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Q782673 Raciocínio Lógico

Ao analisar o hábito de consumo de molhos usados nos sanduíches pelos 60 clientes mais assíduos de uma lanchonete, o dono da mesma constatou que:

• 8 consomem mostarda;

• 20 consomem ketchup;

• 35 consomem maionese;

• 7 consomem ketchup e mostarda;

• 4 consomem maionese e ketchup;

• 4 consomem mostarda e maionese; e,

• 3 consomem maionese, ketchup e mostarda.

A porcentagem de pessoas desse grupo de clientes que não consomem nenhum dos três molhos é:


Alternativas
Q782672 Raciocínio Lógico

Observe a sequência de relógios a seguir:

Imagem associada para resolução da questão

A hora que substitui o sinal de interrogação no quinto relógio é:

Alternativas
Q782671 Matemática

Numa lanchonete foram vendidos, num certo dia, copos de suco da seguinte forma:

período da manhã: 8 copos grandes, 8 copos médios e 4 copos pequenos, totalizando R$ 54,00;

período da tarde: 16 copos grandes, 8 copos médios e 4 copos pequenos, totalizando R$ 82,00; e,

período da noite: 12 copos grandes, 4 copos médios e 8 copos pequenos, totalizando R$ 64,00.

A diferença de preço entre um copo grande e um copo pequeno de suco é de:

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Q782670 Português

Cármen Lúcia: “O direito à saúde não é um gasto. É um investimento”

“O direito à saúde tem custo. Mas isso não é um gasto, é um investimento”, disse hoje, segunda-feira (7) a ministra Cármen Lúcia, presidente do Supremo Tribunal Federal e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Ela está empenhada em facilitar o acesso dos juízes à informação confiável sobre medicamentos, dispositivos médicos e técnicas cirúrgicas.

Cármen Lúcia e o ministro da saúde, Ricardo Barros, estiveram hoje no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, para iniciar uma parceria entre o CNJ, o governo federal e a instituição. O objetivo é criar uma plataforma on-line com pareceres técnicos sobre os produtos de saúde. De qualquer lugar do país, os magistrados poderão consultá-la antes de tomar decisões.

É um passo importante. Essa base de dados pode ajudar a reduzir o número de decisões judiciais em total dissonância com as evidências científicas da medicina. Todos perdem quando isso acontece.

Só quem ganha quando uma decisão judicial não encontra amparo nas evidências científicas é a indústria farmacêutica. Para uma empresa mal-intencionada, é mais fácil estimular as ações judiciais (financiando associações, oferecendo advogados aos pacientes e assediando médicos) do que convencer as autoridades regulatórias e os gestores públicos da superioridade de seu produto – tanto em termos de eficácia quanto de custo.

Cada comprimido da droga fabricada pela empresa americana Aegerion Pharmaceuticals custa cerca de US$ 1.000 por dia. Essa história provocou um prejuízo de R$ 9,5 milhões à Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo. Poderia ter consumido R$ 40 milhões se as autoridades não tivessem percebido o esquema a tempo de interrompê-lo.

O ponto crucial desse debate é determinar o que o Estado ou os planos de saúde devem ser obrigados a fornecer aos cidadãos. Se não há orçamento no mundo capaz de bancar todas as inovações criadas pela indústria farmacêutica, as evidências científicas devem ser o início de qualquer conversa.

“É fundamental ter a certeza de que, para aquele pleito, existe evidência científica de que a droga é indicada para o paciente”, diz o bioquímico Luiz Fernando Lima Reis, diretor de Ensino e Pesquisa do Hospital Sírio-Libanês. “E, obviamente, essa indicação levou em conta eficiência, eficácia e segurança.”

(Cristiane Segatto, Época. 07/11/2016. Adaptado.) 

Tendo em vista os aspectos sintáticos, referindo-se aos mecanismos de construção do enunciado, analise o período em destaque: “Poderia ter consumido R$ 40 milhões se as autoridades não tivessem percebido o esquema a tempo de interrompê-lo.” (5º§). A afirmativa verdadeira acerca de tal construção está indicada em:  
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Q782669 Português

Cármen Lúcia: “O direito à saúde não é um gasto. É um investimento”

“O direito à saúde tem custo. Mas isso não é um gasto, é um investimento”, disse hoje, segunda-feira (7) a ministra Cármen Lúcia, presidente do Supremo Tribunal Federal e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Ela está empenhada em facilitar o acesso dos juízes à informação confiável sobre medicamentos, dispositivos médicos e técnicas cirúrgicas.

Cármen Lúcia e o ministro da saúde, Ricardo Barros, estiveram hoje no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, para iniciar uma parceria entre o CNJ, o governo federal e a instituição. O objetivo é criar uma plataforma on-line com pareceres técnicos sobre os produtos de saúde. De qualquer lugar do país, os magistrados poderão consultá-la antes de tomar decisões.

É um passo importante. Essa base de dados pode ajudar a reduzir o número de decisões judiciais em total dissonância com as evidências científicas da medicina. Todos perdem quando isso acontece.

Só quem ganha quando uma decisão judicial não encontra amparo nas evidências científicas é a indústria farmacêutica. Para uma empresa mal-intencionada, é mais fácil estimular as ações judiciais (financiando associações, oferecendo advogados aos pacientes e assediando médicos) do que convencer as autoridades regulatórias e os gestores públicos da superioridade de seu produto – tanto em termos de eficácia quanto de custo.

Cada comprimido da droga fabricada pela empresa americana Aegerion Pharmaceuticals custa cerca de US$ 1.000 por dia. Essa história provocou um prejuízo de R$ 9,5 milhões à Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo. Poderia ter consumido R$ 40 milhões se as autoridades não tivessem percebido o esquema a tempo de interrompê-lo.

O ponto crucial desse debate é determinar o que o Estado ou os planos de saúde devem ser obrigados a fornecer aos cidadãos. Se não há orçamento no mundo capaz de bancar todas as inovações criadas pela indústria farmacêutica, as evidências científicas devem ser o início de qualquer conversa.

“É fundamental ter a certeza de que, para aquele pleito, existe evidência científica de que a droga é indicada para o paciente”, diz o bioquímico Luiz Fernando Lima Reis, diretor de Ensino e Pesquisa do Hospital Sírio-Libanês. “E, obviamente, essa indicação levou em conta eficiência, eficácia e segurança.”

(Cristiane Segatto, Época. 07/11/2016. Adaptado.) 

Considerando a progressão referencial como estratégia de construção e reconstrução de objetos do discurso constituindo, portanto, uma atividade discursiva, leia os comentários a seguir, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas. ( ) O segmento “Essa base de dados [...]” estabelece uma conectividade com o parágrafo anterior participando da progressão referencial do texto. ( ) O pronome empregado em “[...] quando isso acontece [...]” (3º§) faz referência à redução de uma situação inadequada relatada anteriormente. ( ) Em “[...] os magistrados poderão consultá-la antes de tomar decisões.” (2º§) o pronome pessoal empregado introduz uma explicação em referência a um objeto introduzido anteriormente no discurso. ( ) A substituição do pronome, elemento de coesão textual, “o” por “lhe” em “[...] o esquema a tempo de interrompê-lo.” (5º§) não é facultativa considerando-se a manutenção da correção gramatical decorrente da mesma. A sequência está correta em  
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Q782668 Português

Cármen Lúcia: “O direito à saúde não é um gasto. É um investimento”

“O direito à saúde tem custo. Mas isso não é um gasto, é um investimento”, disse hoje, segunda-feira (7) a ministra Cármen Lúcia, presidente do Supremo Tribunal Federal e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Ela está empenhada em facilitar o acesso dos juízes à informação confiável sobre medicamentos, dispositivos médicos e técnicas cirúrgicas.

Cármen Lúcia e o ministro da saúde, Ricardo Barros, estiveram hoje no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, para iniciar uma parceria entre o CNJ, o governo federal e a instituição. O objetivo é criar uma plataforma on-line com pareceres técnicos sobre os produtos de saúde. De qualquer lugar do país, os magistrados poderão consultá-la antes de tomar decisões.

É um passo importante. Essa base de dados pode ajudar a reduzir o número de decisões judiciais em total dissonância com as evidências científicas da medicina. Todos perdem quando isso acontece.

Só quem ganha quando uma decisão judicial não encontra amparo nas evidências científicas é a indústria farmacêutica. Para uma empresa mal-intencionada, é mais fácil estimular as ações judiciais (financiando associações, oferecendo advogados aos pacientes e assediando médicos) do que convencer as autoridades regulatórias e os gestores públicos da superioridade de seu produto – tanto em termos de eficácia quanto de custo.

Cada comprimido da droga fabricada pela empresa americana Aegerion Pharmaceuticals custa cerca de US$ 1.000 por dia. Essa história provocou um prejuízo de R$ 9,5 milhões à Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo. Poderia ter consumido R$ 40 milhões se as autoridades não tivessem percebido o esquema a tempo de interrompê-lo.

O ponto crucial desse debate é determinar o que o Estado ou os planos de saúde devem ser obrigados a fornecer aos cidadãos. Se não há orçamento no mundo capaz de bancar todas as inovações criadas pela indústria farmacêutica, as evidências científicas devem ser o início de qualquer conversa.

“É fundamental ter a certeza de que, para aquele pleito, existe evidência científica de que a droga é indicada para o paciente”, diz o bioquímico Luiz Fernando Lima Reis, diretor de Ensino e Pesquisa do Hospital Sírio-Libanês. “E, obviamente, essa indicação levou em conta eficiência, eficácia e segurança.”

(Cristiane Segatto, Época. 07/11/2016. Adaptado.) 

Considerando o contexto e as expressões a seguir destacadas, assinale a afirmativa que apresenta o significado equivalente.
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Q782667 Português

Cármen Lúcia: “O direito à saúde não é um gasto. É um investimento”

“O direito à saúde tem custo. Mas isso não é um gasto, é um investimento”, disse hoje, segunda-feira (7) a ministra Cármen Lúcia, presidente do Supremo Tribunal Federal e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Ela está empenhada em facilitar o acesso dos juízes à informação confiável sobre medicamentos, dispositivos médicos e técnicas cirúrgicas.

Cármen Lúcia e o ministro da saúde, Ricardo Barros, estiveram hoje no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, para iniciar uma parceria entre o CNJ, o governo federal e a instituição. O objetivo é criar uma plataforma on-line com pareceres técnicos sobre os produtos de saúde. De qualquer lugar do país, os magistrados poderão consultá-la antes de tomar decisões.

É um passo importante. Essa base de dados pode ajudar a reduzir o número de decisões judiciais em total dissonância com as evidências científicas da medicina. Todos perdem quando isso acontece.

Só quem ganha quando uma decisão judicial não encontra amparo nas evidências científicas é a indústria farmacêutica. Para uma empresa mal-intencionada, é mais fácil estimular as ações judiciais (financiando associações, oferecendo advogados aos pacientes e assediando médicos) do que convencer as autoridades regulatórias e os gestores públicos da superioridade de seu produto – tanto em termos de eficácia quanto de custo.

Cada comprimido da droga fabricada pela empresa americana Aegerion Pharmaceuticals custa cerca de US$ 1.000 por dia. Essa história provocou um prejuízo de R$ 9,5 milhões à Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo. Poderia ter consumido R$ 40 milhões se as autoridades não tivessem percebido o esquema a tempo de interrompê-lo.

O ponto crucial desse debate é determinar o que o Estado ou os planos de saúde devem ser obrigados a fornecer aos cidadãos. Se não há orçamento no mundo capaz de bancar todas as inovações criadas pela indústria farmacêutica, as evidências científicas devem ser o início de qualquer conversa.

“É fundamental ter a certeza de que, para aquele pleito, existe evidência científica de que a droga é indicada para o paciente”, diz o bioquímico Luiz Fernando Lima Reis, diretor de Ensino e Pesquisa do Hospital Sírio-Libanês. “E, obviamente, essa indicação levou em conta eficiência, eficácia e segurança.”

(Cristiane Segatto, Época. 07/11/2016. Adaptado.) 

Em relação à transcrição da citação feita no 1º§ do texto, leia as afirmativas a seguir. I. O vocábulo “mas” exerce função de termo que estabelece oposição à asserção da oração que o antecede. II. “Entretanto isso não é um gasto, mas um investimento.” é um exemplo de possível reescrita para o 2º período sem que haja prejuízo semântico. III. Há um valor contrastivo manifesto pelo enunciador através de unidades de significado diferentes, apreendida a partir do contexto apresentado. IV. A expressão feita é uma constatação isenta de subjetividade assegurando, deste modo, total imparcialidade em relação a um assunto de característica legal. Estão corretas apenas as afirmativas  
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Q782666 Português

Cármen Lúcia: “O direito à saúde não é um gasto. É um investimento”

“O direito à saúde tem custo. Mas isso não é um gasto, é um investimento”, disse hoje, segunda-feira (7) a ministra Cármen Lúcia, presidente do Supremo Tribunal Federal e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Ela está empenhada em facilitar o acesso dos juízes à informação confiável sobre medicamentos, dispositivos médicos e técnicas cirúrgicas.

Cármen Lúcia e o ministro da saúde, Ricardo Barros, estiveram hoje no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, para iniciar uma parceria entre o CNJ, o governo federal e a instituição. O objetivo é criar uma plataforma on-line com pareceres técnicos sobre os produtos de saúde. De qualquer lugar do país, os magistrados poderão consultá-la antes de tomar decisões.

É um passo importante. Essa base de dados pode ajudar a reduzir o número de decisões judiciais em total dissonância com as evidências científicas da medicina. Todos perdem quando isso acontece.

Só quem ganha quando uma decisão judicial não encontra amparo nas evidências científicas é a indústria farmacêutica. Para uma empresa mal-intencionada, é mais fácil estimular as ações judiciais (financiando associações, oferecendo advogados aos pacientes e assediando médicos) do que convencer as autoridades regulatórias e os gestores públicos da superioridade de seu produto – tanto em termos de eficácia quanto de custo.

Cada comprimido da droga fabricada pela empresa americana Aegerion Pharmaceuticals custa cerca de US$ 1.000 por dia. Essa história provocou um prejuízo de R$ 9,5 milhões à Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo. Poderia ter consumido R$ 40 milhões se as autoridades não tivessem percebido o esquema a tempo de interrompê-lo.

O ponto crucial desse debate é determinar o que o Estado ou os planos de saúde devem ser obrigados a fornecer aos cidadãos. Se não há orçamento no mundo capaz de bancar todas as inovações criadas pela indústria farmacêutica, as evidências científicas devem ser o início de qualquer conversa.

“É fundamental ter a certeza de que, para aquele pleito, existe evidência científica de que a droga é indicada para o paciente”, diz o bioquímico Luiz Fernando Lima Reis, diretor de Ensino e Pesquisa do Hospital Sírio-Libanês. “E, obviamente, essa indicação levou em conta eficiência, eficácia e segurança.”

(Cristiane Segatto, Época. 07/11/2016. Adaptado.) 

Em relação à organização das ideias trazidas ao texto, NÃO se pode afirmar que
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Q769817 Engenharia Civil
“É aplicado a uma família de aglomerantes de composição variada, obtidos pela calcinação de rochas calcárias que, natural ou artificialmente, contenham uma porção apreciável de materiais argilosos. O produto goza da propriedade de endurecer sob a água, embora, pela quantidade de hidróxido de cálcio que contém, sofra também a ação de endurecimento pela carbonatação proveniente da fixação de CO2 do ar.” A descrição anterior refere-se à:
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Q769816 Engenharia Elétrica
A NBR nº 5410/2004 recomenda a adoção de cores no encapamento isolante dos condutores. Neste contexto, assinale a alternativa INCORRETA.
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Q769815 Engenharia Civil
Sobre a locação de obras, assinale a alternativa INCORRETA.
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Q769814 Engenharia Elétrica
O SPDA (Sistema de Proteção contra Descargas Atmosféricas) é um sistema completo destinado a proteger uma construção ou estrutura contra os efeitos das descargas atmosféricas. Tradicionalmente tem sido designado para-raios. Foram estabelecidos quatro diferentes níveis de proteção em função dos quais se chegam às decisões que devem ser tomadas no projeto de um SPDA. Assinale a alternativa correta para os níveis de serviço em questão.
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Q769813 Engenharia Civil
Quanto à origem e à classificação dos solos, há vários conceitos a respeito dos solos residuais, sedimentares e de formação orgânica. Nesse contexto, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas. ( ) Solos sedimentares (ou autóctones) são os que sofrem a ação de agentes transportadores, podendo ser aluvionares (quando transportados pela água), eólicos (quando transportados pelo vento), coluvionares (quando transportados pela ação da gravidade) e glaciares (pelas geleiras). As texturas desses solos variam com o tipo de agente transportador e com a distância de transporte. ( ) Solos residuais (ou alotóctones) são os que permanecem no local da rocha de origem, observando-se uma gradual transição do solo até a rocha. ( ) Solos de formação orgânica são os de origem essencialmente orgânica, seja de natureza vegetal (plantas, raízes) ou animal (conchas). ( ) O massapê é um solo residual, não laterítico, de cor escura, muito fértil, apresentando comportamento peculiar do ponto de vista geotécnico. A sequência está correta em
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Q769812 Engenharia Civil
Folhas finas de metal têm sido utilizadas para telhados desde tempos ancestrais e permanecem sendo um material popular para telhados até hoje. Elas são instaladas com a utilização de engenhosos sistemas de juntas e fixações para garantir impermeabilidade. Emendas entre as folhas devem ter um espaçamento pequeno o suficiente para segurar adequadamente as folhas contra arrancamento pelo vento e absorver a expansão e a contração entre as folhas em função das variações de temperatura. Essas emendas também criam fortes padrões visuais que podem ser manipulados pelo projetista para enfatizar as qualidades da forma do telhado. Um telhado de folhas metálicas tem um custo reativamente alto, mas, quando adequadamente instalado, pode se esperar que dure por muitas décadas. Vários tipos de metais podem ser utilizados na produção de telhados de folhas metálicas. Quanto aos tipos de metais e suas características, para telhados de folhas metálicas, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas. ( ) Chumbo é um metal duro, dificilmente conformado, de grande durabilidade, que oxida com o tempo, formando uma cor branca sem brilho. É também um material tóxico, que requer precauções especiais com relação à saúde durante sua manipulação. ( ) Cobre é um metal relativamente macio, que oxida gerando uma bonita cor azul esverdeada em um ar limpo e um preto austero em uma atmosfera industrial; vários tratamentos químicos podem ser utilizados para obter e preservar a cor desejada. ( ) O zinco apresenta grande durabilidade e é produzido com uma liga de zinco com pequenas quantidades de cobre e titânio para melhorar a trabalhabilidade. Normalmente envelhece formando uma cor cinza escura e também pode ser tratado de várias formas para alterar ou preservar sua aparência. ( ) Folhas de cobre revestido com chumbo são, algumas vezes, utilizadas para combinar a maior resistência do cobre com a cor cinza esbranquiçada do chumbo e para evitar o manchamento dos materiais das paredes por óxidos de cobre, que podem ocorrer com o escorrimento de água da chuva de telhados de cobre não revestidos. A sequência está correta em
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Q769811 Engenharia Civil
O escoamento superficial é o segmento do ciclo hidrológico que estuda o deslocamento das águas na superfície da Terra. Esse estudo considera o movimento da água a partir da menor porção de chuva que, caindo sobre um solo saturado de umidade ou impermeável, escoa pela sua superfície, formando, sucessivamente, as enxurradas ou torrentes, córregos, ribeirões, rios e lagos ou reservatórios de acumulação. No escoamento superficial, tem-se as grandezas características. De acordo com o exposto, assinale a afirmativa INCORRETA.
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Q769810 Engenharia Civil
Nos telhados empregam-se calhas que, conforme o detalhe do projeto de engenharia ou mesmo em áreas e pátios, recorre-se, às vezes, a canaletas abertas ou recobertas com grelhas, tampas de concreto armado ou ferro fundido. No dimensionamento das calhas podem ser calculadas as mesmas por meio de fórmulas da hidráulica de canais, ou usar tabelas e ábacos que, evidentemente, foram calculados por fórmulas a partir de hipóteses quanto à precipitação pluvial. O cálculo do dimensionamento das calhas pode ser realizado através do emprego de equações clássicas de hidráulica de canais, a saber: equação da continuidade, Chezy e Manning-Strickler, onde S = área molhada; V = velocidade de escoamento; R = raio hidráulico (razão entre a área molhada e o perímetro molhado); I = declividade (altura disponível dividida pelo comprimento da calha); n = coeficiente de rugosidade; C = coeficiente de Chezy. NÃO corresponde a nenhuma das equações clássicas:
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Q769809 Engenharia Civil
Em relação às instalações de esgoto sanitário em nível inferior à via pública, assinale a afirmativa INCORRETA.
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Q769808 Direito Administrativo
De acordo com a Lei nº 8.666/93, que institui normas para licitações e contratos da Administração Pública, nos básicos e projetos executivos de obras e serviços serão considerados principalmente os seguintes requisitos, EXCETO:
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Q769807 Engenharia Civil
“Método de cálculo de iluminação de interiores que se baseia na ‘teoria de transferência de fluxo’ e só se justifica quando aplicado a instalações de alto padrão técnico, em que é exigida maior precisão de cálculos. Esta teoria estabelece que, se uma superfície ‘A’ emite ou reflete um fluxo de modo completamente difuso, parte deste fluxo é recebida por uma superfície ‘B’. A percentagem do fluxo total emitido por ‘A’ que é recebido por ‘B’ é chamada fator de forma de ‘B’ em relação a ‘A’. Um recinto a iluminar é constituído por paredes, teto e chão, que atuam como superfícies refletoras de fluxo emitido pela fonte luminosa.” O método de cálculo de iluminação descrito é
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Q769806 Física
As taxas de evaporação das superfícies abertas de água variam com a temperatura ou pressão do vapor d’água e o ar em contato com as mesmas. Elas também variam com a velocidade, pressão barométrica e qualidade da água. Como esses fatores em hipótese alguma são independentes, os efeitos individuais são óbvios. Em geral, a evaporação e a transferência de gases têm muito em comum, como:
Alternativas
Respostas
13941: C
13942: D
13943: B
13944: C
13945: A
13946: B
13947: B
13948: E
13949: D
13950: C
13951: A
13952: B
13953: B
13954: D
13955: C
13956: B
13957: B
13958: C
13959: C
13960: B