Questões de Concurso Para idecan

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Q3938594 Raciocínio Lógico
Uma política de segurança estabelece: “Se o policiamento preventivo for reforçado (P), então a taxa de furtos diminuirá (Q)”.

A expressão lógica tautológica que representa a equivalência dessa política é dada por:
Alternativas
Q3938593 Raciocínio Lógico
Em uma complexa operação de inteligência policial, os analistas precisam considerar a veracidade ou falsidade de quatro condições independentes para decidir o próximo passo tático:

P: O alvo está no local esperado.
Q: O reforço aéreo está disponível.
R: As vias de fuga estão bloqueadas.
S: O elemento surpresa foi mantido.

Para modelar todas as possíveis combinações lógicas dessas quatro condições e suas implicações, o total de linhas que seriam necessárias em uma tabela-verdade completa é igual a:
Alternativas
Q3938592 Raciocínio Lógico
Em uma penitenciária com 2000 detentos, temos que 40% deles cumprem pena por tráfico (T), 30% por roubo (R) e 20% por furto (F). Sabe-se que 10% cumprem por tráfico e roubo, 5% por roubo e furto, 8% por tráfico e furto e 2% cumprem pena por esses três crimes.

O total de detentos que cumprem pena por nenhum desses três crimes específicos é igual a: 
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Q3938591 Matemática
Em uma operação policial, foram apreendidos 500 itens, sendo que 40% deles eram armas e, dos itens que eram armas, 75% estavam com numeração raspada. Dos itens apreendidos que não eram armas, 20% eram entorpecentes.

O total de itens apreendidos a mais com numeração raspada em comparação aos itens que eram entorpecentes é igual a:
Alternativas
Q3938590 Raciocínio Lógico
Durante uma investigação, um policial anota a seguinte frase: “Ele foi o responsável pelo assalto”.

Essa frase é considerada uma sentença aberta porque:
Alternativas
Q3938589 Português
• Texto para a questão.


Em xeque, o tabu da participação feminina nas instituições militares

Ofensiva da Procuradoria-Geral da República tenta derrubar as últimas barreiras à ampla presença das mulheres nas Forças Armadas e na Polícia Militar


     Foi em meados de 1821, no pequeno município baiano de Cachoeira, que um jovem na faixa dos 20 anos bateu à porta do Regimento de Artilharia do Exército Brasileiro, apresentou-se como José Medeiros e colocou-se à disposição para combater as tropas portuguesas que contestavam a legitimidade de Dom Pedro I, então príncipe regente. O disfarce não durou muito — durante as diversas lutas vitoriosas do Batalhão dos Periquitos, descobriu-se que o soldado, na verdade, chamava-se Maria Quitéria de Jesus. Mais tarde, ela ganharia reconhecimento oficial como a primeira militar brasileira e heroína da Independência, com direito a uma estátua na Praça da Soledade, emSalvador. O triunfo damenina órfã, que aprendeu sozinha amanusear equipamentos bélicos, foi o primeiro passo, mas a aceitação de mulheres no ambiente militar sempre andou de forma lenta, travada pela desconfiança de que não teriam a mesma condição de exercer atividades de força como os homens.


Disponível em: https://veja.abril.com.br/brasil/em-xeque-o-tabu-da-participacao-feminina-nas-instituicoes-militares/. Acesso em: 10 jan. 2026.
“[...] que aprendeu sozinha a manusear equipamentos bélicos”.

Equipamentos bélicos são equipamentos de guerra. Logo, a partir da correta relação entre adjetivo e locução adjetiva, aponte a seguir o item em que essa correlação também esteja conforme a norma-padrão de emprego das classes de palavras.
Alternativas
Q3938588 Português
• Texto para a questão.


Em xeque, o tabu da participação feminina nas instituições militares

Ofensiva da Procuradoria-Geral da República tenta derrubar as últimas barreiras à ampla presença das mulheres nas Forças Armadas e na Polícia Militar


     Foi em meados de 1821, no pequeno município baiano de Cachoeira, que um jovem na faixa dos 20 anos bateu à porta do Regimento de Artilharia do Exército Brasileiro, apresentou-se como José Medeiros e colocou-se à disposição para combater as tropas portuguesas que contestavam a legitimidade de Dom Pedro I, então príncipe regente. O disfarce não durou muito — durante as diversas lutas vitoriosas do Batalhão dos Periquitos, descobriu-se que o soldado, na verdade, chamava-se Maria Quitéria de Jesus. Mais tarde, ela ganharia reconhecimento oficial como a primeira militar brasileira e heroína da Independência, com direito a uma estátua na Praça da Soledade, emSalvador. O triunfo damenina órfã, que aprendeu sozinha amanusear equipamentos bélicos, foi o primeiro passo, mas a aceitação de mulheres no ambiente militar sempre andou de forma lenta, travada pela desconfiança de que não teriam a mesma condição de exercer atividades de força como os homens.


Disponível em: https://veja.abril.com.br/brasil/em-xeque-o-tabu-da-participacao-feminina-nas-instituicoes-militares/. Acesso em: 10 jan. 2026.
Observe os períodos I e II, para demarcar o item correto, em se tratando do uso ou da ausência da vírgula em relação aos elementos conectores destacados.

I. “[...] apresentou-se como José Medeiros e colocou-se à disposição para combater as tropas portuguesas que contestavam a legitimidade de Dom Pedro I, então príncipe regente.”
II. “O triunfo da menina órfã, que aprendeu sozinha a manusear equipamentos bélicos, foi o primeiro passo [...]” 
Alternativas
Q3938587 Português
• Texto para a questão.


Em xeque, o tabu da participação feminina nas instituições militares

Ofensiva da Procuradoria-Geral da República tenta derrubar as últimas barreiras à ampla presença das mulheres nas Forças Armadas e na Polícia Militar


     Foi em meados de 1821, no pequeno município baiano de Cachoeira, que um jovem na faixa dos 20 anos bateu à porta do Regimento de Artilharia do Exército Brasileiro, apresentou-se como José Medeiros e colocou-se à disposição para combater as tropas portuguesas que contestavam a legitimidade de Dom Pedro I, então príncipe regente. O disfarce não durou muito — durante as diversas lutas vitoriosas do Batalhão dos Periquitos, descobriu-se que o soldado, na verdade, chamava-se Maria Quitéria de Jesus. Mais tarde, ela ganharia reconhecimento oficial como a primeira militar brasileira e heroína da Independência, com direito a uma estátua na Praça da Soledade, emSalvador. O triunfo damenina órfã, que aprendeu sozinha amanusear equipamentos bélicos, foi o primeiro passo, mas a aceitação de mulheres no ambiente militar sempre andou de forma lenta, travada pela desconfiança de que não teriam a mesma condição de exercer atividades de força como os homens.


Disponível em: https://veja.abril.com.br/brasil/em-xeque-o-tabu-da-participacao-feminina-nas-instituicoes-militares/. Acesso em: 10 jan. 2026.
Analise os trechos demarcados nos períodos em evidência e aponte o item correto em se tratando da relação morfossintática entre os sintagmas preposicionados a seguir:

• “Mais tarde, ela ganharia reconhecimento oficial como a primeira militar brasileira e heroína da Independência¹ [...]”
• “O triunfo da menina órfã², que aprendeu sozinha a manusear equipamentos bélicos, foi o primeiro passo [...]” 
Alternativas
Q3938586 Português
• Texto para a questão.


Em xeque, o tabu da participação feminina nas instituições militares

Ofensiva da Procuradoria-Geral da República tenta derrubar as últimas barreiras à ampla presença das mulheres nas Forças Armadas e na Polícia Militar


     Foi em meados de 1821, no pequeno município baiano de Cachoeira, que um jovem na faixa dos 20 anos bateu à porta do Regimento de Artilharia do Exército Brasileiro, apresentou-se como José Medeiros e colocou-se à disposição para combater as tropas portuguesas que contestavam a legitimidade de Dom Pedro I, então príncipe regente. O disfarce não durou muito — durante as diversas lutas vitoriosas do Batalhão dos Periquitos, descobriu-se que o soldado, na verdade, chamava-se Maria Quitéria de Jesus. Mais tarde, ela ganharia reconhecimento oficial como a primeira militar brasileira e heroína da Independência, com direito a uma estátua na Praça da Soledade, emSalvador. O triunfo damenina órfã, que aprendeu sozinha amanusear equipamentos bélicos, foi o primeiro passo, mas a aceitação de mulheres no ambiente militar sempre andou de forma lenta, travada pela desconfiança de que não teriam a mesma condição de exercer atividades de força como os homens.


Disponível em: https://veja.abril.com.br/brasil/em-xeque-o-tabu-da-participacao-feminina-nas-instituicoes-militares/. Acesso em: 10 jan. 2026.
Atente-se às orações realçadas em I e em II, de modo a assinalar a alternativa correta.

I. “[...] descobriu-se que o soldado, na verdade, chamava-se Maria Quitéria de Jesus.”
II. “[...] travada pela desconfiança de que não teriam a mesma condição de exercer atividades de força como os homens.”
Alternativas
Q3938585 Português
Texto para a questão.


A guerra não tem rosto de mulher


      Quando a guerra acabou, elas ficaram terrivelmente indefesas. Minha esposa, por exemplo, é uma mulher inteligente, mas tem uma visão negativa de mulheres militares, acha que elas iam para a guerra procurar noivo, que todas tinham casos por lá. E, apesar disso, na verdade, se a gente pode falar francamente, elas eram, em sua maioria, mulheres direitas. Puras, mas depois da guerra... Depois da sujeira, depois dos piolhos, depois das mortes...A gente queria algo bonito. Claro. Mulheres bonitas. Eu tinha um amigo; no front: uma moça maravilhosa, pelo que me lembro, apaixonou-se por ele, uma enfermeira, mas ele não casou com ela: deu baixa e encontrou para si uma outra, mas bonitinha. E é infeliz com a esposa. Agora, fica lembrando da outra, do seu amor de guerra, essa sim, seria uma amiga. Depois do front, ele a deixou porque tinha passado quatro anos vendo a moça com botas gastas e casaco acolchoado masculino.


ALEKSIÉVITCH, Svethana. A guerra não tem rosto de mulher. São Paulo: Companhia das Letras, 2016, p.119.
No período em evidência, a oração ressaltada é tipificada como:

“[...] ele a deixou porque tinha passado quatro anos vendo a moça com botas gastas e casaco acolchoado masculino.”
Alternativas
Q3938584 Português
Texto para a questão.


A guerra não tem rosto de mulher


      Quando a guerra acabou, elas ficaram terrivelmente indefesas. Minha esposa, por exemplo, é uma mulher inteligente, mas tem uma visão negativa de mulheres militares, acha que elas iam para a guerra procurar noivo, que todas tinham casos por lá. E, apesar disso, na verdade, se a gente pode falar francamente, elas eram, em sua maioria, mulheres direitas. Puras, mas depois da guerra... Depois da sujeira, depois dos piolhos, depois das mortes...A gente queria algo bonito. Claro. Mulheres bonitas. Eu tinha um amigo; no front: uma moça maravilhosa, pelo que me lembro, apaixonou-se por ele, uma enfermeira, mas ele não casou com ela: deu baixa e encontrou para si uma outra, mas bonitinha. E é infeliz com a esposa. Agora, fica lembrando da outra, do seu amor de guerra, essa sim, seria uma amiga. Depois do front, ele a deixou porque tinha passado quatro anos vendo a moça com botas gastas e casaco acolchoado masculino.


ALEKSIÉVITCH, Svethana. A guerra não tem rosto de mulher. São Paulo: Companhia das Letras, 2016, p.119.
No excerto a seguir, a repetição do vocábulo demarcado indica uma coesão do tipo:

“Puras, mas depois da guerra...Depois da sujeira, depois dos piolhos, depois das mortes...A gente queria algo bonito.”
Alternativas
Q3938583 Português
Texto para a questão.


A guerra não tem rosto de mulher


      Quando a guerra acabou, elas ficaram terrivelmente indefesas. Minha esposa, por exemplo, é uma mulher inteligente, mas tem uma visão negativa de mulheres militares, acha que elas iam para a guerra procurar noivo, que todas tinham casos por lá. E, apesar disso, na verdade, se a gente pode falar francamente, elas eram, em sua maioria, mulheres direitas. Puras, mas depois da guerra... Depois da sujeira, depois dos piolhos, depois das mortes...A gente queria algo bonito. Claro. Mulheres bonitas. Eu tinha um amigo; no front: uma moça maravilhosa, pelo que me lembro, apaixonou-se por ele, uma enfermeira, mas ele não casou com ela: deu baixa e encontrou para si uma outra, mas bonitinha. E é infeliz com a esposa. Agora, fica lembrando da outra, do seu amor de guerra, essa sim, seria uma amiga. Depois do front, ele a deixou porque tinha passado quatro anos vendo a moça com botas gastas e casaco acolchoado masculino.


ALEKSIÉVITCH, Svethana. A guerra não tem rosto de mulher. São Paulo: Companhia das Letras, 2016, p.119.

Em se tratando da regência do verbo destacado a seguir, é correto afirmar que:



“Agora, fica lembrando da outra, do seu amor de guerra [...]”

Alternativas
Q3938582 Português
Texto para a questão.


A guerra não tem rosto de mulher


      Quando a guerra acabou, elas ficaram terrivelmente indefesas. Minha esposa, por exemplo, é uma mulher inteligente, mas tem uma visão negativa de mulheres militares, acha que elas iam para a guerra procurar noivo, que todas tinham casos por lá. E, apesar disso, na verdade, se a gente pode falar francamente, elas eram, em sua maioria, mulheres direitas. Puras, mas depois da guerra... Depois da sujeira, depois dos piolhos, depois das mortes...A gente queria algo bonito. Claro. Mulheres bonitas. Eu tinha um amigo; no front: uma moça maravilhosa, pelo que me lembro, apaixonou-se por ele, uma enfermeira, mas ele não casou com ela: deu baixa e encontrou para si uma outra, mas bonitinha. E é infeliz com a esposa. Agora, fica lembrando da outra, do seu amor de guerra, essa sim, seria uma amiga. Depois do front, ele a deixou porque tinha passado quatro anos vendo a moça com botas gastas e casaco acolchoado masculino.


ALEKSIÉVITCH, Svethana. A guerra não tem rosto de mulher. São Paulo: Companhia das Letras, 2016, p.119.
“Eu tinha um amigo; no front: uma moça maravilhosa, pelo que me lembro, apaixonou-se por ele, uma enfermeira [...]”

Sobre o trecho realçado anteriormente, é verdadeiro o que se afirma em:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IDECAN Órgão: SESAP-RN Prova: IDECAN - 2025 - SESAP-RN - Cardiologista |
Q4376018 Medicina
Uma mulher de 45 anos é portadora de estenose mitral de origem reumática e faz uso de atenolol. Apresenta-se em classe funcional II. O ecocardiograma transesofágico mostra área valvar mitral de 0,9 cm2 , com boa morfologia e insuficiência mitral mínima, ausência de trombos no átrio esquerdo; diâmetro e função sistólica do VE preservados. O ritmo no ECG é de fibrilação atrial. A conduta mais apropriada para a lesão valvar mitral é:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IDECAN Órgão: SESAP-RN Prova: IDECAN - 2025 - SESAP-RN - Cardiologista |
Q4376017 Medicina
A escolha da prótese valvar cardíaca deve considerar os riscos da anticoagulação e da probabilidade e riscos de uma reoperação futura, devido à deterioração estrutural das biopróteses. Quanto aos substitutos valvares cardíacos, marque a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IDECAN Órgão: SESAP-RN Prova: IDECAN - 2025 - SESAP-RN - Cardiologista |
Q4376016 Medicina
Mulher, 23 anos de idade, refere palpitações aos grandes esforços. Ao exame físico: bom estado geral, corada, hidratada, PA = 120 x 80 mmHg, FC = 96 bpm, com pulso irregular. Ausculta cardíaca: bulhas arrítmicas, com sopro diastólico em ruflar em foco mitral. Ausculta pulmonar: murmúrio vesicular presente, sem ruídos adventícios. Abdome: sem alterações. Membros inferiores: pulsos presentes e simétricos, sem edema. Assinale quais são os diagnósticos mais prováveis.
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IDECAN Órgão: SESAP-RN Prova: IDECAN - 2025 - SESAP-RN - Cardiologista |
Q4376015 Medicina
Homem de 75 anos com dor esternal pelo esforço vem apresentado desmaios recentemente. Ao exame nota-se sopro sistólico pancardíaco. A melhor terapia para esta condição é:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IDECAN Órgão: SESAP-RN Prova: IDECAN - 2025 - SESAP-RN - Cardiologista |
Q4376013 Medicina
Homem de 52 anos, com insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida (FE: 30%), realiza um Holter de 24h em virtude de palpitações. O Holter mostra episódios de taquicardia ventricular sustentada com estabilidade hemodinâmica. O melhor antiarrítmico para esta situação é:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IDECAN Órgão: SESAP-RN Prova: IDECAN - 2025 - SESAP-RN - Cardiologista |
Q4376012 Medicina
Homem, 60 anos, tabagista, hipertenso crônico, em tratamento irregular, apresentou há 12h palpitação de início súbito seguida de síncope. Nega episódios de arritmias. Exame físico: PA = 120 x 60 mmHg, FC = 140 bpm, FR = 32 irpm, agitado, confuso, estase jugular bilateral, estertores crepitantes em bases pulmonares, arritmia cardíaca, pulso filiforme e edema 2+/4+ em MMII. ECG: fibrilação atrial com resposta ventricular de alta frequência. A conduta imediata é:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IDECAN Órgão: SESAP-RN Prova: IDECAN - 2025 - SESAP-RN - Cardiologista |
Q4376011 Medicina
Paciente do sexo masculino, 42 anos de idade, chega ao departamento de emergência com história de palpitações. Um traçado eletrocardiográfico foi obtido demonstrando taquicardia de complexo QRS estreito e FC de 190 bpm e pressão arterial sistólica de 100/80 mmHg. Assinale qual deve ser a primeira conduta.
Alternativas
Respostas
3401: C
3402: E
3403: B
3404: A
3405: D
3406: B
3407: C
3408: A
3409: B
3410: A
3411: C
3412: C
3413: E
3414: B
3415: B
3416: E
3417: A
3418: A
3419: B
3420: C