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Q1110730 Português

                     Da repressão à ética: o que está por detrás

                          dos saques no Espírito Santo


      Há pouco mais de uma semana, policiais militares que reivindicam melhores salários se amotinaram no Espírito Santo, gerando um caos generalizado no estado. A convulsão social provocou a escalada da violência, que resultou em mais de 120 mortes e em uma onda de saques. Para analistas entrevistados pela Gazeta do Povo, apesar de a dimensão do policiamento ostensivo ser enorme, esse fator, por si só, não dá conta de explicar o fenômeno: os aspectos ético e político também têm um peso decisivo neste contexto.

      Os especialistas em segurança pública apontam que a maioria das pessoas que participou dos saques o fez por “senso de oportunidade”, ou seja, por sentir que elas não seriam punidas, por causa da falta de policiamento. Boa parte delas pertence à classe média e, portanto, nem sequer “precisaria” dos bens que estava furtando.

      “Se você for ver os vídeos, vai ver que os saques envolvem ‘não-criminosos’ habituais, que cometem os crimes pela facilidade que encontram, o que configura uma situação muito grave”, avalia o sociólogo Luís Flávio Sapori, coordenador do Centro de Estudos em Segurança Pública da PUC-Minas.

      “A prevenção policial corresponde a 80% da segurança que o Estado pode exercer. Ter o policial nas ruas é essencial à manutenção da segurança e o Espírito Santo compra isso”, afirma o ex-comandante da Polícia Militar (PM) de São Paulo, coronel Rui César Melo.

      Valores e política

      O professor Rodrigo Alvarenga, pesquisador do Núcleo de Direitos Humanos da PUCPR, no entanto, aponta outras dimensões. Para o docente, a onda de saques está atrelada ao “esvaziamento de valores sociais e morais”, que está relacionado à crise e à degradação da própria sociedade. Ele vê relação direta entre o fenômeno e os últimos acontecimentos políticos, que sugerem uma fragilidade da democracia.

      “Vivemos um momento em que as leis não são obedecidas em diversos setores, inclusive na política. Isso se torna claro à população. Diante deste cenário, o cidadão se pergunta se vale a pena continuar seguindo uma série de valores éticos, que deveriam sustentar a sociedade. É o que o leva a, por exemplo, participar dos saques”, analisa Alvarenga.

      O filósofo aponta que isso indica que os cidadãos não veem a sociedade como legítima. Neste sentido, ele duvida da eficiência dos aparelhos de repressão, como o policiamento ostensivo. Para ele, a questão ultrapassa a dimensão da segurança.

      “Para obedecer determinada norma, a pessoa precisa reconhecer a legitimidade daquilo. No Brasil, as pessoas tendem a obedecer mais por medo da punição do que por acreditar no projeto de sociedade na qual elas estão. Uma sociedade que tem um projeto calcado na repressão não é uma sociedade saudável”, destaca.

      O coronel Rui César Melo considera que, além da manutenção de um aparato ostensivo, o poder público não pode deixar de manter investimentos em outros setores básicos, como saúde e educação. “Compete ao Estado oferecer escola em período integral, assistência médica e social, principalmente nas periferias, mas isso não acontece. Aí desemboca tudo em polícia”, observa.

      Dimensões

      Para os especialistas, em certa medida, essa dimensão cultural explica porque em algumas sociedades a situação não foge ao controle, mesmo em ocasiões excepcionais, em que a vigilância é reduzida. É o caso do desastre ocorrido em Fukushima, no Japão, em que as ruas ficaram praticamente evacuadas, mas que não houve registro de aumento de índices de violência. “Lá, certamente, os cidadãos se reconheciam como parte da sociedade e as normas não perderam a validade”, sintetiza o professor Alvarenga.

      No Brasil, vários outros estados registraram greves de policiais. No Paraná, a última paralisação significativa ocorreu em 2010, no governo de Roberto Requião (PMDB), mas a situação não chegou a fugir ao controle. A Bahia enfrentou duas mobilizações nos últimos anos – em 2012 e 2014 –, ambas com um cenário de saques e dezenas de assassinatos. Para os analistas, essa diferença pode ser explicada pelo tamanho da adesão da greve em cada estado.

      “No Espírito Santo, agora, por exemplo, a adesão foi praticamente geral. No Paraná [em 2010], não chegou a ser tão grande. Isso depende de uma resposta rápida do governo, de debelar o movimento”, apontou o coronel Rui César Melo.

      Movimento de policiais gera divergência

      Na sexta-feira (10), o governo do Espírito Santo resolveu endurecer com os polícias militares que participavam da mobilização. No total, 703 agentes foram indiciados por crime de revolta e motim. Para o coronel Rui César Melo, o comandante da Polícia Militar (PM) capixaba, por inércia, perdeu o comando da tropa, o que abriu espaço para que os militares se revoltassem. A categoria reivindica reposição salarial e melhores condições de trabalho.

      “Houve uma falha de comando. Cabe ao comandante exercer a comunicação direta com o governo do estado, apontando insatisfações, cobrando estrutura. O comandante deveria ter sensibilizado o governo a atender as demandas da classe, para que não se chegasse ao ponto que chegou”, afirma.

      O sociólogo Flávio Sapori, por sua vez, considera que as associações policiais estão “aparelhadas” politicamente e marcadas pelo corporativismo. Desta forma, essas entidades tornariam “reféns” o comando da PM e o governo do estado. “A greve revela a perda do controle e que não temos instrumentos legais para mudar esta realidade”, opina. (ANÍBAL, Felippe.

Disponível em http://www.gazetadopovo.com.br/vida-e-cidadania/da-repressao-a-etica-o-que-esta-por-detras-dos-saquesno-espirito-santo-cqhcka7lusidkqs79eurlgfc7. Acesso 12 de fev 2017. Adaptado.)

A respeito de fatos, opiniões podem ser formuladas. Assinale a alternativa que apresenta uma opinião.
Alternativas
Q1110729 Português

                     Da repressão à ética: o que está por detrás

                          dos saques no Espírito Santo


      Há pouco mais de uma semana, policiais militares que reivindicam melhores salários se amotinaram no Espírito Santo, gerando um caos generalizado no estado. A convulsão social provocou a escalada da violência, que resultou em mais de 120 mortes e em uma onda de saques. Para analistas entrevistados pela Gazeta do Povo, apesar de a dimensão do policiamento ostensivo ser enorme, esse fator, por si só, não dá conta de explicar o fenômeno: os aspectos ético e político também têm um peso decisivo neste contexto.

      Os especialistas em segurança pública apontam que a maioria das pessoas que participou dos saques o fez por “senso de oportunidade”, ou seja, por sentir que elas não seriam punidas, por causa da falta de policiamento. Boa parte delas pertence à classe média e, portanto, nem sequer “precisaria” dos bens que estava furtando.

      “Se você for ver os vídeos, vai ver que os saques envolvem ‘não-criminosos’ habituais, que cometem os crimes pela facilidade que encontram, o que configura uma situação muito grave”, avalia o sociólogo Luís Flávio Sapori, coordenador do Centro de Estudos em Segurança Pública da PUC-Minas.

      “A prevenção policial corresponde a 80% da segurança que o Estado pode exercer. Ter o policial nas ruas é essencial à manutenção da segurança e o Espírito Santo compra isso”, afirma o ex-comandante da Polícia Militar (PM) de São Paulo, coronel Rui César Melo.

      Valores e política

      O professor Rodrigo Alvarenga, pesquisador do Núcleo de Direitos Humanos da PUCPR, no entanto, aponta outras dimensões. Para o docente, a onda de saques está atrelada ao “esvaziamento de valores sociais e morais”, que está relacionado à crise e à degradação da própria sociedade. Ele vê relação direta entre o fenômeno e os últimos acontecimentos políticos, que sugerem uma fragilidade da democracia.

      “Vivemos um momento em que as leis não são obedecidas em diversos setores, inclusive na política. Isso se torna claro à população. Diante deste cenário, o cidadão se pergunta se vale a pena continuar seguindo uma série de valores éticos, que deveriam sustentar a sociedade. É o que o leva a, por exemplo, participar dos saques”, analisa Alvarenga.

      O filósofo aponta que isso indica que os cidadãos não veem a sociedade como legítima. Neste sentido, ele duvida da eficiência dos aparelhos de repressão, como o policiamento ostensivo. Para ele, a questão ultrapassa a dimensão da segurança.

      “Para obedecer determinada norma, a pessoa precisa reconhecer a legitimidade daquilo. No Brasil, as pessoas tendem a obedecer mais por medo da punição do que por acreditar no projeto de sociedade na qual elas estão. Uma sociedade que tem um projeto calcado na repressão não é uma sociedade saudável”, destaca.

      O coronel Rui César Melo considera que, além da manutenção de um aparato ostensivo, o poder público não pode deixar de manter investimentos em outros setores básicos, como saúde e educação. “Compete ao Estado oferecer escola em período integral, assistência médica e social, principalmente nas periferias, mas isso não acontece. Aí desemboca tudo em polícia”, observa.

      Dimensões

      Para os especialistas, em certa medida, essa dimensão cultural explica porque em algumas sociedades a situação não foge ao controle, mesmo em ocasiões excepcionais, em que a vigilância é reduzida. É o caso do desastre ocorrido em Fukushima, no Japão, em que as ruas ficaram praticamente evacuadas, mas que não houve registro de aumento de índices de violência. “Lá, certamente, os cidadãos se reconheciam como parte da sociedade e as normas não perderam a validade”, sintetiza o professor Alvarenga.

      No Brasil, vários outros estados registraram greves de policiais. No Paraná, a última paralisação significativa ocorreu em 2010, no governo de Roberto Requião (PMDB), mas a situação não chegou a fugir ao controle. A Bahia enfrentou duas mobilizações nos últimos anos – em 2012 e 2014 –, ambas com um cenário de saques e dezenas de assassinatos. Para os analistas, essa diferença pode ser explicada pelo tamanho da adesão da greve em cada estado.

      “No Espírito Santo, agora, por exemplo, a adesão foi praticamente geral. No Paraná [em 2010], não chegou a ser tão grande. Isso depende de uma resposta rápida do governo, de debelar o movimento”, apontou o coronel Rui César Melo.

      Movimento de policiais gera divergência

      Na sexta-feira (10), o governo do Espírito Santo resolveu endurecer com os polícias militares que participavam da mobilização. No total, 703 agentes foram indiciados por crime de revolta e motim. Para o coronel Rui César Melo, o comandante da Polícia Militar (PM) capixaba, por inércia, perdeu o comando da tropa, o que abriu espaço para que os militares se revoltassem. A categoria reivindica reposição salarial e melhores condições de trabalho.

      “Houve uma falha de comando. Cabe ao comandante exercer a comunicação direta com o governo do estado, apontando insatisfações, cobrando estrutura. O comandante deveria ter sensibilizado o governo a atender as demandas da classe, para que não se chegasse ao ponto que chegou”, afirma.

      O sociólogo Flávio Sapori, por sua vez, considera que as associações policiais estão “aparelhadas” politicamente e marcadas pelo corporativismo. Desta forma, essas entidades tornariam “reféns” o comando da PM e o governo do estado. “A greve revela a perda do controle e que não temos instrumentos legais para mudar esta realidade”, opina. (ANÍBAL, Felippe.

Disponível em http://www.gazetadopovo.com.br/vida-e-cidadania/da-repressao-a-etica-o-que-esta-por-detras-dos-saquesno-espirito-santo-cqhcka7lusidkqs79eurlgfc7. Acesso 12 de fev 2017. Adaptado.)

Releia os fragmentos a seguir.


I. Os especialistas em segurança pública apontam que a maioria das pessoas que participou dos saques o fez por ‘senso de oportunidade’, ou seja, por sentir que elas não seriam punidas, por causa da falta de policiamento. Boa parte delas pertence à classe média e, portanto, nem sequer ‘precisaria’ dos bens que estava furtando.” (2º§)

II. É o caso do desastre ocorrido em Fukushima, no Japão, em que as ruas ficaram praticamente evacuadas, mas que não houve registro de aumento de índices de violência.” (10º§)


Em relação às estratégias argumentativas utilizadas pelo autor para fundamentar seu ponto de vista, constata-se que as passagens em destaque apresentam, respectivamente,

Alternativas
Q1110728 Português

                     Da repressão à ética: o que está por detrás

                          dos saques no Espírito Santo


      Há pouco mais de uma semana, policiais militares que reivindicam melhores salários se amotinaram no Espírito Santo, gerando um caos generalizado no estado. A convulsão social provocou a escalada da violência, que resultou em mais de 120 mortes e em uma onda de saques. Para analistas entrevistados pela Gazeta do Povo, apesar de a dimensão do policiamento ostensivo ser enorme, esse fator, por si só, não dá conta de explicar o fenômeno: os aspectos ético e político também têm um peso decisivo neste contexto.

      Os especialistas em segurança pública apontam que a maioria das pessoas que participou dos saques o fez por “senso de oportunidade”, ou seja, por sentir que elas não seriam punidas, por causa da falta de policiamento. Boa parte delas pertence à classe média e, portanto, nem sequer “precisaria” dos bens que estava furtando.

      “Se você for ver os vídeos, vai ver que os saques envolvem ‘não-criminosos’ habituais, que cometem os crimes pela facilidade que encontram, o que configura uma situação muito grave”, avalia o sociólogo Luís Flávio Sapori, coordenador do Centro de Estudos em Segurança Pública da PUC-Minas.

      “A prevenção policial corresponde a 80% da segurança que o Estado pode exercer. Ter o policial nas ruas é essencial à manutenção da segurança e o Espírito Santo compra isso”, afirma o ex-comandante da Polícia Militar (PM) de São Paulo, coronel Rui César Melo.

      Valores e política

      O professor Rodrigo Alvarenga, pesquisador do Núcleo de Direitos Humanos da PUCPR, no entanto, aponta outras dimensões. Para o docente, a onda de saques está atrelada ao “esvaziamento de valores sociais e morais”, que está relacionado à crise e à degradação da própria sociedade. Ele vê relação direta entre o fenômeno e os últimos acontecimentos políticos, que sugerem uma fragilidade da democracia.

      “Vivemos um momento em que as leis não são obedecidas em diversos setores, inclusive na política. Isso se torna claro à população. Diante deste cenário, o cidadão se pergunta se vale a pena continuar seguindo uma série de valores éticos, que deveriam sustentar a sociedade. É o que o leva a, por exemplo, participar dos saques”, analisa Alvarenga.

      O filósofo aponta que isso indica que os cidadãos não veem a sociedade como legítima. Neste sentido, ele duvida da eficiência dos aparelhos de repressão, como o policiamento ostensivo. Para ele, a questão ultrapassa a dimensão da segurança.

      “Para obedecer determinada norma, a pessoa precisa reconhecer a legitimidade daquilo. No Brasil, as pessoas tendem a obedecer mais por medo da punição do que por acreditar no projeto de sociedade na qual elas estão. Uma sociedade que tem um projeto calcado na repressão não é uma sociedade saudável”, destaca.

      O coronel Rui César Melo considera que, além da manutenção de um aparato ostensivo, o poder público não pode deixar de manter investimentos em outros setores básicos, como saúde e educação. “Compete ao Estado oferecer escola em período integral, assistência médica e social, principalmente nas periferias, mas isso não acontece. Aí desemboca tudo em polícia”, observa.

      Dimensões

      Para os especialistas, em certa medida, essa dimensão cultural explica porque em algumas sociedades a situação não foge ao controle, mesmo em ocasiões excepcionais, em que a vigilância é reduzida. É o caso do desastre ocorrido em Fukushima, no Japão, em que as ruas ficaram praticamente evacuadas, mas que não houve registro de aumento de índices de violência. “Lá, certamente, os cidadãos se reconheciam como parte da sociedade e as normas não perderam a validade”, sintetiza o professor Alvarenga.

      No Brasil, vários outros estados registraram greves de policiais. No Paraná, a última paralisação significativa ocorreu em 2010, no governo de Roberto Requião (PMDB), mas a situação não chegou a fugir ao controle. A Bahia enfrentou duas mobilizações nos últimos anos – em 2012 e 2014 –, ambas com um cenário de saques e dezenas de assassinatos. Para os analistas, essa diferença pode ser explicada pelo tamanho da adesão da greve em cada estado.

      “No Espírito Santo, agora, por exemplo, a adesão foi praticamente geral. No Paraná [em 2010], não chegou a ser tão grande. Isso depende de uma resposta rápida do governo, de debelar o movimento”, apontou o coronel Rui César Melo.

      Movimento de policiais gera divergência

      Na sexta-feira (10), o governo do Espírito Santo resolveu endurecer com os polícias militares que participavam da mobilização. No total, 703 agentes foram indiciados por crime de revolta e motim. Para o coronel Rui César Melo, o comandante da Polícia Militar (PM) capixaba, por inércia, perdeu o comando da tropa, o que abriu espaço para que os militares se revoltassem. A categoria reivindica reposição salarial e melhores condições de trabalho.

      “Houve uma falha de comando. Cabe ao comandante exercer a comunicação direta com o governo do estado, apontando insatisfações, cobrando estrutura. O comandante deveria ter sensibilizado o governo a atender as demandas da classe, para que não se chegasse ao ponto que chegou”, afirma.

      O sociólogo Flávio Sapori, por sua vez, considera que as associações policiais estão “aparelhadas” politicamente e marcadas pelo corporativismo. Desta forma, essas entidades tornariam “reféns” o comando da PM e o governo do estado. “A greve revela a perda do controle e que não temos instrumentos legais para mudar esta realidade”, opina. (ANÍBAL, Felippe.

Disponível em http://www.gazetadopovo.com.br/vida-e-cidadania/da-repressao-a-etica-o-que-esta-por-detras-dos-saquesno-espirito-santo-cqhcka7lusidkqs79eurlgfc7. Acesso 12 de fev 2017. Adaptado.)

Supondo que o título do texto fosse uma pergunta (“O que está por detrás dos saques no Espírito Santo?”), qual das passagens a seguir revela a causa mais provável da ocorrência dos saques no Espírito Santo, de acordo com o texto?
Alternativas
Q1110157 Odontologia
Durante a realização de uma restauração em resina, recomenda-se a inserção por incrementos para redução do fator C. O fator C pode ser definido como o quociente
Alternativas
Q1110156 Odontologia

“Em uma prótese total, por estarem unidos a uma mesma base, os dentes são solidários entre si, de modo que um contato prematuro em um dente poderá́ movimentar toda a prótese. Por essa característica biomecânica, a prótese total requer uma oclusão do tipo bilateral com um equilíbrio oclusal mecanicamente correto.” (Russi & Rocha, 2015.)

Em relação às finalidades do ajuste oclusal nestas próteses, assinale a alternativa INCORRETA.

Alternativas
Q1110155 Odontologia
“Os corticosteroides são indicados para prevenir a hiperalgesia e controlar o edema inflamatório, decorrentes de intervenções odontológicas eletivas, como a exodontia de inclusos, as cirurgias periodontais, a colocação de implantes múltiplos, as enxertias ósseas etc.” (Andrade, 2014.)
Esses fármacos, quando empregados em dose única ou por tempo restrito,
Alternativas
Q1110154 Odontologia
Devido às suas propriedades o hidróxido de cálcio é muito utilizado em odontologia para forramento de cavidades, sendo normalmente utilizado na forma de pasta. Em relação às propriedades desse material, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q1110153 Odontologia
“Um paciente chegou ao consultório de um cirurgião-dentista preocupado com o posicionamento dos seus dentes. Durante o exame clínico, o profissional observou que o sulco mesiovestibular do primeiro inferior era mesializado em relação à cúspide mesiovestibular do primeiro molar superior e o perfil era côncavo.” De acordo com a classificação de Angle, qual é o tipo de maloclusão apresentado por esse paciente?
Alternativas
Q1110152 Odontologia
Um dos grandes desafios enfrentados pelos profissionais que trabalham com procedimentos estéticos é a escolha de cor. Nesse contexto, o que é matiz?
Alternativas
Q1110151 Odontologia
“Produto biológico geralmente feito a partir do intestino da ovelha; é um produto proteáceo, um tipo de monofilamento e que reabsorve em 5 a 7 dias. A reabsorção ocorre em virtude da ação enzimática e, por isso, muitas vezes provoca resposta inflamatória. Quando é tratado com ácido crômico, as propriedades de manuseio são otimizadas, a resposta inflamatória é menor, e a sutura demora aproximadamente duas semanas para reabsorver.” Qual material de sutura refere-se a descrição anterior?
Alternativas
Q1110150 Odontologia

A radiografia panorâmica é uma técnica radiográfica que permite uma visão global de todas as estruturas que compõem o complexo maxilomandibular, ou seja, dentes, tecido ósseo de suporte e estruturas anatômicas adjacentes, tais como seios maxilares, articulações temporomandibulares (ATM) e cavidade nasal, com uma única exposição. De acordo com o exposto, analise as afirmativas a seguir.

I. Essa técnica radiográfica é indicada para verificação de fraturas em pacientes politraumatizados.

II. Nessa técnica há um aumento das doses de radiação, especialmente nas gônadas de pacientes jovens.

III. Uma das desvantagens dessa técnica é que a imagem da ATM parece distorcida.

Estão corretas as afirmativas

Alternativas
Q1110149 Odontologia
Todos os anestésicos locais utilizados na clínica diária apresentam algum grau de vasodilatação. Essa é a razão porque a maior parte deles encontra-se associado a um vasoconstritor. São considerados benefícios dessa associação, EXCETO
Alternativas
Q1110148 Odontologia
“É o mais comum de todos os cistos do desenvolvimento. Clinicamente, manifesta-se por abaulamento intrabucal das corticais ósseas. Pode haver sintomatologia dolorosa nos casos em que ocorreu contaminação da cavidade, quando eventualmente manifesta secreção purulenta. Radiograficamente, apresenta-se sempre envolvendo a coroa de elemento dental retido, principalmente terceiros molares. Geralmente é unilocular, mas pode também apresentar aspecto multilocular ou, ainda, manifestar-se radiograficamente associado a odontomas, porém com muito menos frequência.” Qual é o nome deste cisto?
Alternativas
Q1110147 Atualidades
“O Brasil vive uma nova epidemia de sífilis, uma doença sexualmente transmissível que parecia existir, para a maior parte da população, apenas nos livros de história. A doença pode levar a problemas de fertilidade e até a morte, se não tratada. A maior preocupação é com a transmissão de mulheres grávidas para os fetos. Os bebês podem sofrer malformações no sistema nervoso, perder a visão ou a audição e até mesmo morrer.” (Disponível em: http://epoca.globo.com/saude/noticia/2016/11/por-que-o-brasil-vive-uma-epidemia-de-sifilis.html.) A sífilis é uma doença causada por:
Alternativas
Q1110146 Conhecimentos Gerais

“O WhatsApp suspendeu o envio de dados de usuários da Europa para o Facebook. Essa foi uma medida para dar mais tempo ao debate sobre a privacidade. As informações sobre os usuários coletadas no aplicativo de mensagens serviam para orientar a publicidade na rede social. O Facebook afirma que a suspensão é temporária, enquanto as leis são debatidas.”

(Disponível em: http://tecnologia.uol.com.br/noticias/afp/2016/11/17/whatsapp-para-de-coletar-dados-de-usuarios-europeus-para-enviar.)

O envio de dados do WhatsApp para o Facebook foi uma operação possível graças:

Alternativas
Q1110145 Legislação de Trânsito

“O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) aprovou no mês passado e passou a valer desde esta terça-feira, dia 1º/11, a multa de R$ 195,23 para quem for flagrado com o som do carro ‘audível do lado externo do veículo’. A nova norma é uma espécie de auxílio aos órgãos fiscalizadores para coibir os abusos de quem vive com o som a todo volume, mas é polêmica porque dispensa aparelhos confiáveis de medição do volume.”

(Disponível em: http://anoticia.clicrbs.com.br/sc/geral/joinville/noticia/2016/11/entenda-como-funciona-a-lei-que-multa-motoristas-comsom-alto-8127648.html.)

Tendo em vista essas e outras multas aplicáveis aos condutores de veículos, analise as afirmativas a seguir.

I. A lei se aplica àqueles que estejam com volume ou frequência que perturbe o sossego público, em vias terrestres de circulação.

II. Para penalizar o motorista, só se for comprovada a infração utilizando um aparelho chamado decibelímetro, para confirmar se o som estava no limite.

III. A ação, apesar de grave, não incidirá em qualquer perda na Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s)

Alternativas
Q1110144 Conhecimentos Gerais
“A nota do Enem já serve para muita coisa. Para grande parte dos 5,8 milhões que já prestaram o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), no início do mês, o teste é o primeiro passo para uma série de ações relacionadas ao ingresso no ensino superior. O que fazer depois de receber o resultado; no entanto, pode gerar dúvidas, já que as possibilidades são muitas.” (Disponível em: http://www.correio24horas.com.br/detalhe/enem/noticia/sites-simulam-destino-de-alunoscHash=d652bff392c0a9a590bfdba 3c9d739a6.) A nota do Enem já serve, por exemplo:

Alternativas
Q1110143 Conhecimentos Gerais
“Empreiteiras combinaram a divisão de obras de estádios da Copa. É o que apontam delações feitas recentemente por executivos. Entre as arenas citadas estão Maracanã, Mineirão, Arena Amazônia e o estádio Mané Garrincha, em Brasília. Segundo os executivos, houve uma reunião entre todas as construtoras em 2007, logo depois de o Brasil ter sido escolhido sede da Copa de 2014. E a delação só saiu agora. Dessa reunião, saiu um acordo para divisão de obras entre as empresas.” (Disponível em: http://noticias.bol.uol.com.br/ultimas-noticias/esporte/2016/11/17/delacoes-apontam-empreiteiras-obras-da-copa.htm.) A esse tipo de associação entre empresas do mesmo ramo de produção com objetivo de dominar o mercado e disciplinar a concorrência, uma prática, aliás, considerada ilícita, denomina-se:


Alternativas
Q1110142 História
“Manifestantes invadiram por volta das 15h30 desta quarta-feira (16/11/16) o plenário da Câmara dos Deputados, em Brasília, e gritaram palavras de ordem, como ‘viva Sergio Moro’, em referência ao juiz responsável pela Operação Lava Jato, ‘a nossa bandeira jamais sera vermelha’ e cantaram o Hino Nacional. Alguns dos manifestantes também gritaram palavras de ordem a favor de uma ‘intervenção militar’. Uma mulher usava uma blusa com a frase ‘intervenção já’. O grupo reúne pessoas a favor de uma intervenção militar no país. ‘O general está vindo’ gritavam dizendo ser um prenúncio de situação semelhante à que instalou o Golpe Militar de 1964.” (Disponível em: www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/politica/2016/11/16/internas_polbraeco,557408/manifestantes-invadem-plenario -da-camara-e-sessao-e-encerrada.shtml.) Em relação a esse movimento, que pede a intervenção militar, e o referido golpe de 1964, é correto afirmar que:
Alternativas
Q1110137 Saúde Pública
Algumas doenças, apesar da diminuição considerada em relação aos números de casos no Brasil, ainda são julgadas como endêmicas, conforme a tuberculose. As endemias são consideradas doenças
Alternativas
Respostas
13341: C
13342: A
13343: C
13344: D
13345: C
13346: D
13347: B
13348: B
13349: A
13350: C
13351: C
13352: C
13353: B
13354: C
13355: A
13356: A
13357: A
13358: A
13359: A
13360: B