grammar-based approaches and methods led in several different directions. Mainstream language teaching embraced the growing interest in communicative approaches to language teaching. Alternative approaches and methods of the 1970s and 1980s have had a somewhat varied history, but each can be seen as stressing important dimensions of the teaching-learning process. Mark the item which represents an alternative approach or method.

Alternativas
Q2748788 Inglês

Imagem associada para resolução da questão

Mark the item which contains an inconsistency and its corresponding correction.

Alternativas
Q2748786 Inglês

Read the text to answer 33, 34 and 35.


As epoch-making as Gutenberg’s printing press, 3-D printing is changing the future.


By Roff Smith


Rocket engine parts, chocolate figurines, functional replica pistols, a Dutch canal house, designer sunglasses, a zippy two-seater car, a rowboat, a prototype bionic ear, pizzas — hardly a week goes by without a startling tour de force in the rapidly evolving technology of three-dimensional printing. What sounds like something out of Star Trek — the starship’s replicator could synthesize anything — is increasingly becoming a reality. Indeed, NASA is testing a 3-D printer on the International Space Station to see if it might provide a way to fabricate meals, tools, and replacement parts on long missions. Back on Earth, long-term business plans are being reimagined. Airbus envisions that by 2050 entire planes could be built of 3-D printed parts. GE is already using printers to make fuel-nozzle tips for jet engines. And interest isn’t limited just to corporate giants.

The high cost of tooling up a factory has long been a barrier to developing niche products. But now anyone with an idea and money could go into small-scale manufacturing, using computer-aided design software to create a threedimensional drawing of an object and letting a commercial 3-D printing firm do the rest. Since a product’s specifications can be “retooled” at a keyboard, the technology is perfect for limited production runs, prototypes, or one-time creations — like the one-third-scale model of a 1964 Aston Martin DB5 that producers of the James Bond film Skyfall had printed, then blew up in a climactic scene. And because a 3-D printer builds an object a bit at a time, placing material only where it needs to be, it can make geometrically complex objects that can’t be made by injecting material into molds — often at a considerable savings in weight with no loss in strength. It can also produce intricately shaped objects in a single piece, such as GE’s titanium fuel-nozzle tips, which otherwise would be made of at least 20 pieces. “People read about the fabulous things that are being made with 3-D printing technology, and they are led to believe that they will be able to make these things themselves at home and that what they turn out will be of a really high standard of workmanship, it won’t be.” Dr. Rowly, a tech expert says. While consumer printers may one day allow us to make whatever we like, Rowley envisions a different grassroots revolution, one where people can test ideas that once would never have made it off the back of an envelope.


(Available: http://ngm.nationalgeographic.com/2014/12/3d-printer.)

According to what the text mentions, 3-D printing is able to produce

Alternativas
Q2748784 Inglês

Read the text to answer 33, 34 and 35.


As epoch-making as Gutenberg’s printing press, 3-D printing is changing the future.


By Roff Smith


Rocket engine parts, chocolate figurines, functional replica pistols, a Dutch canal house, designer sunglasses, a zippy two-seater car, a rowboat, a prototype bionic ear, pizzas — hardly a week goes by without a startling tour de force in the rapidly evolving technology of three-dimensional printing. What sounds like something out of Star Trek — the starship’s replicator could synthesize anything — is increasingly becoming a reality. Indeed, NASA is testing a 3-D printer on the International Space Station to see if it might provide a way to fabricate meals, tools, and replacement parts on long missions. Back on Earth, long-term business plans are being reimagined. Airbus envisions that by 2050 entire planes could be built of 3-D printed parts. GE is already using printers to make fuel-nozzle tips for jet engines. And interest isn’t limited just to corporate giants.

The high cost of tooling up a factory has long been a barrier to developing niche products. But now anyone with an idea and money could go into small-scale manufacturing, using computer-aided design software to create a threedimensional drawing of an object and letting a commercial 3-D printing firm do the rest. Since a product’s specifications can be “retooled” at a keyboard, the technology is perfect for limited production runs, prototypes, or one-time creations — like the one-third-scale model of a 1964 Aston Martin DB5 that producers of the James Bond film Skyfall had printed, then blew up in a climactic scene. And because a 3-D printer builds an object a bit at a time, placing material only where it needs to be, it can make geometrically complex objects that can’t be made by injecting material into molds — often at a considerable savings in weight with no loss in strength. It can also produce intricately shaped objects in a single piece, such as GE’s titanium fuel-nozzle tips, which otherwise would be made of at least 20 pieces. “People read about the fabulous things that are being made with 3-D printing technology, and they are led to believe that they will be able to make these things themselves at home and that what they turn out will be of a really high standard of workmanship, it won’t be.” Dr. Rowly, a tech expert says. While consumer printers may one day allow us to make whatever we like, Rowley envisions a different grassroots revolution, one where people can test ideas that once would never have made it off the back of an envelope.


(Available: http://ngm.nationalgeographic.com/2014/12/3d-printer.)

“The high cost of tooling up a factory has long been a barrier to developing niche products.” (L 9) matches:

Alternativas
Respostas
15101: B
15102: D
15103: C
15104: D
15105: D
15106: B
15107: C
15108: D
15109: B
15110: C
15111: A
15112: A
15113: B
15114: A
15115: B
15116: D
15117: A
15118: A
15119: B
15120: A