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Q3954752 Legislação dos Municípios do Estado de Minas Gerais
Segundo a Resolução da Câmara Municipal de Morro da Garça (MG) n.º 063/2024, o quinquênio é o adicional a ser pago ao servidor ocupante de cargo efetivo ao completar 5 (cinco) anos de efetivo exercício no serviço público, no cargo em que for investido ou enquadrado. De acordo com este documento, qual afirmativa a seguir sobre o quinquênio está CORRETA? 
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Q3954751 História e Geografia de Estados e Municípios
Boaventura Leite (1987), em seu livro “Morro da Garça: no centenário da Paróquia e da Matriz”, relata que os primeiros caminhos coloniais da localidade eram duas principais vias de penetração: a estrada dos currais dos vaqueiros desbravadores do sertão, por onde passa em grande parte a rodovia Belo Horizonte-Montes Claros, e a velha estrada de Paracatu (MG). Levando em consideração Boaventura Leite (1987), são apresentadas as seguintes afirmativas sobre os meios de comunicação na época:

I- Os carros de boi, as tropas menos em uso, abriram os pequenos caminhos da região no transporte de produtos e, mesmo ocasionalmente, de pessoas.
II- A primeira estrada de rodagem regular foi construída em 1830 e conservada pelos prefeitos, durante muitos anos, através da cobrança de pedágio.
III- Os caminhões de carvão cortavam frequentemente essas estradas, levando os cerrados para alimentar as siderurgias do Estado e fora dele.

Está(ão) CORRETA(S) a(s) afirmativa(s) 
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Q3954750 Atendimento ao Público
A Resolução da Câmara Municipal de Morro da Garça (MG) n.º 69/2025 altera a Resolução n.º 63/2024 e dá outras providências, ao tratar das qualificações, atribuições, critérios para habilitação e jornada de trabalho do quadro de pessoal.

Qual alternativa a seguir apresenta somente atribuições do cargo de recepcionista?
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Q3954749 Português
Boaventura Leite (1987), em seu livro “Morro da Garça: no centenário da Paróquia e da Matriz”, afirma que Morro da Garça entrou na literatura, devido ao admirável criador de linguagem e de tipos sertanejos, João Guimarães Rosa. Segundo Boaventura Leite (1987), qual o significado de Morro na obra de Guimarães Rosa? 
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Q3954748 Administração Pública
A Resolução da Câmara Municipal de Morro da Garça (MG) n.º 68/2025 altera a Resolução n.º 63/2024 e dá outras providências. Qual alternativa a seguir apresenta somente atribuições do diretor, cargo de provimento em comissão da referida câmara, previsto nesta Resolução n.º 68/2025? 
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Q3954747 Legislação dos Municípios do Estado de Minas Gerais
A educação que foi desenvolvida no Brasil, durante os três séculos de colonização, era restrita, inicialmente, a alguns filhos de colonos e a índios aldeados. Predominavam as escolas ligadas à Igreja, sobretudo às ordens religiosas. Os jesuítas, franciscanos, carmelitas, dominicanos e beneditinos, principalmente, cuidavam da educação e da instrução em seus colégios e conventos. Sobre a educação no Distrito de Morro da Garça (MG), qual das afirmativas a seguir está de acordo com Boaventura Leite (1987), em seu livro “Morro da Garça: no centenário da Paróquia e da Matriz”? 
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Q3954746 Gestão de Pessoas
A Resolução da Câmara Municipal de Morro da Garça (MG) n.º 063/2024 trata do plano de cargos, carreira e vencimentos dos servidores da referida câmara, em que o regime adotado é estatutário. A partir de seus conhecimentos sobre esta resolução, faça a associação entre as colunas: 

1- Carreira 
2- Classe 
3- Progressão horizontal
4- Remuneração do servidor

( ) Promoção por merecimento do servidor que se dá com a passagem dentro da mesma carreira do seu cargo para classe imediatamente superior a cada cinco anos de efetivo exercício.
( ) Agrupamento de atribuições acometidas ao cargo de carreira, superpostas segundo o grau de dificuldade e responsabilidade, destinado à promoção por merecimento do titular.
( ) Vencimento correspondente ao valor do nível estabelecido para respectivo cargo e classe da carreira, às vantagens e aos acréscimos pecuniários.
( ) Conjunto de cargos da mesma natureza de trabalho escalonados segundo o grau de responsabilidade e complexidade com denominações próprias. 

Assinale a alternativa que apresenta a associação CORRETA, considerando a coluna à direita, de cima para baixo.
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Q3954745 Português
Segundo Boaventura Leite (1987), em seu livro “Morro da Garça: no centenário da Paróquia e da Matriz”, Curvelo (MG) foi elevada à Vila e, portanto, a município, em 1831, e, em 1833, aprovou-se o plano da divisão dos distritos. Pautado em Boaventura Leite (1987), analise o seguinte fragmento de texto sobre a história do distrito.

O distrito compunha-se de pelo menos três ___________________, pois devia ter, no mínimo, 75 casas. Devia ter pessoas capazes de exercer os cargos de juízes de paz, escrivães e inspetores de quarteirão. O Morro de 1842 já tinha ___________________ nestas condições. Assim, foram demarcadas as suas ______________: da ponte do Picão pela estrada até onde confronta com a cabeceira do Córrego às avessas, donde seguirá à sua barra no Curralinho, e deste à sua barra no Bicudo, e subirá até a barra do rio do Peixe, seguindo daí às suas cabeceiras em rumo direito à estrada que segue para a Barra do rio das _________________ pelos gerais, da qual se busque a cabeceira do Picão, donde descerá até a ponte, aonde teve princípio.

As palavras que completam corretamente as lacunas do fragmento de texto apresentado, na ordem, são:
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Q3954744 Legislação dos Municípios do Estado de Minas Gerais
A Resolução da Câmara Municipal de Morro da Garça (MG) n.º 65/2025 disciplina sobre o uso de veículo oficial. Segundo esse documento, o veículo oficial tem como objetivo servir aos vereadores e aos servidores, nos atos de representação do poder legislativo. Sobre essa normativa, analise as afirmativas a seguir:

I- O veículo oficial dever ser conduzido por servidor do quadro de pessoal, investido no quadro de motorista.
II- Compete ao setor didático manter organizado o registro da documentação de utilização do veículo.
III- As multas aplicadas, em decorrência da má conservação do veículo, são de responsabilidade do legislativo municipal.
IV- A liberação do veículo oficial obedece à ordem alfabética dos requerimentos, salvo em caso de urgência devidamente comprovada.
V- É vedado o uso de veículo oficial em benefício público ou de terceiros.

Estão CORRETAS as afirmativas 
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Q3954743 História e Geografia de Estados e Municípios
O estudo da produção do lugar permite o conhecimento dos fatos históricos ocorridos, bem como entender as transformações produzidas pela ação do homem. O Morro, assim como todo sertão, nasceu com o signo do boi. Segundo Boaventura Leite (1987), em seu livro “Morro da Garça: no centenário da Paróquia e da Matriz”, todos os sesmeiros estudados em sua obra mostram como a economia e a civilização sertaneja nasceram sob o signo do boi. Sobre a produção em Morro da Garça no perído analisado por Boaventura Leite (1987), é CORRETO afirmar:
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Q3954742 Raciocínio Lógico
Três cartas de baralho são retiradas de uma amostra com sete cartas. Não há reposição e a ordem não importa. Quantos são os resultados possíveis? 
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Q3954739 Matemática
Para quais valores de  k  e  b, o sistema linear Imagem associada para resolução da questão possui infinitas soluções? 
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Q3954738 Matemática

Para todo valor de x, em que as expressões existem, o valor de  Imagem associada para resolução da questão  é igual a


Dados: tg: tangente

cotg: cotangente

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Q3954737 Matemática
Se log37=a  e  log711=b, quanto vale  log113 ? 
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Q3954736 Matemática Financeira
Um certo produto foi ofertado com 20% de desconto inicial. Na hora da venda, um novo desconto de 10% foi ofertado sobre o preço já com o desconto inicial. O preço da venda, após os dois descontos, foi de R$ 280,00. O valor que mais se aproxima do preço do produto sem desconto algum é
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Q3954735 Matemática
Uma equipe de 12 trabalhadores, trabalhando 8 horas por dia, conclui uma obra em 30 dias. Porém, antes de iniciar a obra, as seguintes alterações ocorreram, a quantidade de trabalhadores aumentará em 25%, enquanto que a jornada de 
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Q3954729 Português

A lição da jabuticabeira



         Quando nos mudamos para o novo apartamento, há quinze anos, ganhei uma jabuticabeira do meu marido. Sempre amei jabuticabas e, talvez ainda mais, as jabuticabeiras. Minha mãe, quando morava no Mato Grosso, dizia que cada pessoa da família tinha uma árvore no quintal, e que ela refletia o momento de vida de cada um. A minha era uma jabuticabeira. Quando ela dava muitos frutos, minha mãe tirava uma foto e mandava: “Olha que linda! Sua vida está florindo.” Ela nunca mandava fotos sem flores ou frutos. Não porque a vida estivesse sempre florida, mas por aquela delicadeza que só as mães têm.


         Há algum tempo, a jabuticabeira da varanda começou a ficar amarelada. Achamos que fosse falta de sol — abrimos as cortinas. Nada. Depois abrimos as janelas, para que o vento circulasse. Também não funcionou. O Google (sim, ainda sou do tempo do Google) dizia que restavam duas alternativas: adubar ou trocar a terra. Optei pelo adubo. Mais rápido, mais fácil e muito menos possibilidade de sujeira. Escolhi o mais eficiente, com a embalagem mais bonita e as melhores recomendações. Li a bula com atenção, mas como sou péssima com medidas, fiz “no olho”. Quatro colheres e água até o pó desaparecer. Pronto. No dia seguinte, percebi algumas folhas no chão. No segundo dia, nenhuma nos galhos. Coloquei adubo demais. Chamei um jardineiro, um especialista na vida real, não mais no mundo virtual. Ele foi direto: talvez houvesse salvação, talvez não. Entrei em choque. Sempre associei adubo à força. E força, achava eu, nunca era demais. Engano.


        Passei a olhar em volta e percebi: o excesso de adubo tem seu equivalente na vida. O excesso de cuidado também sufoca. Quantas vezes, com boas intenções, pais e mães “adubam demais” os filhos? São crianças e adolescentes que, desde pequenos, não precisam lidar com o tédio, nem cumprir pequenas obrigações, nem ser responsáveis por suas tarefas. Há sempre um adulto disponível – pais, babás, professores – pronto para lembrar, ajudar e, muitas vezes, resolver o problema antes mesmo que ele aconteça.


        Mas sem tropeços, raramente há aprendizado. Sem esforço, dificilmente há conquista.


              Não defendo o “se vira” da educação mais antiga, mas também não precisamos viver no “eu resolvo”, tão contemporâneo. No meio do caminho existe o “vamos juntos”. A questão é sempre a medida. Paracelso já dizia no século 16: “A diferença entre o remédio e o veneno está na dose.” Cuidado demais é como adubo demais: sufoca a possibilidade de crescer por conta própria. Impede o outro de desenvolver sua própria forma de florescer, no seu tempo e do seu jeito. Talvez, no fundo, a gente queira evitar o sofrimento do outro para não enfrentar o nosso medo de vê-los tropeçar, a dor de achar que poderíamos ter impedido a queda. Mas um dia a gente entende: é preciso aprender a ficar no banco do passageiro. Confiar no caminho, no aprendizado e estar junto sem tirar o volante das mãos de quem precisa dirigir. E, como me ensinou minha jabuticabeira, tudo tem seu tempo: o de florescer, o de frutificar, o de perder as folhas. E, se houver paciência, o de renascer. 


Fonte: MADALOZZO, Regina. A lição da jabuticabeira. Disponível em: vidasimples.co/voce-simples/a-licao-da-jabuticabeira/. Acesso em: 22 jan. 2026. 

Na passagem “Chamei um jardineiro, um especialista na vida real, não mais no mundo virtual.”, as vírgulas foram usadas, de acordo com a norma, para separar um 
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Q3954728 Português

A lição da jabuticabeira



         Quando nos mudamos para o novo apartamento, há quinze anos, ganhei uma jabuticabeira do meu marido. Sempre amei jabuticabas e, talvez ainda mais, as jabuticabeiras. Minha mãe, quando morava no Mato Grosso, dizia que cada pessoa da família tinha uma árvore no quintal, e que ela refletia o momento de vida de cada um. A minha era uma jabuticabeira. Quando ela dava muitos frutos, minha mãe tirava uma foto e mandava: “Olha que linda! Sua vida está florindo.” Ela nunca mandava fotos sem flores ou frutos. Não porque a vida estivesse sempre florida, mas por aquela delicadeza que só as mães têm.


         Há algum tempo, a jabuticabeira da varanda começou a ficar amarelada. Achamos que fosse falta de sol — abrimos as cortinas. Nada. Depois abrimos as janelas, para que o vento circulasse. Também não funcionou. O Google (sim, ainda sou do tempo do Google) dizia que restavam duas alternativas: adubar ou trocar a terra. Optei pelo adubo. Mais rápido, mais fácil e muito menos possibilidade de sujeira. Escolhi o mais eficiente, com a embalagem mais bonita e as melhores recomendações. Li a bula com atenção, mas como sou péssima com medidas, fiz “no olho”. Quatro colheres e água até o pó desaparecer. Pronto. No dia seguinte, percebi algumas folhas no chão. No segundo dia, nenhuma nos galhos. Coloquei adubo demais. Chamei um jardineiro, um especialista na vida real, não mais no mundo virtual. Ele foi direto: talvez houvesse salvação, talvez não. Entrei em choque. Sempre associei adubo à força. E força, achava eu, nunca era demais. Engano.


        Passei a olhar em volta e percebi: o excesso de adubo tem seu equivalente na vida. O excesso de cuidado também sufoca. Quantas vezes, com boas intenções, pais e mães “adubam demais” os filhos? São crianças e adolescentes que, desde pequenos, não precisam lidar com o tédio, nem cumprir pequenas obrigações, nem ser responsáveis por suas tarefas. Há sempre um adulto disponível – pais, babás, professores – pronto para lembrar, ajudar e, muitas vezes, resolver o problema antes mesmo que ele aconteça.


        Mas sem tropeços, raramente há aprendizado. Sem esforço, dificilmente há conquista.


              Não defendo o “se vira” da educação mais antiga, mas também não precisamos viver no “eu resolvo”, tão contemporâneo. No meio do caminho existe o “vamos juntos”. A questão é sempre a medida. Paracelso já dizia no século 16: “A diferença entre o remédio e o veneno está na dose.” Cuidado demais é como adubo demais: sufoca a possibilidade de crescer por conta própria. Impede o outro de desenvolver sua própria forma de florescer, no seu tempo e do seu jeito. Talvez, no fundo, a gente queira evitar o sofrimento do outro para não enfrentar o nosso medo de vê-los tropeçar, a dor de achar que poderíamos ter impedido a queda. Mas um dia a gente entende: é preciso aprender a ficar no banco do passageiro. Confiar no caminho, no aprendizado e estar junto sem tirar o volante das mãos de quem precisa dirigir. E, como me ensinou minha jabuticabeira, tudo tem seu tempo: o de florescer, o de frutificar, o de perder as folhas. E, se houver paciência, o de renascer. 


Fonte: MADALOZZO, Regina. A lição da jabuticabeira. Disponível em: vidasimples.co/voce-simples/a-licao-da-jabuticabeira/. Acesso em: 22 jan. 2026. 

Na passagem “Não porque a vida estivesse sempre florida, mas por aquela delicadeza que só as mães têm.”, o verbo “têm” foi acentuado, de acordo com a norma, porque se trata 
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Q3954724 Português

A lição da jabuticabeira



         Quando nos mudamos para o novo apartamento, há quinze anos, ganhei uma jabuticabeira do meu marido. Sempre amei jabuticabas e, talvez ainda mais, as jabuticabeiras. Minha mãe, quando morava no Mato Grosso, dizia que cada pessoa da família tinha uma árvore no quintal, e que ela refletia o momento de vida de cada um. A minha era uma jabuticabeira. Quando ela dava muitos frutos, minha mãe tirava uma foto e mandava: “Olha que linda! Sua vida está florindo.” Ela nunca mandava fotos sem flores ou frutos. Não porque a vida estivesse sempre florida, mas por aquela delicadeza que só as mães têm.


         Há algum tempo, a jabuticabeira da varanda começou a ficar amarelada. Achamos que fosse falta de sol — abrimos as cortinas. Nada. Depois abrimos as janelas, para que o vento circulasse. Também não funcionou. O Google (sim, ainda sou do tempo do Google) dizia que restavam duas alternativas: adubar ou trocar a terra. Optei pelo adubo. Mais rápido, mais fácil e muito menos possibilidade de sujeira. Escolhi o mais eficiente, com a embalagem mais bonita e as melhores recomendações. Li a bula com atenção, mas como sou péssima com medidas, fiz “no olho”. Quatro colheres e água até o pó desaparecer. Pronto. No dia seguinte, percebi algumas folhas no chão. No segundo dia, nenhuma nos galhos. Coloquei adubo demais. Chamei um jardineiro, um especialista na vida real, não mais no mundo virtual. Ele foi direto: talvez houvesse salvação, talvez não. Entrei em choque. Sempre associei adubo à força. E força, achava eu, nunca era demais. Engano.


        Passei a olhar em volta e percebi: o excesso de adubo tem seu equivalente na vida. O excesso de cuidado também sufoca. Quantas vezes, com boas intenções, pais e mães “adubam demais” os filhos? São crianças e adolescentes que, desde pequenos, não precisam lidar com o tédio, nem cumprir pequenas obrigações, nem ser responsáveis por suas tarefas. Há sempre um adulto disponível – pais, babás, professores – pronto para lembrar, ajudar e, muitas vezes, resolver o problema antes mesmo que ele aconteça.


        Mas sem tropeços, raramente há aprendizado. Sem esforço, dificilmente há conquista.


              Não defendo o “se vira” da educação mais antiga, mas também não precisamos viver no “eu resolvo”, tão contemporâneo. No meio do caminho existe o “vamos juntos”. A questão é sempre a medida. Paracelso já dizia no século 16: “A diferença entre o remédio e o veneno está na dose.” Cuidado demais é como adubo demais: sufoca a possibilidade de crescer por conta própria. Impede o outro de desenvolver sua própria forma de florescer, no seu tempo e do seu jeito. Talvez, no fundo, a gente queira evitar o sofrimento do outro para não enfrentar o nosso medo de vê-los tropeçar, a dor de achar que poderíamos ter impedido a queda. Mas um dia a gente entende: é preciso aprender a ficar no banco do passageiro. Confiar no caminho, no aprendizado e estar junto sem tirar o volante das mãos de quem precisa dirigir. E, como me ensinou minha jabuticabeira, tudo tem seu tempo: o de florescer, o de frutificar, o de perder as folhas. E, se houver paciência, o de renascer. 


Fonte: MADALOZZO, Regina. A lição da jabuticabeira. Disponível em: vidasimples.co/voce-simples/a-licao-da-jabuticabeira/. Acesso em: 22 jan. 2026. 

Considere a passagem “Também não funcionou. O Google (sim, ainda sou do tempo do Google) dizia que restavam duas alternativas: adubar ou trocar a terra.”
Os parênteses foram usados pela autora com o objetivo de

I- acrescentar uma observação sobre o fato de ela ainda usar o Google como fonte de pesquisa.
II- inserir um contra-argumento a um possível estranhamento pelo fato de ela fazer uso do Google.
III- ratificar a informação de que ela ainda faz uso do Google como uma fonte de pesquisa.
IV- admitir que, na atualidade, o Google é a principal e mais moderna fonte de pesquisa.
V- reconhecer que, de fato, o Google representa hoje a única fonte segura de pesquisa.

Estão CORRETAS apenas as afirmativas 
Alternativas
Q3862387 Segurança da Informação

Julgue os itens a seguir como Verdadeiro (V) ou Falso (F) sobre segurança em camadas: 


( ) Um firewall sozinho é suficiente para proteger um computador contra todas as ameaças de malware.

( ) A combinação de firewall, antivírus e software anti-spyware oferece uma proteção mais robusta que qualquer ferramenta isolada.

( ) Manter o sistema operacional e os programas atualizados com patches de segurança é uma medida importante de proteção.

( ) A educação do usuário sobre práticas seguras (como não abrir anexos suspeitos) é desnecessária se houver boas ferramentas de proteção.


Marque a alternativa CORRETA que corresponde à sequência de cima para baixo das lacunas acima:

Alternativas
Respostas
141: E
142: C
143: A
144: B
145: D
146: A
147: D
148: E
149: B
150: C
151: A
152: B
153: E
154: A
155: D
156: E
157: B
158: D
159: A
160: D