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Q2882843 Administração Geral

Acerca do papel da administração no desempenho empresarial, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) O foco atual do administrador é a inovação, considerando a mudança constante como a principal marca do mundo globalizado.

( ) É necessário desenvolver um senso de percepção e tentar conhecer e compreender os mecanismos de mudança para assumir uma atitude pró-ativa, ao invés de deixar os problemas organizacionais acontecerem para buscar a solução.

( ) A prática administrativa no mercado é de fundamental importância, visto que ele agrega conhecimentos que garantem a otimização e a sobrevivência das empresas com sucesso no mundo competitivo.

A sequência está correta em

Alternativas
Q2882840 Atendimento ao Público

O auxiliar de teleatendimento deve, EXCETO:

Alternativas
Q2882839 Atendimento ao Público

Sobre atendimento ao telefone, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) Interromper o cliente é inadmissível, porém, se for necessário, peça-lhe desculpas antes e, caso seja interrompido, ouça o que a pessoa diz e depois continue de onde você parou.

( ) Evite discutir verbalmente, mesmo que o cliente seja agressivo.

( ) A melhor forma de desarmar um cliente exaltado é não perder o controle, falando baixo e com segurança.

A sequência está correta em

Alternativas
Q2882826 Matemática

Na figura a seguir ABCD é um quadrado, ABC e FGH são triângulos retângulos semelhantes, cujas hipotenusas medem, respectivamente, z e x.

Imagem associada para resolução da questão

O valor da hipotenusa x do menor triângulo é

Alternativas
Q2882823 Matemática

A tabela a seguir apresenta a quantidade de certos produtos no estoque de uma loja, no começo e no fim de um determinado mês.

Imagem associada para resolução da questão

Sabe-se que o número do produto 3, no estoque no final deste mês, é 18. Logo, a soma do número dos produtos 1, 2 e 3 que saíram do estoque durante este mês foi

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Q2882816 Português
  
Jaleco branco, nariz vermelho, cavaquinho
Esse “médico” receita risos para crianças doentes.

    Jakub*, 9 anos, está apavorado. O tumor no seu cérebro foi diagnosticado recentemente e agora ele está em pé com a mãe no corredor do setor de oncologia do Hospital Motol, em Praga, esperando a internação. Está assustado com a reviravolta em sua vida, com os tratamentos médicos que virão, com o hospital.

    De repente, os profundos olhos castanhos se acendem e ele dá um sorriso. Pelo corredor vem um grupo de pessoas de jaleco branco e nariz de palhaço, com chapéus e óculos engraçados. Debaixo da vestimenta hospitalar, podem-se ver roupas igualmente engraçadas e coloridas. Alguns tocam cavaquinho e um deles torce um balão no formato de espada e o entrega a Jakub. Os pequenos pacientes de câncer, atraídos pela música, saem dos quartos do hospital para entrar na festa, batendo os pés e batucando na mobília.

     Há um palhaço específico – o líder – que chama a atenção de Jakub. É um homem alto e mais velho que usa uma calçadeira em vez de gravata. Fala com outro palhaço com forte sotaque estrangeiro que as crianças acham irresistivelmente engraçado. Riem. Por pouco tempo, pelo menos, esquecem que estão gravemente doentes.

     O estrangeiro é Gary Edwards, um americano cuja paixão é levar risos e diversão a crianças em hospitais. “A ideia é despertar o interesse pela vida. Isso faz parte do processo curativo.”

    Edwards, 60 anos, americano de Ohio, estava destinado a se tornar médico, mas sua vida mudou de repente. “Fiz a escola preparatória para o curso de medicina, mas sempre estive envolvido com a música e, aos 14 anos, já tocava em shows”, diz ele. “Aí vendi uma canção e ganhei um bom dinheiro. A música sempre foi o meu primeiro amor e por isso decidi estudá-la.”

     Na faculdade, escreveu um musical para uma escola de palhaços e, em troca, recebeu uma bolsa de dois anos. Em 1976, Edwards entrou na renomada Escola Dell Arte de Teatro Físico, em Blue Lake, na Califórnia. Enquanto estudava lá, visitou um hospital, uma prisão e um orfanato, vestido de palhaço, como “experimento social”. As visitas ao hospital foram as que mais lhe interessaram e que mais se mostraram promissoras, mas a hora dos palhaços hospitalares ainda não chegara.

    Nos vinte anos seguintes, como palhaço, ele viajou pelo mundo, levando a vida de um nômade circense. Na década de 1990, começou a dar aulas para formar palhaços e também ajudou a treinar alguns grupos que visitavam hospitais. Nessa época, escreveu comédias e musicais e fez apresentações em teatros e festivais da Europa à China e nas Américas do Norte e do Sul. Em 1998, foi à República Tcheca pela primeira vez e lá se instalou. Foi onde conheceu a mulher com quem se casaria.

     Na República Tcheca, ninguém ouvira falar de palhaços hospitalares, e Edwards se dispôs a mudar isso. “Havia muitos médicos que não conseguiam colocar humor e tratamento de saúde na mesma frase”, diz Edwards. Era comum médicos e enfermeiros temerem que os palhaços atrapalhassem o serviço. “Por sorte, o meu primeiro contato foi com a Dra. Ivana Korinkova, que trabalhava com tratamento psicossocial no Hospital Motol. Ela entendeu imediatamente o que eu tentava fazer, apresentou-me a médicos do país inteiro e me ajudou a explicar o que eu queria.”

    Devagar e sempre, ele convenceu os hospitais e, nos anos seguintes, viajou pelo país visitando enfermarias pediátricas, levando apenas o nariz de palhaço e o cavaquinho. Em 2001, fundou a entidade sem fins lucrativos Health Clown Association, na esperança de atrair mais gente para fazer as visitas com ele e encontrar doadores e patrocinadores que ajudassem a cobrir as despesas.

     Hoje a associação emprega 82 palhaços, a maioria deles atores profissionais. Edwards lhes ensina a arte de ser palhaço. Todo mês, são feitas cerca de 280 visitas a 62 hospitais de todo o país. Além de enfermarias pediátricas, eles visitam idosos internados sem previsão de alta.

   Nos últimos anos, Edwards ajudou a desenvolver o humor em projetos de assistência médica na Eslováquia, na Nova Zelândia, na Polônia, na Palestina e na Croácia, além da República Tcheca. Ensinou a arte do palhaço hospitalar em outros países também, como Alemanha, Hungria, Eslovênia, Áustria e Suíça. Hoje trabalha com a Red Noses Clown Doctors International para ajudar a desenvolver projetos de palhaços hospitalares no mundo inteiro. Também participa de seminários de assistência médica para enfermeiros e alunos de medicina, tanto na República Tcheca quanto na Eslováquia, ensinando a usar o humor.

No período “Os Doutores da Alegria despertam o desejo pela vida através do humor e riso, entretanto eles não conseguem melhorar o caos da saúde no Brasil.”, a oração sublinhada é classificada como oração coordenada sindética

Alternativas
Q2882815 Português
  
Jaleco branco, nariz vermelho, cavaquinho
Esse “médico” receita risos para crianças doentes.

    Jakub*, 9 anos, está apavorado. O tumor no seu cérebro foi diagnosticado recentemente e agora ele está em pé com a mãe no corredor do setor de oncologia do Hospital Motol, em Praga, esperando a internação. Está assustado com a reviravolta em sua vida, com os tratamentos médicos que virão, com o hospital.

    De repente, os profundos olhos castanhos se acendem e ele dá um sorriso. Pelo corredor vem um grupo de pessoas de jaleco branco e nariz de palhaço, com chapéus e óculos engraçados. Debaixo da vestimenta hospitalar, podem-se ver roupas igualmente engraçadas e coloridas. Alguns tocam cavaquinho e um deles torce um balão no formato de espada e o entrega a Jakub. Os pequenos pacientes de câncer, atraídos pela música, saem dos quartos do hospital para entrar na festa, batendo os pés e batucando na mobília.

     Há um palhaço específico – o líder – que chama a atenção de Jakub. É um homem alto e mais velho que usa uma calçadeira em vez de gravata. Fala com outro palhaço com forte sotaque estrangeiro que as crianças acham irresistivelmente engraçado. Riem. Por pouco tempo, pelo menos, esquecem que estão gravemente doentes.

     O estrangeiro é Gary Edwards, um americano cuja paixão é levar risos e diversão a crianças em hospitais. “A ideia é despertar o interesse pela vida. Isso faz parte do processo curativo.”

    Edwards, 60 anos, americano de Ohio, estava destinado a se tornar médico, mas sua vida mudou de repente. “Fiz a escola preparatória para o curso de medicina, mas sempre estive envolvido com a música e, aos 14 anos, já tocava em shows”, diz ele. “Aí vendi uma canção e ganhei um bom dinheiro. A música sempre foi o meu primeiro amor e por isso decidi estudá-la.”

     Na faculdade, escreveu um musical para uma escola de palhaços e, em troca, recebeu uma bolsa de dois anos. Em 1976, Edwards entrou na renomada Escola Dell Arte de Teatro Físico, em Blue Lake, na Califórnia. Enquanto estudava lá, visitou um hospital, uma prisão e um orfanato, vestido de palhaço, como “experimento social”. As visitas ao hospital foram as que mais lhe interessaram e que mais se mostraram promissoras, mas a hora dos palhaços hospitalares ainda não chegara.

    Nos vinte anos seguintes, como palhaço, ele viajou pelo mundo, levando a vida de um nômade circense. Na década de 1990, começou a dar aulas para formar palhaços e também ajudou a treinar alguns grupos que visitavam hospitais. Nessa época, escreveu comédias e musicais e fez apresentações em teatros e festivais da Europa à China e nas Américas do Norte e do Sul. Em 1998, foi à República Tcheca pela primeira vez e lá se instalou. Foi onde conheceu a mulher com quem se casaria.

     Na República Tcheca, ninguém ouvira falar de palhaços hospitalares, e Edwards se dispôs a mudar isso. “Havia muitos médicos que não conseguiam colocar humor e tratamento de saúde na mesma frase”, diz Edwards. Era comum médicos e enfermeiros temerem que os palhaços atrapalhassem o serviço. “Por sorte, o meu primeiro contato foi com a Dra. Ivana Korinkova, que trabalhava com tratamento psicossocial no Hospital Motol. Ela entendeu imediatamente o que eu tentava fazer, apresentou-me a médicos do país inteiro e me ajudou a explicar o que eu queria.”

    Devagar e sempre, ele convenceu os hospitais e, nos anos seguintes, viajou pelo país visitando enfermarias pediátricas, levando apenas o nariz de palhaço e o cavaquinho. Em 2001, fundou a entidade sem fins lucrativos Health Clown Association, na esperança de atrair mais gente para fazer as visitas com ele e encontrar doadores e patrocinadores que ajudassem a cobrir as despesas.

     Hoje a associação emprega 82 palhaços, a maioria deles atores profissionais. Edwards lhes ensina a arte de ser palhaço. Todo mês, são feitas cerca de 280 visitas a 62 hospitais de todo o país. Além de enfermarias pediátricas, eles visitam idosos internados sem previsão de alta.

   Nos últimos anos, Edwards ajudou a desenvolver o humor em projetos de assistência médica na Eslováquia, na Nova Zelândia, na Polônia, na Palestina e na Croácia, além da República Tcheca. Ensinou a arte do palhaço hospitalar em outros países também, como Alemanha, Hungria, Eslovênia, Áustria e Suíça. Hoje trabalha com a Red Noses Clown Doctors International para ajudar a desenvolver projetos de palhaços hospitalares no mundo inteiro. Também participa de seminários de assistência médica para enfermeiros e alunos de medicina, tanto na República Tcheca quanto na Eslováquia, ensinando a usar o humor.

Assinale a afirmativa correta quanto à regência verbal.

Alternativas
Q2882813 Português
  
Jaleco branco, nariz vermelho, cavaquinho
Esse “médico” receita risos para crianças doentes.

    Jakub*, 9 anos, está apavorado. O tumor no seu cérebro foi diagnosticado recentemente e agora ele está em pé com a mãe no corredor do setor de oncologia do Hospital Motol, em Praga, esperando a internação. Está assustado com a reviravolta em sua vida, com os tratamentos médicos que virão, com o hospital.

    De repente, os profundos olhos castanhos se acendem e ele dá um sorriso. Pelo corredor vem um grupo de pessoas de jaleco branco e nariz de palhaço, com chapéus e óculos engraçados. Debaixo da vestimenta hospitalar, podem-se ver roupas igualmente engraçadas e coloridas. Alguns tocam cavaquinho e um deles torce um balão no formato de espada e o entrega a Jakub. Os pequenos pacientes de câncer, atraídos pela música, saem dos quartos do hospital para entrar na festa, batendo os pés e batucando na mobília.

     Há um palhaço específico – o líder – que chama a atenção de Jakub. É um homem alto e mais velho que usa uma calçadeira em vez de gravata. Fala com outro palhaço com forte sotaque estrangeiro que as crianças acham irresistivelmente engraçado. Riem. Por pouco tempo, pelo menos, esquecem que estão gravemente doentes.

     O estrangeiro é Gary Edwards, um americano cuja paixão é levar risos e diversão a crianças em hospitais. “A ideia é despertar o interesse pela vida. Isso faz parte do processo curativo.”

    Edwards, 60 anos, americano de Ohio, estava destinado a se tornar médico, mas sua vida mudou de repente. “Fiz a escola preparatória para o curso de medicina, mas sempre estive envolvido com a música e, aos 14 anos, já tocava em shows”, diz ele. “Aí vendi uma canção e ganhei um bom dinheiro. A música sempre foi o meu primeiro amor e por isso decidi estudá-la.”

     Na faculdade, escreveu um musical para uma escola de palhaços e, em troca, recebeu uma bolsa de dois anos. Em 1976, Edwards entrou na renomada Escola Dell Arte de Teatro Físico, em Blue Lake, na Califórnia. Enquanto estudava lá, visitou um hospital, uma prisão e um orfanato, vestido de palhaço, como “experimento social”. As visitas ao hospital foram as que mais lhe interessaram e que mais se mostraram promissoras, mas a hora dos palhaços hospitalares ainda não chegara.

    Nos vinte anos seguintes, como palhaço, ele viajou pelo mundo, levando a vida de um nômade circense. Na década de 1990, começou a dar aulas para formar palhaços e também ajudou a treinar alguns grupos que visitavam hospitais. Nessa época, escreveu comédias e musicais e fez apresentações em teatros e festivais da Europa à China e nas Américas do Norte e do Sul. Em 1998, foi à República Tcheca pela primeira vez e lá se instalou. Foi onde conheceu a mulher com quem se casaria.

     Na República Tcheca, ninguém ouvira falar de palhaços hospitalares, e Edwards se dispôs a mudar isso. “Havia muitos médicos que não conseguiam colocar humor e tratamento de saúde na mesma frase”, diz Edwards. Era comum médicos e enfermeiros temerem que os palhaços atrapalhassem o serviço. “Por sorte, o meu primeiro contato foi com a Dra. Ivana Korinkova, que trabalhava com tratamento psicossocial no Hospital Motol. Ela entendeu imediatamente o que eu tentava fazer, apresentou-me a médicos do país inteiro e me ajudou a explicar o que eu queria.”

    Devagar e sempre, ele convenceu os hospitais e, nos anos seguintes, viajou pelo país visitando enfermarias pediátricas, levando apenas o nariz de palhaço e o cavaquinho. Em 2001, fundou a entidade sem fins lucrativos Health Clown Association, na esperança de atrair mais gente para fazer as visitas com ele e encontrar doadores e patrocinadores que ajudassem a cobrir as despesas.

     Hoje a associação emprega 82 palhaços, a maioria deles atores profissionais. Edwards lhes ensina a arte de ser palhaço. Todo mês, são feitas cerca de 280 visitas a 62 hospitais de todo o país. Além de enfermarias pediátricas, eles visitam idosos internados sem previsão de alta.

   Nos últimos anos, Edwards ajudou a desenvolver o humor em projetos de assistência médica na Eslováquia, na Nova Zelândia, na Polônia, na Palestina e na Croácia, além da República Tcheca. Ensinou a arte do palhaço hospitalar em outros países também, como Alemanha, Hungria, Eslovênia, Áustria e Suíça. Hoje trabalha com a Red Noses Clown Doctors International para ajudar a desenvolver projetos de palhaços hospitalares no mundo inteiro. Também participa de seminários de assistência médica para enfermeiros e alunos de medicina, tanto na República Tcheca quanto na Eslováquia, ensinando a usar o humor.

O sujeito da oração “O papel dos palhaços da saúde ao melhorar o estado psíquico de crianças doentes, principalmente das que sofrem de enfermidades graves e crônicas, é incomensurável.” (14º§) é

Alternativas
Q2882811 Português
  
Jaleco branco, nariz vermelho, cavaquinho
Esse “médico” receita risos para crianças doentes.

    Jakub*, 9 anos, está apavorado. O tumor no seu cérebro foi diagnosticado recentemente e agora ele está em pé com a mãe no corredor do setor de oncologia do Hospital Motol, em Praga, esperando a internação. Está assustado com a reviravolta em sua vida, com os tratamentos médicos que virão, com o hospital.

    De repente, os profundos olhos castanhos se acendem e ele dá um sorriso. Pelo corredor vem um grupo de pessoas de jaleco branco e nariz de palhaço, com chapéus e óculos engraçados. Debaixo da vestimenta hospitalar, podem-se ver roupas igualmente engraçadas e coloridas. Alguns tocam cavaquinho e um deles torce um balão no formato de espada e o entrega a Jakub. Os pequenos pacientes de câncer, atraídos pela música, saem dos quartos do hospital para entrar na festa, batendo os pés e batucando na mobília.

     Há um palhaço específico – o líder – que chama a atenção de Jakub. É um homem alto e mais velho que usa uma calçadeira em vez de gravata. Fala com outro palhaço com forte sotaque estrangeiro que as crianças acham irresistivelmente engraçado. Riem. Por pouco tempo, pelo menos, esquecem que estão gravemente doentes.

     O estrangeiro é Gary Edwards, um americano cuja paixão é levar risos e diversão a crianças em hospitais. “A ideia é despertar o interesse pela vida. Isso faz parte do processo curativo.”

    Edwards, 60 anos, americano de Ohio, estava destinado a se tornar médico, mas sua vida mudou de repente. “Fiz a escola preparatória para o curso de medicina, mas sempre estive envolvido com a música e, aos 14 anos, já tocava em shows”, diz ele. “Aí vendi uma canção e ganhei um bom dinheiro. A música sempre foi o meu primeiro amor e por isso decidi estudá-la.”

     Na faculdade, escreveu um musical para uma escola de palhaços e, em troca, recebeu uma bolsa de dois anos. Em 1976, Edwards entrou na renomada Escola Dell Arte de Teatro Físico, em Blue Lake, na Califórnia. Enquanto estudava lá, visitou um hospital, uma prisão e um orfanato, vestido de palhaço, como “experimento social”. As visitas ao hospital foram as que mais lhe interessaram e que mais se mostraram promissoras, mas a hora dos palhaços hospitalares ainda não chegara.

    Nos vinte anos seguintes, como palhaço, ele viajou pelo mundo, levando a vida de um nômade circense. Na década de 1990, começou a dar aulas para formar palhaços e também ajudou a treinar alguns grupos que visitavam hospitais. Nessa época, escreveu comédias e musicais e fez apresentações em teatros e festivais da Europa à China e nas Américas do Norte e do Sul. Em 1998, foi à República Tcheca pela primeira vez e lá se instalou. Foi onde conheceu a mulher com quem se casaria.

     Na República Tcheca, ninguém ouvira falar de palhaços hospitalares, e Edwards se dispôs a mudar isso. “Havia muitos médicos que não conseguiam colocar humor e tratamento de saúde na mesma frase”, diz Edwards. Era comum médicos e enfermeiros temerem que os palhaços atrapalhassem o serviço. “Por sorte, o meu primeiro contato foi com a Dra. Ivana Korinkova, que trabalhava com tratamento psicossocial no Hospital Motol. Ela entendeu imediatamente o que eu tentava fazer, apresentou-me a médicos do país inteiro e me ajudou a explicar o que eu queria.”

    Devagar e sempre, ele convenceu os hospitais e, nos anos seguintes, viajou pelo país visitando enfermarias pediátricas, levando apenas o nariz de palhaço e o cavaquinho. Em 2001, fundou a entidade sem fins lucrativos Health Clown Association, na esperança de atrair mais gente para fazer as visitas com ele e encontrar doadores e patrocinadores que ajudassem a cobrir as despesas.

     Hoje a associação emprega 82 palhaços, a maioria deles atores profissionais. Edwards lhes ensina a arte de ser palhaço. Todo mês, são feitas cerca de 280 visitas a 62 hospitais de todo o país. Além de enfermarias pediátricas, eles visitam idosos internados sem previsão de alta.

   Nos últimos anos, Edwards ajudou a desenvolver o humor em projetos de assistência médica na Eslováquia, na Nova Zelândia, na Polônia, na Palestina e na Croácia, além da República Tcheca. Ensinou a arte do palhaço hospitalar em outros países também, como Alemanha, Hungria, Eslovênia, Áustria e Suíça. Hoje trabalha com a Red Noses Clown Doctors International para ajudar a desenvolver projetos de palhaços hospitalares no mundo inteiro. Também participa de seminários de assistência médica para enfermeiros e alunos de medicina, tanto na República Tcheca quanto na Eslováquia, ensinando a usar o humor.

Na passagem “Fala com outro palhaço com forte sotaque estrangeiro que as crianças acham irresistivelmente engraçado.” (3º§), o termo conectivo sublinhado se refere a

Alternativas
Q2881687 Português
  
Jaleco branco, nariz vermelho, cavaquinho
Esse “médico” receita risos para crianças doentes.

    Jakub*, 9 anos, está apavorado. O tumor no seu cérebro foi diagnosticado recentemente e agora ele está em pé com a mãe no corredor do setor de oncologia do Hospital Motol, em Praga, esperando a internação. Está assustado com a reviravolta em sua vida, com os tratamentos médicos que virão, com o hospital.

    De repente, os profundos olhos castanhos se acendem e ele dá um sorriso. Pelo corredor vem um grupo de pessoas de jaleco branco e nariz de palhaço, com chapéus e óculos engraçados. Debaixo da vestimenta hospitalar, podem-se ver roupas igualmente engraçadas e coloridas. Alguns tocam cavaquinho e um deles torce um balão no formato de espada e o entrega a Jakub. Os pequenos pacientes de câncer, atraídos pela música, saem dos quartos do hospital para entrar na festa, batendo os pés e batucando na mobília.

     Há um palhaço específico – o líder – que chama a atenção de Jakub. É um homem alto e mais velho que usa uma calçadeira em vez de gravata. Fala com outro palhaço com forte sotaque estrangeiro que as crianças acham irresistivelmente engraçado. Riem. Por pouco tempo, pelo menos, esquecem que estão gravemente doentes.

     O estrangeiro é Gary Edwards, um americano cuja paixão é levar risos e diversão a crianças em hospitais. “A ideia é despertar o interesse pela vida. Isso faz parte do processo curativo.”

    Edwards, 60 anos, americano de Ohio, estava destinado a se tornar médico, mas sua vida mudou de repente. “Fiz a escola preparatória para o curso de medicina, mas sempre estive envolvido com a música e, aos 14 anos, já tocava em shows”, diz ele. “Aí vendi uma canção e ganhei um bom dinheiro. A música sempre foi o meu primeiro amor e por isso decidi estudá-la.”

     Na faculdade, escreveu um musical para uma escola de palhaços e, em troca, recebeu uma bolsa de dois anos. Em 1976, Edwards entrou na renomada Escola Dell Arte de Teatro Físico, em Blue Lake, na Califórnia. Enquanto estudava lá, visitou um hospital, uma prisão e um orfanato, vestido de palhaço, como “experimento social”. As visitas ao hospital foram as que mais lhe interessaram e que mais se mostraram promissoras, mas a hora dos palhaços hospitalares ainda não chegara.

    Nos vinte anos seguintes, como palhaço, ele viajou pelo mundo, levando a vida de um nômade circense. Na década de 1990, começou a dar aulas para formar palhaços e também ajudou a treinar alguns grupos que visitavam hospitais. Nessa época, escreveu comédias e musicais e fez apresentações em teatros e festivais da Europa à China e nas Américas do Norte e do Sul. Em 1998, foi à República Tcheca pela primeira vez e lá se instalou. Foi onde conheceu a mulher com quem se casaria.

     Na República Tcheca, ninguém ouvira falar de palhaços hospitalares, e Edwards se dispôs a mudar isso. “Havia muitos médicos que não conseguiam colocar humor e tratamento de saúde na mesma frase”, diz Edwards. Era comum médicos e enfermeiros temerem que os palhaços atrapalhassem o serviço. “Por sorte, o meu primeiro contato foi com a Dra. Ivana Korinkova, que trabalhava com tratamento psicossocial no Hospital Motol. Ela entendeu imediatamente o que eu tentava fazer, apresentou-me a médicos do país inteiro e me ajudou a explicar o que eu queria.”

    Devagar e sempre, ele convenceu os hospitais e, nos anos seguintes, viajou pelo país visitando enfermarias pediátricas, levando apenas o nariz de palhaço e o cavaquinho. Em 2001, fundou a entidade sem fins lucrativos Health Clown Association, na esperança de atrair mais gente para fazer as visitas com ele e encontrar doadores e patrocinadores que ajudassem a cobrir as despesas.

     Hoje a associação emprega 82 palhaços, a maioria deles atores profissionais. Edwards lhes ensina a arte de ser palhaço. Todo mês, são feitas cerca de 280 visitas a 62 hospitais de todo o país. Além de enfermarias pediátricas, eles visitam idosos internados sem previsão de alta.

   Nos últimos anos, Edwards ajudou a desenvolver o humor em projetos de assistência médica na Eslováquia, na Nova Zelândia, na Polônia, na Palestina e na Croácia, além da República Tcheca. Ensinou a arte do palhaço hospitalar em outros países também, como Alemanha, Hungria, Eslovênia, Áustria e Suíça. Hoje trabalha com a Red Noses Clown Doctors International para ajudar a desenvolver projetos de palhaços hospitalares no mundo inteiro. Também participa de seminários de assistência médica para enfermeiros e alunos de medicina, tanto na República Tcheca quanto na Eslováquia, ensinando a usar o humor.

A ideia principal do texto é

Alternativas
Q2879077 Legislação Federal

Considerando os termos do Código de Processo Disciplinar, aprovado pela Resolução CFFa nº 381/2010, analise.


I. O Processo Administrativo de Fiscalização (PAF) apura faltas e infrações cometidas por pessoa física não inscrita e por pessoa jurídica, inscrita ou não inscrita.

II. Para a instauração de processo ético, a representação deverá ser direcionada ao presidente do respectivo Conselho, mediante documento escrito e assinado pelo representante.

III. Será declarado revel pela Comissão julgadora, o fonoaudiólogo representado que não apresentar defesa dentro do prazo previsto no Código, resultando, necessariamente, em sua condenação.

IV. Na instrução processual, as provas poderão ser documentais, testemunhais e periciais, possuindo esta maior valor probatório que aquelas.


Estão corretas apenas as afirmativas

Alternativas
Q2879076 Fonoaudiologia

Dispõe o Código de Processo Disciplinar que a fase preliminar, quando necessária, será de competência da Comissão de Orientação e Fiscalização (COF) dos Conselhos Regionais de Fonoaudiologia. Ao término da fase preliminar, a COF NÃO poderá

Alternativas
Q2879075 Fonoaudiologia

Nos termos do Código de Processo Disciplinar, aprovado pela Resolução nº 381/2010, assinale a alternativa INCORRETA sobre os atos processuais.

Alternativas
Q2879074 Fonoaudiologia

Conforme dispõe a Lei Federal nº 6.965/81, compete aos Conselhos Regionais, EXCETO:

Alternativas
Q2879073 Legislação Federal

Declaração de idoneidade moral afirmada por duas autoridades públicas.

Alternativas
Q2879067 Fonoaudiologia

Nos termos do Código de Ética, Resolução CFFa nº 305/2004, constituem direitos gerais dos inscritos, nos limites de sua competência e atribuições, EXCETO:

Alternativas
Q2879066 Fonoaudiologia

Assinale o objetivo terapêutico de estimulação auditiva.

Alternativas
Q2879065 Fonoaudiologia

Assinale a alternativa INCORRETA.

Alternativas
Q2879064 Fonoaudiologia

Apesar de todo o avanço tecnológico, a observação do comportamento auditivo ainda é considerada uma avaliação clínica relevante no diagnóstico audiológico. Diante do exposto, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) Na observação do comportamento auditivo é possível verificar o resultado separado por orelha.

( ) As respostas aos instrumentos sonoros não calibrados estão ausentes na existência de perda auditiva de grau profundo.

( ) A ausência do reflexo cócleo-palpebral, na presença de acuidade auditiva normal, pode indicar a existência de alteração central da audição.

( ) Não é possível quantificar a alteração auditiva a partir da observação do comportamento auditivo.


A sequência está correta em

Alternativas
Q2879063 Fonoaudiologia

Assinale a afirmativa INCORRETA.

Alternativas
Respostas
18021: A
18022: E
18023: E
18024: B
18025: C
18026: E
18027: D
18028: B
18029: E
18030: E
18031: A
18032: D
18033: D
18034: A
18035: E
18036: A
18037: E
18038: A
18039: B
18040: A