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Q2903671 Farmácia

o conhecimento das diversas unidades de medidas é importante para a realização de diferentes práticas diárias em um Serviço de Farmácia. Associe as unidades de medida de massa e volume, apresentadas na coluna à esquerda, com seus equivalentes, listados na Coluna à direita:


1- 1Kg

2- 1g

3- 1mg

4- 1L

5- 1mL


( ) 0,001g

( ) 1000mL

( ) 0,001L

( ) 1000mg

( ) 1000h


A sequência correta é:

Alternativas
Q2903668 Farmácia

Os medicamentos derivados sintéticos dos hormônios das glândulas suprarrenais, com propriedades anti-inflamatórias, antialérgicas e antirreumáticas potentes, são conhecidos como:

Alternativas
Q2903666 Farmácia

O uso abusivo dos medicamentos que contém a sustância sibutramina tem causado diversos danos à população desinformada dos riscos provenientes da automedicação desse produto farmacêutico. Recentemente, essa substância foi introduzida na lista B2 da Portaria MS 344/98, por se tratar de um princípio ativo classificado como:

Alternativas
Q2903664 Farmácia

O medicamento estradiol, em sua formulação farmacêutica de creme, apresenta em seu rótulo a informação de que 0,1mg desse princípio ativo está contido em um grama do creme. Em relação ao estradiol, a apresentação do creme também pode ser representada pela; seguinte descrição:

Alternativas
Q2903661 Farmácia

Atualmente, existem no mercado farmacêutico nacional diversas formulações de medicamentos que contêm corticoides para utilização tópica. Um dos princípios ativos utilizados como base desses produtos é conhecido como:

Alternativas
Q2903659 Farmácia

Para preparar 100 litros de xampu de cetoconazol é neçessário o preparo de 50 mililitros de solução 0,5M de cloreto de sódio.. A quantidade aproximada de NaCl que deve ser pesada é de:


Dado: PM do NaCI=58,5

Alternativas
Q2903654 Farmácia

O medicamento utilizado como imunossupressor em alguns protocolos clínicos, e que, devido a seu potencial teratogênico está incluído na lista C3 da Portaria MS 344/98, é conhecido como:

Alternativas
Q2903653 Farmácia

A prescrição para um paciente pesando 2 kg, com imunodeficiência primária, contém o medicamento filgrastima 0,05mg/Kg/dia durante 28 dias. Um frasco que contenha 300microgramas desse medicamento pode ser fracionado em condições controladas e assépticas para um período de tratamento correspondente a:

Alternativas
Q2903647 Direito Constitucional

Segundo o artigo 189 da Constituição Federal, é correto afirmar que:

Alternativas
Q2903644 Direito Sanitário

Uma responsabilidade atribuída à gestão municipal da Atenção Básica é:

Alternativas
Q2903642 Direito Sanitário

Um dos fundamentos da Atenção Básica, de acordo com a Política Nacional de Atenção Básica, é:

Alternativas
Q2903640 Direito Sanitário

O Pacto em Defesa do SUS apresenta, dentre outras, a seguinte ação:

Alternativas
Q2903639 Direito Sanitário

Em relação ao Pacto pela Saúde 2008, é correto afirmar que:

Alternativas
Q2903638 Direito Sanitário

A NOAS-SUS 01/2002, define sete áreas de atuação estratégicas mínimas como condição de Gestão Plena da Atenção Básica Ampliada. Três dessas áreas são:

Alternativas
Q2903636 Direito Sanitário

Sobre os Conselhos de Saúde, tem-se que:

Alternativas
Q2903622 Engenharia Ambiental e Sanitária

Compete à direção nacional do Sistema Único de Saúde:

Alternativas
Q2903616 Direito Constitucional

Segundo o Artigo 198 da Constituição Federal, as ações e serviços públicos de saúde devem seguir as seguintes diretrizes:

Alternativas
Q2903504 Direito Sanitário

A Lei número 8080 preconiza que:

Alternativas
Q2903503 Português

Leia o texto a seguir e responda às questões de nº 01 a 10.

A ARTE DE MORRER


Num artigo publicado na semana passada na Folha de São

Paulo, Ruy Castro narrou as extraordinárias circunstâncias da mor-

te do advogado Henrique Gandelman, um especialista em direitos

autorais que, entre outros feitos, dedicou anos à tarefa de trazer os

5 direitos sobre a obra de Villa-Lobos, desencaminhados mundo afo-

ra, para o espólio do artista. “Foi um trabalho de amor, poucos ama-

vam tanto Villa-Lobos”, escreve Ruy Castro. Gandelman, que estu-

dou música na juventude, era, além de defensor dos direitos, um

profundo conhecedor da obra do grande compositor brasileiro. No

10 dia 24 de setembro, ele ia dar uma palestra no Museu Villa-Lobos,

no Rio de Janeiro, e receber uma homenagem. Enquanto, no ca-

marim, esperava a hora de se apresentar, o sistema de som come-

çou a tocar a Floresta Amazônica. Gandelman, de mãos dadas com

a mulher, comentou: “Fico sempre arrepiado de ouvir isso. O Villa é

15 mesmo o maior”. E mais não disse, nem lhe foi perguntado. Soltou

um suspiro e caiu morto. Aneurisma. Tinha 80 anos.

É o caso de dizer, para cunhar uma expressão nova, que “a

vida imita a arte”.

Ruy Castro chamou a morte de Gandelman de “a morte ideal”.

20 O advogado morreu sob o impacto de uma emoção estética, e não

uma emoção estética qualquer, mas da obra predileta, ou uma das

obras prediletas, do artista predileto. Os santos morrem, ou morri-

am, com antevisões do paraíso. Santa Teresa de Ávila morreu di-

zendo: “Chegou enfim a hora, Senhor, de nos vermos face a face”.

25 São Francisco disse: "Seja bem-vinda, irmã morte”. A morte ideal,

na era dos santos, era acompanhada pelo transe mística. Numa

era laica, de valores racionalistas, como a nossa, a arte substitui 0

misticismo no provimento de uma elevação espiritual compatível

com esse momento grave entre todos que é o momento da morte.

30__O som de Villa-Lobos substitui a citara dos anjos que os místicos

começavam a ouvir na iminência da morte. Mas não é só nisso que a

morte ideal do homem de hoje se diferencia da do antigo. Morte ide-

al, hoje, é a morte repentina, sem dor, sem remédios e sem UTI, De

preferência, tão repentina que poupe até da consciência de que se

35 está morrendo. Os santos morriam tão conscientes da morte que até:

podiam saudar sua chegada. Antes deles, Sócrates morreu despe-

dindo-se dos amigos e filosofando sobre a morte. Para os gregos,

era a morte ideal. Em nosso tempo, um valor altamente apreciado é

a morte que nos poupe da angústia, ou do susto, ou do pânico, de

40 saber que se está morrendo. É uma espécie de ludíbrio que aplicamos

na morte. O.k., você chegou. Mas nem nos demos conta disso.

A visita foi humilhada por um anfitrião que nem olhou para a sua cara,

(Roberto Pompeu de Toledo, Revista Veja, 7 de outubro de 2009, com adaptações)

Leia as frases a seguir.


A morte do advogado ocorreu no Museu.

O advogado era conhecedor da obra de Villa-Lobos.

Reunindo-se as duas frases num só período, obtém-se, sem prejuízo semântico:

Alternativas
Q2903501 Português

Leia o texto a seguir e responda às questões de nº 01 a 10.

A ARTE DE MORRER


Num artigo publicado na semana passada na Folha de São

Paulo, Ruy Castro narrou as extraordinárias circunstâncias da mor-

te do advogado Henrique Gandelman, um especialista em direitos

autorais que, entre outros feitos, dedicou anos à tarefa de trazer os

5 direitos sobre a obra de Villa-Lobos, desencaminhados mundo afo-

ra, para o espólio do artista. “Foi um trabalho de amor, poucos ama-

vam tanto Villa-Lobos”, escreve Ruy Castro. Gandelman, que estu-

dou música na juventude, era, além de defensor dos direitos, um

profundo conhecedor da obra do grande compositor brasileiro. No

10 dia 24 de setembro, ele ia dar uma palestra no Museu Villa-Lobos,

no Rio de Janeiro, e receber uma homenagem. Enquanto, no ca-

marim, esperava a hora de se apresentar, o sistema de som come-

çou a tocar a Floresta Amazônica. Gandelman, de mãos dadas com

a mulher, comentou: “Fico sempre arrepiado de ouvir isso. O Villa é

15 mesmo o maior”. E mais não disse, nem lhe foi perguntado. Soltou

um suspiro e caiu morto. Aneurisma. Tinha 80 anos.

É o caso de dizer, para cunhar uma expressão nova, que “a

vida imita a arte”.

Ruy Castro chamou a morte de Gandelman de “a morte ideal”.

20 O advogado morreu sob o impacto de uma emoção estética, e não

uma emoção estética qualquer, mas da obra predileta, ou uma das

obras prediletas, do artista predileto. Os santos morrem, ou morri-

am, com antevisões do paraíso. Santa Teresa de Ávila morreu di-

zendo: “Chegou enfim a hora, Senhor, de nos vermos face a face”.

25 São Francisco disse: "Seja bem-vinda, irmã morte”. A morte ideal,

na era dos santos, era acompanhada pelo transe mística. Numa

era laica, de valores racionalistas, como a nossa, a arte substitui 0

misticismo no provimento de uma elevação espiritual compatível

com esse momento grave entre todos que é o momento da morte.

30__O som de Villa-Lobos substitui a citara dos anjos que os místicos

começavam a ouvir na iminência da morte. Mas não é só nisso que a

morte ideal do homem de hoje se diferencia da do antigo. Morte ide-

al, hoje, é a morte repentina, sem dor, sem remédios e sem UTI, De

preferência, tão repentina que poupe até da consciência de que se

35 está morrendo. Os santos morriam tão conscientes da morte que até:

podiam saudar sua chegada. Antes deles, Sócrates morreu despe-

dindo-se dos amigos e filosofando sobre a morte. Para os gregos,

era a morte ideal. Em nosso tempo, um valor altamente apreciado é

a morte que nos poupe da angústia, ou do susto, ou do pânico, de

40 saber que se está morrendo. É uma espécie de ludíbrio que aplicamos

na morte. O.k., você chegou. Mas nem nos demos conta disso.

A visita foi humilhada por um anfitrião que nem olhou para a sua cara,

(Roberto Pompeu de Toledo, Revista Veja, 7 de outubro de 2009, com adaptações)

No segmento "...na era dos santos, era acompanhada pelo transe..." (l. 26), as palavras em destaque guardam entre si relação semântica de:

Alternativas
Respostas
3501: A
3502: C
3503: C
3504: B
3505: A
3506: E
3507: B
3508: C
3509: A
3510: D
3511: B
3512: D
3513: C
3514: A
3515: E
3516: B
3517: E
3518: C
3519: D
3520: B