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Q3622491 Saúde Pública
A Política Nacional de Atenção Básica prioriza: 
Alternativas
Q3622490 Direito Sanitário
Qual artigo da Lei n.º 8.080/1990 define as competências do SUS?
Alternativas
Q3622489 Saúde Pública
A Estratégia Saúde da Família (ESF) é regida por qual diretriz operacional? 
Alternativas
Q3622488 Saúde Pública
Qual princípio do Sistema Único de Saúde (SUS) determina que as ações e serviços de saúde devem ser acessíveis a todos sem discriminação? 
Alternativas
Q3622487 Direito Constitucional
De acordo com a Constituição da República Federativa do Brasil (1988), em seu Art. 196, o direito à saúde é garantido como 
Alternativas
Q3622485 Noções de Informática
Avalie as afirmativas a seguir sobre o Facebook, rede social que oferece diversos recursos para navegação e exploração, e assinale a alternativa CORRETA
Alternativas
Q3622484 Redes de Computadores
Avalie as afirmativas a seguir a respeito dos protocolos de e-mail.

I- Esse protocolo é responsável pelo envio de mensagens de e-mail e é usado por clientes e servidores de e-mail para trocar mensagens entre computadores.
II- Esse protocolo fornece acesso a uma caixa de entrada armazenada em um servidor de e-mail e executa as operações de download e exclusão de mensagens.
III- Esse protocolo permite manipular pastas, excluí-las permanentemente e pesquisar mensagens com eficiência, e oferece a opção de definir ou remover sinalizadores de e-mail ou buscar atributos de e-mail seletivamente.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos protocolos descritos, considerando as afirmativas de cima para baixo.
Alternativas
Q3622482 Noções de Informática
Assinale a alternativa CORRETA, que contém a combinação de teclas do teclado, utilizada para iniciar o fechamento de programas no Windows. 
Alternativas
Q3622478 Noções de Informática
Leia o trecho a seguir para responder a esta questão:

“[...] ajuda a proteger seu dispositivo filtrando o tráfego de rede e bloqueando o acesso não autorizado. Reduz o risco de ameaças à segurança de rede restringindo ou permitindo o tráfego com base em várias propriedades, como endereços IP, portas ou caminhos de programa.”

O trecho faz referência a uma ferramenta encontrada nativamente no Windows denominada 
Alternativas
Q3622477 Segurança da Informação
Os crimes cibernéticos têm explorado bastante os golpes que são descritos como engenharia social. Avalie as afirmativas a seguir sobre engenharia social:

I- A engenharia social, por utilizar manipulação psicológica e explorar o erro ou fraqueza humana em vez de vulnerabilidades técnicas ou de sistemas digitais, também é conhecida como hacking humano.
II- As políticas e as tecnologias seguras de controle de acesso, incluindo autenticação multifator, autenticação adaptativa e uma abordagem de segurança zero trust, não limitam o acesso dos cibercriminosos a informações.
III- Os golpes de engenharia social podem usar diversas técnicas para induzir medo ou urgência nas vítimas, por exemplo, informar à vítima que uma transação de crédito recente não foi aprovada, que um vírus infectou o seu computador, que uma imagem usada no seu site viola direitos autorais e assim por diante.

Está CORRETO o que se afirma apenas em 
Alternativas
Q3622469 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.

Texto 01


“Joyspan”: o segredo para uma longevidade cheia de significado


    Vivemos mais hoje em dia do que há algumas décadas. Isso é fato. Antes, a expectativa de vida ficava perto dos 50 anos. Agora, chegar aos 80 ou 90 deixou de ser raro. Mas viver muitos anos não basta. O que realmente importa é construir uma longevidade saudável, em que gostamos da vida que vivemos. É daí que vem o conceito de “joyspan”, a ideia de prolongar não só a duração da vida, mas também o tempo de alegria e bem-estar.

    O conceito, que traz uma nova perspectiva sobre envelhecimento, se conecta profundamente com as reflexões da psicanalista e escritora Sylvia Loeb, cofundadora do canal “Minha Idade Não Me Define”. Segundo ela, um dos maiores desafios para gostar da vida, especialmente na maturidade, é lidar com as ausências que a existência inevitavelmente impõe: a perda da agilidade, de projetos, de entes queridos e de certezas. “Não se trata de gostar da vida ‘apesar de tudo’, mas de aprender a gostar dela com o que há – com o corpo mais lento, com a solidão, com as transformações. É um gosto mais sereno, mais escolhido.”

   Neuropsicóloga e psicóloga, Aline Graffiette também ressalta a importância de entender que lidar com os limites naturais do envelhecimento faz parte do processo de estar vivo. Embora o corpo passe por mudanças e haja perdas de vitalidade, como a capacidade física, o entendimento mais profundo da vida e das relações são ganhos. “Apesar de o Ocidente não valorizar tanto os idosos, no Oriente eles são reconhecidos como os grandes sábios da vida, alguém que traz a experiência de forma próxima ao contexto familiar”, destaca.

    Cultivar a alegria nessa fase da vida significa substituir a expectativa da euforia pela delicadeza do contentamento. “Não é negar as dores, mas conseguir perceber a beleza no que ainda nos pertence, seja um café quente pela manhã, uma lembrança afetuosa ou uma conversa inesperada”, conta Sylvia.

     A atenção ao presente é outro caminho para encontrar sentido e prazer no cotidiano, mesmo diante das limitações físicas e emocionais. “Pequenas rotinas como regar uma planta, caminhar devagar, cozinhar para alguém, escrever um bilhete e ouvir uma música inteira ajudam muito a não se isolar. O prazer pode vir do cotidiano, mas o sentido costuma vir da relação com o outro. E rir, rir do que ainda pode ser cômico. O bom humor é um tipo de inteligência emocional”, acrescenta a psicanalista.

   Nesse sentido, a aceitação tem um papel transformador fundamental. Para Aline, a aceitação radical, conceito presente em terapias como a terapia de aceitação e compromisso (ACT), ajuda a reconhecer que nem tudo pode ser mudado e que as perdas coexistem com ganhos.

   “Em vez de resistir, é mais saudável reconhecer o que se transforma e o que ainda pode ser vivido com plenitude”, explica.

   Na visão de Sylvia, o autoconhecimento se traduz mais na aceitação do que no entendimento. É reconhecer o que nos faz bem, o que nos fere e o que já não faz sentido manter. Essa aceitação liberta de cobranças externas e abre espaço para uma existência mais leve e verdadeira, sem a necessidade de provar algo para os outros. “Aceitar as limitações não significa desistir, mas escolher com clareza onde investir a energia que ainda temos.” “A segunda metade da vida pode ser menos barulhenta, mas muito mais autêntica e rica. É diferente da juventude e é justamente aí que está a beleza. Aceitar o que muda, cultivar o que ainda pulsa e encontrar alegria na serenidade do presente é a verdadeira arte de prosperar. Viver não é só contar os anos, mas fazer com que cada momento valha a pena.”

  Tudo isso também está ligado ao modo como vivemos a primeira metade da vida. “Se tivemos validação, relações saudáveis e autonomia, é natural que levemos isso para a segunda fase. O conceito “joyspan” tem muito a ver com a responsabilidade de ter colocado a vida sob nosso próprio controle, sem terceirizá-la. É como uma colheita: quanto melhor plantamos antes, melhor vivemos depois”, complementa. [...]



Fonte: Suzuki, Mariana. “Joyspan”: o segredo para uma longevidade cheia de significado. Disponível em: vidasimples.com/saude-emocional/. Acesso em: 13 ago. 2025. Adaptado. 
O texto defende a ideia de que 
Alternativas
Q3622468 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.

Texto 01


“Joyspan”: o segredo para uma longevidade cheia de significado


    Vivemos mais hoje em dia do que há algumas décadas. Isso é fato. Antes, a expectativa de vida ficava perto dos 50 anos. Agora, chegar aos 80 ou 90 deixou de ser raro. Mas viver muitos anos não basta. O que realmente importa é construir uma longevidade saudável, em que gostamos da vida que vivemos. É daí que vem o conceito de “joyspan”, a ideia de prolongar não só a duração da vida, mas também o tempo de alegria e bem-estar.

    O conceito, que traz uma nova perspectiva sobre envelhecimento, se conecta profundamente com as reflexões da psicanalista e escritora Sylvia Loeb, cofundadora do canal “Minha Idade Não Me Define”. Segundo ela, um dos maiores desafios para gostar da vida, especialmente na maturidade, é lidar com as ausências que a existência inevitavelmente impõe: a perda da agilidade, de projetos, de entes queridos e de certezas. “Não se trata de gostar da vida ‘apesar de tudo’, mas de aprender a gostar dela com o que há – com o corpo mais lento, com a solidão, com as transformações. É um gosto mais sereno, mais escolhido.”

   Neuropsicóloga e psicóloga, Aline Graffiette também ressalta a importância de entender que lidar com os limites naturais do envelhecimento faz parte do processo de estar vivo. Embora o corpo passe por mudanças e haja perdas de vitalidade, como a capacidade física, o entendimento mais profundo da vida e das relações são ganhos. “Apesar de o Ocidente não valorizar tanto os idosos, no Oriente eles são reconhecidos como os grandes sábios da vida, alguém que traz a experiência de forma próxima ao contexto familiar”, destaca.

    Cultivar a alegria nessa fase da vida significa substituir a expectativa da euforia pela delicadeza do contentamento. “Não é negar as dores, mas conseguir perceber a beleza no que ainda nos pertence, seja um café quente pela manhã, uma lembrança afetuosa ou uma conversa inesperada”, conta Sylvia.

     A atenção ao presente é outro caminho para encontrar sentido e prazer no cotidiano, mesmo diante das limitações físicas e emocionais. “Pequenas rotinas como regar uma planta, caminhar devagar, cozinhar para alguém, escrever um bilhete e ouvir uma música inteira ajudam muito a não se isolar. O prazer pode vir do cotidiano, mas o sentido costuma vir da relação com o outro. E rir, rir do que ainda pode ser cômico. O bom humor é um tipo de inteligência emocional”, acrescenta a psicanalista.

   Nesse sentido, a aceitação tem um papel transformador fundamental. Para Aline, a aceitação radical, conceito presente em terapias como a terapia de aceitação e compromisso (ACT), ajuda a reconhecer que nem tudo pode ser mudado e que as perdas coexistem com ganhos.

   “Em vez de resistir, é mais saudável reconhecer o que se transforma e o que ainda pode ser vivido com plenitude”, explica.

   Na visão de Sylvia, o autoconhecimento se traduz mais na aceitação do que no entendimento. É reconhecer o que nos faz bem, o que nos fere e o que já não faz sentido manter. Essa aceitação liberta de cobranças externas e abre espaço para uma existência mais leve e verdadeira, sem a necessidade de provar algo para os outros. “Aceitar as limitações não significa desistir, mas escolher com clareza onde investir a energia que ainda temos.” “A segunda metade da vida pode ser menos barulhenta, mas muito mais autêntica e rica. É diferente da juventude e é justamente aí que está a beleza. Aceitar o que muda, cultivar o que ainda pulsa e encontrar alegria na serenidade do presente é a verdadeira arte de prosperar. Viver não é só contar os anos, mas fazer com que cada momento valha a pena.”

  Tudo isso também está ligado ao modo como vivemos a primeira metade da vida. “Se tivemos validação, relações saudáveis e autonomia, é natural que levemos isso para a segunda fase. O conceito “joyspan” tem muito a ver com a responsabilidade de ter colocado a vida sob nosso próprio controle, sem terceirizá-la. É como uma colheita: quanto melhor plantamos antes, melhor vivemos depois”, complementa. [...]



Fonte: Suzuki, Mariana. “Joyspan”: o segredo para uma longevidade cheia de significado. Disponível em: vidasimples.com/saude-emocional/. Acesso em: 13 ago. 2025. Adaptado. 
Analise os itens a seguir, tendo em vista as relações que o texto estabelece com o conceito de “joyspan”.

I- Longevidade.
II- Bem-estar.
III- Contentamento.
IV- Euforia.
V- Força física.

Estão CORRETAS as afirmativas 
Alternativas
Q3622467 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.

Texto 01


“Joyspan”: o segredo para uma longevidade cheia de significado


    Vivemos mais hoje em dia do que há algumas décadas. Isso é fato. Antes, a expectativa de vida ficava perto dos 50 anos. Agora, chegar aos 80 ou 90 deixou de ser raro. Mas viver muitos anos não basta. O que realmente importa é construir uma longevidade saudável, em que gostamos da vida que vivemos. É daí que vem o conceito de “joyspan”, a ideia de prolongar não só a duração da vida, mas também o tempo de alegria e bem-estar.

    O conceito, que traz uma nova perspectiva sobre envelhecimento, se conecta profundamente com as reflexões da psicanalista e escritora Sylvia Loeb, cofundadora do canal “Minha Idade Não Me Define”. Segundo ela, um dos maiores desafios para gostar da vida, especialmente na maturidade, é lidar com as ausências que a existência inevitavelmente impõe: a perda da agilidade, de projetos, de entes queridos e de certezas. “Não se trata de gostar da vida ‘apesar de tudo’, mas de aprender a gostar dela com o que há – com o corpo mais lento, com a solidão, com as transformações. É um gosto mais sereno, mais escolhido.”

   Neuropsicóloga e psicóloga, Aline Graffiette também ressalta a importância de entender que lidar com os limites naturais do envelhecimento faz parte do processo de estar vivo. Embora o corpo passe por mudanças e haja perdas de vitalidade, como a capacidade física, o entendimento mais profundo da vida e das relações são ganhos. “Apesar de o Ocidente não valorizar tanto os idosos, no Oriente eles são reconhecidos como os grandes sábios da vida, alguém que traz a experiência de forma próxima ao contexto familiar”, destaca.

    Cultivar a alegria nessa fase da vida significa substituir a expectativa da euforia pela delicadeza do contentamento. “Não é negar as dores, mas conseguir perceber a beleza no que ainda nos pertence, seja um café quente pela manhã, uma lembrança afetuosa ou uma conversa inesperada”, conta Sylvia.

     A atenção ao presente é outro caminho para encontrar sentido e prazer no cotidiano, mesmo diante das limitações físicas e emocionais. “Pequenas rotinas como regar uma planta, caminhar devagar, cozinhar para alguém, escrever um bilhete e ouvir uma música inteira ajudam muito a não se isolar. O prazer pode vir do cotidiano, mas o sentido costuma vir da relação com o outro. E rir, rir do que ainda pode ser cômico. O bom humor é um tipo de inteligência emocional”, acrescenta a psicanalista.

   Nesse sentido, a aceitação tem um papel transformador fundamental. Para Aline, a aceitação radical, conceito presente em terapias como a terapia de aceitação e compromisso (ACT), ajuda a reconhecer que nem tudo pode ser mudado e que as perdas coexistem com ganhos.

   “Em vez de resistir, é mais saudável reconhecer o que se transforma e o que ainda pode ser vivido com plenitude”, explica.

   Na visão de Sylvia, o autoconhecimento se traduz mais na aceitação do que no entendimento. É reconhecer o que nos faz bem, o que nos fere e o que já não faz sentido manter. Essa aceitação liberta de cobranças externas e abre espaço para uma existência mais leve e verdadeira, sem a necessidade de provar algo para os outros. “Aceitar as limitações não significa desistir, mas escolher com clareza onde investir a energia que ainda temos.” “A segunda metade da vida pode ser menos barulhenta, mas muito mais autêntica e rica. É diferente da juventude e é justamente aí que está a beleza. Aceitar o que muda, cultivar o que ainda pulsa e encontrar alegria na serenidade do presente é a verdadeira arte de prosperar. Viver não é só contar os anos, mas fazer com que cada momento valha a pena.”

  Tudo isso também está ligado ao modo como vivemos a primeira metade da vida. “Se tivemos validação, relações saudáveis e autonomia, é natural que levemos isso para a segunda fase. O conceito “joyspan” tem muito a ver com a responsabilidade de ter colocado a vida sob nosso próprio controle, sem terceirizá-la. É como uma colheita: quanto melhor plantamos antes, melhor vivemos depois”, complementa. [...]



Fonte: Suzuki, Mariana. “Joyspan”: o segredo para uma longevidade cheia de significado. Disponível em: vidasimples.com/saude-emocional/. Acesso em: 13 ago. 2025. Adaptado. 
Analise as afirmativas a seguir tendo em vista as ideias que se podem inferir do texto.

I- A alegria de viver somente permanecerá se negarmos as perdas que a velhice nos impõe.
II- A velhice é unanimemente valorizada tendo em vista as experiências que foram acumuladas.
III- A valorização das pequenas coisas do dia a dia é uma forma de cultivar a alegria na velhice.
IV- O reconhecimento daquilo que nos faz bem e daquilo que nos faz mal traz leveza à velhice.
V- A despreocupação com as cobranças externas torna a fase da velhice mais leve e verdadeira.

Estão CORRETAS as afirmativas 
Alternativas
Q3622466 Pedagogia
A escola inclusiva exige do professor saberes que ultrapassam o domínio disciplinar, contemplando aspectos pedagógicos, sociais e culturais para garantir o direito à aprendizagem e à participação de todos os alunos. De acordo com essa perspectiva, o professor deve 
Alternativas
Q3622465 Pedagogia
Baseando-se nas orientações metodológicas dos PCN e na perspectiva da escola inclusiva, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3622464 Pedagogia
O trabalho com projetos no cotidiano escolar é reconhecido por sua capacidade de integrar diferentes áreas do conhecimento, favorecer a aprendizagem significativa e estimular a autonomia dos estudantes. No entanto, sua efetividade depende de escolhas metodológicas consistentes e alinhadas ao contexto da escola e da comunidade. Levando em conta os fundamentos teóricos e práticos dessa abordagem, assinale a alternativa CORRETA
Alternativas
Q3622463 Pedagogia
De acordo com Edgar Morin, a interdisciplinaridade é essencial para lidar com a complexidade do conhecimento, integrando diferentes saberes para proporcionar uma compreensão mais ampla da realidade. Considerando essa perspectiva, analise as afirmativas a seguir e marque V para as verdadeiras e F para as falsas.

( ) A interdisciplinaridade busca a integração e a articulação entre diferentes áreas do conhecimento, promovendo o diálogo e a construção conjunta do saber para compreender fenômenos complexos.
( ) A interdisciplinaridade consiste em manter as disciplinas isoladas, garantindo que cada área do conhecimento siga sua metodologia sem interferências externas no processo de aprendizagem.
( ) A interdisciplinaridade prioriza a fragmentação do conhecimento, valorizando a especialização do professor em um único campo disciplinar no processo de ensino e aprendizagem.
( ) A interdisciplinaridade pressupõe a substituição total das disciplinas tradicionais por projetos temáticos, eliminando conteúdos específicos no processo de ensino e aprendizagem.
( ) A interdisciplinaridade é uma estratégia pedagógica que se limita à troca de experiências entre professores, sem alterar os conteúdos ou metodologias de ensino no processo de ensino e aprendizagem.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, considerando as afirmativas de cima para baixo. 
Alternativas
Q3622462 Pedagogia
Considerando as concepções de avaliação do processo ensino-aprendizagem propostas por José Carlos Libâneo (2004), analise as afirmativas a seguir.

I- Libâneo enfatiza que a avaliação deve ser um instrumento exclusivo para a verificação quantitativa do desempenho do aluno, priorizando notas e classificações.
II- A avaliação, para Libâneo, é um processo integrado à prática pedagógica que deve contribuir para a reflexão crítica sobre o ensino e a aprendizagem, promovendo a autonomia dos estudantes.
III- A avaliação, segundo Libâneo, deve ser contínua, formativa e diversificada, considerando diferentes dimensões do desenvolvimento do aluno, e não apenas o produto final do aprendizado.
IV- Libâneo defende que a avaliação deve ser realizada de forma isolada do planejamento e da intervenção pedagógica, para garantir a imparcialidade do processo.

Estão CORRETAS as afirmativas 
Alternativas
Q3622461 Pedagogia
Analise as afirmativas a seguir, considerando as contribuições de Paulo Freire (1996) sobre a relação entre professor, aluno e conhecimento.

I- A concepção tradicional de ensino bancário, em que o professor deposita conhecimento no aluno, que é visto como recipiente passivo, é criticada por Freire.
II- O diálogo entre professor e aluno, segundo Freire, é fundamental para a construção crítica do conhecimento, pois promove a conscientização e a transformação da realidade.
III- O conhecimento, na perspectiva de Freire, deve ser tratado como um produto acabado, desvinculado das experiências sociais e culturais dos estudantes.
IV- A pedagogia freiriana propõe que o papel do professor é exclusivamente o de mediador, não devendo haver compartilhamento do processo de aprendizagem entre professor e aluno.

Estão CORRETAS as afirmativas 
Alternativas
Q3622460 Pedagogia
Analise as afirmativas a seguir sobre as orientações metodológicas propostas pelos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) e marque V para as verdadeiras e F para as falsas.

( ) Os PCN recomendam uma prática pedagógica centrada na memorização e repetição de conteúdos, visando garantir a uniformidade do ensino em todo o território nacional.
( ) A metodologia sugerida pelos PCN valoriza a participação ativa do aluno, promovendo situações-problema que articulam conhecimento e prática social, buscando a construção do conhecimento significativo.
( ) O professor, segundo os PCN, deve privilegiar o uso exclusivo de técnicas tradicionais, evitando metodologias diversificadas que possam dificultar o planejamento coletivo e a avaliação padronizada.
( ) Os PCN orientam a adoção de abordagens interdisciplinares, incentivando a integração dos conteúdos e o desenvolvimento de competências e habilidades para a vida em sociedade.
( ) O processo de avaliação, para os PCN, deve ser contínuo, diversificado e formativo, articulando-se ao planejamento e às metodologias adotadas, com o intuito de promover a aprendizagem e o desenvolvimento do aluno.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, considerando as afirmativas de cima para baixo. 
Alternativas
Respostas
661: B
662: C
663: E
664: A
665: E
666: C
667: D
668: A
669: C
670: D
671: E
672: B
673: E
674: C
675: B
676: E
677: A
678: D
679: A
680: D