Questões de Concurso Para idecan

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Q1371926 Noções de Informática
Usando o Microsoft Excel 2010 (Configuração Local, Idioma Português-Brasil), quando se pretende que uma célula não seja alterada com o uso do alto preenchimento, utiliza-se referência absoluta, ou também conhecida como referência fixa. Para tanto utiliza-se o $ (cifrão), que desta forma “trava” o conteúdo da célula, seja pela indicação da linha ou coluna, como no exemplo: =$B$1. Isto significa que o conteúdo que está referenciado, ou seja, o valor que está na célula B1 não irá se alterar, quando for feita alguma referência a esta célula. Qualquer operação que for feita, tendo como referência a célula B1, o valor que está nesta célula (B1) será o mesmo para todas as referências. “Uma tecla de função é utilizada para aplicar referência absoluta numa célula, quando ela ainda está sendo editada.” Trata-se da tecla:
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Q1371924 Noções de Informática
No Sistema Operacional Windows 7 (Configuração Local, Idioma Português-Brasil), a partir do Menu Iniciar, se tem acesso a todos os recursos do sistema, e a todos os aplicativos que estão instalados no computador. Como recursos do Windows, dois componentes se destacam: os Acessórios do Windows e Ferramentas do Sistema. O item Ferramentas do Sistema pode ser acessado em: Iniciar/Todos os Programas/Acessórios/Ferramentas de Sistema. Assinale a alternativa que apresenta dois itens que pertencem às Ferramentas do Sistema.
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Q1371914 Português

A língua como ela é

    Nos últimos dias tive uma experiência muito gratificante cumprindo o meu papel de professora de língua portuguesa – sim, gosto de enfatizar que dou aula de língua e não de gramática da língua. Pois é, nos últimos dias ensinei a nossa língua portuguesa a estrangeiros ávidos por aprender o idioma oficial do país que sediou o maior evento esportivo do planeta. São pessoas de todas as partes com um objetivo em comum: interagir, comunicar-se em português.

    Como práxis, nas aulas iniciais, ensinamos o verbo “ser” e “estar”; para nós brasileiros, o famoso e enfadonho verbo to be das aulinhas de inglês. Então, a lição inicial é fazer com que os iniciantes entendam a diferença entre ambos os verbos, já que na língua do Tio Sam tal diferença só é percebida no contexto comunicativo. As explicações acontecem com exemplos reais, a fim de mostrar-lhes a língua como ela é.

    Nas aulas para estrangeiros o “tu” e o “vós” são abolidos, completamente descartados, e isso é o sonho linguístico de toda e qualquer criança brasileira. Imaginem o tormento: conjugação do verbo “ir”, no presente do indicativo “tu vais”, “vós ides” e a criança inconformada e chorosa pergunta: “Mãe, alguém fala isso? Eu não falo”. Pois é, sábia conclusão! A criança, com seu conhecimento linguístico inato, não reconhece o idioma descrito na Gramática e intui que aquelas conjugações trarão uma imensa dor de cabeça e possíveis notas vermelhas.

    A língua como ela é não se apresenta, com pretérito-mais-que-perfeito, como insiste a Gramática Normativa e seus exemplos surreais: “O vento fechou a porta que o vento abrira.” Abrira?

    Com o futuro também temos problemas. Não, não sou vidente, não me refiro ao amanhã, refiro-me ao tempo gramatical. Ele, como a GN sugere, não participa dos nossos planos, visto que um casal, ao sonhar com o ninho de amor, não enrola a língua para conjugar o verbo “querer” e, em vez de dizer “Nós quereremos um apartamento de frente para o mar”, usam a corriqueira forma composta “Vamos querer...”. A partir disso, façamos uma reflexão: por que não mostrar aos nossos pupilos os tempos verbais no contexto da nossa realidade linguística? O tempo futuro pode ser dito com a forma composta (verbo auxiliar no presente + verbo principal no infinito) acompanhada pelo advérbio de tempo que situa a ideia. Sendo assim, dizemos: “Vou viajar amanhã”. E falar assim é menos futuro? É tanto quanto em “Viajarei amanhã”, com o detalhe de que está caindo em desuso na fala do dia a dia.

    Ah! Como é gostoso ensinar a língua viva! Aquela que não está engessada nos compêndios gramaticais! Porém, os gramáticos que elaboram tais manuais afirmariam categoricamente: ensinar português para estrangeiros é diferente de ensinar português a uma criança nativa, afinal, ela já sabe português. Concordo! Claro que não precisamos ensinar as diferenças entre ser e estar, levar e trazer, conhecer e saber, confusões típicas de um aprendiz não nativo.

    Sugerir e advogar a favor do ensino real da língua significa retirar o que não é utilizado ou é raramente visto na escrita, é ignorar regras inúteis que não influenciam na compreensão da língua. Um exemplo clássico é o pronome oblíquo no começo da oração. Os puristas da língua consideram um erro crasso, mas que mal pode haver em dizer “Me empresta o seu livro do Veríssimo”? E por que não escrever assim também? É uma tendência nossa o uso da próclise, enquanto os portugueses preferem a ênclise. O nosso olhar para com os fenômenos linguísticos se compara ao estudo de um biólogo ou de um botânico, que não diz que aquela flor é mais ou menos bela por causa do formato das pétalas ou da coloração. Falar “empresta-me” não é mais ou menos bonito, é diferente, e em ambos os casos a comunicação acontece. Portanto, a minha singela conclusão é que precisamos de gramáticas que não tenham espaço para mesóclise, pronome possessivo “vosso”, lista de substantivos coletivos, tipos de sujeito e predicado, enfim, uma série de bobagens e gramatiquices que não ensinamos para os estrangeiros, porque não são relevantes para comunicação, também porque não fazem parte da língua como ela é.


(Disponível em http://conhecimentopratico.uol.com.br/linguaportuguesa/gramatica-ortografia/53/artigo344826-1.asp Acesso em: 08 set 2016.)

No texto, a autora defende a ideia de que
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Q1230221 Pedagogia
“A Constituição Brasileira de 1988 define, no Art. 226, parágrafo 4: entende-se como entidade familiar a comunidade formada por qualquer um dos pais e seus descendentes. Também o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), em seu Art. 25, define como família natural a comunidade formada pelos pais ou qualquer deles e seus descendentes.”  Acerca das definições de família, assinale a afirmativa INCORRETA
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Q1220696 Conhecimentos Gerais
“Um filme sobre a luta antimanicomial começou a ser gravado em 2013, durante as manifestações do dia 18 de maio, quando é celebrado o Dia Nacional da Luta Antimanicomial. Nos dois anos seguintes, o diretor santista e sua equipe trabalharam com recursos próprios e colheram entrevistas de lideranças, usuários do Caps e autoridades. O filme ainda está em andamento. E a luta antimanicomial também.” 
(Disponível em: http://www.atribuna.com.br/noticias/noticias-detalhe/cultura/luta-antimanicomial-vai-para-atela/?cHash=35de72d53dcb46fd94c15b64d01c970d.)
O movimento antimanicomial brasileiro trabalha, entre outros fatores:
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Q1197522 Português
As mortes violentas entre os jovens 
As mortes de jovens por causas violentas no Brasil, na contramão do que se passa nos países desenvolvidos, superam as causadas por acidentes automobilísticos e suicídio. 
O assassinato brutal de um garoto de 18 anos agora em setembro dentro do Aeroporto Internacional Salgado Filho, em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, voltou a chamar a atenção para a principal causa de morte de homens jovens no Brasil de hoje: a violência. 
Marlon Roldão Soares foi assassinado por dois jovens, que descarregaram ao menos 15 tiros na vítima. Ele se despedia de um amigo que iria viajar. O pai de Soares estava com ele. Dezenas de pessoas estavam no saguão do aeroporto no momento do crime. Até a quarta-feira, dia 21, não estava clara a causa do assassinato, que pelo padrão lembra uma execução. O jovem não tinha antecedentes criminais e não parecia ter relação com o tráfico. No entanto, o bairro em que residia, Vila Jardim, na Zona Norte da capital gaúcha, sofre com a disputa de duas facções criminosas rivais.
Esse conflito parece ter conexão com o ataque. Em um primeiro momento, a polícia trabalhava com a hipótese de um crime passional. O namoro de Soares com uma jovem de outra parte do bairro poderia ter gerado reação do grupo que “domina” a outra área. Outra possibilidade é o garoto ter sido morto por engano. O alvo seria o amigo que embarcava no aeroporto e que teria “desertado” de uma quadrilha de traficantes.
 O que aconteceu excepcionalmente dentro do saguão de um aeroporto é realidade cotidiana em áreas espalhadas pelo país, territórios com “donos” que não toleram a presença das autoridades. Criam verdadeiros bolsões em que a lei parece não ter vez.
 Há uma banalização da violência entre os mais novos. A cena dos garotos saindo do aeroporto, rosto limpo, dando tiros para o alto, pegando “carona” em um carro que os aguardava, sem se preocupar se estavam sendo gravados, revela um desprezo com as autoridades. 
As mortes de jovens por causas violentas no Brasil, na contramão do que se passa nos países desenvolvidos, superam as causadas por acidentes automobilísticos e suicídio. É o retrato de uma guerra urbana, que provoca a morte de dezenas de jovens, principalmente garotos, todo dia. As vítimas são majoritariamente pobres, negros e habitantes de periferias.
 A sensação de impunidade, a impulsividade típica dessa fase da vida, a busca pela sensação de poder, a escola pouco atraente, o mercado de trabalho retraído, os empregos mal remunerados, o dinheiro “fácil” gerado pelo crime, o uso de álcool e drogas, a ausência de projeto de vida, a desestruturação familiar, história de prisões e agressões envolvendo os pais deixam uma grande parcela da população jovem mais vulnerável às promessas e à sedução do tráfico e do uso da violência. É um ciclo complexo, difícil de quebrar. Mas, sem enfrentar suas causas econômicas e sociais, continuaremos a apenas ficar chocados, dia após dia. 
(BOUER, Jairo. Disponível em: http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/jairo-bouer/noticia/2016/10/mortes-violentas-entre-os-jovens.html. Acesso em: 18/10/2016.)
Quanto à análise sintática, assinale a alternativa cujo termo ou trecho sublinhado se DIFERE dos demais.
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Q1183273 Português
O que é, mesmo, respeito?
Um processo judicial chamou a atenção do país, provocando boa dose de polêmica. Um juiz de Niterói, Rio de Janeiro, descontente com a forma pela qual era tratado pelos empregados do seu condomínio, entrou na Justiça com uma ação em que exigia ser chamado de “senhor” ou “doutor”. E, de fato, obteve uma liminar que reconhecia sua queixa como procedente.
Não se trata de caso único. Muitas pessoas têm queixas similares: não gostam do “você” ou do “meu bem”, formas de tratamento de uso cada vez mais disseminado no Brasil. O que, aliás, corresponde a uma mudança cultural. Num país que, durante a maior parte de sua história, admitiu a escravidão como fato normal e considerou indígenas criaturas inferiores (no período colonial discutia-se se os índios tinham alma), o servilismo era a regra. Escravos, empregados e até os filhos tinham de se dirigir aos donos da casa chamando-os de “senhor” ou “de senhora”. Aliás, e como a gente vê nas novelas de época, era este também o tratamento entre marido e mulher. “Doutor” era um título honorífico, sobretudo porque poucos concluíam a universidade: o analfabetismo era a regra. Até mesmo o coloquial “você” tem origem reverente: é a forma simplificada de vossa mercê – e quando se diz que uma pessoa está à mercê de alguém, estamos, inevitavelmente, falando de submissão. Quanto ao “tu”, só podia ser usado em relações íntimas; “tutear”, tratar alguém por tu, sempre foi sinônimo de grosseria. Notem que o inglês simplifica tudo isso com o “you”, que pode ser usado para qualquer um, desde o amigo até o presidente.
As formas de tratamento mudaram no Brasil. E mudaram por razões práticas, mudaram porque se alterou a conjuntura social e cultural: doutores não nos faltam, e aqueles que têm doutorado já começam a questionar o uso do título por simples graduados em universidades. Mas as coisas mudaram, sobretudo, porque o país ficou mais democrático, mais igualitário. O juiz de Niterói tem direito a um tratamento respeitoso; aliás, qualquer pessoa tem direito a isso. A pergunta é se “doutor”, por exemplo, significa respeito. Talvez respeito seja uma coisa mais profunda, um tipo de relacionamento em que os direitos do outro, não importando a posição social desse outro, sejam reconhecidos. A melhor forma de respeito não é aquela imposta de cima para baixo, de dentro para fora, aquela que implica uma postura reverente, servil; a melhor forma de respeito é aquela que nasce de uma convicção interna, de uma forma madura de consciência: respeitamos o conhecimento, a competência, a dedicação, o valor pessoal de alguém. Quando essa motivação não existe, o tratamento pode ser até reverente, mas ocultará revolta ou deboche. “Sim, senhor” pode traduzir humildade, mas pode também ser a expressão de uma latente hostilidade.
O verdadeiro respeito nasce da democracia, nasce da igualdade. No verdadeiro respeito o clássico “Você sabe com quem está falando?” deixa de existir, como deixa de existir o carteiraço. Quando chegamos a um clima de verdadeiro respeito, a questão das formas de tratamento torna-se secundária e tão antiga como a expressão vossa mercê.
(SCLIAR, Moacyr. Do jeito que nós vivemos – Belo Horizonte: Editora Leitura, 2007.)
A necessidade de emprego do acento grave indicativo de crase em “(...) uma pessoa está à mercê de alguém, (...)” (2º§) possui como justificativa a mesma constatada nos exemplos a seguir, com EXCEÇÃO de: 
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Q1129510 Conhecimentos Gerais
Cinco militares ocuparam o cargo de Presidente da República durante os 21 anos da ditadura militar. Foram presidentes do Brasil durante a ditadura, EXCETO:
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Q1129509 História
“Quando os portugueses chegaram às terras que atualmente formam o Brasil em 1500, existia um acordo entre Portugal e um outro país europeu onde eles deveriam dividir entre si as terras descobertas e as por descobrir, denominado Tratado de Tordesilhas.” O país que tinha esse acordo com Portugal era:
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Q1129508 Geografia
O mapa-múndi é uma representação plana do planeta Terra. Geralmente a cor azul no mapa-múndi representa:
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Q1129507 Conhecimentos Gerais
“Importante ilha localizada ao norte do continente americano que se trata de uma possessão da Dinamarca; é considerada o principal centro pesqueiro da região ártica.” Essa ilha é:
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Q1129506 História
“Segundo historiadores seu surgimento foi na China há mais de 1700 anos. No período das Grandes Navegações, por conta de sua beleza, foi levado(a) para a Europa e, posteriormente, difundido(a) por todo mundo. Muito utilizado(a) para decoração, a maior parte de suas peças é feita artesanalmente. Atualmente, relíquias dessas peças podem ser vistas em museus espalhados pelo mundo todo.” A citação trata-se de:
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Q1129505 Conhecimentos Gerais
Segundo a Agência Nacional de Petróleo (ANP), biocombustível é a substância derivada da biomassa renovável tal como o etanol, o biodiesel e outras substâncias estabelecidas em regulamento da ANP que podem substituir os combustíveis fósseis. A maior parte do etanol brasileiro é produzido a partir:
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Q1129504 Conhecimentos Gerais
“Em homenagem ao IV centenário da descoberta do caminho marítimo para as Índias, esse clube foi batizado com o nome do heroico desbravador português que realizou tal feito. No início era apenas um clube de remo, atualmente é um famoso clube de futebol brasileiro.” Esse clube é:
Alternativas
Q1129503 Geografia
Nas áreas tropicais as pessoas não identificam as quatro estações do ano porque a temperatura varia pouco durante o ano inteiro. A estação do ano em que as chuvas geralmente são mais intensas e frequentes, com ocorrência de mais tempestades, é:
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Q1129502 Conhecimentos Gerais
No Brasil a descoberta de petróleo já era mencionada durante os tempos do Regime Imperial. Entretanto, a primeira reserva de petróleo foi descoberta na década de 1930 no município de Lobato, situado no seguinte estado:
Alternativas
Q1129501 Conhecimentos Gerais
“No século XVIII o desenvolvimento dessa atividade econômica ocasionou a ocupação e o povoamento do nosso estado. Ela está diretamente relacionada com a chegada de milhares de pessoas de diversas partes do Brasil em busca de enriquecimento.” Essa atividade econômica foi:
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Q1129499 Raciocínio Lógico

Qual é o valor de “F” na operação a seguir?

Imagem associada para resolução da questão

Alternativas
Q1129498 Matemática
Qual dos números a seguir é divisível por 3, 4, 6 e 8?
Alternativas
Q1129497 Raciocínio Lógico
Lorena viaja para visitar um parente e chega em seu destino no dia 30 de março. Se ela pretende ficar hospedada na casa deste parente durante 35 dias e retornar para sua casa, em que data isto ocorrerá?
Alternativas
Respostas
14801: B
14802: A
14803: C
14804: C
14805: B
14806: A
14807: C
14808: B
14809: C
14810: B
14811: D
14812: D
14813: D
14814: D
14815: A
14816: A
14817: A
14818: B
14819: A
14820: B