Questões de Concurso
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Com base no caso clínico abaixo, responda às questões de números 52 e 53. |
Idoso de 65 anos etilista e tabagista, PS 1, com quadro de disfagia progressiva e emagrecimento, realizou endoscopia digestiva alta que evidenciou tumoração infiltrante e estenosante a 26cm dos incisivos. A biópsia revelou carcinoma de células escamosas grau II. A tomografia computadorizada mostrou lesão expansiva com epicentro logo abaixo da veia ázigos e a ultrassonografia endoscópica indicou invasão tumoral até a camada adventícia, com a presença de dois linfonodos suspeitos, um peritumoral e outro periesofagiano cervical.
Nesse caso, a melhor conduta terapêutica é:
Com base no caso clínico abaixo, responda às questões de números 52 e 53. |
Idoso de 65 anos etilista e tabagista, PS 1, com quadro de disfagia progressiva e emagrecimento, realizou endoscopia digestiva alta que evidenciou tumoração infiltrante e estenosante a 26cm dos incisivos. A biópsia revelou carcinoma de células escamosas grau II. A tomografia computadorizada mostrou lesão expansiva com epicentro logo abaixo da veia ázigos e a ultrassonografia endoscópica indicou invasão tumoral até a camada adventícia, com a presença de dois linfonodos suspeitos, um peritumoral e outro periesofagiano cervical.
Segundo a sétima edição do TNM, o estadiamento clínico desse paciente é:
Com base no caso clínico abaixo, responda às questões de números 50 e 51. |
Mulher de 46 anos apresenta quadro clínico de disfagia progressiva de líquidos para sólidos, regurgitação e perda de peso de longa data. Realizou investigação com estudo contrastado, que demonstrou um esôfago dilatado com afilamento distal em “bico de pássaro”.
A paciente foi submetida ao exame de manometria esofagiana. Os achados compatíveis com o caso típico do diagnóstico são:
Com base no caso clínico abaixo, responda às questões de números 50 e 51. |
Mulher de 46 anos apresenta quadro clínico de disfagia progressiva de líquidos para sólidos, regurgitação e perda de peso de longa data. Realizou investigação com estudo contrastado, que demonstrou um esôfago dilatado com afilamento distal em “bico de pássaro”.
O diagnóstico mais provável, nesse caso, é:
Em relação ao GIST (tumor estromal gastrointestinal), é correto afirmar que:
Em relação aos sarcomas de retroperitônio, é correto afirmar que:
Mulher de 54 anos apresenta quadro de desconforto epigástrico. Nega comorbidades. Foi submetida à endoscopia digestiva alta, que mostrou lesão subepitelial em fundo gástrico. Para complementar a investigação, foi realizada tomografia computadorizada de abdômen e pelve, em que foi evidenciada tumoração heterogênea, exofítica em fundo gástrico, com aproximadamente 4cm de diâmetro. O tratamento adequado, nesse caso, é:
Homem de 61 anos apresenta queixa de dor anal e sangramento durante a evacuação. O exame abdominal é normal. Foi realizado exame proctológico que identificou tumoração ulcerada no canal anal, com 4,5cm de extensão. Foi realizada biópsia incisional, cujo laudo foi compatível com carcinoma escamoso. O tratamento indicado, nesse caso, é:
Mulher de 21 anos refere aparecimento de tumoração indolor em parede abdominal, no flanco direito. Refere história de cesariana há 9 meses. Nega cirurgias abdominais prévias e outras comorbidades. A tomografia computadorizada de abdômen e pelve mostrou tumoração homogênea, com densidade de partes moles, com 4,5cm em seu maior diâmetro, localizada em topografia de reto abdominal. O diagnóstico mais provável e o tratamento cirúrgico indicado, respectivamente, são:
Homem de 38 anos foi diagnosticado com hérnia inguinal direita redutível. Foi submetido a tratamento cirúrgico eletivo. Durante o procedimento, foi identificado saco herniário volumoso, localizado lateralmente aos vasos epigástricos. A parede posterior não apresentava alterações significativas. Utilizando a classificação de Nyhus, esse caso pode ser definido como do tipo:
Paciente de 47 anos apresentou lesão melanocítica em coxa esquerda com aproximadamente 1,5cm de extensão. Foi submetida à biópsia excisional, cujo laudo histopatológico indicou melanoma maligno Breslow 2,0mm com áreas de ulceração e índice de mitótico de 3%. As margens de ressecção distavam 5mm da lesão. A conduta adequada, nesse caso, é:
No tratamento laparoscópico transperitoneal das hérnias inguinais deve-se evitar a fixação da tela em uma região conhecida com triângulo desastre (triangle of Doom), pelo risco de complicações vasculares graves. Os limites desse triângulo são:
Em pacientes com hemorragia digestiva alta secundária à doença ulcerosa péptica, um sinal endoscópico de alto risco de ressangramento, após o tratamento endoscópico inicial, é:
Idoso de 61 anos foi diagnosticado com adenocarcinoma localizado em cólon ascendente. Foi indicada a realização de hemicolectomia direita para o tratamento cirúrgico do caso. Durante o procedimento, além da cólica direita, as seguintes artérias deverão ser ligadas e seccionadas:
Idosa de 64 anos apresenta quadro de dor abdominal em quadrante inferior esquerdo. Refere também febre não aferida e distensão abdominal. A tomografia de abdômen e pelve mostrou doença diverticular pancolônica, coleção pélvica, com aproximadamente 6cm em seu maior diâmetro, em quadrante inferior esquerdo, associada à densificação extensa dos tecidos pericolônicos e da parede do cólon sigmoide. Não foi identificado pneumoperitôneo no exame. Utilizando o esquema proposto por Hinchey, a classificação desse quadro e o tratamento mais adequado, respectivamente, são:
Mulher de 39 anos, assintomática, realizou exame de ultrassonografia pélvica de rotina que identificou tumoração hipoecoica no apêndice vermiforme. Foi realizada investigação com tomografia computadorizada de abdômen e pelve, que identificou lesão hipodensa, de aspecto cístico, com 2cm em seu maior diâmetro, localizada na ponta do apêndice. Nesse caso, a conduta adequada é:
Homem de 21 anos foi admitido na emergência com quadro de febre não aferida e dor abdominal com 4 dias de evolução. Ao exame clínico, foi identificada massa palpável de contornos mal definidos, muito dolorosa à palpação profunda, localizada em fossa ilíaca direita. Os sinais vitais mostraram PA = 130 x 80mmHg, FC = 92bpm, FR = 14irpm e TAx = 37,8ºC. A tomografia computadorizada de abdômen e pelve evidenciou ausência de pneumoperitôneo e uma coleção, com aproximadamente 6cm de diâmetro, em região pericecal, associada à densificação dos tecidos adjacentes. Considerando o diagnóstico mais provável, a conduta inicial adequada é a realização de:
Mulher de 69 anos com quadro de anemia a esclarecer foi submetida à endoscopia digestiva alta. Durante o exame, identificou-se apenas lesão polipoide, com 0,8cm de extensão, localizada no fundo gástrico. A lesão foi completamente excisada e o laudo histopatológico mostrou que se tratava de um tumor neuroendócrino. A investigação complementar demonstrou gastrinemia elevada e dosagem sérica de vitamina B12 reduzida. Nesse caso, o tumor neuroendócrino pode ser classificado como do tipo:
Homem de 54 anos sem comorbidades foi diagnosticado com adenocarcinoma em antro gástrico. Foi definido que seu tratamento cirúrgico será através de gastrectomia subtotal com linfadenectomia D2. Nesse procedimento, seguindo a sistematização proposta pela Japanese Gastric Cancer Association, devem ser ressecadas as seguintes estações nodais:
Atualmente, a abordagem cirúrgica da doença ulcerosa péptica ocorre, quase exclusivamente, no tratamento de suas complicações. A complicação que responde pela maioria das indicações de tratamento cirúrgico é: