Questões de Concurso Comentadas para idecan

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Q1115540 Farmácia
Os primeiros casos de uma epidemia, em uma certa região, sempre devem ser investigados em profundidade. Para isso, existe um roteiro de investigação de surtos/epidemias, que deve ser seguido. Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta do roteiro de investigação de epidemias/surtos.
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Q1115539 Farmácia
A vantagem do uso de anti-inflamatórios específicos para enzima ciclooxigenase tipo dois em relação aos inespecíficos é:
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Q1115538 Farmácia
Os fármacos que agem no Sistema Renina Angiotensina (SRA) exercem um papel de destaque no tratamento de doenças cardiovasculares. Os Inibidores da Enzima Conversora de Angiotensina (IECA) diminuem a resistência vascular sistêmica e as pressões arteriais média, diastólica e sistólica em diversos estados hipertensivos, EXCETO quando a pressão arterial elevada proveniente de:
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Q1115495 Pedagogia
“(...) a perspectiva intercultural de educação, enfim, implica mudanças profundas na prática educativa, de modo particular na escola. Pela necessidade de oferecer oportunidades educativas a todos, respeitando e integrando a diversidade de sujeitos e dos seus pontos de vista.” (Fleuri 2001, p. 79.)
Quando uma escola atua numa perspectiva inclusiva multicultural crítica, faz-se necessário, EXCETO: 
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Q1115494 Pedagogia
“Na organização e gestão do currículo, as abordagens disciplinar, pluridisciplinar, interdisciplinar e transdisciplinar requerem a atenção criteriosa da instituição escolar, porque revelam a visão de mundo que orienta as práticas pedagógicas dos educadores e organizam o trabalho do estudante. Perpassam todos os aspectos da organização escolar, desde o planejamento do trabalho pedagógico, a gestão administrativo-acadêmica, até a organização do tempo e do espaço físico e a seleção, a disposição e a utilização dos equipamentos e mobiliário da instituição, ou seja, todo o conjunto das atividades que se realizam no espaço escolar, em seus diferentes âmbitos.” (Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais da Educação Básica, 2013.)
Sobre a transdisciplinaridade, infere-se que 
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Q1115493 Português
    A linguagem não é usada apenas em sua função referencial, ou seja, apenas para transmitir informações. Uma das outras funções da linguagem é a de comunicar ao ouvinte a posição que o falante ocupa ou acha que ocupa na sociedade em que vive. As pessoas falam para serem “ouvidas”, às vezes para serem respeitadas e também para exercer influência no ambiente em que realizam seus atos linguísticos.     As “regras de linguagem” levam em conta as relações sociais entre os interlocutores. Todo falante tem que agir de acordo com essas regras, isto é, tem que “saber”: a) quando pode falar e quando não pode; b) que tipo de “assuntos” podem ser abordados; c) que variedade linguística é conveniente empregar. (Maurizzio Gnerre. Linguagem, escrita e poder. São Paulo: Martins Fontes, 1987.)
De acordo com as regras que, segundo o texto, todo falante tem que seguir, o esquema que representa o ato de comunicação só não permite identificar a representação de elementos que foram citados em:
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Q1115492 Português

Textos para responder à questão.


Texto


    [...] enquanto não abrimos um livro, esse livro, literalmente, geometricamente, é um volume, uma coisa entre as coisas. Quando o abrimos, quando o livro dá com seu leitor, ocorre o fato estético. E, cabe acrescentar, até para o mesmo leitor o mesmo livro muda, já que mudamos, já que somos (para voltar a minha citação predileta) o rio de Heráclito, que disse que o homem de ontem não é o homem de hoje e o homem de hoje não será o de amanhã.Mudamos incessantemente e é possível afirmar que cada leitura de um livro, que cada releitura, cada recordação dessa releitura renovam o texto. Também o texto é o mutável rio de Heráclito.

(BORGES, Jorge Luis. Sete Noites. In: Obras completas de Jorge Luis Borges. São Paulo: Globo, 2000.)


Texto


O jornal e suas metamorfoses


    Um senhor pega um bonde após comprar o jornal e pô-lo debaixo do braço. Meia hora depois, desce com o mesmo jornal debaixo do mesmo braço.

    Mas já não é o mesmo jornal, agora é um monte de folhas impressas que o senhor abandona num banco da praça.

    Mal fica sozinho na praça, o monte de folhas impressas se transforma outra vez em jornal, até que um rapaz o descobre, o lê, e o deixa transformado num monte de folhas impressas.

    Mal fica sozinho no banco, o monte de folhas impressas se transforma outra vez em jornal, até que uma velha o encontra, o lê e o deixa transformado num monte de folhas impressas. A seguir, leva-o para casa e no caminho aproveita-o para embrulhar um molho de celga, que é para que servem os jornais após essas excitantes metamorfoses.

(CORTÁZAR, Julio. Histórias de Cronópios e de Famas. Rio de Janeiro. Ed. Civilização Brasileira.)

Tendo em vista a natureza linguística da composição dos textos apresentados, ou seja, suas sequências linguísticas, pode-se afirmar que 
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Q1115491 Português

Textos para responder à questão.


Texto


    [...] enquanto não abrimos um livro, esse livro, literalmente, geometricamente, é um volume, uma coisa entre as coisas. Quando o abrimos, quando o livro dá com seu leitor, ocorre o fato estético. E, cabe acrescentar, até para o mesmo leitor o mesmo livro muda, já que mudamos, já que somos (para voltar a minha citação predileta) o rio de Heráclito, que disse que o homem de ontem não é o homem de hoje e o homem de hoje não será o de amanhã.Mudamos incessantemente e é possível afirmar que cada leitura de um livro, que cada releitura, cada recordação dessa releitura renovam o texto. Também o texto é o mutável rio de Heráclito.

(BORGES, Jorge Luis. Sete Noites. In: Obras completas de Jorge Luis Borges. São Paulo: Globo, 2000.)


Texto


O jornal e suas metamorfoses


    Um senhor pega um bonde após comprar o jornal e pô-lo debaixo do braço. Meia hora depois, desce com o mesmo jornal debaixo do mesmo braço.

    Mas já não é o mesmo jornal, agora é um monte de folhas impressas que o senhor abandona num banco da praça.

    Mal fica sozinho na praça, o monte de folhas impressas se transforma outra vez em jornal, até que um rapaz o descobre, o lê, e o deixa transformado num monte de folhas impressas.

    Mal fica sozinho no banco, o monte de folhas impressas se transforma outra vez em jornal, até que uma velha o encontra, o lê e o deixa transformado num monte de folhas impressas. A seguir, leva-o para casa e no caminho aproveita-o para embrulhar um molho de celga, que é para que servem os jornais após essas excitantes metamorfoses.

(CORTÁZAR, Julio. Histórias de Cronópios e de Famas. Rio de Janeiro. Ed. Civilização Brasileira.)

A ocorrência de crase está relacionada a fatores que podem variar assim como sua obrigatoriedade ou não. Em “para voltar a minha citação predileta” o emprego da crase poderia ocorrer já que é um caso em que tal ocorrência é facultativa, o mesmo ocorre em:
Alternativas
Q1115490 Português

Textos para responder à questão.


Texto


    [...] enquanto não abrimos um livro, esse livro, literalmente, geometricamente, é um volume, uma coisa entre as coisas. Quando o abrimos, quando o livro dá com seu leitor, ocorre o fato estético. E, cabe acrescentar, até para o mesmo leitor o mesmo livro muda, já que mudamos, já que somos (para voltar a minha citação predileta) o rio de Heráclito, que disse que o homem de ontem não é o homem de hoje e o homem de hoje não será o de amanhã.Mudamos incessantemente e é possível afirmar que cada leitura de um livro, que cada releitura, cada recordação dessa releitura renovam o texto. Também o texto é o mutável rio de Heráclito.

(BORGES, Jorge Luis. Sete Noites. In: Obras completas de Jorge Luis Borges. São Paulo: Globo, 2000.)


Texto


O jornal e suas metamorfoses


    Um senhor pega um bonde após comprar o jornal e pô-lo debaixo do braço. Meia hora depois, desce com o mesmo jornal debaixo do mesmo braço.

    Mas já não é o mesmo jornal, agora é um monte de folhas impressas que o senhor abandona num banco da praça.

    Mal fica sozinho na praça, o monte de folhas impressas se transforma outra vez em jornal, até que um rapaz o descobre, o lê, e o deixa transformado num monte de folhas impressas.

    Mal fica sozinho no banco, o monte de folhas impressas se transforma outra vez em jornal, até que uma velha o encontra, o lê e o deixa transformado num monte de folhas impressas. A seguir, leva-o para casa e no caminho aproveita-o para embrulhar um molho de celga, que é para que servem os jornais após essas excitantes metamorfoses.

(CORTÁZAR, Julio. Histórias de Cronópios e de Famas. Rio de Janeiro. Ed. Civilização Brasileira.)

Considerando as ideias e recursos empregados no texto, um trecho transcrito de um ensaio de Jorge Luis Borges, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q1115489 Português

Texto para responder à questão.


Diálogo final


– É tudo que tem a me dizer? – perguntou ele.

– É – respondeu ela.

– Você disse tão pouco.

– Disse o que tinha pra dizer.

– Sempre se pode dizer mais alguma coisa.

– Que coisa?

– Sei lá. Alguma coisa.

– Você queria que eu repetisse?

– Não. Queria outra coisa.

– Que coisa é outra coisa?

– Não sei. Você devia saber.

– Por que eu deveria saber o que você não sabe?

– Qualquer pessoa sabe mais alguma coisa que outro não sabe.

– Eu só sei o que sei.

– Então não vai mesmo me dizer mais nada?

– Mais nada.

– Se você quisesse...

– Quisesse o quê?

– Dizer o que você não tem pra me dizer. Dizer o que não sabe, o que eu queria ouvir de você. Em amor é o que há de mais importante: o que a gente não sabe.

– Mas tudo acabou entre nós.

– Pois isso é o mais importante de tudo: o que acabou. Você não me diz mais nada sobre o que acabou? Seria uma forma de continuarmos.

(Carlos Drummond de Andrade. Contos plausíveis. Rio de Janeiro: José Olympio, 1985.)

Considerando o segmento:
– Se você quisesse... – Quisesse o quê? – Dizer o que você não tem pra me dizer.” pode-se afirmar que a forma verbal apresentada no modo subjuntivo produz o mesmo efeito de sentido visto em: 
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Q1115488 Português

Texto para responder à questão.


Diálogo final


– É tudo que tem a me dizer? – perguntou ele.

– É – respondeu ela.

– Você disse tão pouco.

– Disse o que tinha pra dizer.

– Sempre se pode dizer mais alguma coisa.

– Que coisa?

– Sei lá. Alguma coisa.

– Você queria que eu repetisse?

– Não. Queria outra coisa.

– Que coisa é outra coisa?

– Não sei. Você devia saber.

– Por que eu deveria saber o que você não sabe?

– Qualquer pessoa sabe mais alguma coisa que outro não sabe.

– Eu só sei o que sei.

– Então não vai mesmo me dizer mais nada?

– Mais nada.

– Se você quisesse...

– Quisesse o quê?

– Dizer o que você não tem pra me dizer. Dizer o que não sabe, o que eu queria ouvir de você. Em amor é o que há de mais importante: o que a gente não sabe.

– Mas tudo acabou entre nós.

– Pois isso é o mais importante de tudo: o que acabou. Você não me diz mais nada sobre o que acabou? Seria uma forma de continuarmos.

(Carlos Drummond de Andrade. Contos plausíveis. Rio de Janeiro: José Olympio, 1985.)

A escolha da estrutura linguística apresentada no texto “Diálogo final” demonstra:
I. Estar relacionada ao conteúdo textual. II. Insistência diante de respostas que não se mostram satisfatórias ao interlocutor. III. O estabelecimento de ironia através da repetição de frases curtas e de uma linguagem truncada. IV. Que a função fática, utilizada de forma predominante, cria as condições básicas para que a interação verbal alcance seu objetivo.
Estão corretas apenas as afirmativas
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Q1115445 Odontologia
“Dr. João é um cirurgião-dentista que trabalha em uma unidade de saúde da família. Certo dia chegou uma paciente reclamando de dor na gengiva na região do primeiro molar superior direito. Ao examinar Dr. João constatou que se tratava de um abscesso na face mesial deste dente. Sendo assim, o profissional decidiu fazer uma raspagem nesta região para drenar o pus. Após anestesiar a área, pediu sua auxiliar que lhe entregasse a cureta específica para raspagem desta área.” Qual cureta deverá ser entregue ao Dr. João?
Alternativas
Q1115443 Odontologia
O alginato é um material de moldagem bastante utilizado em odontologia. Em relação à sua manipulação, assinale a alternativa correta
Alternativas
Q1115442 Odontologia
“Os filmes radiográficos periapicais possuem uma região chamada de picote. Para a correta montagem das radiografias em uma cartela, o picote deverá ficar na parte ____________ dos dentes e com a _____________ voltada para o examinador.” Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente a afirmativa anterior.
Alternativas
Q1115441 Odontologia
O isolamento absoluto propicia um campo seco, livre de umidade, possibilitando máxima visualização da área a ser tratada e maior segurança do paciente. Para realização de um tratamento endodôntico no dente 46 (notação dentária ISO/FDI), sem dificuldade para ser isolado e utilizando o padrão para a área e, ainda, considerando que o paciente possui todos os dentes, qual(is) dente(s) deve(m) ser isolado(s)?
Alternativas
Q1115440 Odontologia

“O evidenciador de placa é usado para colorir a placa bacteriana, que é incolor. Ele serve como meio de educação, pois o paciente pode observar a localização da placa, conscientizar-se do problema e reforçar a escovação nas áreas críticas.”

(Chain, 2013.)

Qual das substâncias citadas a seguir NÃO é um evidenciador de placa? 

Alternativas
Q1115439 Odontologia
“Após revelar uma radiografia, o auxiliar de consultório dentário deixou por descuido a radiografia por muito tempo no líquido fixador.” É correto afirmar que a imagem desta radiografia ficará:
Alternativas
Q1115437 Serviço Social
As políticas sociais têm-se constituído como estratégia fundamental de enfrentamento às manifestações da questão social na sociedade capitalista atual. Sobre as políticas sociais no Brasil,assinale a afirmativa INCORRETA.
Alternativas
Q1115436 Serviço Social
Sobre a questão social,analise as afirmativas a seguir.

I. 
A questão social,como problema relacionado às condições de vida do proletariado urbano,emerge no século XIX, na Europa, com o processo de industrialização. Este fenômeno social traduziu para a esfera pública as demandas por melhorias das condições de vida dos trabalhadores assalariados.
II. 
A análise da questão social é indissociável das configurações assumidas pelo trabalho e encontra-se necessariamente situada em uma arena de consenso entre projetos societários.
III. 
A questão social expressa uma correlação de forças sociais que se traduz numa disputa por poder político, busca inserir na agenda do Estado os interesses das classes trabalhadoras.
IV. 
A questão social pode ser analisada como sendo o conflito social que expressa a organização da sociedade em classes, onde o trabalho assalariado é subordinado ao capital, enfrentando as crises cíclicas da economia em que ocorrem desemprego e redução dos salários, afetando de forma negativa as condições de vida dos trabalhadores.

Está(ão) cor
reta(s) apenas a(s) afirmativa(s)
Alternativas
Q1115435 Serviço Social
Os direitos sociais surgiram em razão do tratamento desumano vivido pela classe operária e os excessos capitalistas durante a Revolução Industrial. Diante desse tratamento opressivo, diversos países positivaram em suas constituições os direitos sociais. No Brasil, os direitos sociais estiveram presentes em todas as constituições, umas com mais intensidade e em outras menos, merecendo destaque a atual Carta Magna, também chamada de Constituição Cidadã. Sobre a trajetória dos direitos sociais,assinale a afirmativa INCORRETA.
Alternativas
Respostas
9541: C
9542: C
9543: C
9544: B
9545: D
9546: D
9547: B
9548: B
9549: A
9550: D
9551: A
9552: D
9553: D
9554: D
9555: D
9556: B
9557: A
9558: C
9559: D
9560: A